Ministro da Defesa prestigia a cerimônia de apresentação do avião patrulha P-3AM
Sediados na Bahia, os aviões de patrulha marítima serão empregados na vigilância das águas territoriais brasileiras.
“Hoje o Brasil recebe um legado que garantirá a hegemonia brasileira nas águas do Atlântico Sul sob nossa jurisdição”. Com essas palavras o Comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Juniti Saito, saudou a incorporação do P-3 AM Orion à frota de aeronaves da Força Aérea Brasileira. A cerimônia de apresentação oficial da aeronave contou com a presença do Ministro da Defesa, embaixador Celso Amorim, nesta sexta-feira, 30 de setembro na Base Aérea de Salvador (BASV). “O P-3AM inicia suas operações como um dos vetores aéreos mais modernos da atualidade colocando o Brasil mais uma vez na primeira linha da Aviação de Patrulha” disse Saito.
Durante a cerimônia a aeronave foi batizada pelo Comandante da Aeronáutica e pelo Ministro da Defesa, que aproveitou a ocasião para conhecer todos os aspectos sobre a missão da aeronave e o simulador de operações.
Os P-3AM da FAB vão operar no 1º Esquadrão do 7º Grupo de Aviação (1º/7º GAv), Esquadrão Orungan na Base Aérea de Salvador. “A simples presença dessas aeronaves prontas para atuar já é um fator de dissuasão considerável, porque qualquer força naval sabe que seus submarinos têm uma ameaça que pode caçá-los e destruí-los”, explica o Brigadeiro do Ar José Alberto de Mattos, Comandante da II Força Aérea, que congrega a Aviação de Patrulha e de Helicópteros da FAB.
União “chegou ao limite” na busca de consenso sobre distribuição dos royalties do pré-sal, diz líder do governo
Priscilla Mazenotti
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse hoje (29) que o governo já “deu uma grande contribuição” para o acordo sobre o projeto que trata da distribuição dos royalties do pré-sal. Para ele, agora chegou o momento de votar o projeto.
“A União chegou ao limite. Agora é hora de decidir. Temos de criar um acordo para não termos problema”, disse Vaccarezza. Ele entende que é possível estabelecer um acordo para contemplar os estados produtores e os não produtores de petróleo.
A União já anunciou que aceita reduzir de 50% para 46% a participação especial que recebe das empresas petrolíferas. Além disso, também propôs diminuir de 30% para 20% o percentual a que tem direito nos royalties da exploração do petróleo.
Na terça-feira (4), o Senado deverá votar um substitutivo com novas regras para distribuição de royalties. Até lá, os senadores tentarão construir um acordo em a proposta. O texto da matéria ainda não está pronto.
Na quarta-feira (5) está marcada sessão do Congresso para analisar o veto do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva à proposta que dividia os royalties igualmente entre estados produtores e não produtores.
Amorim diz que compra de caças é fundamental e urgente
Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil
Todos os três aviões finalistas do programa FX-2 apresentam problemas, mas urgência da substituição da frota atual pode acelerar decisão.
Brasília – A compra de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) é considerada fundamental e urgente pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, mas ainda não foi discutida “em profundidade” com a presidenta Dilma Rousseff.
Amorim, que participa hoje (29) de audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado, destacou a relevância do assunto devido ao estado dos caças Mirage que país detém e do tempo que as empresas que produzem os aviões levam para entregá-los.
“Até o final de 2013, nenhum dos 12 Mirages que estão em Anápolis estará em condição de atuar plenamente. É algo realmente muito urgente, muito importante. A necessidade de defesa da Amazônia, das fronteiras, impõe que nós tenhamos uma aviação de caças adequada”, afirmou Amorim. Leia o resto deste post »
Para governador da Bahia, novo plano avança na divisão de royalties
Governo concordou em abrir mão de uma receita de R$ 1,8 bi da parcela da União nos royalties
Wladimir D’Andrade
Agência Estado
SÃO PAULO – O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), afirmou nesta quarta-feira, 28, que a nova proposta do governo federal para partilha de royalties de petróleo do pré-sal é um avanço na direção de equilibrar os repasses a todos os Estados. Wagner chegou a defender uma distribuição inversamente proporcional ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos Estados, ou seja, aqueles com piores índices receberiam mais recursos. “Se a gente quer um desenvolvimento integral do Brasil, é importante que se destine mais investimento aos Estados mais pobres, senão haverá uma superconcentração de riqueza”, disse, em entrevista à imprensa após proferir palestra a empresários em evento na capital paulista.
Em sua nova proposta, o governo federal concordou ontem em abrir mão de uma receita de R$ 1,8 bilhão correspondente à parcela da União nos royalties do petróleo. Os recursos do governo federal nos royalties cairiam de 30% para 20% em 2012. Já a fatia da participação especial passaria de 50% para 46%. Aos Estados produtores caberia reduzir de 26,5% para 25% sua parte nos royalties. Leia o resto deste post »
In 1995, a Western-led oil consortium holding a contract to drill a supergiant field in offshore Azerbaijan announced a momentous decision: It would build a small export pipeline from the capital of Baku to the West that would entirely bypass Russia. The momentous part was that, until then, Russia held an absolute monopoly on oil and gas exports from the Caspian Sea. Notwithstanding the size of the planned pipeline, it would break Russia’s stranglehold on the so-called ‘Stans. Four years later, BP CEO John Browne went further. Seeking U.S. approval to buy the U.S. oil company Arco, Browne announced an effective quid pro quo: If BP could acquire Arco, he would get behind a major U.S. foreign policy aim of the time — the construction of another, truly big pipeline from Baku to the Mediterranean Sea. The Arco deal went through, and so did the 1,000-mile-long pipeline — in 2006, a flow of 1 million barrels of sweet, light Azeri crude surged through the Baku-Ceyhan line and onto the world market.
The post-Soviet years have been rocky for U.S. policy toward Russia and the ‘Stans. But the unusually dramatic pipeline saga of the 1990s and the early 2000s stands out as a rare American diplomatic triumph. It is why, for example, the U.S. currently has an alternative staging ground to serve U.S. troops in Afghanistan — the so-called Northern Distribution Network, a cargo route that crosses Azerbaijan, Turkmenistan, Uzbekistan, Kazakhstan and Kyrgyzstan. Washington sought Russian understanding and participation in the route, but the U.S. already had roots in the region — the local cachet borne of the bold pipeline initiative meant that Washington did not require Russian permission to build military bases within Moscow’s traditional sphere of influence.
