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Desenvolvimento, Indústria, Infra-Estrutura, Notícia, Petróleo, petróleo pré-sal, Pré-Sal, Tecnologia | Etiquetado: Brasil, Crescimento, Desenvolvimento, Desenvolvimento Econômico-Social, Desenvolvimento Industrial, Desenvolvimento Tecnológico, Dilma Rousseff, Energia, Exploração & Produção, Indústria, Indústria Naval, Infra-Estrutura, Notícia, Notícias Petrobrás, Notícias Pré-sal, O petróleo é nosso!, Petróleo, Petróleo & Gás, petróleo pré-sal, Petrobrás, Petroleum, Plataforma P-56, Plataforma Petrolífera, Pré-Sal, Pré-sal: Eventos relacionados, Pre-salt, Presidente Dilma Rousseff, Tecnologia, vídeo |
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Cerimônia de batismo da plataforma petrolífera P-56, em Angra (RJ).
A Plataforma P-56 é a primeira contruída 100% pela Indústria Naval do Brasil e terá capacidade para extrair 100 mil barris de petróleo por dia.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Atenta ao orçamento de U$ 600 bilhões da Petrobras, somente para o Pré-Sal, nos próximos 20 anos, e às oportunidades de negócios geradas para o setor de Tecnologia da Informação, a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-RJ) promove no dia 6 de junho o seminário “Competitividade da Cadeia de O&G e o papel da TIC”.
Na oportunidade, a Assespro-RJ entregará à Petrobras e à Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) uma proposta de modelo de trabalho chamada “Ecossistema”, com um cluster de 22 empresas com competências para atender a toda a cadeia produtiva do Pré-Sal, desde a criação de soluções, inteligência do projeto, instrumentalização e demais demandas.
Já confirmaram presença o gerente-executivo do Pré-Sal, José Carlos Fomigli; o assessor da Presidência da Petrobras, Sydney Granja; e o superintendente da Onip, Eloy Fernandez. A expectativa é de que 300 pessoas, entre executivos e profissionais da cadeia produtiva de petróleo e gás, participem do evento realizado pela Assespro-RJ com o apoio da Petrobras, Sebrae-RJ e Onip.
O seminário “Competitividade da Cadeia de O&G e o papel da TIC” acontece das 13h30 às 17h30, no Centro de Convenções da Firjan-RJ. O gerente da Petrobras para o Pré-Sal, José Formigli, vai apresentar os planos de investimento para o projeto e as demandas para a cadeia produtiva voltadas para as empresas de TIC.
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Desenvolvimento, Energia, Geopolítica, Indústria, Infra-Estrutura, Notícia, Petróleo, Petrobrás, Pré-Sal, Tecnologia | Etiquetado: Brasil, Desenvolvimento, Desenvolvimento Tecnológico, Digitalização, Energia, Engenharia, Exploração & Produção, Indústria Naval, Notícias Pré-sal, Oil, Oil & Gas, Petróleo, Petróleo & Gás, Petrobrás, Petroleum, Pré-Sal, Pre-salt, Tecnologia, Tecnologia da Informação |
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Escrito por Lucas K. Oliveira

Manutenção de Turbinas aeroderivadas da Rolls Royce - a Petrobrás utiliza diversos modelos de turbinas aeroderivadas, a maior parte em plataformas petrolíferas
Mais de 30 turbinas RB211 estão em operação no país, a maioria instalada em plataformas offshore da Petrobras.
A Rolls-Royce, empresa global de sistemas de energia, anuncia sua intenção de fornecer serviços de reparo e revisão das turbinas industriais a gás RB211, na sua unidade de serviços de turbinas aeronáuticas em São Bernardo do Campo, São Paulo.
A nova instalação de serviço, que deverá estar operacional até o final de 2012, será fornecida pela Rolls-Wood Group, tradicional joint venture de reparo e revisão entre a Rolls-Royce e Wood Group.
Os investimentos da Rolls-Royce no Brasil, em um total de 120 milhões de dólares a partir deste ano, irão substituir importações de equipamentos e serviços no valor de US$ 1,5 bilhão ao longo da próxima década.
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Desenvolvimento, Energia, Indústria, Infra-Estrutura, Notícia, Petróleo, petróleo pré-sal, Petrobrás, Pré-Sal, Tecnologia | Etiquetado: Brasil, Crescimento, Desenvolvimento, Desenvolvimento Industrial, Desenvolvimento Tecnológico, Geopolítica, Indústria Naval, Manutenção de Turbinas, Notícias Petrobrás, P&D, Pesquisa & Desenvolvimento, Petrobrás, Prestação de Serviços à Indústria Petrolífera, Rolls-Royce, Rolls-Royce RB211, Segurança Energética, Tecnologia, Turbina, Turbinas Aeroderivadas |
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Alexandre Rodrigues
RIO – O presidente da General Electric (GE) no Brasil, João Geraldo Ferreira, disse hoje que a companhia tem planos de produzir no Brasil turbinas para geração de energia em plataformas de produção de petróleo. Segundo ele, com a exploração das reservas da camada pré-sal, a multinacional americana identifica demanda suficiente para essa atividade no Brasil.
