Investimento no Pólo Naval de Rio Grande-RS soma R$ 14 Bi

27 de maio de 2010

O Estado de S.Paulo

27 de maio de 2010

Investimento no polo naval soma R$ 14 bi

Rio Grande recebe R$ 13 bilhões em investimentos na indústria de navios e plataformas marítimas e mais R$ 1 bilhão, em outros negócios

Elder Ogliari

PORTO ALEGRE – O Estado de S.Paulo

Os investimentos bilionários em diques, estaleiros, cascos de navios e plataformas marítimas são a parte mais vistosa, mas não a única, do polo naval em Rio Grande, no sul do Rio Grande do Sul. Estão em andamento obras de ampliação das vias de acesso e do calado do porto, ao custo de quase R$ 700 milhões. Juntos, eles atraem dezenas de outros projetos privados, que somam cerca de R$ 1 bilhão.

A onda de crescimento começou com a Petrobrás. A estatal encomendou as plataformas P-53, já concluída, P-55, em construção, e P-63, a ser iniciada em breve, a consórcios privados, e a construção de oito cascos de navio FPSO ao grupo Engevix, a ser feita no Estaleiro Rio Grande 1, que o grupo W Torre construiu. Agora, segundo a Secretaria Estadual do Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais (Sedai), 30 empresas já estão instaladas na área; sete estão construindo plantas; e outras 22 apresentaram projetos para se instalar. São empresas de fertilizantes, logística, alimentos, madeira, química e, agora, metalúrgicas.

Leia o resto deste post »


Adiado o Seminário: “Pré-Sal e o Rio Grande do Sul”

26 de maio de 2010

Seminário: “Pré-Sal e o Rio Grande do Sul”, em Porto Alegre, que estava agendado para  próxima segunda-feira será adiado para nova data
Seminário: “Pré-Sal e o Rio Grande do Sul”, em Porto Alegre, que estava agendado para próxima segunda-feira será adiado para nova data

Demanda da Petrobras sustenta salto nos negócios no Brasil

3 de maio de 2010

Valor Econômico

03/05/2010

Demanda firme da Petrobras sustenta salto nos negócios

Cláudia Schüffner, do Rio

Poucas empresas no Brasil dimensionam tão bem o salto em inovação, tecnologia e, obviamente, produção de petróleo, que o país deu nos últimos dez anos como a ChemTech. Nesse período, a empresa especializada em projetos de engenharia viu crescer sua lista de clientes depois de conquistar, em 2001, um contrato para implementar software de “inteligência operacional”. Ele permite visualizar em tempo real dados de 25 refinarias da ExxonMobil espalhadas pelo mundo.

Daniel Moczydlower, 34 anos, presidente da ChemTech, começou a carreira como estagiário em 1998. Desde então, viu a participação do setor de petróleo e gás no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro saltar de 5,5 % para 12% em uma década, segundo cálculo recente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip). Os últimos dados oficiais disponíveis, da Agência Nacional do Petróleo (ANP), param em 2006, mostrando uma participação de 10,6 %.

Nos últimos dez anos, o faturamento da ChemTech cresceu de R$ 20 milhões para cerca de R$ 200 milhões por ano, segundo estimativas do mercado. Ela é um dos exemplos de empresas brasileiras que desenvolveram tecnologia e souberam surfar nas ondas do setor petrolífero. Cresceu e transformou-se, de 2000 até hoje, em grande parte empurrada pela intensa transformação do setor nos anos 2000, quando o país conquistou a autossuficiência da produção e assistiu ao agigantamento da Petrobras, contrariando temores de que após a quebra do monopólio a estatal fosse “engolida” pelas companhias estrangeiras que passaram a atuar no Brasil.

Ao contrário, a Petrobras cresceu em todos os indicadores que se use como comparação: produção, valor de mercado ou reservas. “O fato é que a Petrobras ganhou uma eficiência que antes não tinha”, afirma Haroldo Lima, diretor-geral da ANP e um ex-opositor ferrenho da quebra do monopólio.

Outro destaque foi o aumento da participação de empresas nacionais na cadeia produtiva do setor. A Lupatech é outra empresa que passou por um processo de crescimento e diversificação da atividade e tornou-se a maior companhia nacional de equipamentos e serviços para a indústria de óleo e gás. De 2000, quando assumiu o controle da MNA, uma tradicional empresa do setor de metalurgia que fabricava válvulas, até hoje ela aumentou o faturamento mais de quinze vezes, de R$ 47 milhões para R$ 627 milhões e o número de funcionários, que era de 573, chega a quase 3 mil.

A Lupatech tem 21 unidades industriais e produz equipamentos para operação em águas profundas não só no Brasil. A empresa forneceu cabos de ancoragem para a BP na África e válvulas para a Shell na Malásia. A oportunidade de internacionalização da indústria nacional é consequência do impulso dado ao conteúdo local nas licitações da ANP e nas compras da Petrobras. Isso pode ser visto no cadastro de fornecedores da Onip, que tinha 28 empresas há dez anos e hoje tem 1.979.

Elói Fernandez y Fernandes, diretor- geral da Onip, chama a atenção para os investimentos em ciência e tecnologia, que em 2000 não podiam ser quantificados, já que o único dinheiro disponível vinha do orçamento do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) e hoje contam com recursos de R$ 2 bilhões, metade destinado ao CT-Petro, fundo setorial da indústria de petróleo e gás constituído por parte dos royalties pagos sobre a produção, e a outra metade vinda das empresas que produzem em campos gigantes (que pagam Participação Especial) e são obrigadas a investir 1% do faturamento dessas áreas em ciência e tecnologia.

Após a abertura do setor à participação estrangeira, que começou mais fortemente em 1999, com o primeiro leilão de áreas da ANP – antes a Petrobras tinha feito parcerias -, a produção de petróleo do Brasil saltou de 1,3 milhão de barris de petróleo por dia para 1,95 milhão de barris por dia, aumento de 60%. O país, que gastou US$ 7 bilhões com importações de petróleo e derivados em 2001 para atender a um consumo de 1,85 milhão de barris por dia de combustíveis, entrou 2010 com superávit em volume e exportando gasolina.

A tão sonhada autossuficiência foi alcançada em 2006. A Petrobras nesse período ampliou seus tentáculos. A internacionalização da estatal, que começou fortemente pela Argentina e Estados Unidos, foi ampliada com a presença da companhia em 25 países na América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia, África e Oceania, através de algumas das 308 empresas que formam o Sistema Petrobras.

O número de empresas atuando no setor – em 2000 havia a Petrobras e outras cinco com produção incipiente – hoje é de 25 companhias. Empresas de grande porte, e não somente as pequenas, produzem petróleo e gás no Brasil e preveem aumento da produção.

A Shell produz nos campos Bijupirá-Salema e no Parque das Conchas, na bacia de Campos, 117 mil barris de petróleo por dia. Dados da ANP mostram que a Chevron produz uma média de 21,6 mil barris por dia em Frade e a BP, que recentemente adquiriu ativos da Devon, passou a produzir através do campo de Polvo, 15,8 mil barris por dia em média, ambos na bacia de Campos. Todo o óleo extraído no mar pelas empresas internacionais é exportado pelas companhias, que só teriam como compradora no país a Petrobras.

Ainda vedete na produção nacional durante as últimas três décadas, a bacia de Campos agora divide as atenções e investimentos com a bacia de Santos, onde uma nova fronteira foi descoberta em 2007, quando foi possível perfurar através de uma barreira de sal com 2 mil metros de espessura até chegar ao gigantesco Tupi, no pré-sal. A descoberta deve colocar o Brasil entre os maiores produtores do mundo nas próximas décadas.

Para o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, o grande salto na produção não foi resultado da abertura do setor, mas sim devido a uma característica da indústria que trabalha com horizontes muito longos. O executivo atribui o salto da produção na última década à entrada em operação de campos descobertos antes da Lei 9.478/97 (Lei do Petróleo) como Albacora (descoberto em 1984), Marlim (1985) e Roncador (1996). Este último detentor das maiores reservas do país enquanto Tupi não for declarado comercial.

Entre os principais destaques dos últimos dez anos, Gabrielli menciona a pulverização do capital da Petrobras, que colocou a ação da empresa na lista de mais negociadas da Bolsa de Valores de Nova York, a participação mais ativa da estatal nos leilões da ANP, o aumento da presença das empresas estrangeiras no Brasil e a recuperação da indústria de fornecedores da Petrobras tanto no que se refere à base naval como a de equipamentos para refino.

Elói Fernandez acha inegável que o marco regulatório de 1998 aumentou a eficiência do setor, inclusive da Petrobras. “Ela se tornou mais competitiva interna e externamente. Mas o sucesso do modelo veio com o pré-sal. Isso é um processo histórico”, destaca Fernandez.

No caso da ChemTech, em 2001 o contrato com a Exxon veio depois que a alemã Siemens comprou 51% da empresa, fundada em 1989, em Ipanema, por três engenheiros químicos. Se a primeira década de vida foi duríssima devido à semiparalisação da economia brasileira, hoje a empresa tem em sua carteira de trabalhos executados o projeto de automação da plataforma de rebombeamento autônomo (PRA-1), e o Front-End Engineering and Design (Feed) da plataforma P-57, só para citar alguns da cliente Petrobras.

Em 2007, a empresa ganhou a concorrência para o projeto básico da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e no ano seguinte a do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). São projetos que estão entre os maiores do país nos últimos 30 anos. “Agora que estamos com estrutura grande no Brasil vamos precisar nos internacionalizar para captar projetos no exterior que serão executados aqui”, afirma Daniel Moczydlower, presidente da ChemTech.

http://www.valoronline.com.br/

Petrobras transmite seminário sobre o pré-sal em Maceió (AL)

13 de abril de 2010

 

 Agência Petrobras de Notícias

13/4/2010

Petrobras transmite seminário sobre o pré-sal em Maceió (AL)

http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

-

A Agência Petrobras de Notícias transmitirá amanhã (14), a partir das 10h, os painéis da companhia em seminário, em Maceió (AL), sobre os reflexos da descoberta do pré-sal no Nordeste. O evento contará com representantes do Governo, empresários, líderes de classe, representantes de instituições de ensino e estudantes. Estão previstas as presenças do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli; do presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto; do diretor de Exploração e Produção, Guilherme Estrella; e do Diretor Financeiro, Almir Guilherme Barbassa.

 

Para acessar a transmissão, basta estar previamente cadastrado na Agência Petrobras.

 

Programação dos painéis que serão transmitidos:

 

10h00 às 12h00 – 1º Painel: “O marco regulatório e a nova empresa estatal
Palestrante: Presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto.

 

14h00 às 15h45 – 2º Painel: “Fundo social e a capitalização da Petrobras”
Palestrante: Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Guilherme Barbassa.

 

16h00 às 18h00 – 3º Painel: “Reflexos da descoberta do pré-sal no desenvolvimento do Nordeste”
Palestrante: Diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella.

 

18h15 – Encerramento
Presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli.

 

A programação completa do seminário está disponível no site:   http://seminariopresalalagoas.com.br/

 

 

 

http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/materia.asp?id_editoria=13&id_noticia=8302

Expansão da Petrobrás: investimentos de US$ 174 bi em 5 anos contribuem para o desenvolvimento do país

5 de abril de 2010

Sem parar

Especial – Edição 312 da Revista Petro & Química

http://www.editoravalete.com.br/site_clube/reportagens/ed_312/

A revisão do plano de negócios tomou mais tempo do que os engenheiros e economistas da Petrobras estimavam. E pelos próximos meses tomará a agenda da diretoria executiva – que já iniciou um roadshow internacional para apresentá-lo a investidores, fornecedores e governos. O primeiro a conhecer o Plano de Negócios 2009-2013 foi o presidente Lula – que participou da reunião do Conselho de Administração em que presidente da companhia, José Sergio Gabrielli, apresentou a nova lista de empreendimentos e o volume de investimentos.

Stéferson Faria / Agência Petrobras

Os recursos que a empresa pretende investir nos próximos cinco anos – US$ 174 bilhões – superam não só sua meta de investimentos previstos entre 2008 e 2012, mas também os que outras petroleiras planejam. É só tomar como medida a Exxon, maior companhia do setor, que prevê investir cerca de US$ 100 bilhões entre 2009 e 2012.
Anunciado em meio à maior crise econômica global das últimas sete décadas, o tal plano foi a notícia que a cadeia fornecedora esperava ouvir. “O programa de investimentos da Petrobras vai, sem dúvida, ter um papel anti-cíclico. Esses investimentos vão ajudar a manter ativada a economia, em particular o segmento fornecedor”, analisa o vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Carlos Pastoriza.