So begins oil historian Daniel Yergin’s much-awaited new book, the sequel to The Prize, the standard work on the industry. I reviewed The Quest for the San Francisco Chronicle, and to avoid repetition suggest that those interested read the piece here. Suffice to say that we get much new ground — the events in oil since the 1990 publication of his Pulitzer Prize-winning masterwork, in addition to lengthy mini-histories on global warming and the various alternatives to fossil fuels, including solar, wind and electric cars.
Yet The Quest lacks the magisterial quality of the original, a meticulously researched, groundbreaking history that chronicled how the major events of the 20th century — both world wars, for instance — pivoted on oil, and delivered deeply etched personality portraits of those who counted. The Quest by comparison is a primer, based largely on other people’s books and articles, and does not attempt to tackle history on a similar scale, nor to introduce the actors in three dimensions.
There are factual mistakes — for instance, Yergin has the Baku small-bore pipeline (“Early Oil”) decision occurring in 1996 and John Browne’s eureka moment in 2001, respectively one and two years off the mark — and selective fairness: Unlike the warts-and-all descriptions of historical oilmen in the original, which made you feel like you understood what made these trailblazers tick, Yergin seems to bend over backwards in the sequel to avoid telling detail that could possibly embarrass more recent and present-day players. Yet he practices no such discretion when it comes to Marion Hubbert, the father of peak oil, and former California Gov. Gray Davis, both of whom suffer withering treatment at Yergin’s hand.
The major pity is that Yergin stands apart in his capacity to write a penetrating picture of what has really gone on in oil and natural gas over the last couple of decades — that is, his privileged access to the major players in companies big and small, and petro-states across the globe. Presumably his memoirs will do better.
For decades, advocates of ‘peak oil’ have been predicting a crisis in energy supplies. They’ve been wrong at every turn, says
Daniel Yergin.
Since the beginning of the 21st century, a fear has come to pervade the prospects for oil, fueling anxieties about the stability of global energy supplies. It has been stoked by rising prices and growing demand, especially as the people of China and other emerging economies have taken to the road.
This is actually the fifth time in modern history that we’ve seen widespread fear that the world was running out of oil.
This specter goes by the name of “peak oil.”
Its advocates argue that the world is fast approaching (or has already reached) a point of maximum oil output. They warn that “an unprecedented crisis is just over the horizon.” The result, it is said, will be “chaos,” to say nothing of “war, starvation, economic recession, possibly even the extinction of homo sapiens.”
Guerra de trilhões na disputa por tributos do pré-sal
Danilo Fariello
O destino de trilhões de reais em algumas décadas será decidido no Congresso nos próximos 15 dias. Trata-se de uma decisão final que deve de ser tomada sobre a tributação do pré-sal e de como essa arrecadação será distribuída pelas diferentes esferas da federação.
Senadores e governadores – de Estados produtores e não produtores de petróleo – chegaram um acordo de que nada será alterado da regra de distribuição de royalties do petróleo (encargo dividido principalmente entre Estados e municípios produtores e União, para compensar custos sociais advindos da exploração).
Mas, pelo acordo, as mudanças serão feitas em outro tributo, a participação especial, cuja arrecadação também varia conforme o ritmo de produção de barris de petróleo, mas que pode ter sua distribuição remodelada e finalidade mais facilmente alterada.
Apenas no ano passado, foram arrecadados R$ 10,1 bilhões em participações especiais, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP).
Nesse acordo, porém, o governo federal ficará com uma fatia menor em impostos do total explorado do que a atual. Mas os parlamentares esperam mesmo grandes críticas das petroleiras e de seus acionistas, porque são as empresas que exploram os campos que terão de arcar com uma carga tributária maior do que o atual.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou ontem a informação de que parte do dinheiro do pré-sal seria usado para gastos com a saúde. Durante a semana que passou, porém, foram diversas as reuniões entre governo e parlamentares para pacificar a votação dos royalties, que se arrasta há quase dois anos.
Transição em debate
Em conversa sobre o assunto com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ministro Mantega sugeriu sobre uma fase de transição entre a distribuição atual dos royalties e participações especiais até o período em que, efetivamente, o pré-sal será extraído.
Estados produtores e não produtores ainda não chegaram a um acordo sobre essa fase de transição. Os produtores e a União não querem perder as receitas que têm hoje, embora aceitem dividir os lucros tributários do pré-sal com os Estados não produtores.
Prazo apertado
O Congresso tem como prazo máximo para tomar uma decisão o dia 22 porque, nesta data, o presidente do Senado, José Sarney, definiu a votação do veto presidencial à emenda que distribui os recursos dos royalties por todos os Estados, municípios e União.
“Se não chegarmos a acordo até lá, o governo prometeu brigar na Justiça para rever a decisão e aí ninguém sabe como pode ficar”, diz o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Delcídio Amaral (PT-MS).
Na CAE, no mês passado, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, ameaçou que, se o veto presidencial caísse sem nova norma sobre a distribuição dos royalties, o processo de exploração do petróleo na camada do pré-sal poderia atrasar. “Não é possível licitar pré-sal novo sem resolver esse problema”, afirmou.
E as ações das empresas?
Segundo analistas de ações ouvidos pelo iG, a discussão sobre tributação do pré-sal ainda é assunto fora do espectro dos acionistas minoritários de empresas como a Petrobras.
O chefe de análise de uma corretora comenta que esse risco de alterações políticas não pode ser mensurado nas análises fundamentalistas de corretoras, por isso não há indicação de que mudanças nessa linha seriam positivas ou negativas para as empresas. “Só com uma norma definida é possível fazermos cálculos, mas é inegável que qualquer mudança tributária resulte em uma alteração significativa nos resultados da empresa”, diz.
Os inimigos da Petrobras são os inimigos do Brasil
Brizola Neto
“Quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma.”