“Temos planos de fabricar e, obviamente, de fazer a manutenção também”, limitou-se a dizer o executivo, que não quis indicar em quanto tempo a empresa pretende concretizar esse plano, uma das formas que a companhia estuda para aumentar os seus contratos com a Petrobras, seguindo o robusto plano de investimentos da estatal de US$ 224 bilhões até 2014.
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Desenvolvimento, Energia, Energia mais limpa, Geopolítica, Indústria, Infra-Estrutura, Meio Ambiente, Notícia, Petróleo, petróleo pré-sal, Pré-Sal, Tecnologia, Transportes | Etiquetado: Brasil, Brazil, Ciência & Tecnologia, Crescimento, Desenvolvimento, Desenvolvimento Industrial, Desenvolvimento Tecnológico, Energia, Energia Limpa, Engenharia, General Electric, Indústria Naval, Manutenção de Turbinas, Oil, Oil & Gas, P&D, Pesquisa & Desenvolvimento, Petróleo, Petróleo & Gás, Petrobrás, Petroleum, Pre-salt, Prestação de Serviços à Indústria Petrolífera, Tecnologia, Turbina, Turbinas, Turbinas Aeroderivadas |
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Operar um submarino robô que navega pelo fundo mar. Acompanhar seus movimentos em terra firme e direcioná-los através de um controle remoto. Pode até parecer vídeo-game, mas é trabalho. A profissão é piloto de ROV (sigla em inglês para robôs subaquáticos controlados remotamente), uma das mais novas e promissoras do País, pois estes operadores estão sendo recrutados para a exploração de petróleo em águas profundas, a camada pré-sal. Este profissional tem de dominar a tecnologia e falar inglês. Quem conta mais sobre esta profissão é Eduardo Meurer, instrutor de ROV, formado no Instituto Shirshov, academia Russa de Ciências e sócio-diretor do Núcleo de Tecnologia Marinha e Ambiental (NUTECMAR), em Santos (SP), um dos poucos centros de treinamento do País a capacitar mão-de-obra para operar esta tecnologia.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Alunos do Nutecmar embarcam em Santos (SP), para curso avançado.
No dia 15 de abril (sexta-feira), quatro alunos já formados como pilotos de ROV (sigla em inglês para robôs subaquáticos controlados remotamente) embarcarão em uma expedição em alto mar. Eles passarão quatro dias a bordo de uma embarcação, que sairá de Santos (SP), para aprimorarem seus conhecimentos e aprenderem na prática sobre navegação e segurança no mar, enquanto realizam missões reais com os submarinos robôs. A expedição faz parte do curso de Piloto Avançado de Micro ROV, a última etapa da qualificação de pilotos, promovida pelo Núcleo de Tecnologia Marinha e Ambiental (Nutecmar).
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Em coletiva realizada hoje (02/03), o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e representantes do setor naval fizeram um balanço do programa Empresas Brasileiras de Navegação (EBN). O programa é parte de um conjunto de iniciativas para reduzir a dependência brasileira do mercado externo de fretes marítimos, estimular a construção naval no Brasil e gerar empregos. Isto envolve o afretamento, pelo período de 15 anos, de navios a serem construídos por empresas brasileiras em estaleiros estabelecidos no país. Também é exigido que o registro da embarcação seja feito sob bandeira brasileira durante toda a duração do contrato.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Nielmar de Oliveira
Rio de Janeiro – A Transpetro, subsidiária da Petrobras para a área de transporte, informou que o Estaleiro Eisa iniciou hoje (18) a construção do primeiro dos quatro navios Panamax encomendados no âmbito do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), que integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O programa prevê a compra de 49 embarcações, a maioria para reforçar a operação no pré-sal. Os investimentos previstos no Promef somam R$ 9,6 bilhões. Já foram contratados 41 navios e oito estão em fase de licitação. Mais de 15 mil empregos diretos foram criados, até agora, nos estaleiros do país. A expectativa é que, ao longo dos próximos anos, sejam abertos 40 mil empregos diretos e 160 mil indiretos apenas com a construção de navios para a Petrobras. O setor de petróleo e gás é o principal responsável pela revitalização da indústria naval brasileira.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Cristiane Ribeiro
Rio de Janeiro – A Petrobras aprovou o processo de licitação para a construção, no Brasil, das primeiras sete sondas de perfuração marítima para exploração de petróleo em poços do pré-sal. A construção será feita pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), vencedor do certame, ao preço final de US$ 4,63 bilhões, uma redução de US$ 13 milhões sobre a proposta original. As novas sondas devem entrar em operação em 2015.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Batizada de SET Brasil, holding terá participação estatal e de fundos de investimentos nacionais e internacionais
Kelly Lima / RIO
A Petrobrás decidiu criar uma holding para operar sondas de perfuração de poços petrolíferos do pré-sal. A nova empresa, batizada de SET Brasil, terá participação estatal minoritária, com controle diluído entre fundos de investimento nacionais e estrangeiros. O objetivo é evitar o uso do capital da companhia em áreas que não estão em seu foco de atuação.
