Petrobras e Vale firmam acordo para exploração de blocos no ES

25 de junho de 2009

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u586193.shtml
25/06/2009

Petrobras e Vale firmam acordo para exploração de blocos no ES

CIRILO JUNIOR

da Folha Online, no Rio

A Petrobras e a Vale anunciaram nesta quinta-feira acordo para exploração de gás natural em três blocos petrolíferos no Espírito Santo. As duas principais empresas do país firmaram memorando para atuar de forma conjunta em três blocos situados na concessão BM-ES-22, no litoral norte do Estado.

Essas áreas foram adquiridas pela Petrobras na sexta rodada de licitações da ANP (Agência Nacional do Petróleo), realizada em 2005. A negociação ainda precisa ser aprovada pela ANP. Os blocos estão situados entre mil e 2 mil de profundidade, na região acima da camada do “pré-sal”.

Segundo o presidente da Vale, Roger Agnelli, a empresa terá condições de absorver o gás que será extraído dos blocos em questão. Ele informou que a companhia detém participação na concessão de 26 blocos, sendo em 22, tem parceria com a Petrobras.

“É melhor garantir o consumo local do que ficar levando gás de um lado para o outro. É mais vantajoso para todos”, afirmou.

Para o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, a parceria permite repartir o risco exploratório com um grande consumidor de gás. Ele ressaltou que a união entre as empresas prevê apenas a parte exploratória do projeto. As condições de comercialização e distribuição do suposto gás natural ainda não foi tratada, garantiu.

“A Vale será um sócio importante numa parceria de longo prazo”, comentou.

Se o acordo for aprovado pela ANP, a Petrobras terá 75% do bloco, com os 25% restantes para a Vale.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u586193.shtml

Petrobras Empowers Turkey

10 de junho de 2009

http://www.isn.ethz.ch/isn/Current-Affairs/Security-Watch/Detail/?id=101445&lng=en
10 Jun 2009

Petrobras Empowers Turkey

Samuel Logan

for ISN Security Watch

The Brazilian president signs a deal with Turkey placing Petrobras at the forefront of Ankara’s future as a major energy hub, Samuel Logan comments for ISN Security Watch.

Brazilian President Luis Inacio “Lula” da Silva capped his three-country tour in late May with a three-day visit to Turkey. The first Brazilian president ever to visit Turkey, Lula arrived with an entourage of businessmen and diplomats.

This last stop cemented a successful foreign policy and trade tour in an unlikely, yet potentially powerful, partner.

Turkey is a rising star on Europe’s eastern flank. Long respected as a cornerstone partner within NATO, Turkey rests on the saddle between Europe and the Middle East. Apart from control over strategic access between the Black Sea and the Mediterranean, Turkey seeks to become a major energy hub for Middle Eastern and Central Asian oil and natural gas destined for European markets.

Enter Brazil. During Lula’s recent series of meetings in Turkey, Brazilian energy company Petrobras inked a deal with Turkey’s national oil company, Turkey Petroleum Corporation (TPAO). Due to Petrobras’ drilling and extraction experience in deep-sea environments, the Brazilian company is well poised to assist TPAO with a series of projects in the Black Sea. Together, the companies expect to invest as much as $800 million in a joint venture that should begin drilling by early 2010.

This deal enables Turkey to absorb the technological capabilities required to tap off-shore reserves, and possibly extend its presence and influence, across the Balkans and Caucasus. Brazil has effectively assisted the country to move towards energy independence while increasing its profile within regional energy markets.

The recent deal with Turkey expands Petrobras’ presence in the region, and over time will go a long way towards establishing the company as one of the world’s leading energy firms, rather than a national oil company.

As the final days of Lula’s second presidential term approach, his focus remains on using trade partnerships and energy deals to raise Brazil’s international profile.

Turkey’s trade with Brazil hovers at $1.5 billion a year: a low number that gives both countries room to grow. Brazil, however, remains Turkey’s top trading partner in Latin America, and once established, the Turkish consulate in Sao Paulo and a Brazilian consulate in Istanbul will be well placed to support plans for expanded cultural ties.

Already, Turkish Airlines flies routes from Istanbul to Sao Paulo.

Back in Brazil, Lula commented on his recent visits to Saudi Arabia, China and Turkey during his weekly radio show, “Breakfast with the President.” Brazil cannot wait for the buyers to knock on its door, Lula said. “We sellers must go and knock on others’ doors.”

It is a strategy that will likely take Lula into regions where previous Brazilian presidents have not had the time nor the political will to visit. Lula, however, sees himself as an international diplomat and as Brazil’s best representative on the international stage. Fortunately for Turkey, Lula brought Petrobras along with him. As a global energy company, Petrobras will remain Lula’s fulcrum for leveraging Brazil’s reach and influence around the world.