Getúlio Vargas, na Carta-Testamento, 24 de agosto de 1954
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Escrevi o post sobre o resultado recorde da Petrobras antes de ler os jornais de hoje. E fiquei impressionado com a quantidade de ódio e de despeito que a elite brasileira destila, através de sua mídia, contra a maior e mais importante empresa brasileira. No momento em que ela atinge os maiores lucros da história, em que acumula sucesso após sucesso e, até, mostra na prática sua utilidade para a regulação da cadeia – privada – da comercialização de combustíveis (a ANP e nada, nesta crise, foram o mesmo), só o que se vê é manipulação e inveja por parte dos jornais.
Petrobras: Pré-Sal traz oportunidades para empresas de TI
Atenta ao orçamento de U$ 600 bilhões da Petrobras, somente para o Pré-Sal, nos próximos 20 anos, e às oportunidades de negócios geradas para o setor de Tecnologia da Informação, a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-RJ) promove no dia 6 de junho o seminário “Competitividade da Cadeia de O&G e o papel da TIC”.
Na oportunidade, a Assespro-RJ entregará à Petrobras e à Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) uma proposta de modelo de trabalho chamada “Ecossistema”, com um cluster de 22 empresas com competências para atender a toda a cadeia produtiva do Pré-Sal, desde a criação de soluções, inteligência do projeto, instrumentalização e demais demandas.
Já confirmaram presença o gerente-executivo do Pré-Sal, José Carlos Fomigli; o assessor da Presidência da Petrobras, Sydney Granja; e o superintendente da Onip, Eloy Fernandez. A expectativa é de que 300 pessoas, entre executivos e profissionais da cadeia produtiva de petróleo e gás, participem do evento realizado pela Assespro-RJ com o apoio da Petrobras, Sebrae-RJ e Onip.
O seminário “Competitividade da Cadeia de O&G e o papel da TIC” acontece das 13h30 às 17h30, no Centro de Convenções da Firjan-RJ. O gerente da Petrobras para o Pré-Sal, José Formigli, vai apresentar os planos de investimento para o projeto e as demandas para a cadeia produtiva voltadas para as empresas de TIC.
Usina Boa Vista sedia abertura da safra de cana em Goiás
A safra 11/12 de cana-de-açúcar no Estado de Goiás foi aberta de forma oficial nesta sexta-feira (6/5) na Usina Boa Vista, localizada no município de Quirinópolis (GO). A unidade, que integra a Nova Fronteira – empresa formada por meio da parceria entre a Petrobras Biocombustível e o Grupo São Martinho – produz exclusivamente etanol e possui 100% de sua colheita de forma mecanizada.
Usina Boa Vista (GO) da Nova Fronteira Bioenergia S.A - joint venture formada entre a Petrobrás Biocombustivel e o Grupo São Martinho
O governador do Estado de Goiás, Marconi Perillo, ressaltou em seu discurso a importância da indústria sucroenergética, um segmento econômico que vem crescendo nos últimos anos, trazendo oportunidades e fomentando a economia do estado com empreendimentos modernos como a Usina Boa Vista.
O diretor de Etanol da Petrobras Biocombustível, Ricardo Castello Branco, por sua vez, afirmou que a estratégia de expansão da produção de etanol e energia elétrica no Estado de Goiás se dará, prioritariamente, por meio da Nova Fronteira. “Vamos crescer a partir de uma associação que une a expertise da Petrobras em logística, operações industriais, comercialização, tecnologia e padrões de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, com a São Martinho, um dos maiores grupos sucroenergéticos do país”.
A robótica a serviço do desenvolvimento sustentável: o robô ambiental híbrido “Chico Mendes” da Petrobrás
No Norte do Brasil, um robô inovador é parte do projeto de monitoramento ambiental do gasoduto Coari-Manaus de cerca de 700km de extensão, que percorre 400 km às margens do rio Solimões, passando por regiões de mata fechada ou alagada, onde o homem não pode chegar.
A solução encontrada pelo engenheiro Ney Robinson e sua equipe, do Laboratório de Robótica Submarina da Petrobras, no Rio de Janeiro, foi o desenvolvimento de um robô ambiental híbrido – que pode andar na água, na terra ou no pântano -, que foi batizado de “Chico Mendes”.
Com 1,50m de comprimento, 2,20m de largura e 1,20m de altura, 115kg, a sua função, inicialmente, era só recolher e medir os parâmetros físico-químico da água (turbidez, condutividade, salinidade, pH e oxigênio dissolvido), para que depois essas características pudessem ser analisadas e comparadas com as amostras anteriores. Mas o projeto ganhou dimensões maiores e o robô passou a colher amostras, fotografar e enviar imagens de larvas de mosquitos, além de captar sons da floresta e do fundo do rio.
O projeto atual é construir cerca de 100 robôs deste tipo, com três modelos de tamanhos distintos, incluindo um que poderá ser pilotado diretamente por um ser humano, além dos modelos menores, dirigidos remotamente à distância.
Decisão do Conselho de Administração é o primeiro sinal de revisão do plano de negócios da empresa até 2015
Kelly Lima
A Petrobrás decidiu aumentar em 63,3% os investimentos previstos para serem destinado ao polo do pré-sal na Bacia de Santos, onde está localizada a reserva do campo de Lula (ex-Tupi). A decisão, tomada ontem pelo Conselho de Administração da companhia, é o primeiro sinal de revisão do plano de negócios da empresa, agora para o período de 2011-2015.
Pela revisão, o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado do Polo Pré-sal da Bacia de Santos (Plansal) receberá investimentos totais de US$ 73 bilhões. Destes, 74%, ou US$ 54,02 bilhões serão investidos pela Petrobrás e o restante por seus parceiros, como a portuguesa Galp, a espanhola Repsol e a britânica BG. Pelo Plano de Negócio para o período anterior, de 2010-2014, seriam investidos US$ 33 bilhões no pré-sal, e US$ 75,2 bilhões nas áreas pós-sal. O plano total para o período previa investimentos de US$ 224 bilhões.