Segundo o diretor financeiro da Petrobrás, Almir Barbassa, a SET Brasil vai comprar as sondas e alugá-las para a estatal. O primeiro contrato deverá ser o lote de sete unidades vencido pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), de Pernambuco – parte do mega pacote de 28 sondas que a companhia pretende encomendar para o pré-sal.
A negociação com o EAS está em andamento, segundo fontes do mercado, e os outros três pacotes apresentados na licitação tiveram preços considerados acima do orçamento, o que impediu o avanço da negociação.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Amanda Cieglinski
Brasília – Ao fazer seu primeiro discurso depois da posse, a presidenta República, Dilma Rousseff, defendeu que a exploração da camada pré-sal é um “passaporte para o futuro” do país. Ela ressaltou que o seu governo terá a responsabilidade de transformar essa riqueza natural em uma “poupança de longo prazo”.
De acordo com a presidenta, o país tem a chance de criar um “projeto inédito de desenvolvimento” associado à preservação ambiental.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Eduardo Rodrigues, Leonencio Nossa e Karla Mendes
Após sancionar o novo marco regulatório para a exploração do pré-sal, com veto à divisão dos royalties entre todos os Estados e municípios aprovada pelo Congresso Nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a nova regulação amplia a base de confiança e autoestima do povo brasileiro. “O novo marco regulatório é um singular presente natalino que o Brasil proporciona a si mesmo. O pré-sal redesenhou a geopolítica mundial do petróleo, justamente quando a oferta mundial diminui e os preços tendem a aumentar”, disse. “Os olhos do (presidente da Petrobras, José Sérgio) Gabrielli até estão brilhando”, afirmou Lula.
O presidente disse que há pouco mais de uma década o País ainda era muito dependente da importação de petróleo, alcançou a autossuficiência em 2006 e, com as novas descobertas nas áreas do pré-sal, dobrou as reservas nacionais.
“Mas o verdadeiro salto transformador remete aos incontáveis desdobramentos econômicos e sociais que essas reservas representam”, afirmou Lula. “A partir de hoje o comando estratégico da exploração está nas mãos de 190 milhões de brasileiros.”
O presidente brincou ao relembrar que o Brasil fez a maior capitalização da história do capitalismo, garantindo recursos para a Petrobras impulsionar a exploração das reservas. “No futuro, essa pergunta cairá no vestibular e as crianças responderão que foi o Bill Gates ou o George Soros, mas estará lá o nome do Lulinha, que fez isso em 2010″, afirmou.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Os 100 anos da Revolta da Chibata – parte 1
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Os 100 anos da Revolta da Chibata – parte 2
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Os 100 anos da Revolta da Chibata – parte 3
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Entrevista, Geopolítica, História, Marinha, Notícia, vídeo | Etiquetado: 100 anos da Revolta da Chibata, Almirante João Cândido, Almirante Negro, Cem anos da Revolta da Chibata, Chibata, Desenvolvimento, Geopolítica, História, História do Brasil, Indústria Naval, João Cândido, Marinha, Marinha do Brasil, Marinha Mercante, Navio João Cândido, Política, Revolta da Chibata, YouTube |
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Escrito por Lucas K. Oliveira
O Brasil vivencia um período eufórico em face às descobertas de reservas de petróleo no Pré-Sal e os benefícios econômicos que serão proporcionados a partir desta. A exploração do petróleo trará ganhos para a população no que concerne a geração de empregos, oportunidades financeiras para os estados e novos investimentos nos diversos setores econômicos do País, contudo o que se deve questionar é se o Brasil tem se preparado quanto aos possíveis impactos atrelados à exploração do Pré-Sal.
O presente estudo tem como objetivo despertar a atenção dos legisladores, autoridades, empresários e sociedade civil no que tange a adoção de medidas que visem a prevenção e a precaução contra desastres gerados pelas chamadas Marés Negras e, assim, não ofusquem as expectativas as quais o Brasil anseia.