O plano somou US$ 111,2 bilhões dos investimentos já previstos a US$ 47,9 bilhões dos novos projetos. US$ 17 bilhões se referem a aumento de custos, e US$ 2,9 bilhões dizem respeito a alteração na taxa de câmbio. Outros US$ 3,4 bilhões estão relacionados a evolução na definição dos projetos. US$ 8,1 bilhões em mudanças em modelos de negócios e alterações de cronograma já foram subtraídos do orçamento.

Arrojado, ambicioso ou inexeqüível, o plano é estratégico não só para a Petrobras, mas para 26.611 empresas – 97% delas instaladas em território nacional – que de alguma forma dependem das suas encomendas. Também assegura a manutenção de um milhão de postos de trabalho. Mas Gabrielli nega que houve ingerência do Governo Federal. “Não foi uma decisão política. Mas evidente que isso também é de interesse do Governo – o que é muito bom quando o controlador tem interesses convergentes com a empresa”. (por Flávio Bosco)

Petrobras quer baratear custo dos projetos
Investimento bilionário anunciado pela Petrobras supera todos os planos previstos no setor – e mantém ativa a cadeia de fornecedores. Companhia adianta que não quer gastar todos os US$ 174 bilhões orçados para mais de 500 projetos
Ricardo Stuckert / PR
Lula participa da reunião do Conselho de Administração em que José Sergio Gabrielli apresentou o plano
Selecionar o portfólio de projetos foi apenas um dos desafios dos técnicos da Petrobras. O trabalho agora será atrair recursos para financiar todo o investimento. Em meio a restrição do mercado financeiro, a estratégia incluirá a própria geração de caixa, empréstimos do BNDES e até a garantia de fornecimento de petróleo aos países credores. Gabrielli afirma que esses potenciais consumidores estão sendo vistos como alternativa em virtude dessa nova realidade de mercado. “Alguns países consideram isso como um valor estratégico, e podem estar dispostos a discutir possibilidades de financiamento”.

A ordem, no entanto, é apertar os fornecedores – “sem matar”, como ressalta Gabrielli – atrás de baratear os custos. O plano de investimentos foi orçado durante um período de euforia, em que os preços do barril ultrapassavam a casa dos US$ 100, com reflexo imediato na demanda por materiais e serviços. Agora a retração da demanda, associada a queda nos preços do aço, irá puxar para baixo os custos e prazos de fornecimento – fabricantes que demoravam 1500 dias para produzir um equipamento já estão entregando em metade desse tempo.

A lista de compras é grande: 8 mil bombas, 700 compressores, 280 reatores, 500 geradores, e 940 mil toneladas de aço estrutural – para cascos de plataformas e navios. Combustível suficiente para não deixar a cadeia de fornecedores desacelerar frente à crise global.
Por conta dos altos preços, a Petrobras chegou a cancelar o processo de licitação das plataformas P-61 e P-63 e de quatro módulos da Refinaria do Nordeste, e partiu para negociação direta com os fabricantes.

“Essa redução vai ocorrer de maneira paulatina – porque ninguém sabe muito bem qual será duração da crise e os efeitos reais nos custos e no preço do petróleo. Agora para os projetos em andamento será complicado renegociar os preços, porque as empresas já compraram os equipamentos e contrataram a mão-de-obra”, adverte o presidente da Associação Brasileira de Engenharia Industrial, Carlos Maurício de Paula Barros.

O diretor da Área Financeira da Petrobras, Almir Barbassa, lembra que a companhia trabalha na formação de dois fundos de direito creditório, com carteira de R$ 1 bilhão, específico para fornecedores que tenham contratos não performados – para os grandes contratos, a companhia tem optado por prazos que vão de cinco a dez anos, facilitando a vida daquelas empresas que precisam financiar a construção de oficinas.

Iniciativas como a simplificação das exigências técnicas e a flexibilização dos contratos também deverão se refletir nos custos. Os novos projetos de plataformas e refinarias serão concebidos de forma diferente, com redução dos pacotes e uniformização dos pacotes – o que, por um lado, exigirá um esforço maior da Petrobras para gerenciar a interface com todos os fornecedores, mas abre a concorrência a um número maior de fornecedores.

Daqui a cinco anos a produção da Petrobras estará na marca dos 3.655 mil barris de óleo equivalente por dia – um crescimento de 1.255 mil boe/d, o que significa um aumento médio anual de 8,8%. Nesse período começam a entrar em operação as novas refinarias – do Nordeste e Comperj – que adicionam 500 mil barris diários à capacidade de refino da companhia.

Só para este ano, o volume de investimentos já deve ser 15% maior do que o realizado em 2008: no ano passado a Petrobras investiu R$ 53,4 bilhões, e para 2009 estão previstos R$ 60 bilhões – quando a geração de caixa deve chegar a US$ 10 bilhões caso o preço do barril de petróleo feche o ano em US$ 37. O maior volume de recursos será aportada mesmo a partir de 2010, quando a Petrobras prevê o barril na casa dos US$ 40 – subindo a US$ 45 de 2011 a 2013. Para cada dolar adicionado à cotação do barril, o caixa da Petrobras cresce R$ 500 milhões.

Desenvolvimento do pré-sal recebe US$ 28 bilhões
Ao anunciar tal volume de investimentos em seu plano de negócios, a Petrobras deixou claro que é estratégico desenvolver os mega-reservatórios abaixo da camada de sal e apesar da crise, não é hora de desacelerar – uma vez que descobriu reservas gigantescas de óleo leve e gás natural e não pode interromper um processo de aprendizagem que já custou alguns bilhões.

Só nos próximos cinco anos, serão aportados US$ 28,9 bilhões – dos US$ 111,4 bilhões programados até 2020 – para desenvolver as áreas do pré-sal da Bacia de Santos e do Espírito Santo. A produção prevista para os próximos cinco anos – de 219 mil barris por dia – servirá apenas de aprendizado. Nesse período cinco projetos serão colocados em operação – o teste de longa duração e o projeto-piloto da área de Tupi, no parque das Baleias, no campo de Baleia Azul e na acumulação de Guará. O grande volume de petróleo e gás extraído dos reservatórios pré-sal só começa a jorrar após 2014 – a meta da empresa é extrair, em 2020, 1,81 milhão de barris/dia do pré-sal.

Os recursos destinados à Área de Exploração & Produção mantiveram o peso (59% do valor) no plano de negócios. Ao todo, serão US$ 104,6 bilhões – US$ 92 bilhões somente no Brasil – destinados a cumprir a meta de elevar a produção para 2,68 milhões de barris/dia de óleo e 73 milhões de m³/dia de gás natural até 2013 – crescimento que reflete a entrada em operação de 13 novos sistemas de produção de óleo e gás no país.

Com mais gás

O plano de negócios reservou US$ 10,6 bilhões para a Área de Gás e Energia – majoritariamente para projetos de infra-estrutura logística, como a construção de 2.543 km de gasodutos e a instalação de estações de compressão, e terminais de GNL, que receberão US$ 8,2 bilhões. As projeções apontam, no final desse período, uma oferta própria de 73 milhões de m³/dia, que serão somados à importação de 30 milhões de m³/dia da Bolívia e 32 milhões de m³/dia de GNL.

Os técnicos da Área já estudam a construção de mais dois terminais de GNL no país – o primeiro já operando até 2013. A prioridade será atender a geração de energia elétrica mas, com a visão de se tornar um grande player no mercado de gás natural, os terminais podem servir para exportar o gás produzido que não for utilizado. Outro projeto em desenvolvimento é a planta de GNL onshore – ainda sem local definido – que poderia servir para estocar e dar suporte ao abastecimento do mercado interno ou para a exportação.

Para 2013, a Petrobras tem como meta atender uma demanda de 135 milhões m³/dia de gás natural.

Os investimentos no setor elétrico também serão reforçados: US$ 2,4 bilhões serão alocados na conclusão de cinco usinas termelétricas e cinco PCHs e na participação em novos negócios em energia elétrica, incluindo usinas eólicas.

CLIQUE NA IMAGEM PARA VÊ-LA AMPLIADA
Clique na figura para ver maior

Refino acompanha produção

Para acompanhar o aumento da produção de petróleo, o novo plano de negócios antecipou o início das operações das duas refinarias Premium – a unidade do Maranhão terá capacidade total para processar metade dos 600 mil barris por dia no primeiro semestre de 2013, e a refinaria do Ceará entrará em operação no final de 2013 com 150 mil barris diários. “Já estamos dizendo há um bom tempo que não queremos nos tornar exportadores de petróleo, mas de derivados”, diz o diretor da Área de Abastecimento, Paulo Roberto Costa.

As duas unidades, somadas à Refinaria Abreu e Lima, ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro e à Refinaria Clara Camarão – mais os revamps na Repar e na Replan – elevam a capacidade de refino da Petrobras para 2.270 mil barris por dia em 2013. Tanto em volume – o plano prevê que em 2013 o mercado doméstico esteja consumindo 2.257 mil barris por dia – quanto em ritmo de crescimento – a capacidade de produção crescerá 4,9% ao ano até 2013, enquanto a demanda cresce a 3% ao ano – será um crescimento superior ao projetado para o consumo de combustíveis.

Os empreendimentos receberão 73% dos US$ 47,8 bilhões destinados às atividades de refino, petroquímica e distribuição até 2013.
Com a operação das novas refinarias, a Petrobras deverá tornar país auto-suficiente na produção de diesel – ampliando dos atuais 738 mil para 1224 mil barris a produção diária em 2020.

Petrobras flex fuel

A maior novidade do plano de negócios da Petrobras foi o orçamento de US$ 2,8 bilhões para desenvolver o mercado de biocombustíveis. A Petrobras Biocombustíveis será responsável pelo destino de US$ 2,4 bilhões desse valor – o restante será destinado à construção de infraestrutura. A companhia reservou ainda US$ 530 milhões para pesquisas em biocombustíveis.

A companhia já estuda a aquisição de quatro novos projetos de produção de etanol – nas quais deterá participação de 40% – com o objetivo de produzir 1,9 bilhão de litros, que serão direcionados à exportação, e 1,8 bilhão de litros para o mercado interno. Fora do País, está sendo estudada uma unidade de produção de etanol na Colômbia.A produção de biodiesel deve crescer para 858 milhões de litros em 2013, com a construção de uma nova usina no norte do País, a duplicação da usina de Candeias / BA, a adaptação para produção comercial das usinas experimentais de Guamaré / RN e a implantação de unidades em Portugal e na África.

Assine já!
Revista Petro & Química, edição 312 de Janeiro/Fevereiro de 2009.

Petrobras e Senai vão capacitar mão de obra para atuar em sondas de perfuração

1 de abril de 2010

Petroleonews

quinta-feira, 1 de abril de 2010

 

Petrobras e Senai vão capacitar mão de obra para atuar em sondas de perfuração

Para atender à demanda da área de exploração e produção, tendo em vista os novos desafios do pré-sal, a Petrobras vai construir, em Macaé, o Centro de Capacitação para Operador de Sonda (CCPS), um projeto do Programa de Mobilização da Indústria Nacional do Petróleo e Gás (Prominp).

Esse projeto tem a parceria do Senai e vai formar plataformistas e torristas, para as atividades nas unidades marítimas. O treinamento inclui aulas teóricas e práticas em instalações similares às encontradas nas sondas, como a torre de perfuração, e é dirigido aos profissionais da Petrobras e alunos do Prominp.
As obras do CCPS começam ainda este ano e a previsão é de que sejam concluídas em 2011.

 

Blog Petroleonews

 

 

http://petroleonews.blogspot.com/

Um ”Vale do Silício” para o pré-sal

7 de março de 2010

O Estado de S.Paulo

Domingo, 07 de Março de 2010

Um ”Vale do Silício” para o pré-sal

Petrobrás e UFRJ trabalham para transformar a Ilha do Fundão, no Rio, no ”Vale do Silício” das pesquisas de petróleo

Nicola Pamplona

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100307/not_imp520634,0.php

-

Inspirados no modelo que deu origem ao Vale do Silício, na Califórnia, Petrobrás e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) trabalham para transformar a Ilha do Fundão no maior centro global de pesquisa tecnológica do setor de petróleo. O esforço já conseguiu a proeza de colocar lado a lado os três maiores prestadores de serviço de perfuração de poços do mundo. Ao todo, o projeto do Parque Tecnológico do Rio já atraiu 200 empresas dos mais variados portes e espera fazer do local um polo exportador de conhecimento.