GE planeja produzir no País turbinas para plataformas
Seção de uma turbina aeroderivada do tipo GE LM2500 utilizada em navios e plataformas petrolíferas
Alexandre Rodrigues
Agencia Estado
RIO – O presidente da General Electric (GE) no Brasil, João Geraldo Ferreira, disse hoje que a companhia tem planos de produzir no Brasil turbinas para geração de energia em plataformas de produção de petróleo. Segundo ele, com a exploração das reservas da camada pré-sal, a multinacional americana identifica demanda suficiente para essa atividade no Brasil.
“Temos planos de fabricar e, obviamente, de fazer a manutenção também”, limitou-se a dizer o executivo, que não quis indicar em quanto tempo a empresa pretende concretizar esse plano, uma das formas que a companhia estuda para aumentar os seus contratos com a Petrobras, seguindo o robusto plano de investimentos da estatal de US$ 224 bilhões até 2014.
Modelo de turbina a gas aeroderivada GE LM2500 - utilizada em navios e plataformas petrolíferas
Petrobras realiza primeira exportação de petróleo do pré-sal
O primeiro país a importar petróleo brasileiro extraído do pré-sal é um país sul-americano
A Petrobras concluiu junto à estatal chilena Empresa Nacional de Petróleo (ENAP) as negociações para a venda da primeira carga de petróleo produzida no pré-sal destinada à exportação.
Foram vendidos 1 milhão de barris de petróleo extraídos da camada pré-sal do super campo de Lula, na Bacia de Santos, com embarque previsto para meados de maio de 2011 e que serão entregues em Quintero e San Vicente, no Chile.
Nota: Embora não seja um Membro Efetivo do Mercosul, o Chile é um país Associado ao Mercosul e participa da UNASUL, sendo um país muito dependente da importação de recursos energéticos
Petrobras inicia produção na área de Brava no pré-sal da Bacia de Campos
Mapa: localização do poço 6-MRL-199-RJS, na região de Brava, quinto poço petrolífero onde a Petrobrás iniciou a produção de petróleo do pré-sal da Bacia de Campos (RJ) em fase de TLD
A Petrobras iniciou na última segunda-feira (18/04) o Teste de Longa Duração (TLD) da área de Brava, no pré-sal da Bacia de Campos, na área da Concessão de Produção do campo de Marlim, localizado a 170 km da cidade de Macaé, RJ.
15/4/2011-Presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, e o presidente da Sinopec, Fu Chengyu, assinam Acordo de Cooperação Tecnológica, na sede da empresa em Pequim - foto: Agência Petrobrás de Notícias
Em Pequim, nessa sexta-feira (15), o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, e o diretor de Exploração e Produção, Guilherme Estrella, assinaram dois importantes acordos com as empresas chinesas Sinopec (China Petrochemical Corporation) e Sinochem (Sinochem Corporation).
Os acordos fizeram parte da agenda de negócios estabelecida durante visita oficial da Presidenta Dilma Rousseff à China. Leia o resto deste post »
Cronologia do Pré-sal: A linha do tempo desde a descoberta de Petróleo no Pré-Sal
2011
Fevereiro – Entrada em operação do Teste de Longa Duração (TLD) do reservatório de Tracajá, no campo de Marlim Leste, Bacia de Campos. Localizado a 124 km da costa do Rio de Janeiro, o poço foi interligado ao navio-plataforma P-53. O teste começou com vazão de 23.300 barris por dia.
Fevereiro – Descoberta nova acumulação de petróleo leve (26 API) em reservatórios do pré-sal, na Bacia de Santos, em poço denominado Macunaíma 4-BRSA-818 .
Fevereiro – Entrada em operação do Teste de Longa Duração (TLD) do reservatório de Tracajá, no campo de Marlim Leste, Bacia de Campos. Localizado a 124 km da costa do Rio de Janeiro, o poço foi interligado ao navio-plataforma P-53. O teste começou com vazão de 23.300 barris por dia.
Janeiro – Aprovado o afretamento de duas plataformas do tipo FPSO destinadas aos pilotos de Guará-Norte (BMS-9) e Cernambi (BMS-11), no pré-sal da Bacia de Santos. Cada unidade afretada terá capacidade para produzir 150 mil barris diários e entrada em operação em 2014, antes do previsto.
Janeiro – A Companhia comunica uma nova descoberta nos reservatórios do pré-sal, na Bacia de Santos, no bloco BMS-9, com a perfuração do poço de extensão Carioca Nordeste (3-SPS-74). O poço está localizado na área de avaliação do prospecto de Carioca, a uma profundidade de 2.151 metros.
2010
Dezembro – Presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona a lei que estabelece o novo modelo de exploração de petróleo na camada do pré-sal. A lei, aprovada no Congresso Nacional no início de dezembro, estabelece que o atual modelo de concessão para a exploração de petróleo será substituído pelo mecanismo de partilha da produção. Por esse sistema, as empresas responsáveis pela exploração terão que repassar para a União parte do petróleo extraído. Além do novo modelo de exploração, a lei sancionada hoje determinou que a Petrobras seja a operadora única dos blocos de exploração do pré-sal e terá uma participação de 30% dos consórcios que forem formados.
Dezembro – Petrobras declara a comercialidade de petróleo de boa qualidade e gás nas áreas de Tupi e Iracema. Tupi passa a se chamar campo de Lula, e Iracema, campo de Cernambi. No campo de Lula, o volume recuperável é de 6,5 bilhões de barris de óleo equivalente, com grau API 28. No campo de Cernambi, o volume recuperável é de 1,8 bilhão, com grau API 30. No total, o volume recuperável é de 8,3 bilhões de barris de óleo equivalente (óleo e gás). Lula será o primeiro campo supergigante de petróleo do País (volume recuperável acima de 5 bilhões de boe) e o campo de Cernambi está entre os cinco maiores campos gigantes do Brasil.
Dezembro – Entra em operação o Teste de Longa Duração (TLD) do reservatório de Carimbé, na Bacia de Campos, descoberto em maio de 2010. Esse teste, efetuado no poço 6-CRT-43-RJS, marco o começo da exploração de petróleo no pré-sal da porção central da bacia sedimentar. O poço foi interligado à plataforma P-48, no campo de Caratinga, na Bacia de Campos. A produção inicial prevista é de 24 mil barris diários.