Observa-se que, por mais que os países estejam equipados com tecnologias precisas e de última geração, leis rígidas de controle da exploração e transporte de petróleo, não lhes tornaram imunes às Marés Negras; estas, por sua vez, provocam não só desastres na esfera ambiental como também impactos negativos de cunho social. Sendo a exploração do Pré-Sal um feito inédito no universo petrolífero a preocupação gerada é ainda maior.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Marinha brasileira vai ter seis submarinos atômicos e mais 20 de propulsão convencional até 2047
A Marinha do Brasil está planejando uma formidável frota de seis submarinos nucleares e mais 20 convencionais, 15 novos e cinco revitalizados. Com seus torpedos e mísseis, será a mais poderosa força dissuasória do continente nos termos do Paemb, o Plano de Articulação e Equipamento da Marinha. A meta é de longo prazo, só será atingida em 2047. O custo estimado de cada navio de propulsão atômica é de € 550 milhões. O primeiro deles, incluído no ProSub, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos, já em andamento, sairá por € 2 bilhões, valor composto pelos custos de transferência de tecnologia e outras capacidades (como a de projetar os navios) por parte do estaleiro francês DCNS. As outras unidades estão cotadas apenas pelo preço de construção, no novo estaleiro de Itaguaí, no litoral sul do Rio. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita as obras em dezembro.
O núcleo industrial será instalado ao lado da nova base da Força de Submarinos. Os dois projetos estão sendo executados pelo grupo Odebrecht. A empresa também vai produzir os submarinos.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a Transpetro lançou ao mar nesta sexta-feira, dia 19, no Estaleiro Mauá, em Niterói (RJ), o terceiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). O navio se destina ao transporte de produtos derivados claros de petróleo: tem 183 metros de comprimento – o equivalente a dois campos de futebol – e capacidade para 48,3 mil toneladas de porte bruto.
Batizado Sérgio Buarque de Holanda, em homenagem a um dos maiores pensadores brasileiros, autor do clássico “Raízes do Brasil”, o navio de produtos atingiu um índice de nacionalização de 68,8%, acima do patamar mínimo estabelecido para a primeira fase do Promef, que é de 65%.
“Nós estamos colocando no mar um navio que presta uma importante homenagem. Sérgio Buarque de Holanda é um dos intelectuais mais importantes do país.
Os outros dois navios também tiveram grandes nomes: Celso Furtado é o pai dos economistas e João Cândido foi personagem fundamental para a história da Marinha brasileira”, disse o presidente Lula.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Companhia investiu R$ 539 milhões na tecnologia de resfriamento de chapas grossas Continuous On Line (CLC), desenvolvida pela Nippon Steel
A siderúrgica Usiminas quer ser uma das principais parceiras da Petrobrás nos projetos de exploração da camada do pré-sal. A empresa anunciou ontem a instalação, na usina de Ipatinga (MG), da tecnologia de resfriamento acelerado de chapas grossas chamada CLC (Continuous On Line Control).
O equipamento possibilitará à companhia fornecer uma nova linha de aços com alto valor agregado, batizada Sincron, que poderá atender demandas específicas por equipamentos do pré-sal nos mercados naval e de óleo e gás, como cascos de navios, oleodutos e plataformas. O investimento foi de R$ 539 milhões.
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Do R7
A Transpetro, empresa de logística e transportes que pertence à Petrobras, lançou ao mar mais um navio nesta sexta-feira (19) no Estaleiro Mauá, em Niterói (RJ).
A solenidade para o lançamento da 3ª embarcação do Promef (Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro) contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Batizada como Sérgio Buarque de Holanda, a embarcação tem 183 m de comprimento – equivalente a dois campos de futebol – e pode transportar 48,3 mil toneladas de petróleo.
Antes do Sérgio Buarque de Holanda, o programa do governo lançou outras duas embarcações. Em maio, a embarcação João Cândido foi ao mar no Estaleiro Atlântico Sul (PE). Depois, em junho, no próprio Estaleiro Mauá, foi a vez do navio de produtos Celso Furtado.
O Estado do Rio, maior e mais tradicional polo naval do país, já conta com 16 navios encomendados pelo Promef, com R$ 2,2 bilhões em investimentos. O programa vai criar pelo menos 50 mil empregos no Estado – 10 mil diretos e 40 mil indiretos.
http://noticias.r7.com/economia/noticias/empresa-da-petrobras-lanca-mais-um-navio-ao-mar-no-rj-20101119.html
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Escrito por Lucas K. Oliveira
O Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural) estima oferecer nos próximos anos 212.638 vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional, como forma de atender às demandas do mercado previstas nos investimentos do Plano de Negócios 2010-2014 da Petrobras. Deste total, cerca de 28 mil vagas foram oferecidas em processo seletivo realizado em outubro último.
