Presidente Fernando Lugo visita Itaipu

31 de julho de 2009

http://www.itaipu.gov.br/?q=pt/node/435&id_noticia=2828

Itaipu – Sala de Imprensa

31/07/2009

Presidente Fernando Lugo visita Itaipu

Pela primeira vez desde que foi eleito, o presidente paraguaio Fernando Lugo visitou Itaipu. Lugo foi recebido pelo diretor-geral brasileiro, Jorge Samek, e pelo diretor-geral paraguaio, Carlo Mateo Balmelli, além de outros diretores de Itaipu, na tarde desta quinta-feira (30). Ele plantou uma muda no Bosque dos Visitantes da margem paraguaia, conheceu áreas de Itaipu, como a Subestação da Margem Direita, e fez um test-drive no carro e no caminhão elétrico. Integraram a comitiva de Lugo o presidente da Ande, Sixto Amarilla, além de ministros e governadores paraguaios.


Presidente Fernando Lugo com o diretor-geral brasileiro, Jorge Samek, e o diretor-geral paraguaio, Carlo Mateo Balmelli
A visita de Lugo acontece cinco dias após a assinatura do acordo, com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, a respeito das concessões que o governo brasileiro fará ao governo paraguaio em relação à Itaipu. O objetivo do acordo, assinado em Assunção, no último dia 25, é conceder ao Paraguai vários benefícios, entre os quais o aumento no valor da energia cedida

Lugo afirmou que, após a assinatura do acordo, os governos brasileiro e paraguaio têm mais coincidências e pontos em comum sobre temas como Itaipu, comércio internacional e questões comerciais, econômicas e culturais. “O dia 25 de julho ficará marcado como uma nova etapa da relação bilateral entre Brasil e Paraguai: será o nosso dia da amizade, como o nome da ponte que liga nossos dois países”, disse.


O presidente Lugo conheceu o projeto do veículo elétrico durante a visita
O presidente Lugo e Jorge Samek plantaram mudas no bosque da margem direita. “Essa relação de amizade, simbolizada nesse plantio ao lado do diretor-geral brasileiro, Jorge Samek, não é apenas simbólica, mas real”, disse Lugo. “É assim que devemos caminhar, essa é a determinação que recebo do presidente Lula, essa é a vontade do presidente Lugo, juntos Brasil e Paraguai cada vez mais fortes”, completou Samek.

Após o plantio, Lugo conheceu o mirante do vertedouro, na margem direita. Balmelli e Samek mostraram o projeto do futuro mirante, que vai revitalizar esta área turística de Itaipu. Os diretores também mostraram onde será construído futuramente o teleférico sobre o vertedouro.


Samek presenteia Lugo com uma réplica da Unila, símbolo da integração

A comitiva se reuniu, então, na sala da Diretoria Executiva, onde foi servido um almoço. Na ocasião, Samek presenteou Lugo com uma réplica do Portal do Conhecimento, o monumento que simboliza a futura Universidade Federal da América Latina (Unila), cujo campus será construído no terreno cedido por Itaipu. Lugo também foi presenteado com uma peça de artesanato do Programa Ñandeva.


Itaipu encabeça cooperativa inédita em agroenergia

31 de julho de 2009

http://www.itaipu.gov.br/?q=pt/node/435&id_noticia=2831

Itaipu – Sala de Imprensa

31/07/2009

Itaipu encabeça cooperativa inédita em agroenergia

Itaipu está encabeçando um projeto pioneiro no Brasil na área de agroenergia. É o Condomínio Cooperativo de Agroenergia para Agricultura Familiar, que vai utilizar dejetos suínos e bovinos de 41 pequenas propriedades na bacia do Rio Ajuricá, em Marechal Cândido Rondon, para produzir energia elétrica e fertilizante. O projeto da Coordenadoria de Energias Renováveis de Itaipu tem parceria com o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e Itai, na produção de tecnologia, além da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná, a Embrapa, o Iapar, a Emater e a Copel.


Uma maquete é usada para ensinar as crianças como funciona a cooperativa
Segundo Kleber Vanolli, da Coordenadoria de Energias Renováveis, esses dejetos poderiam contaminar as águas do rio Ajuricá e chegar ao Lago de Itaipu. A cooperativa vai atingir, principalmente, pequenos produtores rurais, com produção de até 20 cabeças de gado ou 10 porcos. “Apenas cinco, das 41 propriedades, são de grande porte”, afirmou.

Cada propriedade vai receber um biodigestor para armazenar o metano gerado pelo esterco de porcos e gados. O gás é então canalizado por gasoduto para uma microcentral termoelétrica, que gera eletricidade. Por fim, a Copel compra a energia e alimenta sua rede de transmissão.


Com o uso dos biodigestores, os dejetos de gados e suínos viram energia e fertilizante

Outro subproduto dos dejetos é o biofertilizante que será utilizado como adubo nos cultivos da região – milho, soja, trigo e mandioca, por exemplo. De acordo com Kléber, o Iapar está fazendo um estudo para medir a qualidade desses fertilizantes.

http://www.itaipu.gov.br/?q=pt/node/435&id_noticia=2831

Lançamento do documentário “O petróleo tem que ser nosso”

30 de julho de 2009

O petroleo tem que ser nosso - Ultima Fronteira - lancamento do filme documentario

30 de Julho de 2009, quinta-feira: Lançamento do vídeo documentário “O petróleo tem que ser nosso – última fronteira“, dirigido por Peter Cordenonsi, no Cinema Odeon, na Cinelândia no Rio de Janeiro, RJ.