Novembro – A Petrobras assina com a Engevix Engenharia contratos, no valor de US$ 3,46 bilhões, para a construção dos oito cascos das plataformas chamadas de “replicantes”, que vão operar no pré-sal na Bacia de Santos. Cada unidade, do tipo FPSO, terá capacidade de produzir 150 mil barris diários de petróleo. A previsão é que entrem em operação até 2017 e devem acrescentar 900 mil barris à produção nacional. Os dois primeiros cascos serão entregues em 2013, os demais até 2015.
Novo conceito de “intervenção” da OTAN no mundo preocupa o Brasil
Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil
A intervenção dita "Humanitária" da OTAN na Líbia demonstra claramente os interesses neoimperialistas da aliança euroatlântica que não se importa com a morte de civis inocantes, mas sim com o petróleo líbio
Rio de Janeiro – O governo brasileiro está preocupado com o novo conceito estratégico da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que permite a intervenção em qualquer lugar do mundo onde os interesses dos países integrantes tenham sido lesados, com ou sem a autorização prévia da Organização das Nações Unidas (ONU).
“Isso é carta branca”, disse hoje (7) o ministro da Defesa, Nelson Jobim, ao participar de conferência internacional promovida pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), no Rio de Janeiro. Ele não crê que isso possa afetar os interesses brasileiros, mas deu um recado: “O Brasil tem um compromisso muito sério na América do Sul com a preservação da soberania da Argentina sobre as [Ilhas] Malvinas”.
Petroimperialismo - OTAN bombardeia a Líbia de Kadafi em busca de petróleo, alegando razões humanitárias de proteger o povo líbio (!!!) - charge: Rice
No contexto da segurança internacional, o ministro defendeu os objetivos do país de garantir a soberania nacional e a integridade do território; a construção de uma identidade sul- americana de segurança e defesa baseada na cooperação; e a ampliação da capacidade de respaldo da política externa por parte da estratégia de defesa. Para isso, terá grande importância, segundo ele, o aparelhamento das Forças Armadas. “A defesa é um projeto de desenvolvimento, porque fundamenta um bem público intangível, que é a segurança.”
01) Por que a Petrobras Distribuidora não se pronuncia sobre alterações de preços dos combustíveis nos postos?
Porque os preços são livres nas bombas. As distribuidoras de combustível são legalmente impedidas de exercer qualquer influência sobre eles.
Há uma lei federal que impede as distribuidoras de operarem postos. Estes são, em regra, administrados por terceiros, pessoas jurídicas distintas e autônomas.
O mercado da gasolina no Brasil hoje é regulamentado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e pela Lei Federal 9.478/97 (Lei do Petróleo). Esta lei flexibilizou o monopólio do setor de petróleo e gás natural, até então exercido pela Petrobras (da qual a Petrobras Distribuidora é subsidiária), tornando aberto o mercado de combustíveis no País. Dessa forma, desde janeiro de 2002 as importações de combustíveis foram liberadas e o preço passou a ser definido pelo próprio mercado.
O preço final ao consumidor varia em função de múltiplos fatores como: carga tributária (municipal, estadual, federal), concorrência com outros postos na mesma região e a estrutura de custos de cada posto (encargos trabalhistas, frete, volume movimentado, margem de lucro etc.).
02) É verdade que a gasolina é mais cara aqui do que no resto do mundo, apesar de o Brasil ser autossuficiente em petróleo?
No gráfico a seguir é possível comparar os preços da gasolina praticados no Brasil com os preços médios em diversos países.
a) a parcela de baixo do gráfico representa o preço da refinaria sem impostos;
b) a parcela do topo representa as margens de comercialização, que oscilam em função do mercado local de venda dos combustíveis;
c) e a parcela em azul mais claro representa a carga tributária que é a maior responsável pela diferença dos preços entre os países.
Observa-se, também, que os valores cobrados no Brasil encontram-se alinhados com os preços de outros países que possuem mercados de derivados abertos e competitivos.
Preços Internacionais de Gasolina – média 2010
Obs: O teor de álcool anidro na Gasolina C se manteve em 25% ao longo do ano, exceto no período de fevereiro a março, quando o percentual foi reduzido para 20%. Confira também o gráfico referente ao mês de janeiro de 2011.
Elaboração: Petrobras com dados do Banco Central, ANP, USP/Cepea, ENAP(Empresa Nacional Del Petróleo – Chile), ANCAP (Admisnistración Nacional de Combustibles, Alcohol y Portland – Uruguai) e PFC Energy.
Margens de Distribuição e Revenda obtidas por diferença. Câmbio considerado = 1,7602 (média da PTAX diária em 2010).
Constata-se, desta forma, que a Petrobras, a Petrobras Distribuidora e as demais distribuidoras não possuem ingerência total na cadeia de formação de preço do produto comercializado ao consumidor. Todos os demais agentes envolvidos podem contribuir na sua variação (para maior ou para menor).
Postos de serviço e distribuidoras podem praticar margens variáveis conforme seus planos comerciais, visto que os preços não são tabelados nem estão sob controle governamental.
03) Toda vez que o preço do álcool sobe, também aumenta o da gasolina?
As usinas de cana-de-açúcar produzem dois tipos de álcool: o anidro, que é adicionado pelas distribuidoras à gasolina; e o hidratado, que passou a ser chamado de etanol.
Assim, o período de entressafra da cana-de-açúcar pode provocar alta tanto no preço final da gasolina – em virtude da escassez do álcool anidro, misturado à gasolina, hoje na proporção de 25% – quanto no preço final do etanol. Mas não é uma regra, já que vários fatores interferem no preço final do combustível. Confira no site da Petrobras.
04) A Petrobras é a única fornecedora de gasolina no Brasil?
Ao abastecer seu veículo no posto revendedor, o consumidor adquire a gasolina “C”, uma mistura de gasolina “A” com álcool anidro. Nesta época do ano, a chamada entressafra da cana-de-açúcar, o preço do álcool sobe, impactando o preço da gasolina.
A gasolina “A” pode ser produzida nas refinarias da Petrobras (Petróleo Brasileiro S.A.), por outros refinadores do País, por formuladores, pelas centrais petroquímicas ou, ainda, importada por empresas autorizadas pela ANP.
As principais distribuidoras, como a Petrobras Distribuidora e outras (consulte o Sindicom), compram a gasolina “A” da Petrobras, a maior produtora do Brasil.