“Isso aqui será um local único no mundo”, orgulha-se o diretor do Parque Tecnológico, Maurício Guedes, enquanto mostra as modernas instalações do centro de pesquisa em imagens em 3D e do Laboratório Oceânico, usado para simular as condições marítimas, ambos em operação. Sede do câmpus principal da UFRJ, a Ilha do Fundão já conta com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Petrobrás (Cenpes). Além da Coppe, instituto de engenharia que é um dos maiores parceiros da estatal.

Com 350 mil metros quadrados, a área do parque é hoje um imenso canteiro de obras, com a construção de centros de pesquisa de variadas especialidades. A maior parte, porém, tem relação com o setor de petróleo, diante da necessidade de desenvolvimento de novas tecnologias para a exploração do pré-sal. Ao lado do Laboratório Oceânico, por exemplo, há um canteiro onde serão erguidos os laboratórios da gigante francesa Schlumberger, uma das três maiores prestadoras de serviço de perfuração de poços.

Sua concorrente Baker Hughes, com sede nos Estados Unidos, vai erguer seu centro na quadra vizinha. As duas empresas dividem com a Halliburton o mercado e foram convidadas pela Petrobrás para desenvolver ferramentas e materiais compatíveis com o tipo de rocha encontrada abaixo do sal.

“Não há, no mundo, tecnologia para essa rocha. Então resolvemos que a pesquisa deverá ser feita no Brasil, para nacionalizar também o desenvolvimento científico”, diz o diretor de exploração e produção da Petrobrás, Guilherme Estrella.

A Baker Hughes, por exemplo, vai investir cerca de US$ 50 milhões na construção de seus laboratórios, que devem empregar entre 100 e 110 pessoas, a maioria pesquisadores com alto grau de especialização. A empresa já iniciou a contratação de geólogos, geofísicos e engenheiros, entre outros, que passarão por treinamento em centros de pesquisa da empresa no exterior antes do início das atividades no País, previsto para o início do ano que vem.

A necessidade de reduzir prazos e custos de perfuração e a crescente importância do Brasil, em geral, e da Petrobrás, como cliente, motivaram o investimento, diz o vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Baker Hughes no Brasil, Maurício Figueiredo. A proximidade com o centro de pesquisas da Petrobrás, reconhecido internacionalmente, é outro fator que atrai as companhias à Ilha do Fundão.

“Estar ali, a 500 metros do Cenpes, facilita a troca de informações”, comenta o diretor de Pesquisa e Inovação da Usiminas, Darcton Policarpo Damião. Em fevereiro, a companhia assinou convênio com a Coppe para desenvolver aços especiais para o pré-sal com o auxílio do Laboratório de Ensaios Não Destrutivos, Corrosão e Soldagem do instituto, um dos mais modernos do mundo. Os trabalhos serão desenvolvidos em um centro de pesquisas que a siderúrgica construirá no Parque Tecnológico.

A fabricante de equipamentos submarinos FMC é outra que já se comprometeu com a abertura de um laboratório no local, que terá ainda laboratórios de desenvolvimento de tecnologias de recuperação de ecossistemas e de automação industrial, entre outros. Segundo Guedes, toda a área do Parque do Rio já está negociada e há planos de ampliação do espaço para receber novas empresas. A expectativa da direção é que, em três a quatro anos, cinco mil pesquisadores trabalhem no local.

Muitos virão de fora do País, admite Figueiredo, da Baker Hughes. Para Guedes, porém, a interação com especialistas de locais diferentes é positiva, por permitir a troca de experiências. “A comunidade científica já trabalha de forma global”, aponta. No caso do Parque Tecnológico do Rio, diz, a grande vantagem é trazer as empresas para o convívio com a comunidade. “O problema é que ainda não conseguimos transformar o desenvolvimento científico em riqueza. Acho que agora conseguiremos.”

O parque já é sede de um exemplo de como a inovação pode ser transformada em negócio. Resultado de pesquisas no Laboratório de Métodos Computacionais de Engenharia da Coppe, a Virtually comercializa um simulador de operação de caminhões e guindastes de grande porte, como os usados em portos e plataformas petrolíferas. O equipamento, que custa entre R$ 800 mil e R$ 1,2 milhão, já está no mercado, inclusive internacional, com duas unidades operando na Itália.

A tecnologia recebeu Atestado de Exclusividade de Produção Nacional da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). O software pode ser trabalhado para simular a operação em portos brasileiros. “É um exemplo de como a pesquisa pode se transformar em produto e depois retornar em benefício para a universidade”, diz Gerson Gomes Cunha, um dos sócios da Virtually. Parte da receita é devolvida ao laboratório, a título de royalties, para ser aplicada em novas pesquisas.

O projeto inicial do parque não tinha foco no petróleo, conta Guedes, mas a demanda por novas tecnologias para o setor alterou a ideia original. Ele destaca que a legislação brasileira, que destina 1% da receita com a produção de óleo e gás para pesquisa, deu impulso extra ao projeto. Só no ano passado, a rubrica rendeu mais de R$ 600 milhões em convênios com universidades no Brasil.

Para as grandes empresas, porém, ainda há questões a serem equacionadas antes que o parque deslanche, notadamente na área de infraestrutura. A Ilha do Fundão é um local de difícil acesso e com problemas de segurança, o que pode afugentar pesquisadores, ressalta o vice-presidente da Baker Hughes. “É preciso de apoio do poder público, com saneamento, iluminação e policiamento”, conclui.

-

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100307/not_imp520634,0.php

Profissões nas áreas de engenharia de petróleo e ambiental e de informática são as que mais crescerão nos próximos anos

5 de março de 2010

Agência Brasil

05/03/2010

Profissões nas áreas de engenharia de petróleo e ambiental e de informática são as que mais crescerão nos próximos anos

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Engenharia de petróleo e ambiental e analista de sistemas computacionais são as carreiras profissionais de nível superior com maiores perspectivas de crescimento no país até 2015.

É o que revela pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) nas 415 indústrias brasileiras, responsáveis pela criação e manutenção de 495.825 empregos formais em todo o país, de acordo com a gerente de Educação Profissional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Regina Malta.

“São, na verdade, ocupações que têm uma importância grande na cadeia de petróleo e gás, ou estão relacionadas à área ambiental e, também, à questão de tecnologia da informação (TI). Essa é uma vertente muito importante hoje para o conjunto das empresas, devido à informatização dos processos administrativos e evolução tecnológica em termos de automação”.

No nível técnico, a sondagem identificou maior expectativa de expansão para os trabalhadores ligados à construção civil, à indústria química e petroquímica, destacando refino de petróleo e gás, além de fabricação de produtos plásticos, borracha e farmacêuticos.

O aumento estimado das ofertas de trabalho na construção civil está relacionado às obras de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e também aos investimentos públicos ligados à Copa de 2014 e às Olimpíadas. Do mesmo modo, o setor tem a influência positiva dos investimentos programados pelas empresas privadas para novas instalações.

Regina Malta destacou três grandes áreas de expansão da oferta de emprego na indústria nacional: infraestrutura, envolvendo portos, rodovias e ferrovias; indústria de transformação, liderada pela atividade de petróleo e gás, com reflexos em toda a cadeia produtiva; e a questão do conhecimento e tecnologia da informação.

A pesquisa Perspectivas Estruturais do Mercado de Trabalho na Indústria Brasileira – 2015, da Firjan, aponta as profissões industriais que estão em alta no mercado e que poderão ser vistas na 6ª Olimpíada do Conhecimento que o Senai realiza na próxima semana, no Rio.

Regina Malta observou que das 48 ocupações representadas no torneio, 24 apresentam índice de crescimento. Os carros-chefe no âmbito do Senai são as tecnologias de construção e edificações e tecnologias de manufatura e engenharia.

Mais uma profissão que deverá continuar em ascensão até 2015 é a ligada às telecomunicações. Uma necessidade reforçada pela exigência da Federação Internacional de Futebol (Fifa) para a Copa de 2014 para que os estádios ofereçam em seu entorno telefonia e internet. Essa área está ligada à tecnologia da informação, disse Regina.

“Tem uma convergência importante aí na questão de telecomunicações e o desenvolvimento de conteúdo e softwares (programas de computador) para celulares. É a chamada telemática: telecomunicações e informática”, afirmou.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/

Profissões nas áreas de engenharia de petróleo e ambiental e de informática são as que mais crescerão nos próximos anos

5 de março de 2010

Agência Brasil

sexta-feira, 05/03/2010

Profissões nas áreas de engenharia de petróleo e ambiental e de informática são as que mais crescerão nos próximos anos

Enviado por Aécio Rodrigues

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
http://www.agenciabrasil.gov.br/

-

Rio de Janeiro – Engenharia de petróleo e ambiental e analista de sistemas computacionais são as carreiras profissionais de nível superior com maiores perspectivas de crescimento no país até 2015.

É o que revela pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) nas 415 indústrias brasileiras, responsáveis pela criação e manutenção de 495.825 empregos formais em todo o país, de acordo com a gerente de Educação Profissional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Regina Malta.

“São, na verdade, ocupações que têm uma importância grande na cadeia de petróleo e gás, ou estão relacionadas à área ambiental e, também, à questão de tecnologia da informação (TI). Essa é uma vertente muito importante hoje para o conjunto das empresas, devido à informatização dos processos administrativos e evolução tecnológica em termos de automação”.

No nível técnico, a sondagem identificou maior expectativa de expansão para os trabalhadores ligados à construção civil, à indústria química e petroquímica, destacando refino de petróleo e gás, além de fabricação de produtos plásticos, borracha e farmacêuticos.

O aumento estimado das ofertas de trabalho na construção civil está relacionado às obras de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e também aos investimentos públicos ligados à Copa de 2014 e às Olimpíadas. Do mesmo modo, o setor tem a influência positiva dos investimentos programados pelas empresas privadas para novas instalações.

Regina Malta destacou três grandes áreas de expansão da oferta de emprego na indústria nacional: infraestrutura, envolvendo portos, rodovias e ferrovias; indústria de transformação, liderada pela atividade de petróleo e gás, com reflexos em toda a cadeia produtiva; e a questão do conhecimento e tecnologia da informação.

A pesquisa Perspectivas Estruturais do Mercado de Trabalho na Indústria Brasileira – 2015, da Firjan, aponta as profissões industriais que estão em alta no mercado e que poderão ser vistas na 6ª Olimpíada do Conhecimento que o Senai realiza na próxima semana, no Rio.

Regina Malta observou que das 48 ocupações representadas no torneio, 24 apresentam índice de crescimento. Os carros-chefe no âmbito do Senai são as tecnologias de construção e edificações e tecnologias de manufatura e engenharia.

Mais uma profissão que deverá continuar em ascensão até 2015 é a ligada às telecomunicações. Uma necessidade reforçada pela exigência da Federação Internacional de Futebol (Fifa) para a Copa de 2014 para que os estádios ofereçam em seu entorno telefonia e internet. Essa área está ligada à tecnologia da informação, disse Regina.

“Tem uma convergência importante aí na questão de telecomunicações e o desenvolvimento de conteúdo e softwares (programas de computador) para celulares. É a chamada telemática: telecomunicações e informática”, afirmou.

-

http://www.agenciabrasil.gov.br/?q=node/1467

Petrobras Distribuidora realiza processo seletivo para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva

26 de fevereiro de 2010

AGÊNCIA PETROBRAS

26/2/2010

Petrobras Distribuidora realiza processo seletivo para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva

http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

-

A Petrobras Distribuidora realizará processo seletivo público para provimento de 97 vagas e formação de cadastro de reserva de profissionais de nível médio e superior. O edital já está disponível no site da Fundação Cesgranrio e no Portal BR ( www.br.com.br ).

O prazo para as inscrições será de 3 a 21 de março de 2010. As provas estão previstas para o dia 11 de abril e a divulgação do resultado final deverá ser feita no dia 18 de junho de 2010.

Serão selecionados profissionais das seguintes carreiras de nível superior: Administração, Análise de Sistemas, Arquitetura, Arquivologia, Ciências Contábeis, Comunicação (Publicidade e Relações Públicas), Direito, Economia, Engenharia (Ambiental, Civil, de Produção, Elétrica, em Segurança no Trabalho, Mecânica e Química), Marketing e Odontologia. Para esses cargos a remuneração mínima é de R$ 5.685,07.

Para nível médio, a carreira será de Técnico de Administração e Controle Jr., com remuneração mínima de R$ 1.985,04.