Samuel Logan is an investigative journalist and author of This is for the Mara Salvatrucha: Inside the MS-13, America’s Most Violent Gang, (relased by Hyperion in summer 2009). He is the founder of Southern Pulse | Networked Intelligence, and has reported on security, energy, politics, economics, organized crime, terrorism and black markets in Latin America since 1999. He is a senior writer for ISN Security Watch.

The views and opinions expressed herein are those of the author only, not the International Relations and Security Network (ISN).

Publisher: International Relations and Security Network (ISN)

International Relations and Security Network (ISN)

http://www.isn.ethz.ch/isn/Current-Affairs/Security-Watch/Detail/?id=101445&lng=en

Com pré-sal, ANP deve perder ainda mais poder

5 de junho de 2009

http://www.biodieselbr.com/noticias/energia/pre-sal-anp-perder-poder-05-06-09.htm

Valor Econômico

sexta, 05 junho 2009

Com pré-sal, ANP deve perder ainda mais poder

Cláudia Schüffner


Conferência BiodieselBR

Nascida forte, sob o comando de David Zylbersztajn, um executivo com formação técnica que tinha linha direta com o então presidente da República Fernando Henrique Cardoso, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) hoje vive uma fase complicada, com pouca autonomia e transparência, objeto da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar a Petrobras e sob o risco de que a regulamentação do pré-sal reduza ainda mais seus poderes.

Na CPI, será investigado o pagamento de R$ 178 milhões a usineiros, em processo que tramitou em tempo recorde e pago em dinheiro e não em precatórios, como é comum em dívidas da União. A ANP alega que o acordo reduziu a dívida em R$ 80 milhões. Outra investigação da CPI se dará sobre supostos privilégios concedidos pelo diretor Victor Martins a prefeituras que se beneficiaram de mais repasse de royalties sobre a produção de petróleo. Nesse caso, há quem suspeite que o envolvimento de Martins, baseado em dossiê apócrifo, teria o objetivo de atingir o irmão do diretor, Franklin Martins, ministro da Comunicação Social do governo Lula.

Atualmente, a ANP tem pouca participação nas decisões do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), o órgão de Estado responsável pela elaboração das políticas setoriais e que ganhou vida no governo do PT. A avaliação de experiente executivo do setor, que pede para não ser identificado, é que a ANP perdeu terreno e sequer tem ascendência técnica sobre a maioria das decisões sobre o setor, todas tomadas em Brasília. Outro executivo lembra que a politização começou no governo FHC, com a nomeação do ex-embaixador Sebastião do Rêgo Barros.

Um exemplo da chamada “inoperância” da ANP, lembrada por executivos do setor, é o desfecho da 8ª Rodada de Licitações, interrompida em 2006 por uma liminar que suspendia a regra que limitava o número de ofertas feitas por cada empresa. Na prática essa regra restringia a participação da Petrobras no leilão, e por causa dela a rodada foi suspensa e nunca retomada.

“A ANP é muito pouco ouvida nas tomadas de decisão. Esse é um fato político. Mas a agência não é um órgão político, é um órgão de Estado para regular o setor (petróleo, gás e biocombustíveis) e fazer com que as leis e regulações sejam cumpridas pelos concessionárias”, avalia o executivo de uma grande empresa estrangeira.

O diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, já manifestou sua interpretação de que a rodada já poderia ter sido retomada, mas como inclui blocos no pré-sal da bacia de Santos, a possibilidade é cada vez mais remota. Por decisão do CNPE, não foram oferecidas áreas no mar nas últimas rodadas de licitações. A decisão é fortemente criticada por agentes do setor. Há um ano e oito meses em discussão por uma comissão interministerial, as regras para exploração do pré-sal atrasam a agência, que não sabe quando, e se, haverá a 11ª Rodada de Licitações, já que não há data marcada para o leilão de 2009.

Pouco se sabe também sobre o papel reservado à agência dentro da nova regulamentação para o pré-sal que está sendo preparada para aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Wagner Freire, presidente da Associação Brasileira de Produtores Independentes de Petróleo, gostaria de ver a agência valorizada e estimulada, ao invés do “esvaziamento progressivo” do qual acha que ela tem padecido. “O processo exploratório parou no Brasil e isso não é bom para as gerações futuras”, critica Freire, no setor há 45 anos.

Álvaro Teixeira, secretário executivo do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), prefere não comentar a CPI. “Para a indústria interessa ter uma agência forte e independente financeiramente. Isso é extremamente importante para o diálogo, é importante que ela tenha poder de decisão”, afirma Teixeira.