Em bases e terminais, essas distribuidoras fazem a adição do álcool anidro, adquirido junto às usinas produtoras (consulte www.unica.com.br), gerando a gasolina “C”.
A proporção de álcool anidro nessa mistura (25%) é determinada pelo Conselho Interministerial do Açúcar e do Álcool (CIMA), vide Resoluções da ANP.
Assim, por meio de milhares de postos revendedores presentes no Brasil, as distribuidoras comercializam a gasolina “C” para todos os consumidores.
Composição de custos, impostos e preços da gasolina vendida ao consumidor em diferentes países - Brasil, Chile, Uruguai, EUA, China, Canadá, Japão, Alemanha, Inglaterra e Itália
Nordeste concentrará 78% da capacidade das novas refinarias do país
O crescimento econômico do Nordeste também se reflete no mercado de combustíveis: em nove anos, a região responderá por 78% da nova capacidade de refino do país. Esse e outros reflexos da exploração de petróleo e gás foram tema do seminário “O Nordeste e o pré-sal”, realizado nesta terça-feira (29/03), em Recife, e patrocinado pela Petrobras.
Em sua palestra durante o evento, o gerente-executivo de Programas de Investimento da área de Abastecimento da Petrobras, Luiz Alberto Domingues, explicou que a estratégia da Companhia para os próximos anos visa a dar autossuficiência ao Brasil também no refino: atualmente, o consumo é 8% maior do que a quantidade de produtos das refinarias. A previsão é de que, em 2020, essa situação se inverta e a demanda pelos derivados de petróleos seja de 2,79 milhões de barris/dia; enquanto o volume processado será de 3,16 milhões, 13,2% maior.
Sérgio Gabrielli participa de Cúpula Empresarial durante visita de Obama ao Brasil
O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, participou neste sábado (19/3) do painel “Criando um futuro Seguro e Sustentável para o Setor Energético”, na Cúpula Empresarial Brasil-Estados Unidos, promovida pela Confederação da Indústria (CNI), em Brasília. No evento, Gabrielli disse que a demanda mundial por petróleo deve aumentar com a retomada do crescimento da economia dos Estados Unidos.
Parlamento estadual retomará ações do Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-Sal
Claudia Paulitsch
O Parlamento do Rio grande do Sul retomará as ações do Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-Sal, conforme deliberação da Mesa Diretora da Casa, em reunião realizada nesta terça-feira (15), conduzida pelo presidente, Adão Villaverde (PT). O Comitê foi instalado no dia 15 de julho de 2009, com a presença de entidades da sociedade civil parceiras do movimento. Houve adesão de 31 entidades.
O movimento em defesa da camada pré-sal surgiu em 2008, liderado pela Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET), Associação de Juízes do RS ( Ajuris), Ordem dos Advogados do Brasil, seção do Rio Grande do Sul (OAB/RS) e outras entidades. A criação foi definida no dia 18 de maio de 2009, em audiência pública solicitada pela Ajuris, na Assembleia Legislativa.
A proposta de retomada das ações voltadas ao pré-sal foi encaminhada à Mesa pelo deputado Raul Carrion (PCdoB).
A Petrobras concluiu a perfuração do poço exploratório de extensão 3-BRSA-891A-RJS (3-RJS-682A) localizado na área do Plano de Avaliação de Iara, no pré-sal da Bacia de Santos. Em profundidade de água de 2.279m, o poço está localizado a cerca de 230 km da costa do Rio de Janeiro e a 8 km do poço pioneiro descobridor.
O resultado da perfuração do poço confirmou a boa qualidade do óleo no reservatório (28º API) e reforçou o potencial de óleo leve e gás natural recuperável daquela jazida.
A estimativa da Petrobras é que o volume recuperável esteja entre 3 e 4 bilhões de barris de óleo equivalente.
BA: Petrobras anuncia a implantação de Terminal de Regaseificação
A presidente da República, Dilma Rousseff, participou nesta terça-feira, 1/3, da cerimônia de anúncio da implantação do Terminal de Regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Bahia (TRBA). Na ocasião foi assinado o Protocolo de Intenções entre a Petrobras e o Governo do Estado da Bahia com o objetivo de definir ações a serem tomadas pelas partes que propiciarão as condições para a implantação deste terminal.
O documentário “O Desafio do Pré-Sal” é a mais recente co-produção do Discovery Channel com a produtora brasileira Mixer, cujo tema é a exploração do petróleo do Pré-Sal. Dirigido por Marcello Bozzin, tem uma hora de duração e entrevista diversos especialistas, desde engenheiros, cientistas, ambientalistas e analistas de relações internacionais e geopolítica do petróleo, que discutem diferentes perspectivas referentes aos principais aspectos da exploração do Pré-Sal, desde sua geografia e formação geológica, passando pelos desafios tecnológicos, financeiros e ambientais, até os aspectos políticos, econômicos e geopolíticos envolvidos na exploração deste grande campo petrolífero que pode conter cerca de 100 bilhões de barris de petróleo, situando sua descoberta entre as maiores das últimas décadas em todo o mundo.
Os demais documentários resultantes desta parceria incluiram temas como as enchentes e as pesquisas com células-tronco, que passaram no Discovery Channel em fevereiro deste ano, todos coproduzidos pela Mixer sob supervisão do Discovery Networks Latin America/US Hispanic.
O vídeo com a chamada para o documentário está disponível na página do programa Ooops! do UOL:
O video documentário “O Desafio do Pré-Sal” estréia no Discovery Channel nesta sexta-feira, 25 de fevereiro, às 22h.
A grade da programação da Discovery Channel prevê que o vídeo será exibido ainda no dia 26 de fevereiro à 1h, às 5h e às 16h, e no dia 05 de março às 14h.
Petrobras Biocombustíveis e São Martinho vão investir R$ 700 milhões em Goiás
A joint venture Nova Fronteira Bioenergia S.A, formada pela sociedade entre o Grupo São Martinho e a Petrobras Biocombustíveis, vai investir R$ 700 milhões nos próximos três anos para ampliar a capacidade de produção da Usina Boa Vista, em Quirinópolis. Ontem, o governador Marconi Perillo, o presidente do Grupo São Martinho, Fábio Venturelli, e o diretor de Etanol da Petrobras Combustíveis, Ricardo Castelo Branco, assinaram um novo contrato de financiamento de incentivos fiscais pelo programa Produzir, no valor de R$ 4,2 bilhões.
