Petróleo fecha perto dos US$ 91; operadores prevêem queda nos juros


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FOLHA Online
28/01/2008

Petróleo fecha perto dos US$ 91; operadores prevêem queda nos juros

da Efe, em Nova York

O barril do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) manteve hoje sua tendência de alta e fechou o dia perto dos US$ 91, frente a um aumento da expectativa de que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) reduza na próxima quarta a taxa básica de juros nos Estados Unidos.

Ao término da sessão regular na Bolsa Mercantil de Nova York (NYMEX), os contratos do WTI para entrega em março ficaram em US$ 90,99 o barril (159 litros), após avançarem 0,28 com relação ao preço da última sexta.

Com a alta de hoje, os contratos do WTI começam a semana com um preço muito similar ao de sexta (US$ 90,71), embora quase US$ 10 mais baratos que no começo do ano, quando chegaram a atingir US$ 100.

Os contratos da gasolina para entrega em fevereiro também subiram hoje (US$ 0,71), para US$ 2,3253 o galão (3,78 litros).

O gasóleo de calefação para esse mês fechou o dia a US$ 2,5265 o galão, enquanto os de gás natural terminaram a US$ 8,09 por mil pés cúbicos, US$ 0,11 mais caros que no pregão anterior.

Wall Street aposta que na próxima quarta-feira o Fed anuncie um novo corte nos juros para evitar que a economia americana entre em recessão, depois de na semana passada tê-los recuado de forma extraordinária em 0,75 ponto percentual, para 3,5%.

O barril do petróleo do tipo Brent, de referência na Europa, fechou hoje em US$ 91,38 na Bolsa Intercontinental de Futuros (ICE Futures, em inglês), US$ 0,48 a mais que no pregão anterior.

O petróleo do Mar do Norte encerrou o pregão no terreno positivo, embora tenha chegado a retroceder durante o dia, influenciado pela queda das bolsas asiáticas e pela divulgação de um relatório da Goldman Sachs que alerta sobre uma possível recessão no Japão.

A cotação do petróleo também se viu impulsionada hoje pela depreciação do dólar frente a outras grandes divisas, o que barateia o investimento na commodity e em outras matérias-primas negociadas por meio da moeda americana.

Esse foi o caso também do ouro, cujo preço bateu hoje novo recorde em Nova York, ao subir 1,8%, para US$ 927,1 a onça, sob influência ainda da suspensão das atividades de dois grupos mineradores da África do Sul, país que é o segundo maior produtor do metal.

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