Para nível médio com formação técnica, as carreiras são: Técnico de Contabilidade Jr., com remuneração mínima de R$ 1.985,04; Técnicos de Abastecimento, Manutenção Jr., Segurança Jr., Operação Jr., Química Jr., Suprimento e Logística Jr., Tecnologia da Informação e Telecomunicações Jr., cuja remuneração mínima é de R$ 2.391,97.

O Processo Seletivo terá validade de 12 meses, prorrogável por igual período. As convocações deverão começar em julho de 2010.

Clique aqui para visualizar edital, clique em:

PETROBRAS DISTRIBUIDORA – Edital 01 de 2010 – psp – 25/02/2010

ou clique em um dos links a seguir:

http://www.br.com.br/

http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

-

-

http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/


Pré-sal cria nova corrida do ouro: Investimento da Petrobrás atrai cadeia de fornecedores ao País

8 de fevereiro de 2010

Segunda-Feira, 08 de Fevereiro de 2010

Pré-sal cria nova corrida do ouro

Investimento da Petrobrás atrai cadeia de fornecedores ao País

Nicola Pamplona

RIO

-

http://www.estadao.com.br/
-

Quando o primeiro equipamento submarino para o projeto piloto de Tupi deixar a fábrica da Aker Solutions em Curitiba, em junho, a sensação de dever cumprido não se limitará à capital paranaense. Em Piracicaba, a 570 quilômetros de distância, os funcionários da NG Metalurgia também poderão comemorar a entrega da primeira estrutura metálica para um equipamento destinado ao pré-sal. Situação semelhante viverão os empregados da Flanel, sediada em Osasco, na grande São Paulo, que também foi subcontratada para o projeto.

A fabricação do equipamento, chamado árvore de Natal molhada, mobilizou em torno de 10 empresas espalhadas pelo País, um reflexo da diversidade de negócios provocados pelo crescimento da produção nacional de petróleo. Com as perspectivas criadas pelo pré-sal, esse movimento tende a se intensificar, atraindo o interesse de fabricantes de equipamentos de todo o mundo. Com a exigência de conteúdo nacional, já começou a corrida pela ampliação ou instalação de novas empresas no País.

O otimismo dá o tom das conversas com executivos do setor. ”A indústria do petróleo é a única que mantém o ritmo de investimentos”, diz o gerente de vendas da NG Metalurgia, Rogério Fanini. A companhia investiu R$ 30 milhões nos últimos anos em ampliação da capacidade e espera um crescimento anual entre 10% e 15% nas vendas ao setor, que hoje representa um terço dos R$ 400 milhões que fatura por ano.

”Vamos dobrar as vendas para o setor”, aposta o presidente da Flanel, Carlos Seiscentos, confiante no projeto de desenvolvimento de uma nova tecnologia de produção de aço, que consumiu R$ 10 milhões em investimentos e já está sendo avaliada pela Petrobrás. Fornecedora de tubos e outros produtos forjados para o setor, e empresa vê no aço especial uma lacuna a ser preenchida, principalmente depois que o rompimento de um parafuso levou a estatal a suspender o teste de produção de Tupi, no ano passado. Com o novo aço, mais resistente a altas pressões, a Flanel espera ganhar o mercado de parafusos para sistemas submarinos.

Segundo estimativas do mercado, há hoje aproximadamente quatro mil empresas listadas no cadastro de fornecedores da Petrobrás. Apenas no cadastro da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), que visa a abrir o caminho para as petroleiras privadas, são cerca de 1,8 mil.

”A Onip tem sido procurada de forma ostensiva por empresas de diversos países com interesse em se instalar no Brasil ou em parcerias com empresas nacionais”, diz o superintendente da entidade, Alfredo Renault, citando comitivas da Coreia, Espanha, França e Noruega, por exemplo. ”Eles não vêm atrás apenas de mercado para exportar seus produtos, mas querem saber como garantir presença no País.”

Entre as novas empresas, há companhias dos mais variados portes. A gigante coreana Hyundai, por exemplo, assinou acordo esta semana para adquirir 10% do estaleiro projetado pela OSX, do grupo de Eike Batista. Já a holandesa Huisman, que fabrica guindastes para plataformas e torres de perfuração, já se instalou no País em busca de um local para construir sua primeira fábrica no hemisfério Sul. ”O fator chave é estar próximo a um mercado de elevado potencial”, diz Thiago Braga, que representa a empresa no Brasil.

Com um orçamento de US$ 174 bilhões em investimentos, a Petrobrás também vem atuando diretamente como catalisadora desse movimento. No ano passado, pediu à italiana Prysmian que abrisse no País uma fábrica de tubos flexíveis. A empresa, que já fabrica cabos submarinos, não hesitou e lançou no fim do ano a pedra fundamental do projeto, orçado em R$ 250 milhões. Em troca, ganhou um contrato de fornecimento à estatal por quatro anos, que praticamente cobre o investimento. ”Isso nos deu conforto para decidir pelo investimento”, conta o presidente da subsidiária brasileira, Armando Comparato Júnior.

A Aker, que vai entregar a árvore de Natal do projeto piloto de Tupi, é outra que decidiu pela ampliação, que receberá US$ 60 milhões e duplicará a capacidade de produção no Brasil. Além disso, decidiu trazer novas áreas de negócios ao País: passou a atuar também com sistemas de ancoragem, instalações marinhas e produtos para perfuração. ”Com oportunidades reais de negócio, aliadas à estabilidade da economia, o mercado brasileiro tornou-se muito atrativo para o desenvolvimento dos projetos da Aker Solutions. Por isso, a empresa optou por estruturar suas operações mais localmente”, diz o gerente-geral da companhia no Brasil, Marcelo Taulois.

-

FRASES

-

Rogério Fanini

Gerente de vendas da NG Metalurgia

Em 2009, quando todo mundo estava demitindo, contratamos mais de 120 pessoas

-

Alfredo Renault

Superintendente da Onip

A Onip (Organização Nacional da Indústria do Petróleo) tem sido procurada de forma ostensiva por empresas de diversos países

-

Marcelo Taulois

Gerente-geral da Aker Solutions

“Com oportunidades reais de negócio, aliadas à estabilidade da economia, o Brasil tornou-se muito atrativo para o desenvolvimento dos projetos”

-

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100208/not_imp507899,0.php

Turbina a jato 100% nacional para aviões de monitoramento é testada com sucesso usando biocombustíveis

3 de janeiro de 2010

-

Jornal da Cidade

03/01/2010

Bauruense projeta turbina a jato 100% nacional para aviões de monitoramento

Lígia Ligabue

-

http://www.jcnet.com.br/detalhe_geral.php?codigo=173786
-

Produzir uma turbina 100% nacional para equipar aviões não tripulados em ações de monitoramento. Esse é o objetivo de um grupo de especialistas em aviação, física e engenharia aeronáutica que, em 2008, desenvolveu a TR 3500 – primeira turbina totalmente desenvolvida no Brasil. O equipamento foi testado com sucesso inclusive para combustíveis alternativos. Além da querosene usada em aviação, a turbina nacional funcionou com álcool. O tenente-coronel da reserva da Aeronáutica Francisco Antônio Correa Domingues, bauruense e filho do professor Muricy Domingues, foi o responsável pelo funcionamento da turbina.

O protótipo levou nove meses para ser produzido. Ele foi desenvolvido pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em parceria com a empresa de engenharia Polaris Tecnologia. Fazem parte do grupo, o coordenador geral e professor do ITA, Homero Santiago Maciel e, pela empresa, o engenheiro aeronáutico Alberto Carlos Pereira Filho, o engenheiro de infraestrutura aeronáutica Milton Sanches, o engenheiro de mecatrônica Mairum Médici, o engenheiro eletricista Antônio Hadade Neto, além de Domingues, que dá consultoria técnica para a empresa.

“Tudo começou quando o Alberto foi fazer seu doutorado no ITA. Ele partiu para a área de plasma e um professor perguntou se ele se interessava pela área de pequenas turbinas”, conta o tenente-coronel. Na época, ele estava trabalhando na Força Aérea, no setor de manutenção de motores a jato e foi procurado pelo grupo, pois precisavam balancear a turbina. Foi aí que o baurense, que atualmente mora em São José dos Campos, se envolveu no projeto.

Após conseguir investimento de R$ 1,8 milhão do governo federal, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, o grupo se lançou ao desafio de construir uma turbina a jato nacional, a partir do zero. Nove meses depois, após uma verdadeira gestação, o primeiro equipamento estava pronto.

A proposta era fazer uma turbina 100% nacional. Para isso, as peças necessárias foram desenhadas pela Polaris e usinadas por empresas brasileiras ou pelo próprio ITA. Apenas um componente não foi feito no País. Um rolamento importado foi utilizado no protótipo. Porém, a expectativa é que ele seja desenvolvido em breve no Brasil. De acordo com Domingues, a empresa desenvolveu uma turbina semelhante para a Vale do Rio Doce utilizar na geração de eletricidade. O engenheiro explica que a mineradora vai solicitar que a indústria fornecedora passe a fabricar o rolamento necessário.

Presidente

Um dos principais impulsos para o futuro da turbina nacional foi a visita do presidente Lula ao ITA. De acordo com o tenente-coronel Domingues, no dia 27 de setembro de 2008, o presidente iria participar de um comício político na região de São José dos Campos. Ele pousou nas dependências do Comando-geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), onde está instalado o instituto.

Aproveitando a passagem do presidente, o brigadeiro Venâncio Alvarenga Gomes, diretor do CTA, convidou Lula para conhecer o equipamento. “O presidente ficou muito interessado no projeto, tanto que dias depois, ele pediu para o ministro da Defesa, Nélson Jobim, e o comandante da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro Juniti Saito, conhecerem a turbina”, conta Domingues.

Em outubro do ano passado, o protótipo da turbina foi entregue ao ITA. De acordo com Domingues, ela será utilizada na instrução de alunos. “Antes, os estudantes não tinham equipamento para analisar durante as aulas”, conta o engenheiro.

História
O tenente-coronel da Aeronáutica Francisco Antônio Correa Domingues é bauruense, filho de Muricy e Maria Luiza Domingues. Ele estudou no então Instituto de Educação Ernesto Monte, na escola Silvério São João, Christino Cabral e conseguiu bolsa de estudos no colégio Prevê, após passar em primeiro lugar em um vestibular para engenharia elétrica, quando ainda estava no primeiro ano do ensino médio.

Ele ingressou no Instituto Tecnológico da Aeronáutica e optou por servir à Força Aérea. Ele se formou como primeiro tenente e em 2008 entrou para a reserva de 1.ª classe como tenente-coronel. Desde então, presta consultoria técnica para a empresa Polaris.

Ficha técnica
A turbina utiliza querosene de aviação como combustível, mas também foi acionada com álcool e gás natural e gera 3.500 Newtons (N) de empuxo. Possui compressor centrífugo, câmara de combustão do tipo anular de fluxo direto e turbina axial.

O TR 3500 tem 1,30 metro de comprimento por 54 centímetros de diâmetro. O propósito inicial da turbina é atender a aviação não-tripulada de alto rendimento, voltada a fins militares e civis específicos como missões de reconhecimento e vigilância. O motor é capaz de mover uma aeronave de até 1,2 tonelada com autonomia de 1.000 a 1.500 quilômetros.

-

http://www.jcnet.com.br/detalhe_geral.php?codigo=173786

___________________________________

-

-

Ilustrações

Turbina brasileira TR3500 - foto: ITA : http://www.ita.br/online/2008/noticias08/turbinatr3500.htm

Modelo de Turbina em funcionamento: deferentemente das turbinas à vapor, nas turbinas a jato o combustível équeimado dentro do motor, na cãmara de explosão, o que aumenta significativamente a eficiência das turbinas aeronáuticas ou das turbinas aeroderivadas

 Turbina aeronáutica funcionando - Foto: Instituto de Física da UFRGS - http://www.if.ufrgs.br/tex/fis01043/20031/Andre/turbina_funcionando.gif





Leia mais em: TURBINA TR3500 — UMA HISTÓRIA DE SUCESSO : O ano de 2008 entra para a história do ITA como um marco do domínio tecnológico no desenvolvimento e a fabricação de turbinas aeronáuticas para uso em aeronaves de 1000kg ou mais

Prominp lança Portal de Oportunidades da Cadeia de Suprimentos do Setor de Petróleo e Gás Natural

14 de dezembro de 2009

http://agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

-

Agência Petrobras de Notícias

14/12/2009

Prominp lança Portal de Oportunidades da Cadeia de Suprimentos do Setor de Petróleo e Gás Natural

Foto: AGÊNCIA PETROBRAS

O Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural) lançou o Portal de Oportunidades da Cadeia de Suprimentos do Setor de Petróleo e Gás Natural com o objetivo de disponibilizar para o mercado informações sobre as demandas de materiais, equipamentos e componentes necessários para a implantação dos projetos de investimentos, bem como estimular uma interação entre os fornecedores dos diversos elos da cadeia de suprimentos do setor.