O anúncio foi feito pelo coordenador executivo do Programa, José Renato Ferreira de Almeida, durante o 7º Encontro Nacional do Prominp, realizado em Porto Alegre (RS) com a presença de cerca de 500 empresários do setor de petróleo e gás. Almeida explicou que o novo quantitativo, que amplia em quase cinco mil vagas o total antes projetado com base no Plano de Negócios 2009-2013 da companhia, é resultado da ampliação dos investimentos da Petrobras.
O coordenador do Prominp frisou que os investimentos anunciados pela Petrobras para o período 2010-2014, da ordem de US$ 42,5 bilhões, representam oportunidade única para expansão e consolidação das atividades do setor, tanto no que se refere à formação de mão de obra, quanto no que se refere ao aumento da participação do conteúdo nacional na atividade.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Petrobras will invest $224bn over next five years with a target to produce 5.4m barrels of oil and gas a day over the next decade, the most produced by any publicly quoted company in the world
Tim Webb
Petrobras aims to be the world’s largest oil producer as soon as 2015, according to the Brazilian energy group’s chief financial officer.
A series of huge recent “pre-salt” finds off the coast of Brazil have transformed the fortunes of the company and catapulted Brazil into one of the world’s leading energy and economic powerhouses.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
A Petrobras informa que, juntamente com seus parceiros (BG, Galp Energia e Repsol) e por meio de suas afiliadas Tupi-BV e Guará-BV, assinou hoje com a empresa brasileira Engevix Engenharia S.A dois contratos no valor total de US$ 3,46 bilhões para construção de oito cascos das plataformas destinadas à primeira fase de desenvolvimento da produção do polo pré-sal da Bacia de Santos.
Essas unidades, batizadas de “replicantes”, integram a nova geração de unidades de produção concebidas segundo parâmetros de simplificação de projetos e padronização de equipamentos. A produção em série de cascos idênticos permitirá maior rapidez no processo de construção, ganho de escala e a consequente otimização de custos.
Cada plataforma, todas do tipo FPSO (unidade que produz, armazena e transfere óleo e gás), terá capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de óleo e 6 milhões de m3 de gás. A previsão é de que todas as unidades entrem em operação até 2017, sendo de grande importância estratégica para que a Companhia alcance as metas de produção previstas para o polo pré-sal da Bacia de Santos em seu Plano de Negócios. A expectativa é que estas plataformas acrescentarão cerca de 900 mil barris de óleo por dia à produção nacional, quando estiverem operando com a capacidade máxima.
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Desenvolvimento, Indústria, Infra-Estrutura, Petróleo, petróleo pré-sal, Petrobrás, Pré-Sal, Tecnologia | Etiquetado: Brasil, Brazil, Crescimento, Desenvolvimento, Desenvolvimento Econômico-Social, Desenvolvimento Industrial, Desenvolvimento Tecnológico, Engenharia, Estaleiro, Exploração & Produção, FPSO, Indústria Naval, Oil, Oil & Gas, Petróleo, Petróleo & Gás, Petrobrás, Petroleum, Plataforma FPSO, Plataforma Petrolífera, Política Industrial, Pré-Sal, Pre-salt, Tecnologia |
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Foto: AGÊNCIA PETROBRAS“Para o governo FHC, a Petrobras morreria por inanição. Os planos do governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso eram para desmontar a Petrobras e vendê-la”, diz o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo. “Em 2003, quando a atual diretoria assumiu a gestão da Petrobras, havia em curso um plano claro de desmonte e esvaziamento de setores estratégicos da Companhia. Se essa tendência não fosse interrompida e revertida, a Petrobras praticamente extinguiria sua atividade de exploração, porque suas áreas exploratórias para buscar novas reservas de petróleo estavam se reduzindo, suas refinarias seriam desmembradas e as plantas de energia elétrica dariam prejuízos, sem perspectivas de recuperação do capital investido. A engenharia e a pesquisa e desenvolvimento da Petrobras seriam extintos”. As afirmações são do presidente da Petrobras em resposta às declarações de David Zylbersztajn, presidente da Agência Nacional do Petróleo no governo de Fernando Henrique Cardoso.
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Desenvolvimento, Energia, Geopolítica, História, Infra-Estrutura, Nova Lei do Petróleo, Petróleo, petróleo pré-sal, Petrobrás, Petrosal, Pré-Sal | Etiquetado: Brasil, Desenvolvimento Econômico-Social, Desenvolvimento Tecnológico, Destino dos recursos do pré-sal, Emprego e Renda, Energia, Exploração & Produção, Geopolítica do Petróleo, Indústria Naval, Interesse internacional no pré-sal, Notícias Petrobrás, Notícias Pré-sal, Nova Lei do Petróleo, O petróleo é nosso!, O pré-sal é nosso! – movimentos sociais, Oil, Oil & Gas, Petróleo, Petróleo & Gás, Petrobrás, Petroleum, Pré-Sal, Pre-salt, Privatização, Privatização da Petrobrás, Segurança Energética, Soberania |
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Simone Schettino
Para garantir uma vaga no setor, é preciso estar capacitado e ganhar experiência nos próximos anos. Oportunidades estão disponíveis em todos os níveis de escolaridade
Até 2013, pelo menos 207 mil pessoas serão qualificadas para trabalhar na área de petróleo e gás em 185 categorias, sem levar em consideração as últimas descobertas do pré-sal, como os campos de Tupi, Júpiter e Carioca, no entorno da Bacia de Campos. Para explorar esses recursos, a construção de novas plataformas e embarcações deve gerar, cada uma, 500 novos empregos em estaleiros e 3,8 mil vagas para tripulantes que vão operar a nova frota.