Com uma hora de duração o filme é uma defesa dos interesses nacionais e  levanta questões relevantes sobre a propriedade das enormes jazidas de petróleo do pré-sal recentemente descobertas pela Petrobrás na costa brasileira.

O video O petróleo tem que ser nosso – última fronteira, tem uma hora de duração, com 34 entrevistados, 11 depoimentos, 3 discursos em manifestações, além de declarações de populares. O documentário traz diversos depoimentos como: Prof. Ildo Sauer (USP), Prof. Carlos Lessa (UFRJ), Prof. Adriano Pires (UFRJ), Prof. Luiz Pinguelli Rosa (UFRJ), Governador Roberto Requião (PR), Senador Aloísio  Mercadante (SP),  Deputado federal Carlos Brizola Neto (RJ), Deputado federal Chico Alencar (RJ), Brigadeiro Sérgio Ferolla (engenheiro, militar), Fernando Siqueira (presidente da AEPET), Maurício Azedo (Presidente da ABI),  Paulo Betti (ator), Carlos Benjamin (editor), os geólogos João Victor  Campos, Valério de Queiroz e Henyo Trindade, Modesto da Silveira (advogado), Cesar Britto (jurista), Maria Augusta Tibiriçá (médica), Dom Dimas Lara Barbosa (bispo), os economistas Marcos Arruda, André Bucaresky e João Pedro Stedile,  Paulo Metri (engenheiro),  os sindicalistas Emanuel Cancella, Edson Munhoz, Francisco Soriano, Zé Maria de Almeida e João Antônio de Moraes (FUP), além de petroleiros, lideranças de movimentos sociais, estudantes,  jornalistas, entre outros. Inclui cenas de manifestações populares em defesa do petróleo no Rio de Janeiro em 18/11/2008,  17/12/2008,  18/12/2008 e  21/05/2009


Cenário global respalda opção nacionalista sobre o pré-sal

29 de julho de 2009

Revista Caros Amigos

Julho de 2009

Cenário global respalda opção nacionalista sobre o pré-sal

Igor Fuser

http://carosamigos.terra.com.br/index_site.php?pag=revista&id=128&iditens=324
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Ao propor o reforço o papel do Estado na exploração das reservas do pré-sal, o governo brasileiro desprezou o bombardeio de previsões pessimistas lançado pelo lobby das empresas petroleiras transnacionais e seus porta-vozes na mídia corporativa. O Brasil, de acordo com os defensores do modelo privatista adotado nos tempos de Fernando Henrique Cardoso, deveria garantir condições vantajosas para os investimentos estrangeiros, sob pena de ficar sem recursos para extrair o óleo das profundezas. A manutenção de regras liberais se justificaria como um meio de garantir os capitais necessários à exploração.

Esse argumento desmorona diante da realidade do mercado internacional da energia. O panorama é de um mundo sedento por combustíveis cada vez mais escassos. Na visão da ampla maioria dos analistas, a produção global de petróleo se encontra à beira de atingir o seu ponto máximo, a partir do qual será impossível atender à demanda crescente. A busca frenética por fontes alternativas de energia representará, na melhor das hipóteses, um mero paliativo para a escassez, que se refletirá numa escalada dos preços. As cotações do petróleo a mais de 140 dólares o barril, às vésperas do naufrágio financeiro do ano passado, podem representar apenas uma amostra do que virá em um futuro próximo, só adiado pela recessão.

Na raiz dessa situação de estrangulamento existe uma realidade física, que independe da vontade humana. O petróleo é um bem não-renovável, explorado em escala gigantesca há 150 anos. Os geólogos calculam que, dos 2 trilhões de barris existentes no subsolo terrestre em 1860, marco inicial da era dos hidrocarbonetos, cerca de 1 trilhão já foram consumidos. Resta o outro trilhão, o que ainda é muito. O problema é que grande parte do petróleo remanescente se encontra em regiões de acesso muito difícil, como as regiões polares, ou em forma de betume ou asfalto, o que torna a exploração muito dispendiosa.

Do outro lado da equação, a demanda logo deverá recuperar o ritmo vertiginoso registrado na última década, sob o impulso do crescimento econômico da China, Índia e outros países “emergentes”. Quando eclodiu a crise econômica, no ano passado, os principais produtores, como a Arábia Saudita, já davam sinais de ter atingido o limite a partir do qual é impossível aumentar os níveis de extração. A queda nos índices de atividade econômica aliviou a pressão sobre os poços de petróleo, mas quanto tempo isso irá durar? A economia mundial ainda nem iniciou a sua recuperação e os preços já voltaram a subir.

Risco mais perto

O temido momento do “pico do petróleo” se encontra perigosamente próximo. A Agência Internacional de Energia (AIE) calcula que, para abastecer as necessidades da economia mundial em 2030, a produção de petróleo deverá saltar dos atuais 90 milhões de barris diários para 121 milhões. Ninguém é capaz de explicar de onde virão os 31 milhões de barris diários adicionais. Importantes exportadores – como a Rússia, a Noruega e o México – já atingiram seu patamar máximo de produção, e a capacidade do Oriente Médio é insuficiente para atender à demanda projetada.