Para ele, a ANP mostrou independência ao negar recentemente pedido da Petrobras para extensão por mais quatro anos do prazo exploratório de alguns blocos no pré-sal, incluindo Tupi. Para o executivo do IBP o modelo ideal de de agência reguladora do setor de petróleo é o seguinte: “ANP tem que ser condutora, com independência, da decisão que é política. E, obviamente, hoje ela está debaixo do CNPE, onde as decisões são soberanas”.

Cláudia Schüffner

http://www.biodieselbr.com/noticias/energia/pre-sal-anp-perder-poder-05-06-09.htm

Petrobras anuncia contratação por afretamento de 12 sondas de perfuração ao custo de US$ 8 bilhões

4 de junho de 2009

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/04/materia.2008-06-04.9377923477/view

Agência Brasil

4 de Junho de 2008

Petrobras anuncia contratação por afretamento de 12 sondas de perfuração ao custo de US$ 8 bilhões

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Petrobras anunciou hoje (04) ter fechado os contratos para o afretamento das doze primeiras sondas, de um total de 40 unidades de perfuração para utilização em águas ultra-profundas, que serão colocadas em operação até 2017. Segundo o diretor financeiro da estatal, Almir Barbassa, as doze sondas custarão cerca de US$ 8 bilhões – dez das quais serão construídas por empresas brasileiras.

Barbassa informou que as unidades, que entrarão em operação até 2012, custarão em média cerca de US$ 600 a US$ 700 milhões, mas que, para a empresa, o que importa é o valor dos contratos de afretamento. “Para nós, o que importa é o valor do afretamento, que foi uma taxa bem abaixo da praticada pelo mercado. Enquanto o mercado está falando em US$ 600 a US$ 700 mil por dia de afretamento, nós ficamos na faixa de US$ 400 a US$ 450. Isto é um diferencial fantástico para a empresa”, disse Barbassa.

As unidades vão operar em águas entre 2.400 a 3.000 metros de profundidade. Todas as doze sondas serão construídas fora do país, uma vez que, mesmo as dez que foram contratadas junto a empresas nacionais, terão que ser fabricadas no exterior, porque não há, ainda, instalações suficientes no país para que o trabalho possa ser feito no Brasil.

As doze primeiras sondas fazem parte da primeira fase do plano de contratação de 40 unidades de perfuração, que a empresa vai afretar para entrar em operação até 2017. A princípio, todas as outras 28 sondas serão construídas no país, gerando emprego e renda para brasileiros.

As informações de Almir Barbassa foram dadas durante almoço-palestra na sede do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef). Barbassa, adiantou, na oportunidade, que entre 2009 e 2012 a Petrobrás estará recebendo 29 novas sondas, das quais 23 poderão ser alocadas na região do pré-sal, onde desde novembro a Petrobras já anunciou a descoberta de quatro novos campos de produção.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/04/materia.2008-06-04.9377923477/view

PETROBRAS 2015

4 de junho de 2009

Petrobrás 2015

Vídeo muito interessante sobre a “Joint Vision” da Petrobrás para 2015.

Vídeo elaborado em 2005 pela PJPonce / Tecgraf, publicado no YouTube em: 04 de junho de 2009

http://www.youtube.com/watch?v=DeLUcrq2W5c&feature=related


Petróleo subsal

4 de junho de 2009

Vídeo técnico explicativo a respeito do petróleo da camada subsal ou pré-sal, produzido pela PJPonce em 2006 para a Petrobrás.

Mostra detalhes técnicos a respeito das dificuldades tecnológicas de perfuração e exploração do pré-sal já superadas pela Petrobrás.

Criação e Direção: PJPonce; Produção: PJPonce / Tecgraf; Cliente: Petrobras – Cenpes; Ano: 2006

Publicado no YouTube em: 04 de junho de 2009

http://www.youtube.com/watch?v=cBnhzD6QSgA&feature=related


Câmara dos Deputados: “Os desafios do pré-sal”

3 de junho de 2009

FERRO, Fernando & TEIXEIRA, Paulo (relatores) “Os desafios do pré-sal“. Câmara dos Deputados. Cartilha de Altos Estudos da Câmara dos Deputados Federais. Brasília, DF, 2009.

Livro - Os desafios do pré-sal

FERRO-Fernando_e_TEIXEIRA_Paulo_2009_Os desafios do Pré-Sal_-_Camara dos Deputados.pdf

http://www.presal.org.br/download/livro.rar

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http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=135773
03/06/2009

Conselho lança estudo propondo nova lei de exploração do petróleo

Deputados do Conselho de Altos Estudos destacam que o trabalho une as preocupações com os desenvolvimentos econômico, social e ambiental e será referência para as discussões sobre o tema no Congresso.