Quem pensa em seguir a carreira na área vai encontrar oportunidades em todos os níveis de escolaridade. Para garantir a qualidade da mão de obra numa empreitada de tamanha responsabilidade, a Petrobras está capacitando a quinta leva de profissionais pelo Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural, do Ministério de Minas e Energia (MME), o Prominp, que aceita inscrições até o dia 12 para 2.744 vagas de capacitação em Niterói e São Gonçalo. Uma pesquisa realizada pelo Caged revelou que a taxa de aproveitamento dos egressos do programa está, atualmente, em torno de 80%.
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Desenvolvimento, Emprego, Indústria, Infra-Estrutura, Notícia, Petróleo, petróleo pré-sal, Pré-Sal, Tecnologia | Etiquetado: Brasil, Crescimento, Desenvolvimento, Desenvolvimento Econômico-Social, Desenvolvimento Industrial, Desenvolvimento Tecnológico, Educação, Emprego, Emprego e Renda, Engenharia, Estaleiro, Indústria Naval, Notícias Petrobrás, Notícias Pré-sal, Oil, Oil & Gas, Petróleo, Petroleum, Petroquímica - refino, Pré-Sal, Pré-sal: geração de emprego e renda, Pre-salt, Prestação de Serviços à Indústria Petrolífera, Qualificação Profissional, Tecnologia |
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Brasil Econômico
Ricardo Rego Monteiro (rmonteiro@brasileconomico.com.br)
A Petrobras só deverá alcançar a meta de 65% de equipamentos e tecnologia fornecidas por empresas nacionais nas áreas do pré-sal incluídas na cessão onerosa à União a partir de 2019.
Apenas neste ano haverá oferta adicional de plataformas e sondas no mercado brasileiro.
O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, revelou ontem que, entre 2015 e 2018, os percentuais do chamado conteúdo local deverão variar de 55% a 58%, abaixo da proporção dos projetos em curso nos campos de águas profundas da Bacia de Campos.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Agência Brasil
Da Agência Brasil
Brasília – O Ministério de Minas e Energia (MME), a Escola da Advocacia-Geral da União (AGU), a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a Universidade de Brasília (UnB) promovem hoje (18) o 1º Seminário Brasileiro do Pré-Sal. A abertura será às 9h no MME.
Participam da cerimônia o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima e o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim.
Durante três dias, especialistas do setor público e privado vão debater o papel e as competências dos órgãos ambientais na exploração do pré-sal, os modelos e questões contratuais, a cessão onerosa de direitos, o contrato de partilha para a exploração do pré-sal e a exclusividade da operação pela Petrobras, entre outros assuntos.
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Capitalização da Petrobrás, Desenvolvimento, Eventos, Fundo Social, Infra-Estrutura, Meio Ambiente, Nova Lei do Petróleo, Partilha de Produção, Petróleo, petróleo pré-sal, Petrobrás, Petrosal, Pré-Sal, Royalties | Etiquetado: Atlântico Sul, Brasil, Desenvolvimento Econômico-Social, Desenvolvimento Tecnológico, Destino dos recursos do pré-sal, Energia, Exploração & Produção, Fundo Petrolífero - Fundo Social, Geopolítica do Petróleo, Indústria Naval, Interesse internacional no pré-sal, Notícias Pré-sal, Oil, Oil & Gas, Petróleo, Petróleo & Gás, Petrobrás, Petroleum, Pré-sal: Eventos relacionados, Pré-sal: geração de emprego e renda, Prestação de Serviços à Indústria Petrolífera, Royalties, Segurança Energética, Tecnologia |
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Valor Online
Rafael Rosas
RIO – A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) estima que o número de empregos na cadeia de petróleo e gás no Brasil pode atingir entre 2,110 milhões e 2,5 milhões em 2020, caso a Agenda de Competitividade apresentada hoje pela instituição seja implementada. Sem as demandas do documento atingidas, a projeção da Onip é de que o setor tenha entre 630 mil e 860 mil empregos em 2020.
A agenda apresentada pela Onip prevê dez políticas setoriais, que vão desde a disseminação do conhecimento e inovação ao longo da cadeia ao acesso, em termos competitivos, das matérias-primas, insumos e infraestrutura.