Em uma entrevista em tons sombrios, o presidente da AIE, Fatih Birol, revelou no início de agosto ao jornal The Independent o resultado de um estudo detalhado dos 800 poços de petróleo mais produtivos do planeta. A pesquisa revelou que esses poços, responsáveis por mais de três quartos da produção mundial, estão declinando a uma taxa de 6,7% ao ano – uma proporção alarmantemente maior do que estimativa anunciada em 2007 pela própria AIE, de 3,7%.

Nesse cenário, os países possuidores de recursos energéticos adquirem um poder crescente. Nas palavras de Robert Skinner, diretor do prestigiado Instituto de Estudos de Energia de Oxford, “os termos da interdependência se inverteram”. Se o Brasil pudesse ter escolhido o momento ideal para ingressar no seleto clube dos grandes produtores de petróleo, a data de 2015, quando se calcula que entrarão em operação comercial as novas reservas, estaria situada perto da perfeição.

Até lá, segundo a avaliação do banqueiro estadunidense Matthew Simmons, um dos maiores especialistas mundiais em petróleo, não faltará capital estrangeiro para o pré-sal. “Os recursos virão da própria alta dos preços”, afirmou ele, em entrevista à revista Exame. Simmons, que se tornou milionário com investimentos no mercado global de energia, vê a Petrobrás como uma exceção positiva em meio à crise generalizada das empresas do setor. “Companhias como a Exxon e Shell estão em declínio”, disse. “Hoje, a Petrobrás é a única que tem condições de capitanear o aumento da produção mundial de petróleo.” É lamentável – e, talvez, sintomático – que a revista não tenha dado o devido destaque a essas declarações. (publicado originalmente no operamundi.net )


Igor Fuser é jornalista, doutorando em Ciência Política na USP e autor do livro Petróleo e Poder – O envolvimento militar dos Estados Unidos no Golfo Pérsico


PETROBRÁS: Esclarecimento sobre perfurações na região pré-sal

28 de julho de 2009

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/wp-content/uploads/2009/07/Esclarecimento-Pr%C3%A9-sal.pdf

PETROBRÁS

28/07/2009

Esclarecimento sobre perfurações na região pré-sal

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2009 – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A – PETROBRAS, em relação à matéria divulgada no Jornal Valor Econômico na data de hoje sob o título “No pré-sal, 32% dos poços abertos são pouco viáveis”, esclarece que na região do pré-sal da Bacia de Santos, o taxa de sucesso é de 100%.

A Petrobras esclarece também que o mapa já divulgado (área azul) com a ocorrência dos reservatórios carbonáticos microbiais (Pré-Sal), que se estende pelas Bacias de Santos e Campos, não corresponde a um único campo de petróleo. Além da existência da rocha reservatório, a descoberta de um campo petrolífero decorre da identificação e ocorrência simultânea de uma série de fatores geológicos, os quais definem o posicionamento dos poços exploratórios em determinada bacia sedimentar.

Ao longo da história de exploração das Bacias de Campos e Santos vários poços identificaram os referidos reservatórios carbonáticos, mas, no entanto, os mesmos não foram perfurados em situações geológicas ideais e não tinham como objetivo específico buscar descobertas em reservatórios do pré-sal. A partir de 2006, quando as rochas carbonáticas do pré-sal foram efetivamente comprovadas como potenciais reservatórios para acumulações de petróleo, aPetrobras perfurou 11 poços na área central da Bacia de Santos tendo estes reservatórios como objetivos principais. Todos estes poços resultaram em descobertas (taxa de sucesso de 100%), cujos Planos de Avaliação estão sendo realizados, conforme aprovado junto a ANP eamplamente divulgado pela Companhia.

Conforme divulgado no Form-20F (Relatório Anual da SEC) até o final de 2008 foram perfurados 30 poços na região do pré-sal, que se estende da Bacia de Campos até a Bacia de Santos, tendo sido obtida uma taxa de sucesso de 87% na comprovação de presença de hidrocarbonetos.

Em relação ao poço 6-BG-6P-SPS, conhecido como Corcovado-1, localizado no Bloco BM-S-52, a Companhia reforça as informações divulgadas pelo operador (BG Group) e posteriormente pela Petrobras através comunicado ao mercado em 08/04/2009, que anunciou a existência de indícios de hidrocarbonetos.

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/wp-content/uploads/2009/07/Esclarecimento-Pr%C3%A9-sal.pdf

Statoil Wants Pre-salt Targets in Angola

27 de julho de 2009

http://www.petroleumafrica.com/read_article.php?NID=8013

Petroleum Africa

Monday, July 27, 2009

Statoil Wants Pre-salt Targets in Angola

StatoilHydro said it is looking for Brazil type pre-salt formations off Angola. The company said that Angola’s pre-salt basin, which is similar to Brazil’s, open a new frontier in oil exploration in Angola several km below the ocean floor.

“We are actually looking for this famous pre salt that you can see in Brazil,” Bjorn Albert Rasmussen, head of StatoilHydro in Angola told Reuters in an interview. “This is a new opportunity,” he added.

Rassmussen said if viable, pre-salt drilling and exploration could change the face of the exploration game in Angola raising it to a whole new level. “In Angola the potential is great. When it comes to pre salt we do not know. It carries very high risk and we have to be aware of that,” said Rasmussen.

“Just like in Brazil, it will be very costly to drill these wells. A pre salt well in a favorable location might easily exceed $150 million.”