Após dois anos de debates e análises, o Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara apresentou nesta quarta-feira, durante o seminário “O Brasil diante do Pré-Sal”, um estudo com uma proposta de um novo marco regulatório para o setor de exploração, refino e comércio de petróleo, óleo e derivados.

A publicação, chamada “Os desafios do pré-sal”, teve como relatores os deputados Fernando Ferro (PT-PE) e Paulo Teixeira (PT-SP) e contou com a coordenação do consultor legislativo Paulo César Ribeiro Lima, que participou do seminário durante a manhã.

No lançamento, Paulo Teixeira disse que com esse estudo a Câmara apresenta para o Brasil uma proposta de exploração do petróleo no pré-sal com uma preocupação não só com o desenvolvimento econômico, mas também com o social e o ambiental. Fernando Ferro ressaltou que essa contribuição será uma referência para as discussões do tema no Congresso Nacional, além de um marco do início do debate sobre a legislação que vai regular a exploração do pré-sal.

O presidente do conselho, deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), afirmou que a exploração soberana do petróleo é um desafio para o Brasil, desafio esse que aumentou com as descobertas das reservas do pré-sal.

Exploração pela União

Além de uma explicação sobre o que é o pré-sal, a publicação faz uma análise da evolução da legislação nos últimos anos e traz ainda uma cópia do Projeto de Lei 4565/08, assinado pelos 12 integrantes do conselho, que modifica a atual Lei do Petróleo (Lei 9.478/97).

Pelo projeto, caberá à União a exploração das áreas estratégicas com risco exploratório muito baixo. Essa exploração poderá ser feita por contratos de partilha com empresas nacionais, mas não por concessão, como a lei de 1997 prevê.

Com essa mudança, os parlamentares propõem que a exploração na região do pré-sal, onde já foi constatada a existência de petróleo e óleo, não siga as mesmas regras de concessão de risco hoje existentes para as demais áreas.

No caso dessas outras áreas, a União permite que empresas nacionais ou estrangeiras furem poços no regime de concessão, ou seja, por sua conta e risco, mas o Conselho de Altos Estudos não vê sentido nesse tipo de contrato quando o risco é reduzido.

Riscos do pré-sal

Ainda que a existência de petróleo e óleo nas áreas do pré-sal seja certa, o diretor-geral da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Eloy Fernández y Fernández, chamou a atenção, durante o seminário, para outros riscos que podem surgir durante a exploração da camada.

Segundo ele, os principais seriam: o financiamento externo atrelado ao suprimento de petróleo, já que a produção pode atrasar; a falta de recursos humanos qualificados – o Brasil não tem hoje sobretudo engenheiros suficientes para a plena exploração da área; a indefinição do marco regulatório, ponto em que será necessária uma atuação segura do Congresso Nacional; o ritmo dos investimentos em descompasso com a capacidade de resposta da indústria nacional – pode ser necessária a ajuda de empresas estrangeiras, formando parcerias; e a “competitividade” chinesa, pois em qualquer campo hoje é difícil competir com os instrumentos de formação de preços chineses.

Apesar dos riscos, Eloy destacou que atualmente, mesmo sem o início da exploração do pré-sal, o petróleo já representa 45,4% do total de investimentos no Brasil. “É um setor que já significa metade dos investimentos, então é muito mais que apenas um setor”, disse.

Alcance da Petrobras

O diretor-financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, reforçou a importância do setor de petróleo para o País. Segundo ele, até 2013 mais de um milhão de brasileiros estarão trabalhando em atividades ligadas direta ou indiretamente à estatal. Ele afirmou também que no mesmo período a empresa pretende investir no País 100,9 bilhões de dólares, mais de um bilhão por mês, o que corresponde a 64% do total de investimentos da Petrobras.

Essa concentração de investimentos no Brasil é necessária para evitar um outro tipo de risco relacionado ao pré-sal, que Barbassa chamou de “doença holandesa”.

“Com uma produção de 5 milhões de barris por dia, o Brasil exportaria pelo menos uns 3 milhões de barris. Isso faria com que a entrada de dinheiro aqui fosse muito grande, valorizando muito o Real, o que inviabilizaria as exportações da indústria brasileira. Com isso, ao invés de fazer bem, o petróleo pode acabar quebrando as indústrias de um país. Por isso é importante tomar cuidado e concentrar os investimentos se possível no próprio Brasil”, explicou, referindo-se ao problema que ocorreu na Holanda.

O seminário foi promovido pelo Conselho de Altos Estudos em conjunto com a Comissão de Minas e Energia.

http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=135773


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