A Nova Fronteira Bioenergia é voltada para a produção de etanol na Região Centro-Oeste do Brasil, onde também está implantando o projeto Greenfield SMBJ Agroindustrial, localizado no município de Bom Jesus.
Com investimentos nas atividades agrícolas e industriais, a Usina Boa Vista vai ampliar sua capacidade de moagem de atuais 2,5 milhões para 7 milhões de toneladas de cana, com colheita 100% mecanizada, sem queima. A ampliação da produção na unidade industrial de Quirinópolis vai elevar o número de empregos diretos de 1.600 para 4 mil . Leia o resto deste post »
Valor foi 24,7% superior ao do ano anterior e só não foi maior porque a recuperação dos preços do barril veio acompanhada de uma retração na produção
Glauber Gonçalves
A arrecadação em royalties do petróleo no Brasil atingiu R$ 9,929 bilhões em 2010, valor 24,7% superior ao do ano anterior. A alta só não foi maior porque a recuperação dos preços do barril em 2010 veio acompanhada de uma retração na produção. Para este ano, a expectativa é que a arrecadação cresça novamente.
Após as quedas que levaram o barril ao nível de US$ 30 durante a crise internacional, os preços tiveram uma recuperação significativa em 2010, quando ficaram em uma média de US$ 80. Já a queda na produção verificada no ano passado ocorreu por causa da ida de algumas plataformas para a revisão.
“Pré-sal é passaporte para o futuro”, afirma Dilma Rousseff
Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Ao fazer seu primeiro discurso depois da posse, a presidenta República, Dilma Rousseff, defendeu que a exploração da camada pré-sal é um “passaporte para o futuro” do país. Ela ressaltou que o seu governo terá a responsabilidade de transformar essa riqueza natural em uma “poupança de longo prazo”.
De acordo com a presidenta, o país tem a chance de criar um “projeto inédito de desenvolvimento” associado à preservação ambiental.
Petrobras declara comercialidade de Tupi e Iracema no bloco Bloco BMS-11
A Petrobras, na condição de operadora do Bloco BMS-11, localizado na Bacia de Santos, comunica que efetuou nesta quarta (29/12) junto à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Declaração de Comercialidade das acumulações de petróleo de boa qualidade e gás nas áreas de Tupi e Iracema. Na proposta, encaminhada ao órgão regulador, as denominações sugeridas para estas acumulações foram Campo de Lula e Campo de Cernambi, respectivamente para Tupi e Iracema.
Mapa dos campos petrolíferos de Lula e Cernabi - chamados provisoriamente de de Tupi e Iracema durante a fase prospecção inicial e do Tesde de Longa Duração
Veja a tabela com os volumes recuperáveis totais destes campos, informados ao órgão regulador, através da Declaração de Comercialidade.
O Campo de Lula será o primeiro campo supergigante de petróleo do País (volume recuperável acima de 5 bilhões de boe), e o Campo de Cernambi está entre os cinco maiores campos gigantes do Brasil.
Lula sanciona lei do pré-sal com veto à mudança na distribuição dos royalties
Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje (22) a lei que define novas regras para a exploração de petróleo na camada do pré-sal. Como havia prometido, Lula vetou o artigo que determinava a divisão dos royalties do petróleo entre todos os estados e municípios brasileiros. Outro artigo vetado destinava metade do dinheiro do Fundo Social do pré-sal a programas de educação.
Com o veto ao modelo de divisão equânime dos royalties, aprovado pelo Congresso Nacional, o presidente Lula encaminhou ao Parlamento um projeto de lei que garante uma parcela maior de recursos aos estados produtores de petróleo. Assim, cumpre o acordo fechado com os governadores dos principais estados produtores – Rio de Janeiro e Espírito Santo – no ano passado.
O modelo aprovado pelos parlamentares e vetado pelo presidente previa a partilha dos royalties conforme os percentuais do Fundo de Participação dos Estados e dos Municípios. Caberia à União compensar os estados produtores pelas perdas com a divisão.
O ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmerman, acredita que o projeto de lei encaminhado hoje ao Congresso será aprovado no ano que vem. “Isso é do maior interesse da sociedade brasileira. Tenho certeza que o Congresso brasileiro vai achar uma forma de agilizar para que a gente possa fazer as rodadas [de licitação de blocos do pré-sal no novo modelo de partilha] necessárias”, afirmou.
Marco do pré-sal amplia confiança e autoestima, diz Lula
Eduardo Rodrigues, Leonencio Nossa e Karla Mendes
Agência Estado
Após sancionar o novo marco regulatório para a exploração do pré-sal, com veto à divisão dos royalties entre todos os Estados e municípios aprovada pelo Congresso Nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a nova regulação amplia a base de confiança e autoestima do povo brasileiro. “O novo marco regulatório é um singular presente natalino que o Brasil proporciona a si mesmo. O pré-sal redesenhou a geopolítica mundial do petróleo, justamente quando a oferta mundial diminui e os preços tendem a aumentar”, disse. “Os olhos do (presidente da Petrobras, José Sérgio) Gabrielli até estão brilhando”, afirmou Lula.
O presidente disse que há pouco mais de uma década o País ainda era muito dependente da importação de petróleo, alcançou a autossuficiência em 2006 e, com as novas descobertas nas áreas do pré-sal, dobrou as reservas nacionais.
“Mas o verdadeiro salto transformador remete aos incontáveis desdobramentos econômicos e sociais que essas reservas representam”, afirmou Lula. “A partir de hoje o comando estratégico da exploração está nas mãos de 190 milhões de brasileiros.”
O presidente brincou ao relembrar que o Brasil fez a maior capitalização da história do capitalismo, garantindo recursos para a Petrobras impulsionar a exploração das reservas. “No futuro, essa pergunta cairá no vestibular e as crianças responderão que foi o Bill Gates ou o George Soros, mas estará lá o nome do Lulinha, que fez isso em 2010″, afirmou.