Brazil’s Tupi discovery, made in 2006, is estimated to contain recoverable reserves of 5-8 billion boe. Petrobras began first production from an extended well test in June, just three years after its discovery.

http://www.petroleumafrica.com/read_article.php?NID=8013

Programa Luz Para Todos – FURNAS Centrais Elétricas S.A.

16 de julho de 2009

16 de julho de 2009

Programa Luz Para Todos – FURNAS Centrais Elétricas S.A.

Vídeo institucional com depoimentos sobre o Programa Luz Para Todos, região Sudeste e Goiás, coordenada por FURNAS Centrais Elétricas S.A.

http://www.youtube.com/watch?v=zFwrWqbBj4c


Instalado o Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-sal

15 de julho de 2009

http://www.al.rs.gov.br/ag/NOTICIAS.ASP?txtIDMATERIA=230441&txtIdTipoMateria=1

Assembléia Legislativa do estado do Rio Grande do Sul

Agência de Notícias
15/07/2009

Instalado o Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-sal

Walmaro Paz

Edição: Jussara Marchand

Foto: Marco Couto / Ag AL

Campanha em defesa da camada pré-sal mobiliza os gaúchos
Campanha em defesa da camada pré-sal mobiliza os gaúchos
O Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-sal foi instalado nesta manhã (15), na sala do Fórum Democrático, em cerimônia coordenada pelo presidente da Casa deputado Ivar Pavan (PT). Participaram do evento representantes das entidades  que compõem o Comitê, entre essas a Associação dos Juízes do RS (Ajuris), Associação de Engenheiros da Petrobras (Aepet) e centrais  sindicais, entre outras.
O Comitê é formado por representações de 31 entidades. O Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-sal  começou a constituir-se em audiência pública realizada no dia 18 de maio, no Plenarinho da AL.
A camada pré-sal é um gigantesco reservatório de petróleo e gás natural, localizada abaixo da camada de sal, entre 5 e 7 mil metros na área oceânica correspondente aos estados de Santa Catarina e o Espírito Santo. As reservas foram formadas há cerca de 100 milhões de anos, a partir da separação da Africa e da América. Sua dimensão é de 800 quilômetros de extensão por 200 quilômetros de largura, com previsão estimada para produzir 80 bilhões de barris. A camada pré-sal pode colocar o Brasil na quarta posição no ranking dos países exportadores de petróleo.
Segundo a Aepet, esta reserva é a maior existente em termos de combustível fóssil que servirá como fonte de energia ainda por muitos anos, ao lado dos biocombustíveis. A riqueza gerada por sua exploração permitirá o desenvolvimento de fontes de energia alternativa para o país.

Assembléia Legislativa do estado do Rio Grande do Sul

http://www.al.rs.gov.br/ag/NOTICIAS.ASP?txtIDMATERIA=230441&txtIdTipoMateria=1

Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-sal será instalado nesta quarta

10 de julho de 2009

http://www.al.rs.gov.br/ag/NOTICIAS.ASP?txtIDMATERIA=230236&txtIdTipoMateria=1

Assembléia Legislativa do estado do Rio Grande do Sul

Agência de Notícias
10/07/2009

Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-sal será instalado nesta quarta

Wálmaro Paz

Edição: Jussara Marchand

O Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-sal será instalado oficialmente na próxima quarta (15), às 10 horas, na sala do Fórum Democrático da Assembleia Legislativa. A solenidade será coordenada pelo presidente da Casa , deputado Ivar Pavan (PT), e terá a presença de entidades da sociedade civil apoiadoras do movimento. Na ocasião será lançado o primeiro boletim da campanha O Pré-sal é Nosso que terá periodicidade mensal

Campanha em defesa da camada pré-sal mobiliza os gaúchos

Campanha em defesa da camada pré-sal mobiliza os gaúchos
Foto: Divulgação

O movimento em defesa da camada pré-sal nasceu em 2008 com a publicação de uma cartilha, liderado pela Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET), Associação de Juízes do RS ( Ajuris), Ordem dos Advogados do Brasil, seção do Rio Grande do Sul (OAB/RS) e outras entidades da sociedade gaúcha. No dia 18 de maio deste ano foi criado o Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-sal, durante audiência pública solicitada pela Ajuris, na Assembleia Legislativa. Trinta entidades aderiram ao movimento e ao Comitê que será instalado oficialmente na próxima semana.

O que é o Pré-sal

A camada pré-sal é um gigantesco reservatório de petróleo e gás natural, localizada abaixo da camada de sal, entre 5 e 7 mil metros na área oceânica correspondente aos estados de Santa Catarina e o Espírito Santo. As reservas foram formadas há cerca de 100 milhões de anos, a partir da separação da Africa e da América. Sua dimensão é de 800 quilômetros de extensão por 200 quilômetros de largura, com previsão de 80 bilhões de barris, equivalente a R$ 18 trilhões. A camada pré-sal pode colocar o Brasil na quarta posição no ranking dos países exportadores de petróleo.

Segundo a AEPET, esta reserva é a maior existente em termos de combustível fóssil que servirá como fonte de energia ainda por muitos anos, ao lado dos biocombustíveis. A riqueza gerada por sua exploração permitirá o desenvolvimento de fontes de energia alternativa para o país.