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Desenvolvimento, Emprego, Energia, Indústria, Infra-Estrutura, Notícia, Petróleo, petróleo pré-sal, Petrobrás, Pré-Sal, Tecnologia | Etiquetado: Brasil, Crescimento, Desenvolvimento, Desenvolvimento Econômico-Social, Desenvolvimento Industrial, Desenvolvimento Tecnológico, Educação, Emprego e Renda, Energia, Exploração & Produção, Indústria Naval, Interesse internacional no pré-sal, Oil, Oil & Gas, Petróleo, Petróleo & Gás, Petrobrás, Petroleum, Petroquímica - refino, Política Industrial, Pré-Sal, Pré-sal: geração de emprego e renda, Pre-salt, Tecnologia |
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) realiza estudo que vai identificar o tamanho real da indústria naval no Brasil. O banco acredita que o setor naval nacional tem todas as condições de crescer e competir com os concorrentes internacionais.
Segundo o gerente do Departamento de Gás e Petróleo e Cadeia Produtiva do BNDES, Luiz Marcelo Martins Almeida, a instituição quer evitar que se repita o desastre registrado nas décadas de 70 e 80, quando a indústria naval chegou a contratar 40 mil empregados que, de uma hora para outra, foram reduzidos a zero.
Almeida representa o BNDES na 7ª Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore (Navalshore), que será aberta hoje (11), no Rio. Até julho deste ano, haviam sido desembolsados pelo banco, para o setor naval, R$ 517 milhões, com recursos do Fundo de Marinha Mercante. A expectativa, entretanto, é de que o valor liberado até dezembro atinja R$ 1,8 bilhão.
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Desenvolvimento, Emprego, Eventos, Indústria, Infra-Estrutura, Notícia, Petróleo, petróleo pré-sal, Petrobrás, Pré-Sal, Tecnologia, Transportes | Etiquetado: Brasil, Crescimento, Desenvolvimento, Desenvolvimento Econômico-Social, Desenvolvimento Industrial, Desenvolvimento Tecnológico, Emprego e Renda, Engenharia, Estaleiro, Indústria Naval, Oil, Oil & Gas, Petróleo & Gás, Petrobrás, Petroleum, Política Industrial, Pré-Sal, Pré-sal: geração de emprego e renda, Pre-salt, Prestação de Serviços à Indústria Petrolífera, Tecnologia |
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Agência Petrobrás de Notícias
Com um crescimento de 400% nas contratações no País, a política da Petrobras de participação máxima do mercado nacional na aquisição de bens e serviços no Brasil elevou o conteúdo nacional mínimo de 57% (2003) para 77,34% (2010). Dentro dos padrões internacionais de qualidade, prazo e custo, as aquisições no mercado nacional passaram de US$ 5,2 bilhões em 2003, para US$ 25,9 bilhões em 2009. Os percentuais de realização de conteúdo nacional de 2004 a 2010 foram sempre superiores às metas previstas.
A confiança da Petrobras no mercado supridor nacional e a capacidade de resposta desse mercado permitiram que, mesmo com o grande crescimento das encomendas, a parcela nacional das contratações da Companhia registrasse um crescimento constante e acima da meta ao longo dos últimos anos.
Todas as áreas de atuação
A política de estímulo à indústria nacional – Política Industrial Dirigida por Demanda -, praticada pela Petrobras, abrange todos os setores de atuação da Companhia. Essa política tem o objetivo de utilizar seu poder de compra para ampliar a competitividade dos fornecedores nacionais. Esse aumento da competitividade vem sendo conquistado por meio do incentivo para adequação do parque supridor nacional, que vai desde a qualificação de profissionais, estruturação de mecanismos de financiamento, estímulo às parcerias entre empresas nacionais e estrangeiras, até a viabilização de novas fábricas no País.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Agência Brasil
Alana Gandra
Rio de Janeiro – A sustentabilidade da construção naval brasileira ainda depende de fatores como investimentos em pesquisa e desenvolvimento e a formação de recursos humanos, atrelados às políticas para o setor. A observação foi feita pelo professor Floriano Pires, do Programa de Engenharia Oceânica da Coordenação de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Ele lembrou que a indústria naval no país se encontra em um momento de efervescência após a retomada das atividades, iniciada nos anos 2000. Pires vai falar sobre o tema na 7ª Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore (Navalshore), que começa nesta quarta-feira (11) no Rio.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Agência Brasil
Vladimir Platonow
Rio de Janeiro – A retomada das atividades na indústria naval brasileira está multiplicando empregos em terra firme. O país, que já foi o terceiro maior construtor de navios na década de 1970, viu o setor praticamente falir nas duas décadas seguintes. Hoje, os estaleiros comemoram a retomada do crescimento, impulsionada principalmente pelo setor petrolífero, com as descobertas no pré-sal, e também pela volta do investimento no transporte marítimo e fluvial, que há muito estava esquecido, substituído pelo transporte rodoviário.