FNP realiza Ato alusivo à retomada da Refap 100% Petrobrás
Na última sexta-feira (17) o Sindipetro-RS, junto com os representantes da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), realizou o ato que representa uma grande conquista dos trabalhadores brasileiros: a retomada da Refap 100% Petrobrás. A manifestação aconteceu em frente à refinaria e contou com os petroleiros da unidade e os dirigentes sindicais da FNP do RS, LP, SJC, Pa/Am/Ma/Ap, Al/Se e RJ.
Os representantes da FNP lembraram da luta desses últimos anos para que essa bandeira não fosse parar no esquecimento. Em 2000, o governo neoliberal de FHC deu à Repsol uma fatia no controle da Refap através de uma troca de ativos entre a multinacional e Petrobrás. Com isso, a refinaria mudou seu nome para Refap SA e a nova razão social acabou se transformando num dos maiores símbolos do processo de privatização da companhia. No mesmo negócio ainda foram entregues praticamente de graça à Repsol parcelas de participação em concessões para exploração de petróleo.
Dez anos depois, na última segunda-feira (13/12) foi anunciado oficialmente que a Petrobrás, através de sua controlada Downstream Participações, readquiriu os 30% do capital social da Refap. Com isso, a companhia brasileira reassumiu 100% do controle das ações da Refap em uma negociação que alterou a estrutura societária da maior refinaria de petróleo da região sul.
Apesar da retomada da Refap representar um avanço, os dirigentes da FNP não economizaram críticas em relação ao Governo e Petrobrás por conta da continuidade dos leilões dos blocos de exploração do pré-sal e de outras medidas que vão na contramão da soberania nacional. Um dos exemplos citados foi a sanção da Lei do Gás, que quebrou o monopólio da Petrobrás no transporte de gás. Agora, outras empresas poderão construir gasodutos e participar de futuros leilões.
Por isso está ordem no dia acabar com os leilões sem indenização às companhias parasitas que atuam no País e, paralelamente, fortalecer a luta pela volta do monopólio estatal de petróleo e a necessidade de uma Petrobras 100% estatal.
Lições para o setor do petróleo graças ao WikiLeaks
Paulo Metri
Até que se prove algo em contrário, o WikiLeaks veio para diminuir o número de anjos na sociedade mundial. As lições que se tiram do vazamento relativo ao setor de petróleo do Brasil são muitas. Para os interessados, que ainda não se atualizaram, vamos listá-las sem ordem de importância.
É incrível, mas algumas pessoas ainda se surpreendem com o fato de a embaixada dos Estados Unidos estar envolvida em assuntos internos do Brasil, buscando interferir a favor dos interesses das suas empresas. Além disso, a importância que o pré-sal tem para as petrolíferas americanas e os Estados Unidos foi desnudada. Inclusive, é mostrado como eles atuaram no nosso Congresso para que o contrato de partilha proposto pelo governo Lula não fosse aprovado, o que faria com que a lei das concessões da era FHC permanecesse em vigor. Por isso, a conclusão rápida que se pode tirar é que o contrato de partilha deve ser melhor para a sociedade brasileira que as concessões.
José Serra seria favorável à lei das concessões, que muitos congressistas do seu partido defendem, abertamente. Com os vazamentos, ficou claro que, apesar da diminuição de lucro e poder que o contrato de partilha acarreta, as petrolíferas estrangeiras não querem sair do Brasil, inclusive porque não há muitos lugares no mundo para onde elas possam ir, atualmente.
As empresas estrangeiras de petróleo só querem comprar de seus fornecedores no exterior, o que seria facilmente constatado, se as compras delas, em comparação com as da Petrobrás, fossem verificadas nestes 13 anos de existência da lei das concessões. Não é por outra razão que elas se opunham, como mostra o WikiLeaks, à Petrobrás ser a operadora única do pré-sal.
A afirmação “as regras sempre podem mudar depois” dita por um executivo de uma petrolífera estrangeira chega a ser um acinte contra a soberania nacional, o que consta ter sido repetido pelo candidato do PSDB à presidência. A constância do capitalismo internacional em querer usurpar as riquezas onde elas estiverem, além de danosa para os proprietários das riquezas, revela a característica de saqueadores inveterados.
WikiLeaks revelou que as entidades Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) e Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP) são brasileiras e nacionais só no nome. A boa notícia é que os estrangeiros têm medo que a sociedade brasileira saiba de toda a tramóia deles e se indigne. Então, como a sociedade está agora começando a saber, deveremos ter boas notícias brevemente.
Finalizando, todos aqueles que acusaram a Associação de Engenheiros da Petrobrás (AEPET) e seu presidente, engenheiro Fernando Siqueira, de adeptos da “Teoria da Conspiração” deveriam reconhecer que eles estavam certos. A conspiração existia e era extremamente danosa para a sociedade brasileira.
Relacionado a este tema, fiquei pasmo em saber que boa parcela dos jovens engenheiros admitidos nos últimos concursos da Petrobrás não usufrui do privilégio de serem filiados a esta Associação. Isto ainda é conseqüência da década neoliberal passada, sendo recomendável a leitura por parte deles das conquistas da classe trabalhadora, desde a revolução industrial, conseguidas unicamente devido à união da classe.
Ao se filiarem à AEPET, como profissionais liberais, além de estarem atuando com seus pares, estão em uma entidade que busca preservar os interesses da empresa em que trabalham, que são, na sua quase totalidade, os mesmos da sociedade brasileira. Portanto, filiar-se à AEPET chega a ser um dever ético.
Paulo Metri é conselheiro da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros.
"A gasolina será tão vital quanto o sangue nas próximas batalhas (...) um colapso no fornecimento de gasolina resultaria na imediata paralisação dos nossos exércitos".
Primeiro-Ministro Clemenceau (França), em carta ao Presidente WoodroW Wilson (EUA) em 15/12/1917
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Geração operacional de caixa (EBITDA) atingiu R$ 16 bilhões 521 milhões, 18% superior ao último trimestre de 2011 e 4% maior que a do 1º trimestre de 2011.
"A Nasa é um dos investimentos públicos de maior sucesso na motivação dos estudantes para que eles façam bem as coisas e alcancem tudo o que puderem alcançar."