Um novo marco regulatório

O presidente da Assembleia Legislativa, Ivar Pavan entende que é preciso criar-se um novo marco regulatório. A lei em vigor ( Lei 9478/1997) pode colocar a maior parte dessa riqueza nas mãos de investidores estrangeiros e especuladores. “Por isso é urgente a criação de um novo marco regulatório tornando esta riqueza de propriedade do povo brasileiro”, enfatiza o presidente do Legislativo.

O Comitê funcionará como impulsionador de uma campanha para que este novo marco seja estabelecido. Para isto está havendo o esclarecimento da população, a participação da sociedade civil e o engajamento de todos os legislativos brasileiros. Na quinta (9), o deputado Ivar Pavan fez uma palestra na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, motivando a criação de um comitê naquele estado e obtendo a adesão dos parlamentares catarinenses a um documento que será entregue ao presidente Lula, ainda em 2009.

Entidades que integram o Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-sal:

* Associação dos Juízes do RS (Ajuris)

* Associação do Ministério Público do RS,

* Associação dos Defensores Públicos do RS,

* Ordem dso Advogados do Brasil ( OAB/RS),

* Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do RS (CREA-RS),

* Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho 4ª região ( Amatra),

* Associação dos Membros do Tribunal de Contas ( Atricon),

* Sociedade de Economia do RS ( Socecon/RS),

* Associação Riograndense de Imprensa (ARI),

* Central Única dos Trabalhadores ( CUT/RS),

* Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil ( CTB),

* Força Sindical,

* Sindicato dos Trabalhadores na Industria do Petróleo ( Sindipetro/RS),

* Fed. dos Trabalhadores Aposentados e Pensionistas do RS ( FETAPERGS),

* Sindicato dos Economistas do RS,

* Sind. Dos Trab. No Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo do RS,

* Associação dos Engenheiros da CEEE (AECEE),

* Sindicato dos Administradores do RS,

* POATV – Canal da Comunidade,

* Conselho Regional de Educação Física do RS ( CREF),

* Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET),

* Confederação Nacional das Associações de Moradores ( Conam),

* Federação Gaúcha das Associações de Moradores ( Fegam),

* União Nacional de Estdauntes (UNE),

* União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES),

* Nação Hip-hop Brasil,

* Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB/RS),

* Fórum dos Conselhos,

* Assembleia Legislativa do Estado do RS

http://www.al.rs.gov.br/ag/NOTICIAS.ASP?txtIDMATERIA=230236&txtIdTipoMateria=1

Petrobrás: “Roncador”

4 de julho de 2009

RONCADOR

Vídeo elaborado em 2004 pela PJPonce / Tecgraf, publicado no YouTube em: 04 de junho de 2009

http://www.youtube.com/watch?v=m4h-fja6f2A&feature=channel_page


Olho Gordo no Pré Sal

2 de julho de 2009

http://www.apn.org.br/apn/index.php?option=com_content&task=view&id=1150&Itemid=46

AGÊNCIA PETROLEIRA DE NOTÍCIAS

02/07/09

Olho Gordo no Pré Sal

Dalton Francisco dos Santos

O Brasil que pode ter uma reserva total de 160 bilhões de barris de petróleo, através só da Petrobras já descobriu 20 bilhões e extraiu 10,7 bilhões e tem ainda para retirar 9,3 bilhões de barris. No prospecto do pré sal de águas ultraprofundas há a possibilidade de descobrir mais 140 bilhões de barris de petróleo não-convencional, totalizando 149,3 bilhões de barris de petróleo para ainda ser produzido no futuro.

Os Estados Unidos da América e Canadá já gastaram quase todas suas reservas petrolíferas. Da reserva total de 226 bilhões de barris de petróleo já foi encontrado 223 bilhões de barris e resta ainda para ser achado somente 3 bilhões de barris, respectivamente, 97% e 3%. Da reserva descoberta já foi gasta 195 bilhões de barris e ainda para extrair apenas 28 bilhões de barris, respectivamente, 87% e 13%. Ou seja, 86% (195 bilhões de barris) da reserva total mundial de petróleo convencional já foi consumida. E apenas 14% (31 bilhões de barris) ainda para produzir da reserva total de petróleo da América do Norte.

A reserva de petróleo da China, que é hoje a fábrica do capitalismo imperialista, está contida na província petrolífera eurasiana, caracterizada como uma das províncias gigantes, a segunda, depois do Oriente Médio da região do golfo pérsico, seguida pelo Brasil. O Oriente Médio (Golfo Pérsico), Eurásia e Brasil têm ainda para extrair no futuro 432, 182 e 149,3 bilhões de barris de petróleo, respectivamente.

Na província eurasiana, a China ocupa o segundo lugar depois da Rússia que ainda para produzir tem 91 bilhões de barris. Mas, a China, da sua reserva total de 60 bilhões de barris tem ainda para produzir no futuro somente 25 bilhões de barris. Para extrair da reserva achada (57 bilhões de barris) na China existem apenas 22 bilhões de barris. Excluindo os 14% da reserva da China do ainda para produzir no futuro do total (182 bilhões de barris) da Eurásia, está província ainda ocupa o segundo lugar (157 bilhões de barris) entre as três províncias petrolíferas gigantes, sendo a terceira o Brasil com uma possível reserva de 149,3 bilhões de barris.