Nos últimos dez anos, os empregos diretos gerados na área pularam de 1,9 mil em 2000 para 46,5 mil em 2009. Em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, os postos de trabalho diretos devem chegar a 60 mil e os indiretos, a 240 mil, gente suficiente para lotar três estádios como o Maracanã. Os dados são do relatório Cenário 2010 – 1º Trimestre, do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval). O relatório completo pode ser acessado na internet (acesse aqui).
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Desenvolvimento, Emprego, História, Indústria, Petróleo, petróleo pré-sal, Petrobrás, Pré-Sal, Tecnologia, Transportes | Etiquetado: Brasil, Crescimento, Desenvolvimento, Desenvolvimento Econômico-Social, Desenvolvimento Industrial, Desenvolvimento Tecnológico, Emprego e Renda, Engenharia, Estaleiro, Exploração & Produção, Indústria Naval, Notícias Petrobrás, Notícias Pré-sal, Oil, Oil & Gas, Petróleo, Petróleo & Gás, Petrobrás, Petroleum, Política Industrial, Pré-Sal, Prestação de Serviços à Indústria Petrolífera, Promef, Tecnologia |
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Escrito por Lucas K. Oliveira
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Desenvolvimento, Emprego, Energia, Eventos, Infra-Estrutura, Petróleo, petróleo pré-sal, Petrobrás, Pré-Sal, Transportes | Etiquetado: Celso Furtado, Desenvolvimento Econômico-Social, Desenvolvimento Tecnológico, Energia, Engenharia, Indústria Naval, Navio Celso Furtado, navio petroleiro, Navio Petroleiro “Celso Furtado”, Navio Petroleiro Celso Furtado, Oil, Oil & Gas, Petróleo, Petróleo & Gás, Petrobrás, Petroleiro, Petroleiro "Celso Furtado", Pré-Sal, Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro, Promef, Tecnologia, Transpetro |
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Escrito por Lucas K. Oliveira
A seguir está disposto o relatório do Plano de Negócios 2010-2014 da Petrobrás, divulgado esta semana, disponível também em formato PDF no site da Petrobrás.
Petrobrás – Relacionamento com Investidores
______________________________________
PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. – PETROBRAS
Companhia Aberta
FATO RELEVANTE
Rio de Janeiro, 21 de junho de 2010 – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras comunica que seu Conselho de Administração aprovou no dia 18 de junho, o Plano de Negócios 2010-2014, com investimentos totalizando US$ 224 bilhões, representando uma média de US$ 44,8 bilhões por ano.
Com base na dinâmica econômica e energética mundial e brasileira o plano foi revisto ajustando a carteira de projetos e as projeções da Companhia. Os fatores de crescimento integrado, rentabilidade e responsabilidade social e ambiental formam a base das estratégias definidas pela Companhia, visando atuação de forma sustentável no mercado nacional e internacional.
O Plano de Negócios 2010-2014 prevê investimentos de 95% (US$ 212,3 bilhões) aplicados no Brasil e 5% (US$ 11,7 bilhões) no exterior, com significativa colocação dos investimentos junto ao mercado fornecedor doméstico, com uma taxa de conteúdo local totalizando 67%, o que significa um nível de contratação anual no País de cerca de US$ 28,4 bilhões.
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Escrito por Lucas K. Oliveira
Agência Brasil
Rio de Janeiro – Em cinco anos, a indústria naval brasileira deve se tornar tão competitiva quanto as do Japão, da China e Coreia do Sul, disse hoje (24) o ministro da Secretaria Especial dos Portos da Presidência da República, Pedro Brito. Ele fez a previsão durante o lançamento do navio de transporte de petróleo Celso Furtado, que integra o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), da Transpetro, subsidiária da Petrobras.
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Desenvolvimento, Emprego, Indústria, Infra-Estrutura, Notícia, Petróleo, petróleo pré-sal, Petrobrás, Pré-Sal, Tecnologia | Etiquetado: Brasil, Celso Furtado, Crescimento, Desenvolvimento, Desenvolvimento Econômico-Social, Desenvolvimento Industrial, Desenvolvimento Tecnológico, Emprego e Renda, Engenharia, Estaleiro, Indústria Naval, Navio Celso Furtado, Navio Petroleiro “Celso Furtado”, Navio Petroleiro Celso Furtado, Notícias Petrobrás, Petrobrás, Petroleiro "Celso Furtado", Política Industrial, Pré-Sal, Prestação de Serviços à Indústria Petrolífera, Promef, Tecnologia, Transpetro |
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Escrito por Lucas K. Oliveira
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