De forma inovadora, o Portal possibilitará que milhares de micro, pequenas, médias e grandes empresas possam conhecer as oportunidades geradas pelos US$ 190 bilhões que serão investidos no setor até 2013. Além disso, ao se cadastrarem no Portal, as empresas poderão divulgar os principais produtos e serviços ofertados, tornando-se visíveis para toda a cadeia de suprimentos. Através do Portal, também será possível identificar potenciais fornecedores para o atendimento de suas próprias demandas de insumos e componentes.

Empresas de todo o Brasil que forneçam para o setor ou que tenham interesse em fornecer já podem se cadastrar. O cadastro e o acesso aos serviços do Portal são gratuitos. O cadastramento é rápido e pode ser feito por meio do site do Prominp (www.prominp.com.br), no link Portal de Oportunidades da Cadeia de Suprimentos do Setor de Petróleo e Gás Natural, localizado na parte inferior da página principal do site.

Empresas nacionais, órgãos de governo, entidades representantes da indústria fornecedora e operadoras do setor de petróleo e gás estão aptos a se cadastrar no Portal. Importadoras de bens e empresas estrangeiras não se enquadram no público-alvo do Portal e, portanto, não serão autorizadas a acessar o seu conteúdo. As empresas e entidades cadastradas receberão uma senha para acessar o conteúdo do site, logo após a aprovação do seu cadastro.

-

http://agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

Federação alerta para a escassez de engenheiros no país

10 de dezembro de 2009

http://www.agenciabrasil.gov.br/

-

Agência Brasil

10 de Dezembro de 2009

Federação alerta para a escassez de engenheiros no país

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil

-

Rio de Janeiro – Pode faltar mão de obra especializada em engenharia no Brasil para preparar a Copa do Mundo de 2014, disse hoje (10) o presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Pinheiro. Segundo ele, a falta de profissionais qualificados pode acabar provocando uma paralisação no desenvolvimento brasileiro. “Você vai ter que importar profissional. E nós somos totalmente contra”.

O presidente da FNE afirmou que o Brasil tem muita expertise (profissionais competentes) no setor de engenharia e, por isso, muitos profissionais acabam sendo contratados no exterior.

Com objetivo de atrair um número maior de jovens, a federação elaborou um material de divulgação que foi distribuído a estudantes do segundo grau. “Tem que duplicar o número de formandos nos próximos cinco anos”, disse. A meta é elevar para 60 mil o número de formandos por ano em engenharia até 2014.

Nas décadas de 70 e 80, a carreira de engenharia disputava com a de medicina a preferência dos vestibulandos. “Tivemos 20 anos de estagnação econômica. Os engenheiros migraram para outras áreas, como a de finanças”, avaliou. De acordo com a FNE, mais de 100 mil alunos entram nos cursos de nível superior de engenharia, mas apenas 30 mil se formam a cada ano.

Pinheiro estima que existam atualmente no Brasil cerca de 500 mil engenheiros na ativa. “É [um número] muito pequeno para a demanda”, analisou. Segundo ele, o aumento de engenheiros qualificados atenderá ainda às Olimpíadas de 2016, à exploração do petróleo na camada pré-sal e às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

-

http://www.agenciabrasil.gov.br/

Até março de 2010, 78 mil pessoas qualificadas pelo Prominp

6 de dezembro de 2009

http://www.blogspetrobras.com.br/

-

Blog da Petrobrás

6 de dezembro de 2009

Até março de 2010, 78 mil pessoas qualificadas pelo Prominp

-

Bons resultados já são comemorados desde a criação do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) . A participação da indústria brasileira nos investimentos do setor aumentou de 57% em 2003 para 75% no terceiro trimestre de 2009. Por meio do Programa, inúmeras ações têm sido realizadas no País. Além de uma parceria da Petrobras e BNDES para dimensionar a necessidade de ampliação da capacidade produtiva, foi estruturado, em 2006, o  Plano Nacional de Qualificação Profissional, que prevê capacitar, por meio de cursos gratuitos, milhares de profissionais nos estados do país com empreendimentos previstos.

Até março de 2010, o programa qualificará 78 mil pessoas, em 15 estados do país. Além destes profissionais, foi identificada a necessidade de qualificação de mais 207 mil pessoas até 2013, em 185 categorias profissionais e 13 estados do país, com previsão de recursos adicionais da ordem de R$ 550 milhões.

Segundo levantamento recente feito junto ao Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego, identificou-se que 81% dos profissionais qualificados pelo Programa estão empregados no mercado de trabalho formal, na cadeia de petróleo e gás.

Convênio Petrobras-Sebrae

Da primeira fase do Convênio Petrobras-Sebrae, firmado em 2004 com o objetivo de promover a inserção competitiva e sustentável de micro e pequenas empresas na cadeia produtiva de petróleo, até hoje, mais de 2.500 micro e pequenas empresas foram capacitadas para se tornarem fornecedoras da cadeia produtiva de petróleo e gás. Neste período, foram realizadas mais de 50 Rodadas de Negócios em todos os estados envolvidos, gerando para essas empresas um volume de negócios em torno de R$ 2 bilhões no fornecimento de bens e serviços.

Missões Internacionais

Também têm sido viabilizadas missões internacionais em pólos mundiais fornecedores de bens e serviços estratégicos para o setor de petróleo e gás natural. O objetivo é estimular a associação entre empresas brasileiras e estrangeiras, para investimentos no Brasil. Até novembro de 2009 foram realizadas missões internacionais no Japão, Itália, Coreia, Cingapura, Reino Unido e Canadá.

Em 2009, o Prominp, coordenado pela Petrobras, trabalhou no desenvolvimento de iniciativas voltadas para a adequação da indústria nacional de bens e serviços às demandas futuras de petróleo e gás, com foco na atualização tecnológica e na ampliação da capacidade produtiva. Por esta razão, além do grande projeto de qualificação de pessoas, a estruturação do Plano de Desenvolvimento Tecnológico Industrial e dos Pólos Supridores Regionais, tornou-se prioridade entre as ações do Programa. Para a realização bem-sucedida dessas ações, foi fundamental o engajamento de diversos atores da indústria, como a Petrobras, as empresas fornecedoras do setor, as instituições de pesquisa e o próprio Governo.

-

http://www.blogspetrobras.com.br/

Ildo Sauer defende plebiscito sobre nova lei do petróleo e reestatização da Petrobras

5 de dezembro de 2009

http://professorildosauer.wordpress.com/

-

5 Dezembro, 2009

Nem partilha, nem concessão: plebiscito!

Entrevista concedida pelo Professor Ildo Sauer ao jornalista Augusto Nunes para a página Veja.com

-

“Nas três partes da entrevista, Ildo Sauer, professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP, dá uma aula sobre o pré-sal, explicando o que é a imensidão de petróleo descoberta há mais de 30 anos no litoral brasileiro. Entre outras críticas ao modelo de exploração proposto pelo atual governo, censura as pressões para que o Congresso aprove em três meses ‘uma das decisões mais importantes da história do país’. Sauer defende a realização de um plebiscito para que a população decida o que fazer com essa riqueza. Sugere que se vincule a produção ao dinheiro necessário para os investimentos em saúde, educação, transporte e infraestrutura”.

-

Parte 1

-

-

Parte 2

-

-

Parte 3

-

-

http://professorildosauer.wordpress.com/


Gabrielli: investimentos superiores a US$ 2,5 bi no RS

4 de dezembro de 2009

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=14611

-

Blog da Petrobrás

04/12/2009

Rio Grande do Sul terá investimentos superiores a US$ 2,5 bi

-

Em seminário sobre o pré-sal nesta sexta-feira (4/12), em Porto Alegre (RS), o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, informou que dos US$ 174,4 bilhões de investimentos previstos no Plano de Negócios da Companhia até 2013, mais de US$ 2,5 bilhões serão destinados ao Rio Grande do Sul, em projetos no Pólo Naval de Rio Grande, em novas unidades da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) e novas instalações do Terminal de Rio Grande (TERIG), entre outras iniciativas. Gabrielli lembrou a importância da indústria naval gaúcha para o setor de petróleo e gás e reforçou a política da Petrobras de manter um mínimo de 65% de conteúdo nacional nas contratações para o setor.

O presidente falou sobre a importância da qualificação da mão-de-obra diante dos grandes desafios do pré-sal e reforçou que o Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás) treinou, até o momento, cerca de dois mil profissionais no Rio Grande do Sul. Outras três mil pessoas devem passar pelo Programa até 2013. Gabrielli afirmou que 87% dos profissionais já capacitados pelo Prominp estão hoje empregados na cadeia de fornecedores da Petrobras e indústria de petróleo e gás.

Na ocasião, Gabrielli apresentou os desafios da exploração do petróleo na camada do pré-sal e ressaltou que a produção brasileira de petróleo e gás deverá ser elevada em 7,5% ano, em média, até 2020, apenas com as áreas do pré-sal já concedidas. Segundo ele, o teste de formação realizado em Guará, na Bacia de Santos, “obteve resultados extraordinários, já que a capacidade de produção de um único poço alcançou 50 mil barris/dia. Ainda não podemos dizer exatamente qual o tamanho exato das reservas do pré-sal, mas é certo que trata-se de algo grandioso”, afirmou.

Gabrielli defendeu a escolha da Petrobras como operadora única do pré-sal. “A Petrobras é atualmente a maior operadora do mundo em águas profundas, com 22% de participação, é quem mais conhece o pré-sal. Ao controlar a operação, a Companhia poderá decidir qual a tecnologia a ser empregada, a forma de produzir e haverá a garantia de que o conhecimento adquirido com os campos do pré-sal ficará retido no país”, disse.

-

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=14611


“O Brasil e o Pré-sal” – Sérgio Gabrielli discute o Novo marco regulatório no terceiro painel

4 de dezembro de 2009

http://www.al.rs.gov.br/

-

Agência de Notícias da Assembléia Legislativa do RS

04/12/2009

SEMINÁRIO O BRASIL E O PRÉ-SAL

Novo marco regulatório é apresentado no terceiro painel

Neiva Alves - MTB 6064

Letícia Rodrigues  – Edição – MTB 9373

Foto: Marcelo Bertani / Ag. AL

Gabrielli explicou as formas de exploração da camada do pré-sal

Gabrielli explicou as formas de exploração da camada do pré-sal

-

O painel “A Geopolítica do Petróleo e a Distribuição dos Dividendos do Pré-Sal”, que tem como expositor o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, está em desenvolvimento no Teatro Dante Barone, onde hoje (4) ocorre o Seminário O Brasil e o Pré-Sal: Uma nova perspectiva para o País e para o Rio Grande do Sul.

Gabrielli está fazendo uma exposição técnica sobre a camada do pré-sal, suas dimensões e capacidade de reservas. “Tudo leva a crer que o número de petróleo no pré-sal é um número muito grande, mas não podemos precisar. Temos um índice de sucesso exploratório de 87%, que é o triplo do índice mundial”. Ele disse que os testes realizados pela empresa são extraordinários. “Testes de curto prazo mostram que em apenas uma área, como a de Guará, é possível obter 50 mil barris de óleo recuperável por dia em apenas um poço”. Falando em termos estimativos, o presidente da Petrobras afirma que a camada pré-sal abriga algo em torno de 10 a 16 bilhões de barris.

Sobre as formas de exploração, conforme o novo marco regulatório, ele informou que o governo brasileiro está optando pela forma partilhada de produção, onde a empresa vencedora de licitação vai passar ao governo o lucro-óleo da extração. “A Petrobras, empresa que tem maior tecnologia de exploração em águas profundas no mundo, será a operadora, ou seja, irá aprovar e escolher as tecnologias e formas de exploração”.