Somente os Estados Unidos da América e China necessitam de 60 milhões de barris de petróleo todos os dias, a partir de 2030, para manter o crescimento econômico do capitalismo imperialista em +2% anual, desde agora. Levando em consideração apenas o declínio da produção de petróleo convencional, a partir do pico de petróleo (2005), numa taxa média mundial de -3% ao ano, a produção mundial será de 18 bilhões de barris de petróleo convencional em 2025, ou seja, 45 milhões de barris de petróleo convencional por dia.

Adicionando à taxa média mundial de declínio anual de -3% a taxa prevista de crescimento econômico anual de +2%, totalizando 5% de depleção, a produção mundial diária de petróleo convencional em 2025 será de 23 milhões de barris. Significa que em 2025 será necessário o adicional de 97 milhões de barris de petróleo por dia para garantir a previsão de crescimento econômico de +2% anual do capitalismo imperialista, a partir de agora.

O petróleo convencional é o comandante do pico de produção mundial de petróleo, atingido em 2005 e não será mais superado. Depois do pico de petróleo passa a predominar a era do declínio de sua extração, ou seja, agravamento das crises políticas, sociais e econômicas do capitalismo imperialista. É como uma criança que num parque infantil sobe pela escada do escorregador até o seu topo e de lá escorrega até o chão. O petróleo não-convencional (pré sal) torna-se importante quando é alcançado o pico de petróleo convencional. O volume mundial do petróleo não-convencional é insuficiente para superação do pico de petróleo convencional. Mas, até o esgotamento total das reservas global, ambos os petróleos são imprescindíveis para as Big Oil do capitalismo imperialista na sustentação da indústria bélica e suas máquinas de guerra.

Na província petrolífera do Mar do Norte cuja exploração e produção funcionam sob a batuta do modelo de partilha, a Noruega e Reino Unido já esgotaram, em três décadas, quase toda sua reserva provada de petróleo, calculada em 61 bilhões de barris. O pré sal do Brasil pode ser até 2 vezes e meia o Mar do Norte. O modelo de partilha de exploração e produção do Mar do Norte estabeleceu que dos 61 bilhões de barris de petróleo, 31 bilhões de barris seria da Noruega e 30 bilhões de barris, da Inglaterra. Da província petrolífera do Mar do Norte para ainda extrair no futuro restam apenas 17 bilhões de barris de petróleo. Esse mesmo modelo de partilha de exploração e produção, o governo do Brasil pretende aplicar na exploração e produção do pré sal. O pré sal não tem longa vida, sob o bastão do modelo de partilha de exploração e produção.

Para a Índia o governo do Brasil já até empenhou as acumulações e as reservas do pré sal, a fim de garantir o seu projeto eleitoreiro.

O pré sal é importante para o povo brasileiro, não para as Big Oil. Quanto mais agora, quando todas as províncias do norte-nordeste do Brasil já passaram pelo pico de petróleo.

O III Congresso dos Sindicatos da Frente Nacional dos Petroleiros tem enorme responsabilidade com a obrigação e o dever de defender a riqueza do povo brasileiro contra o interesse do governo do Brasil e das Big Oil.

http://www.apn.org.br/apn/index.php?option=com_content&task=view&id=1150&Itemid=46

Presalt basins identified in Gabon

1 de julho de 2009

http://www.epmag.com/Magazine/2009/7/item41404.php

E&P magazine

Presalt basins identified in Gabon

A new study indicates Brazilian analogs.

Article By Jim Martin, Steve Toothill, and Jim Gulland, CGGVeritas; and Martial- Rufin Moussavou, Direction Generale des Hydrocarbures, Republic of Gabon
Published Jul 1, 2009

Gabon, along with other West African countries, has seen an increase in licensing and exploration activity over the last few years, driven by initiatives to reduce the fall in production and replace reserves. A six-month licensing round opening in May 2010 and closing in November will offer blocks from two Gabon deepwater basins: Zone Sud, where the targets are presalt, and Zone Nord, containing both pre- and postsalt targets.

In Zone Nord, the postsalt interest is in Tertiary and Upper Cretaceous La Ceiba analogs having the potential to contain large accumulations. Play concepts have been proven in Equatorial Guinea and shallow-water areas, and new data are being acquired to highlight the areas of interest.

Yet the biggest potential for Gabon is the prospectivity of the presalt section. For these targets, uncertainty remains as to how far offshore both presalt reservoir and source extend. In Gabon’s onshore and shelf blocks, the presalt section has been drilled and discoveries made, thus proving a presalt petroleum system is present.

Recent major discoveries in deepwater settings offshore Brazil have provided significant encouragement for making similar finds in the deepwater sediments offshore Gabon as, at the time of deposition of the presalt section, Africa and South America were co-joined as part of the Gondwana Supercontinent.

The key issue is imaging the presalt section on seismic data. The Ezanga salt deposited in late Aptian times has extensively deformed and now forms narrow, closely spaced diapirs, causing severe raypath distortion. Existing seismic data does not image the presalt section well, and this has discouraged many companies from exploring this deepwater area. However, a comprehensive work program, including a new long-offset test line acquired by CGGVeritas in 2008, has proved that the presalt section can be imaged much more clearly and reveals significant thickness of sediments in tilted fault blocks below the salt.

Regional geology

The formation of the Douala, Rio Muni, Gabon, Congo, and Kwanza basins along the west coast of Africa began in the Early Cretaceous during the breakup of Gondwana and subsequent opening of the South Atlantic Ocean. Early rift sediments include the Barremian-age Melania shale, a rich lacustrine source rock with average total oil content (TOC) of 6.1%. Later rift deposits include reservoir-quality sediments culminating in the fluviallacustrine deltaics of the early Aptian Dentale formation.

A transitional erosion and peneplanation phase followed rifting, culminating in a marine transgression during which the Gamba sandstone, the principal reservoir in the Gamba field, was deposited. This was followed by a period of salt deposition during the late Aptian, during which approximately 1,640 ft (500 m) of Ezanga salt accumulated.

During the drift-to-sag phase, marine carbonates were deposited over the Ezanga salt, and it was during this time that salt tectonism was initiated. The Upper Cretaceous saw a period of deposition of clastics followed by uplift and erosion so that uppermost Cretaceous and Paleocene sediments are missing from the section. Clastic deposition continued during the Eocene, but further uplift and erosion resulted in removal or non-deposition of Oligocene sediments in Gabon.

Hydrocarbon systems. A number of different petroleum systems are present and have been exploited onshore and in the shelf region of the offshore province but, as yet, there has been little exploration in the deepwater regions. Seismic data indicates the extension of the Ezanga salt province into the deeper water together with probable Dentale shale and Gamba sand sections in the South Gabon subbasin.

Source rocks and hydrocarbon generation. Much work has been done on source rocks and oil types from both margins of the South Atlantic Ocean, and published work indicates that direct comparisons can be made to pair basins such as the Sergipe Basin of Brazil with the North Gabon Basin and the Reconcavo Basin, also of Brazil, with the South Gabon and Congo basins.

Probably the most important source rocks are the Neocomian to Aptian shales of the Melania and Kissenda formations in the South Gabon subbasin with average TOCs of 6.1% and 1.5 to 2%, respectively. In the North Gabon subbasin, the Melania formation may be present but has not been penetrated by drilling, and the Kissenda formation has only been encountered in onshore wells.

Good Tertiary source rocks are also present along the margin but are generally immature.

Oil generation along the margin from early Cretaceous source rocks has been active since the late Cretaceous, with the maturity window moving westward over time with continued downwarping. The Madiela, Azile, and Cap Lopez formations did not mature until the Miocene.

Reservoir rocks. There are numerous potential reservoir rocks in the Lower Cretaceous of the North and South Gabon subbasins. The Basal Sandstone formation, which exhibits porosities up to 25% and permeabilities up to 100 mD, is extensive across the South Gabon subbasin but has not been penetrated by drilling in the North Gabon subbasin, although it is expected to be present from seismic interpretation. Also in the South Gabon subbasin, the Lucina and M’Bya sandstone members of the Melania formation exhibit porosities of 15 to 25% and permeabilities of 10 to 100 mD. The Barremian-age Dentale formation has porosities up to 29% and permeabilities up to 1 D, while the extensive Gamba formation has porosities from 20 to 30% and permeabilities from 100 mD to 5D.

Postsalt Cretaceous reservoirs are also present as platform sands of the Anguille, Pointe Clairette, and Weze formations or as sand-rich channels within the deepwater turbidite systems.

Traps and seals. Presalt traps comprise tilted fault blocks sealed by shales or salt and structural closures associated with salt movement. Structuring beneath the salt in the South Gabon subbasin is extensive and difficult to resolve on existing 2-D seismic data. Postsalt traps comprise drapes over salt domes sealed by shales or combination structural/ stratigraphic traps of sand-rich channels within turbidite systems.

Phased project

The complexity of the geology requires a robust seismic acquisition and advanced imaging workflow to high-grade blocks. This has been accomplished through a three-phase approach designed to improve understanding of this complex basin at each stage.

Phase 1, the basin modeling phase, is completed and results are now available, providing a unique suite of data covering the 9,652.5-sq-mile (25,000-sq-km) Zone Sud area. An integrated workflow was undertaken combining new seismic acquisition with interpretation of vintage data and inversion of potential field data.

A test line acquired in 2008 used a deeptow, large-source, long-offset recording technique. Acquisition parameters were designed to maximize energy transmission through the salt and, in particular, low-frequency energy. Data processing was performed using a thorough sequence through to prestack time migration followed by prestack depth migration using controlled-beam and wave equation techniques. The final processing result demonstrates that significant improvements are achievable in presalt imaging compared to all existing seismic data.

Deep basement geometry is clearly visible and well-imaged. This provides important structural information on the deformational history during the rifting phase of the opening of the South Atlantic. The seismic data also images the presalt sediment section in tilted fault blocks.

Interpretation of this test line was combined with interpretation of existing pre-2008 data to provide key horizons. The seismic interpretation was then integrated with gravity and magnetic inversions to provide an estimate of the depth to basement and the presalt sediment isopach. Final 3-D integrated inversion results show clear regional trends with the identification of deep basement and thick, presalt sedimentary sections extending over large areas.

Phase 1 is now being followed by the acquisition of additional phases, including gravity gradiometry data and a major seismic program in high-graded areas.

Phase 2, gravity gradiometry, records high-resolution, multitensor gravity data providing lateral positioning information on the location of salt bodies. This can be incorporated into accurate depth models for prestack depth migration.