-

http://www.al.rs.gov.br/

-

Mais notícias da Assembléia Legislativa do RS sobre o terceiro painel do Seminário “O Brasil e o Pré-Sal”:

Presidente da Petrobrás diz que riqueza deve ser explorada de maneira adequada

Debate sobre a democratização dos dividendos do Pré-sal encerra seminário na AL


“O Brasil e o Pré-sal” – Segundo Painel destaca importância do modelo de Partilha

4 de dezembro de 2009

http://www.al.rs.gov.br/
-

Agência de Notícias da Assembléia Legislativa do RS

04/12/2009

SEMINÁRIO O BRASIL E O PRÉ-SAL

Painel destaca importância do modelo de partilha

Claudia Paulitsch -   MTB 9095

Letícia Rodrigues   – Edição  – MTB 9373

Foto: Marcos Eifler / Ag AL

Parlamentares debateram o Pré-sal no painel

Parlamentares debateram o Pré-sal no painel

-

No segundo painel do seminário O Brasil e o Pré-sal – Uma nova perspectiva para o País e o Rio Grande do Sul, na tarde desta sexta-feira (4), no Teatro Dante Barone da Assembleia, o presidente do Parlamento, Ivar Pavan (PT), manifestou-se sobre importância do modelo de partilha para a sociedade brasileira. No atual modelo, a maior fatia da riqueza fica para poucas empresas, ponderou. Conforme a Constituição Federal, trata-se de uma riqueza da Nação.

Após a definição do marco regulatório, outro aspecto importante será definir critérios para o destino dos recursos da exploração do Pré-sal, em investimentos importantes, acrescentou Pavan. Segundo o presidente, não deve haver entendimento de que será apenas um agregado aos orçamentos, mas uma riqueza a ser investida estrategicamente para colocar o país num patamar desenvolvimento de primeiro mundo.

Pavan manifestou-se sobre a importância dos debates ser proporcionados pelos Legislativos brasileiros, pois a sociedade precisa participar da discussão. “Trata-se de definir qual o modelo de desenvolvimento que queremos construir”.

O deputado federal Henrique Fontana (PT/RS) afirmou que o desafio é transformar a riqueza natural em riqueza social. “Tem gente no Congresso que não quer votar a partilha, quer manter o sistema de concessão”.

Duplicação

O deputado federal Beto Albuquerque (PSB/RS), ressaltou que o Pré-sal permitirá duplicar a capacidade de reserva e exploração brasileira. “Vamos fortalecer a economia nacional na política de partilha”. Ressaltou também que o pré-sal é uma riqueza que deve ser de todos brasileiros. Além disso, parte dos recursos oriundos desta riqueza devem ser investidos em políticas para o meio ambiente e inovação tecnológica, acrescentou o parlamentar. Por fim, mencionou a importância de se pensar em energias renováveis no País.

De acordo com o deputado federal Fernando Marroni (PT/RS), o governo teve a grande ideia de propor a criação de uma empresa pública, a Petrosal. “Reestatizar a Petrobras é um sonho dos brasileiros”, ponderou. Ainda manifestou-se sobre a importância do Fundo Social para que a sociedade possa se apropriar da riqueza. E o Pré-sal aumenta o desafio do ponto de vista da matriz industrial, complementou o deputado.

O deputado estadual Alberto Oliveira (PMDB) chamou a atenção, igualmente aos outros debatedores, para a importância da discussão sobre a distribuição dos royaltes, que deve favorecer toda a Nação. O painel foi mediado por Carlos Cini Marchionatti, presidente da Ajuris.

-

http://www.al.rs.gov.br/
-

 

Mais notícias da Assembléia Legislativa sobre a segunda parte do Seminário “O Brasil e o Pré-Sal”:

Pavan propõe reflexão sobre o significado do Pré-sal para a sociedade brasileira


“O Brasil e o Pré-sal” – Primeiro Painel discute impacto do pré-sal na cadeia produtiva industrial regional

4 de dezembro de 2009

http://www.al.rs.gov.br/

-

Agência de Notícias da Assembléia Legislativa do RS

04/12/2009

SEMINÁRIO O BRASIL E O PRÉ-SAL

Ciclo econômico do Pré-sal pode favorecer a indústria gaúcha

Michele Limeira – MTB: 9733 | Agência de Notícias

Letícia Rodrigues – Edição – MTB 9373

Foto: Marco Couto / Ag AL

Painel discutiu o papel das empresas brasileiras e o potencial na indústria

Painel discutiu o papel das empresas brasileiras e o potencial na indústria

Os participantes do primeiro painel do seminário O Brasil e o Pré-sal – Uma nova perspectiva para o país e o Rio Grande do Sul avaliaram o Pré-sal como “grande desafio” que se apresenta ao Brasil. No debate, realizado esta manhã (4), no Teatro Dante Barone, da Assembleia Legislativa, os painelistas reconheceram o potencial e os diferenciais da indústria gaúcha, que pode se beneficiar do novo ciclo econômico que se desenha. O evento continua à tarde, com mais dois painéis. O presidente do Legislativo, deputado Ivar Pavan (PT), é o expositor do primeiro deles. Em seguida, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, tratará sobre a geopolítica do petróleo. Às 15h, Gabrielli concede entrevista coletiva à imprensa.

O plano de investimentos da Petrobrás, projetado para 2009 a 2013, é de U$ 174,4 bilhões, representando cerca de U$ 30 bilhões ao ano. Os números foram avaliados pelos painelistas como oportunidade para a indústria gaúcha, porém ressaltaram que existem desafios a serem superados. Segundo o expositor do painel “O papel das empresas brasileiras e o impacto na indústria”, Marcus Coester, coodenador do Comitê de Competitividade de Petróleo e Gás da Fiergs e vice-presidente da ABIMAQ, em 2008, o valor de compras da Petrobrás foi de U$ 45,2 bilhões, sendo que a participação no Estado como fornecedor ainda é baixa. “Em bens, o RS foi responsável por 1,31% das compras realizadas pela Petrobrás. Nas contratações de serviços, a participação ficou em 0,88%”, exemplificou Coester. Na sua avaliação, esses números precisam crescer e o Comitê da Fiergs trabalha com esse objetivo.

Os diferenciais da indústria gaúcha podem contribuir para avanços nesta área. Diversificação, fabricação de produtos especiais, programas de qualidade, tecnologia e pesquisa de ponta e mão de obra qualificada foram as características apontada por Coester. O vice-presidente da Fiergs, Humberto Busnello, destacou a “forte cultura empreendedora” como o principal representante do potencial dos gaúchos. “A indústria gaúcha precisa aproveitar o orçamento da Petrobrás”, frisou, lembrando que para isso é necessário “eliminar alguns gargalos”. Busnello considera necessário desonerar os investimentos para garantir a competitividade. “Precisamos de condições para que as empresas tenham desenvolvimento tecnológico”, pontuou.

“Taxar investimentos é desfavorável para competitividade”, avaliou o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, Álvaro Alves Teixeira. Para os painelistas, na questão do custo Brasil está um dos principais desafios à indústria. O coordenador do Comitê da Fiergs, Marcus Coester, explicou que para enfrentar o mercado internacional competitivo é preciso desonerar os investimentos, enfrentar a guerra fiscal e as dificuldades da isonomia da indústria gaúcha, criar programas de financiamento competitivos em nível nacional, desenvolver o marco legal, a certificação de empresas e a cadeia produtiva, dentre outros aspectos.

Classificado como “bênção para o Brasil”, o Pré-sal, segundo o presidente da Fundação de Economia e Estatística, Adelar Fochezatto, pode impactar sobre o desenvolvimento da indústria. “Os principais efeitos seriam sobre os setores diretamente ligados a cadeia produtiva do petróleo, de máquinas e equipamentos, produtos químicos, transporte, serviços industriais de utilidade pública, como energia e saneamento”, analisou.

Tecnologia

O desenvolvimento de novas tecnologias também é um dos aspectos que se sobressaiu no debate desta manhã. Segundo Marcus Coester, a Petrobrás tem tecnologia exclusiva para o desenvolvimento de pesquisas sobre o Pré-sal, o que é avaliado como uma vantagem com relação a outros países, assim como a situação do Brasil em relação à geopolítica do Atlântico Sul.

Segundo ele, as inovações tecnológicas implicam em desenvolvimento econômico, que gera desenvolvimento humano, capaz de tornar as pessoas mais criativas e inovadoras. “É um ciclo necessário para que tenhamos uma sociedade desenvolvida”, explicou.

Coester avaliou que a automação é um considerada um dos principais desafios a serem superados para viabilizar a instalação de plataformas a 300 quilômetros da costa, como exigirá a exploração da camada pré-sal.

Energia

O presidente da Fundação de Economia e Estatística, Adelar Fochezatto, reforçou a importância de investimentos em tecnologia e pesquisas e alertou para a transição pela qual passa o atual sistema energético. “Temos que ser inteligentes para não ficarmos reféns da matriz energética do petróleo”, observou. Fochezatto chamou a atenção para o desenvolvimento de uma matriz baseada na energia limpa. “O futuro passa pelas fontes de energia e sustentabilidade ambiental”, sublinhou.

Promoção

O Seminário é uma promoção da Petrobrás, organizado pela Revista Voto, com apoio institucional da Assembleia Legislativa e do Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-Sal.

-

http://www.al.rs.gov.br/

-

-

Mais notícias da Assembléia Legislativa sobre a primeira parte do Seminário “O Brasil e o Pré-Sal”:

Pavan propõe reflexão sobre o significado do Pré-sal para a sociedade brasileira

Indústria gaúcha deve se preparar para fornecer suporte à exploração em alto-mar


Petrobrás responde ao Estadão: vai seguir ABNT e priorizar equipamento nacional de maior qualidade e mais seguro

4 de dezembro de 2009

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=14591

-

Blog da Petrobrás

04/12/2009

Aquisição de equipamentos: respostas ao Estadão

-

Pergunta: Estou fazendo uma matéria sobre a nova barreira técnica da Petrobras, que vai favorecer fornecedores nacionais de máquinas e equipamentos e deixar mais complicado a entrada de equipamentos indianos e chineses. A nova norma técnica, chamada Projeto NBR 15827 vai começar com válvulas, mas a ideia é expandir para outros produtos omo motores ou bombas.

Com essa nova norma, os fornecedores de válvulas da Petrobras vão ter que buscar uma certificação do Inmetro. Dessa maneira, se tiver pelo menos três empresas com certificação na licitação, não entram empresas sem selo. Caso contrário, ainda vai entrar.

Podem tentar obter o selo fornecedores nacionais e estrangeiros, mas, enquanto fornecedores de alto nível como alemães e americanos vão cumprir as regras com facilidade, vai ficar mais difícil para chineses e indianos. Gostaria de saber se vocês querem comentar.

Resposta da Petrobrás: A Petrobras passará a adotar, ao longo de 2010, como exigência cadastral para fornecimento de determinadas válvulas para equipamentos críticos, o cumprimento da norma NBR 15827, da ABNT. Para participar de licitações para fornecimento deste tipo de material, as empresas deverão ter seu equipamento certificado por organismos certificadores acreditados pelo Inmetro. A medida visa à garantia de qualidade dos equipamentos críticos. Empresas de qualquer nacionalidade poderão participar do processo de certificação e, caso a obtenham, poderão participar das licitações para fornecimento deste tipo de válvulas para a Petrobras”.

-

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=14591

Leia a matéria publicada sobre o assunto:

Estadão “ Petrobrás cria norma que dificulta compra de máquinas importadas


Presidente da Petrobras participa de seminário sobre pré-sal em Porto Alegre

3 de dezembro de 2009

http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

3/12/2009

Presidente da Petrobras participa de seminário sobre pré-sal em Porto Alegre

Imagem: AGÊNCIA PETROBRAS

O presidente de Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, participa nesta sexta-feira (04/12), em Porto Alegre, do seminário O Brasil e o pré-sal – Uma nova perspectiva para o País e o Rio Grande do Sul. O evento representa o primeiro grande debate sobre o tema no estado gaúcho e ocorrerá no Teatro Dante Barone da Assembléia Legislativa (Praça Marechal Deodoro, 101, 1º andar, Centro).

Gabrielli estará presente na plenária A geopolítica do petróleo e a distribuição dos dividendos do pré-sal a partir das 16h. Após o debate, o presidente da Petrobras concederá coletiva de imprensa no local.

Mais informações e a programação completa do seminário O Brasil e o Pré-sal – Uma nova perspectiva para o País e o Rio Grande do Sul estão disponíveis no site http://www.revistavoto.com.br

Serviço

Seminário: “O Brasil e o pré-sal – Uma nova perspectiva para o País e o Rio Grande do Sul”

Data: 04 de dezembro de 2009

Horário: 8h30 às 18h

Local: Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa do RS – Praça Marechal Deodoro, 101, 1º andar, Centro, Porto Alegre/RS

Acompanhe a participação do presidente da Petrobras no seminário em Porto Alegre.