Phase 3 includes acquisition and processing of more than 6,700 miles (11,000 km) of new 2-D seismic data covering both zones. Data acquisition is complete and processing underway. In Zone Sud, the presalt requires acquisition parameters using longoffset, deep-tow acquisition, maximizing low-frequency energy penetration. For Zone Nord, the survey is complicated by pre- and postsalt plays. To image both targets successfully, the data is acquired using an over/under technique with two cables placed at different depths. These record the high frequency, high-resolution data for the Tertiary/Upper Cretaceous targets alongside the low-frequency, deep-tow data required for the presalt targets.

Additional recent-vintage 2-D and 3-D data is also being reprocessed.

Summary

The multiphase project being performed on the new tracts of Gabon acreage to be offered to the industry in 2010 demonstrates all the attributes and potential for these tracts to become world-class petroleum provinces of the future. The three-phase approach, using existing and new seismic data specifically tuned to unravel the complexity of structure below the salt, has helped to deliver this potential.

The presalt section of Gabon is revealed as having multiple indicators of significant prospectivity. Clearly there is considerable potential in the presalt of Gabon.

E&P magazine
http://www.epmag.com/Magazine/2009/7/item41404.php

Geopolítica versus interesses de uma CPI

1 de julho de 2009

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090701/not_imp395866,0.php

O Estado de S.Paulo

Quarta-Feira, 01 de Julho de 2009

Geopolítica versus interesses de uma CPI

Sergio Xavier Ferolla *

Os Estados Unidos exploram petróleo desde 1859 e, valendo-se de suas grandes jazidas, transformaram essa fonte de energia em instrumento para sua consolidação como potência econômica. Tendo sido, por muito tempo, o maior produtor mundial, vislumbram um cenário de incertezas ao constatar o declínio acelerado de suas reservas, que durarão apenas mais 12 anos.

Tal situação é acompanhada pelos governos americanos há muito tempo, e é o fator determinante no planejamento estratégico das ações externas daquele país. Muitas delas são apresentadas sob argumentos dissimulados, como a ocupação do território do Iraque – dono da terceira maior reserva mundial – ou a ocupação do Afeganistão, rota adequada para escoar a produção petrolífera de antigas repúblicas soviéticas.

Essas operações bélicas estão redundando em vergonhosos fracassos, tanto pelo motivo oficial – o combate ao terrorismo – quanto pelo oculto, o controle das jazidas e a segurança dos oleodutos.

Até os anos 60 do século passado, os Estados Unidos e os demais países industrializados do Hemisfério Norte se valiam das grandes empresas privadas de exploração e refino de petróleo – historicamente conhecidas como as “Sete Irmãs” -, que, sediadas nesses países, dominavam as principais reservas petrolíferas do planeta.

Nos últimos 40 anos, porém, um crescente movimento de nacionalização e volta ao controle estatal da maior parte das jazidas mundiais, notadamente no Oriente Médio e em países como a Rússia e a Venezuela, tem resultado na drástica redução dos estoques disponíveis para exploração por terceiros e na rentabilidade daquelas poderosas empresas, das quais, hoje, restam apenas quatro.

Vislumbrando a escassez, encontrar novas fronteiras petrolíferas e poder assumir o controle delas transformou-se em verdadeira obsessão, razão maior de as atenções estarem, cada vez mais, voltadas para o pré-sal brasileiro.

As atuais reservas do Brasil chegam a 13 bilhões de barris e asseguram nossas necessidades por apenas 19 anos. Com a exploração das jazidas do pré-sal, em 2015, o País poderá, inclusive, se tornar exportador de pelo menos 1 milhão de barris por dia.

Se consideradas as atuais cotações de US$ 50 por barril, numa visão tímida do disputado mercado mundial, podem-se projetar exportações de US$ 21 bilhões por ano. Com preços de US$ 100 por barril, até 2010, previsão bastante realista se lembrarmos que o mercado já conviveu com cotações superiores a US$ 140, o País poderá acrescentar um mínimo de US$ 42 bilhões anuais na balança comercial.

As possibilidades do pré-sal, no entanto, tornam esses cálculos acanhados, pois, apesar de não haver números seguros, mesmo os pessimistas reconhecem que o Brasil irá pelo menos dobrar suas reservas, enquanto os otimistas asseguram que é de petróleo o colchão do gigante “deitado eternamente em berço esplêndido”.

Tais perspectivas ressaltam a necessidade de que, acima dos interesses do mercado, parâmetros geopolíticos norteiem as discussões sobre um novo marco regulatório para a exploração do pré-sal, tanto nas esferas políticas como empresariais. Propostas de mudanças na atual legislação e exemplos de sucesso em outros países do mundo poderão guiar os passos do governo brasileiro, mas é imperativo considerar que o controle rígido sobre as jazidas e o estabelecimento da cadência de produção são regras comuns em todos os países detentores de grandes reservas de petróleo.

Esses aspectos de interesse nacional e suprapartidário indicam que a criação de uma CPI, no Senado, para investigar temas que já estão sendo apurados por outras legítimas instâncias de poder não é apenas um movimento que atrai holofotes para palanques eleitorais. É, acima de tudo, um movimento que atende aos interesses de poderosos grupos do setor de petróleo, ao colocar sob suspeição a credibilidade da Petrobrás e do governo brasileiro nessa decisiva e histórica oportunidade de formular e determinar políticas que consolidem a soberania energética do País, assegurando vultosas fontes de riqueza para toda a sociedade.

* Sergio Xavier Ferolla, engenheiro, tenente-brigadeiro, aviador, ministro aposentado do Superior Tribunal Militar

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090701/not_imp395866,0.php

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