A Agência Petrobras de Notícias fará a transmissão ao vivo do evento.

-

http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

PRÉ-SAL na USP: Ciclo de Seminários – 01/dezembro

28 de novembro de 2009

http://professorildosauer.wordpress.com/2009/11/23/pre-sal-na-usp-ciclo-de-seminarios/

PRÉ-SAL NA USP: CICLO DE SEMINÁRIOS

Seminário de Abertura:

O CONTEXTO ENERGÉTICO, AS PERSPECTIVAS DO PRÉ-SAL E O MODELO DE ORGANIZAÇÃO DA INDÚSTRIA NO BRASIL

e

INAUGURAÇÃO DO NÓ-USP DA REDE GALILEU – Tanque de Provas Numérico – Depto. Engenharia Naval e Oceânica da Escola Politécnica da USP

01 de dezembro de 2009

Edifício Engenheiro Mário Covas Jr. – Prédio da Administração – EPUSP

Av. Prof. Luciano Gualberto, Trav.3, n° 380

Cidade Universitária – São Paulo – SP

Inscrições em: http://www.iea.usp.br/inscricao/form8.html

Também pode ser visto ao vivo pelo IPTV em: http://www.iptv.usp.br

Patrocínio: PETROBRAS

Programação

12h00 Credenciamento

13h30 Abertura e Cerimônia de Inauguração do Tanque de Provas Numérico

14h00 Seminário de Abertura do Ciclo: O Contexto Energético e as Perspectivas do Pré-Sal e o Modelo de Organização da Indústria no Brasil

A Energia no Mundo Atual e o Pré-Sal

José Goldemberg, Programa de Pós-Graduação em Energia da USP, IEE/USP

14h30 O Cenário Energético Mundial e as Novas Descobertas de Petróleo

Nebojsa Nakicenovic, Diretor do Global Energy Assessment

15h00 Mercado Mundial de Petróleo

James L. Williamns, WTRG Economics, USA

15h30 Os Modelos de Organização da Indústria do Petróleo e as Propostas para o Pré-Sal

Adilson de Oliveira, Instituto de Economia, UFRJ

16h00 Os Modelos de Organização da Indústria do Petróleo e as Propostas para o Pré-Sal

Ildo Luis Sauer, Programa de Pós-Graduação em Energia da USP, IEE/USP

16h30 A Petrobras e o Pré-Sal

José Sergio Gabrielli de Azevedo, Presidente da Petrobras

17h00 Debates

18h30 Encerramento

http://professorildosauer.wordpress.com/2009/11/23/pre-sal-na-usp-ciclo-de-seminarios/

Sul do País terá investimento de US$ 10 bilhões até 2013

27 de novembro de 2009

http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

-

Agência Petrobras de Notícias

27/11/2009

Sul do País terá investimento de US$ 10 bilhões até 2013

-

Foto: AGÊNCIA PETROBRAS
27/11/2009-Abertura do Seminário O Pré-sal e Santa Catarina

-

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, participou na tarde desta sexta-feira (27/11) do ciclo de seminários "O pré-sal e Santa Catarina", realizado em Joinville (SC). Na ocasião Gabrielli destacou os principais pontos da proposta para o marco regulatório do pré-sal, além de detalhar os impactos dos investimentos previstos no Plano de Negócios da Companhia (2009-2013) para o estado.

Segundo Gabrielli, "dos US$ 174 bilhões que serão investidos pela Petrobras até 2013, cerca de US$ 10 bilhões serão destinados aos estados do Sul do país. Com isso, a previsão de geração de empregos na região é de aproximadamente 22 mil diretos e outros 29 mil indiretos ligados ao setor de petróleo e gás". O presidente da Petrobras destacou ainda que nos primeiros nove meses deste ano a Companhia investiu R$ 50 bilhões, sempre com preocupação em fortalecer a indústria nacional. "Seguindo nossa política de conteúdo nacional, do total de investimentos feitos em 2009 até agora, 74% foram aplicados internamente", ressaltou Gabrielli. Questionado sobre a possível instalação de um Terminal de Regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL) em Santa Catarina, Gabrielli ponderou que a questão ainda está em estudo pela Companhia.

Com relação ao novo marco regulatório, Gabrielli apresentou as principais diferenças entre os modelos de concessão e partilha de produção que estão em estudo pelo Congresso Nacional. Ele lembrou que no modelo de concessão a empresa concessionária é dona do petróleo após a retirada do subsolo, enquanto no novo modelo proposto, os ganhos são divididos entre União e empresas, o que representaria uma redivisão dos ganhos em virtude do baixo risco exploratório.

O presidente destacou, ainda, que a Petrobras é a maior operadora nos blocos do pré-sal já concedidos (28% do total). “O operador é a empresa responsável pelas decisões técnicas, pelas decisões de projeto. A Petrobras é quem mais conhece o pré-sal brasileiro e como operadora única garantirá que todo o conhecimento adquirido com a exploração fique em poder do povo brasileiro", afirmou.

Clique aqui e confira mais informações sobre o evento.

-

http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

-


O economista de Alckmin e o pré-sal

23 de novembro de 2009

http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/23/o-economista-de-alckmin-e-o-pre-sal/#more-39547

-

Coluna do Luis Nassif

23/11/2009

O economista de Alckmin e o pré-sal

Luis Nassif

-

Um dos sofismas mais comuns aos cabeças de planilha é levantar UMA relação causal – em qualquer análise -, superestimá-la, como se fosse a única,e não relativizá-la (não mostrando seu peso específico) a fim de poder trabalhar na sua dramatização.

Na semana passada, o Márcio Garcia – PUC-RJ – escreveu um artigo sobre a desvalorização do câmbio. Em suma dizia que se desvalorizar o câmbio, se aquecer a economia, se não houver infraestrutura, bate-se no PIB potencial e explode a inflação. É assim, simples, lembrando uma diretora de escola que suspendeu um aluno que colocou uma galinha no porta-mala: se hoje coloca uma galinha, amanhã colocará uma criança. É como se a economia tomasse um rumo inevitável, sem gradações, sem contrapesos, na direção única do abismo.

Agora é o incrível Samuel Pessôa – o economista que deu o nó no cérebro do Geraldo Alckmin, tornando-se responsável por suas idéias econômicas nas últimas eleições – que prevê um desastre para o país se se decidir tocar o Pré-Sal com maioria de fornecedores internos. Ou seja, uma política que gere industrialização, emprego, aumento da receita tributária, desenvolvimento tecnológico…. poderá acabar com o Brasil. Me lembra o jornalista americano do jornal Rio News que, no início do século, já falava sobre essa fantástica lógica ortodoxa-kantiana dos economistas brasileiros, já na época de Joaquim Murtinho: eles propõem o contrário de tudo o que fizemos nos EUA e dizem que, se fizerem assim, conseguirão o desenvolvimento.

É uma lógica surrealista a dele. Confira na matéria. Que, aliás, comprova que, nos últimos anos, o outroa respeitado IBRE-FGV se transformou em uma colcha de retalhos de refrões econômicos.

Do Valor Econômico

Ambição com o pré-sal pode virar desastre, diz Pessôa

Leia mais – Texto comentado por Luis Nassif  – »

Leia o resto deste post »


Diretor da Petrobras fala em conferência sobre crédito para cadeia de fornecedores

23 de novembro de 2009

http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

-

Agência Petrobras de Notícias

23/11/2009

Diretor fala sobre crédito para cadeia de fornecedores

-

Foto: AGÊNCIA PETROBRAS

23/11/2009-Conferência O Pré-Sal e a Indústria Brasileira – Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa, participa do evento

-

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa, participou na manhã dessa segunda-feira (23/11), da Conferência “O Pré-Sal e a Indústria Brasileira” realizada no auditório da Firjan. Barbassa falou dos investimentos realizados pela Companhia e da necessidade de se facilitar o acesso dos fornecedores aos financiamentos. “Estamos trabalhando no sentido de facilitar a condição para a empresa brasileira obter recursos. Pretendemos fazer com que os grandes contratos da Petrobras se desdobrem para a segunda, terceira e até a quarta geração de fornecedores”.

Segundo Barbassa um modelo já está em teste no sentido da viabilidade junto ao sistema bancário. Pelo modelo, um crédito Petrobras ficaria disponível para cada um dos fornecedores da cadeia, para que eles conseguissem alavancar recursos. “Um fornecedor de um estaleiro, por exemplo, com acesso ao crédito Petrobras poderia conseguir recursos baseado nesse crédito. Para esse financiamento é necessário um contrato de longo prazo. Quanto mais longo for o contrato, mais fácil será para obter o financiamento”.

O diretor também falou sobre a necessidade constante de se realizar investimentos em pesquisa e desenvolvimento para a produção de petróleo com menores custos. “Temos muitos desafios. Mas também temos respostas bastante positivas dadas pela própria indústria que já está instalando centros de pesquisas no Brasil para estudos direcionados ao pré-sal. Estamos convidando a indústria para participar desse desafio com a Petrobras para que possamos desenvolver com eficiência e garantir a maior rentabilidade para a população brasileira e todos os acionistas da Companhia”, finalizou Barbassa.

-
http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

Petrobras participa de conferência sobre pré-sal no Rio de Janeiro nesta segunda, 23 de novembro

22 de novembro de 2009

http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

-

Agência Petrobrás de Notícias

22/11/2009

Petrobras participa de conferência sobre pré-sal no Rio de Janeiro – 23 de novembro

-

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa, participa da abertura da conferência “O Pré-Sal e a Indústria Brasileira”, organizada pelo Jornal do Brasil e pelos sites JB Online e Investimentos e Notícias, nesta segunda-feira (23/11), no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), às 8h30.

Às 15h40, o presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, participa do painel “Pré-Sal: A Nova Regulação”.

Serviço

Evento: Conferência “O Pré-Sal e a Indústria Brasileira”

Local: Auditório da Firjan – Avenida Graça Aranha nº 1, 13º andar – Centro – Rio de Janeiro

Data: 23 de novembro

Horário: 8h30

-

http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

O estaleiro Brasfels moderniza navios-sonda da Noble

19 de novembro de 2009

http://www.energiahoje.com/

-

Energia Hoje

19/11/2009 

Brasfels moderniza sondas da Noble

Felipe Maciel

-

A Keppel Fels Brasil está concluindo uma negociação com a Noble Corporation para obras de modernização dos navios-sondas Noble Leo Segerius, Noble Roger Eason e Noble Murvalenko. Dois contratos já foram fechados e terceiro deve ser concluído nos próximos dias. A negociação prevê que as obras sejam realizadas na carreira 3 do Estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis.

A Noble já havia fechado contrato no valor de US$ 146 milhões com a Aker Solution para o fornecimento do pacote completo de equipamentos de perfuração, incluindo a torre de perfuração, para o upgrade dos navios-sondas. Os primeiros equipamentos devem ser entregues no início de 2010.

Todos os navios-sondas estão operando para a Petrobras. A Noble Roger Eason tem uma taxa diária de cerca de US$ 400 mil. A Noble Leo Segerius foi afretada a uma taxa de US$ 345 mil/dia e Noble Muravlenko, por US$ 330 mil/dia.

-

http://www.energiahoje.com/

Diretor de Exploração e Produção da Petrobras apresenta palestra sobre pré-sal na FGV

17 de novembro de 2009

http://www.blogspetrobras.com.br/

-

Blog da Petrobras

17 de novembro de 2009

Diretor de Exploração e Produção fala sobre pré-sal na FGV

-

Foto: Agência Petrobrás
17/11/2009-Seminário Pré-Sal: Aspectos Técnicos e Repercussões sobre as Atividades Econômicas de Bens e Serviços, promovido pela Fundação Getúlio Vargas – Diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella

O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, apresentou a palestra “Pré-sal: aspectos técnicos e repercussões sobre as atividades econômicas de bens e serviços” nesta terça-feira (17/11), na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Apresentando as previsões do aumento da produção da Companhia com o pré-sal, o diretor ilustrou as oportunidades para a indústria nacional, a geração de empregos e o caráter estratégico que as descobertas representam para o País.

Estrella garantiu que a Petrobras está apta a ser a  operadora única  no pré-sal e nas áreas estratégicas. Na sua opinião, ao designar a Companhia como operadora em todos os campos, o governo assegura o compromisso com o desenvolvimento nacional, por meio das encomendas à indústria brasileira e do incentivo à engenharia e às universidades nacionais. “O operador tem uma vantagem competitiva gigantesca e, ao mesmo tempo, cria escala. Isso diminui custos”, argumentou.

O diretor usou como exemplo a demanda por equipamentos, barcos de apoio e navios de grande porte, além de listar os benefícios para a sociedade brasileira, como a formação de mão de obra especializada, a forte integração da Petrobras com universidades e centros de pesquisa e a valorização da engenharia nacional.

De acordo com Estrella, a tecnologia para produzir petróleo e gás no pré-sal já existe. Os desafios de logística para produzir em campos de até 300 quilômetros de distância estão sendo estudados pela Companhia. “Estamos apenas fazendo ajustes às nossas necessidades. A tecnologia está dominada”, disse, acrescentando que o projeto-piloto de Tupi, na Bacia de Santos, deve entrar em operação em dezembro de 2010.

Outros desafios mencionados pelo diretor são a automação das plataformas, que deverão ser cada vez menos habitadas, e a adoção de novos materiais para os equipamentos offshore. Sobre o escoamento do gás produzido no pré-sal, o executivo afirmou que o campo de Tupi será ligado à plataforma de Mexilhão. Posteriormente, o gás irá para a planta de Caraguatatuba.

Estrella destacou ainda que dos US$ 104,6 bilhões destinados à área de Exploração e Produção, no Brasil e no exterior, conforme o Plano de Negócios 2009-2013, 17% (US$ 18,8 bilhões) serão voltados ao pré-sal da Bacia de Santos. A previsão é de que a Petrobras produza, apenas no pré-sal, 219 mil barris de óleo equivalente em 2013, e 1,8 milhão de barris em 2020.

-

http://www.blogspetrobras.com.br/

Rolls-Royce estuda nova base no país

6 de novembro de 2009

http://www.energiahoje.com/online/mercado/servicos/2009/11/06/397641/rolls-royce-estuda-nova-base-no-pais.html

EnergiaHoje

06/11/2009 

Rolls-Royce estuda nova base no país

Felipe Maciel

-

A Rolls-Royce já considera a possibilidade de construir um segundo Centro de Serviços Marítimos no Brasil. A estratégia da empresa britânica é acompanhar o crescimento da demanda por serviços que a indústria brasileira deve gerar nos próximos dez anos.

Ainda não existe uma locação definida para uma nova base da empresa no país, já que os estudos são iniciais. A logística de atendimento a clientes em outros países da América do Sul será levada em consideração pela empresa britânica nos estudos.

“As perspectivas de negócios na América do Sul são bastante positivas. No mundo, o Brasil é um dos poucos países com potencial de crescimento no mercado de serviço. Esperamos um grande crescimento no setor marítimo para o Brasil”, afirmou o vice-presidente de Serviços da Rolls-Royce para a América do Sul, Laudio Nogues.

Primeira base é inaugurada

A Rolls-Royce inaugurou nesta sexta-feira (6/11) seu primeiro Centro de Serviços Marítimos no país, instalado no município de Niterói (RJ). Com investimentos da ordem de R$ 15 milhões, a nova instalação fornecerá serviços de apoio a clientes e conta com uma área de oficina de 2.100 m².

A empresa já trabalha na segunda etapa do empreendimento, que contempla investimentos da ordem de R$ 20 milhões para a construção de um cais para reparo de navios de apoio e também uma nova estrada de acesso a base. O novo cais terá 130 m de comprimento e calado de 9 m, após dragagem.

“A expansão da nossa rede global de centros de serviços é fundamental para o maior desenvolvimento de nossa capacidade de suporte aos clientes. Aqui no Brasil, isso é predominantemente focado no crescente setor offshore”, afirmou o presidente da Rolls-Royce Marine, John Paterson.

http://www.energiahoje.com/online/mercado/servicos/2009/11/06/397641/rolls-royce-estuda-nova-base-no-pais.html

Usiminas investe R$ 1 bilhão para atender demanda do pré-sal

28 de outubro de 2009

Estado de Minas
27/10/2009

Usiminas investe R$ 1 bilhão pelo pré-sal

Empresa, que lucrou 23% a mais no terceiro trimestre, quer disputar o mercado aberto pela exploração da camada

Marta Vieira

Produção da Usiminas em Ipatinga: por enquanto, siderúrgica mantém suspensos investimentos em expansão

 

Para disputar com aços de alta resistência o aumento do consumo da matéria-prima nos setores de petróleo e gás e na indústria naval, a Usiminas vai investir R$ 1 bilhão nos próximos três meses em projetos que ficaram a salvo das fortes medidas de ajuste adotadas pela siderúrgica depois da crise financeira mundial. Entre as principais obras mantidas, a unidade de Ipatinga está sendo preparada para atender exigências do programa de exploração da camada pré-sal, e a Cosipa, de Cubatão (SP), dá continuidade à instalação de um laminador de tiras a quente.

Apesar da recuperação da produção e das vendas no terceiro trimestre, o presidente da siderúrgica, Marco Antônio Castello Branco, disse ontem, que permanecem suspensos os planos para a construção de uma usina de placas em Santana do Paraíso, no Vale do Rio Doce.

Segundo o executivo, ao contrário de outras empresas do setor como a Gerdau, que anunciou esta semana a retomada de investimentos, a Usiminas não vê motivo suficiente para tocar projetos de expansão da sua capacidade produtiva. A reação do mercado brasileiro, de acordo com Castello Branco, tem se mostrado de forma sistemática nos últimos meses, mas de forma vagarosa.

“Achamos prematuro tomar essa medida. O cenário econômico, particularmente o cenário brasileiro, não está muito claro para nós. Estamos saindo de um período de reestocagem depois da queda muito grande do consumo”, afirmou, durante entrevista para divulgação dos resultados da siderúrgica de julho a setembro.

O projeto da nova usina só será reavaliado no fim do primeiro semestre do ano que vem. Embora a usina de Ipatinga esteja trabalhando a um ritmo de 80% da sua capacidade de produção de 12 mil toneladas por dia, também não há perspectiva de religamento do alto-forno 1. O equipamento ficará desligado em boa parte de 2010, na avaliação do presidente da siderúrgica, tendo em vista o consumo superior à produção de aço não só no Brasil, como no mundo. Para Castello Branco, o mercado brasileiro só voltará aos níveis pré-crise em meados de 2011 e início de 2012.

“Não são todos os setores que estão vendo a recuperação”, disse o executivo. Ele estima que a demanda por aço crescerá no Brasil para 22,5 milhões de toneladas em 2010, ante 20,8 milhões de toneladas neste ano, mas diante de excedentes de produção. Não é por outro motivo que a siderúrgica decidiu dar prioridade a investimentos para aumentar o valor de seus produtos. A Usiminas deve encerrar 2009 com desembolso de R$ 2,3 bilhões.

No terceiro trimestre as vendas da siderúrgica somaram 1,7 milhão de toneladas, sendo 1,1 milhão destinado ao mercado brasileiro, resultado que significou crescimento de 23% frente ao período de abril a junho. As exportações também se recuperaram, contribuindo para o balanço com crescimento de 109% ante o segundo trimestre. Tanto a receita líquida, de R$ 2,86 bilhões de julho a setembro, quanto o lucro líquido de R$ 454 milhões nesses meses mostraram crescimento, de 19% e 23%, respectivamente, frente ao trimestre anterior.

A performance da companhia de janeiro a setembro, no entanto, reflete os efeitos do baque no consumo de aço. Nos nove meses do ano, a receita líquida de R$ 11,98 bilhões ficou 34% abaixo da do terceiro trimestre de 2008, ante a redução das vendas e os descontos de preços que a siderúrgica se viu obrigada a negociar com seus clientes. O lucro líquido, de R$ 711 milhões, diminuiu 69% em comparação aos três primeiros trimestres do ano passado.

Anglo American

O grupo de mineração Anglo American anunciou ontem uma reestruturação que reduzirá um quarto dos empregados, com a demissão de 2,7 mil, e poupará US$ 120 milhões por ano. Informou também a criação de sete unidades descentralizadas de negócios. Duas das novas unidades teriam como base o Brasil, uma de minério de ferro e uma de níquel; três na África do Sul, a de platina, outra de minério e uma de carvão, enquanto outra unidade de cobre seria no Chile e a de cobre metalúrgico na Austrália.


Etapa do Projeto de Turbina Aeronáutica de Pequena Potência de 5000 N (TAPP 5000) é concluída com sucesso

20 de agosto de 2009

Instituto de Aeronáutica e Espaço – IAE

20/08/2009

Etapa do Projeto de Turbina Aeronáutica de Pequena Potência de 5000 N (TAPP 5000) é concluída com sucesso

Contribuição: Divisão de Propulsão Aeronáutica

http://www.iae.cta.br/noticias/20082009_etapa_projeto_turbina_aeronautica.php

-

Figura 1: Duto de escapamento de gases do banco da TAPP.

-

Uma importante etapa de implantação da infraestrutura de ensaios do projeto TAPP 5000 (Turbina Aeronáutica de Pequena Potência de 5.000 N de empuxo) foi concluída com sucesso, no dia 21 de julho de 2009, através da especificação, da fabricação e da montagem do duto de escapamento de gases de combustão (figura 1) do banco de ensaios da Divisão de Propulsão Aeronáutica (APA) do IAE. A idealização do banco de ensaios completo é apresentada na figura 2, onde se pode identificar o posicionamento do duto de escapamento.

Entenda o Projeto TAPP 5000

O projeto TAPP 5000 tem como objetivo desenvolver e fabricar um modelo de engenharia de um turborreator para utilização em aeronaves não-tripuladas que pesem até 1,5 toneladas. Atualmente, a TAPP encontrando-se em fase de fabricação do primeiro motor pela empresa TGM Turbinas, parceira do projeto por meio da FINEP.

Iniciado formalmente em novembro de 2005, está previsto no cronograma do projeto TAPP 5000 a conclusão da montagem e a instalação do primeiro protótipo no banco de ensaios (figura 2) até o final de 2009, quando se iniciarão os ensaios de desenvolvimento. Até a conclusão do projeto, previsto para dezembro de 2010, serão construídos dois dos protótipos da TAPP.

-

Figura 2: Idealização do banco de ensaios completo da TAPP

Figura 2: Idealização do banco de ensaios completo da TAPP.

-

A TAPP é composta por um compressor axial com cinco estágios, uma câmara de combustão anular de fluxo direto e uma turbina axial de um único estágio, conforme a ilustração da figura 3.

-

Figura 3: Idealização da TAPP

-

De Olho na História

O projeto TAPP é a terceira turbina aeronáutica desenvolvida pela APA. Historicamente, o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), por meio da Divisão de Propulsão Aeronáutica, tem conduzido um programa de turbomotores desde a década de 1970. Tal programa permite o domínio da tecnologia de concepção, desenvolvimento, fabricação, ensaios, operação e utilização destes motores.

Dentro do programa de turbomotores (ou turbinas a gás), destacam-se os projetos aeronáuticos: 1) Projeto Parayba I: projeto, fabricação e homologação de unidade aerotransportável para partida da aeronave AT-26 Xavante (1976); 2) Projeto TJ-2: concepção, projeto e construção de modelos experimentais de um turbojato de 320 N de empuxo (1983), financiado pela CBT – Companhia Brasileira de Tratores e pelo COMAER; e 3) Projeto TPP 1000 (TJ-10): concepção e projeto de modelos experimentais de um turbojato de 1000 N de empuxo (1984), financiado pela FINEP-FNDCT. Estas duas últimas turbinas aeronáuticas mereceram a publicação de artigo em revista internacional da American Society of Mechanical Engineers (ASME 90GT196).

A TJ-2 foi, portanto, a primeira turbina a gás aeronáutica concebida e fabricada no Brasil. A TJ-2 funcionou com querosene de aviação (QAV-1), álcool hidratado, GLP, GNV e fez os primeiros ensaios com os combustíveis experimentais Prozene e Prodiesel. Após sua fabricação, a TJ-2 foi instalada no Veículo Aéreo Não-Tripulado (VANT) da CBT (figura 4) onde executou corrida em pista na cidade de São Carlos – S.P.

-

Figura 4: TJ-2, a primeira turbina aeronáutica do Brasil, instalada no VANT da extinta CBT, que executou corrida em pista na década de 80

Figura 4: TJ-2, a primeira turbina aeronáutica do Brasil, instalada no VANT da extinta CBT, que executou corrida em pista na década de 80

-

http://www.iae.cta.br/noticias/20082009_etapa_projeto_turbina_aeronautica.php

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.467 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: