Presidente Fernando Lugo visita Itaipu

31 de julho de 2009

http://www.itaipu.gov.br/?q=pt/node/435&id_noticia=2828

Itaipu – Sala de Imprensa

31/07/2009

Presidente Fernando Lugo visita Itaipu

Pela primeira vez desde que foi eleito, o presidente paraguaio Fernando Lugo visitou Itaipu. Lugo foi recebido pelo diretor-geral brasileiro, Jorge Samek, e pelo diretor-geral paraguaio, Carlo Mateo Balmelli, além de outros diretores de Itaipu, na tarde desta quinta-feira (30). Ele plantou uma muda no Bosque dos Visitantes da margem paraguaia, conheceu áreas de Itaipu, como a Subestação da Margem Direita, e fez um test-drive no carro e no caminhão elétrico. Integraram a comitiva de Lugo o presidente da Ande, Sixto Amarilla, além de ministros e governadores paraguaios.


Presidente Fernando Lugo com o diretor-geral brasileiro, Jorge Samek, e o diretor-geral paraguaio, Carlo Mateo Balmelli
A visita de Lugo acontece cinco dias após a assinatura do acordo, com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, a respeito das concessões que o governo brasileiro fará ao governo paraguaio em relação à Itaipu. O objetivo do acordo, assinado em Assunção, no último dia 25, é conceder ao Paraguai vários benefícios, entre os quais o aumento no valor da energia cedida

Lugo afirmou que, após a assinatura do acordo, os governos brasileiro e paraguaio têm mais coincidências e pontos em comum sobre temas como Itaipu, comércio internacional e questões comerciais, econômicas e culturais. “O dia 25 de julho ficará marcado como uma nova etapa da relação bilateral entre Brasil e Paraguai: será o nosso dia da amizade, como o nome da ponte que liga nossos dois países”, disse.


O presidente Lugo conheceu o projeto do veículo elétrico durante a visita
O presidente Lugo e Jorge Samek plantaram mudas no bosque da margem direita. “Essa relação de amizade, simbolizada nesse plantio ao lado do diretor-geral brasileiro, Jorge Samek, não é apenas simbólica, mas real”, disse Lugo. “É assim que devemos caminhar, essa é a determinação que recebo do presidente Lula, essa é a vontade do presidente Lugo, juntos Brasil e Paraguai cada vez mais fortes”, completou Samek.

Após o plantio, Lugo conheceu o mirante do vertedouro, na margem direita. Balmelli e Samek mostraram o projeto do futuro mirante, que vai revitalizar esta área turística de Itaipu. Os diretores também mostraram onde será construído futuramente o teleférico sobre o vertedouro.


Samek presenteia Lugo com uma réplica da Unila, símbolo da integração

A comitiva se reuniu, então, na sala da Diretoria Executiva, onde foi servido um almoço. Na ocasião, Samek presenteou Lugo com uma réplica do Portal do Conhecimento, o monumento que simboliza a futura Universidade Federal da América Latina (Unila), cujo campus será construído no terreno cedido por Itaipu. Lugo também foi presenteado com uma peça de artesanato do Programa Ñandeva.

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Itaipu encabeça cooperativa inédita em agroenergia

31 de julho de 2009

http://www.itaipu.gov.br/?q=pt/node/435&id_noticia=2831

Itaipu – Sala de Imprensa

31/07/2009

Itaipu encabeça cooperativa inédita em agroenergia

Itaipu está encabeçando um projeto pioneiro no Brasil na área de agroenergia. É o Condomínio Cooperativo de Agroenergia para Agricultura Familiar, que vai utilizar dejetos suínos e bovinos de 41 pequenas propriedades na bacia do Rio Ajuricá, em Marechal Cândido Rondon, para produzir energia elétrica e fertilizante. O projeto da Coordenadoria de Energias Renováveis de Itaipu tem parceria com o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e Itai, na produção de tecnologia, além da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná, a Embrapa, o Iapar, a Emater e a Copel.


Uma maquete é usada para ensinar as crianças como funciona a cooperativa
Segundo Kleber Vanolli, da Coordenadoria de Energias Renováveis, esses dejetos poderiam contaminar as águas do rio Ajuricá e chegar ao Lago de Itaipu. A cooperativa vai atingir, principalmente, pequenos produtores rurais, com produção de até 20 cabeças de gado ou 10 porcos. “Apenas cinco, das 41 propriedades, são de grande porte”, afirmou.

Cada propriedade vai receber um biodigestor para armazenar o metano gerado pelo esterco de porcos e gados. O gás é então canalizado por gasoduto para uma microcentral termoelétrica, que gera eletricidade. Por fim, a Copel compra a energia e alimenta sua rede de transmissão.


Com o uso dos biodigestores, os dejetos de gados e suínos viram energia e fertilizante

Outro subproduto dos dejetos é o biofertilizante que será utilizado como adubo nos cultivos da região – milho, soja, trigo e mandioca, por exemplo. De acordo com Kléber, o Iapar está fazendo um estudo para medir a qualidade desses fertilizantes.

http://www.itaipu.gov.br/?q=pt/node/435&id_noticia=2831

Lançamento do documentário “O petróleo tem que ser nosso”

30 de julho de 2009

O petroleo tem que ser nosso - Ultima Fronteira - lancamento do filme documentario

30 de Julho de 2009, quinta-feira: Lançamento do vídeo documentário “O petróleo tem que ser nosso – última fronteira“, dirigido por Peter Cordenonsi, no Cinema Odeon, na Cinelândia no Rio de Janeiro, RJ.

Com uma hora de duração o filme é uma defesa dos interesses nacionais e  levanta questões relevantes sobre a propriedade das enormes jazidas de petróleo do pré-sal recentemente descobertas pela Petrobrás na costa brasileira.

O video O petróleo tem que ser nosso – última fronteira, tem uma hora de duração, com 34 entrevistados, 11 depoimentos, 3 discursos em manifestações, além de declarações de populares. O documentário traz diversos depoimentos como: Prof. Ildo Sauer (USP), Prof. Carlos Lessa (UFRJ), Prof. Adriano Pires (UFRJ), Prof. Luiz Pinguelli Rosa (UFRJ), Governador Roberto Requião (PR), Senador Aloísio  Mercadante (SP),  Deputado federal Carlos Brizola Neto (RJ), Deputado federal Chico Alencar (RJ), Brigadeiro Sérgio Ferolla (engenheiro, militar), Fernando Siqueira (presidente da AEPET), Maurício Azedo (Presidente da ABI),  Paulo Betti (ator), Carlos Benjamin (editor), os geólogos João Victor  Campos, Valério de Queiroz e Henyo Trindade, Modesto da Silveira (advogado), Cesar Britto (jurista), Maria Augusta Tibiriçá (médica), Dom Dimas Lara Barbosa (bispo), os economistas Marcos Arruda, André Bucaresky e João Pedro Stedile,  Paulo Metri (engenheiro),  os sindicalistas Emanuel Cancella, Edson Munhoz, Francisco Soriano, Zé Maria de Almeida e João Antônio de Moraes (FUP), além de petroleiros, lideranças de movimentos sociais, estudantes,  jornalistas, entre outros. Inclui cenas de manifestações populares em defesa do petróleo no Rio de Janeiro em 18/11/2008,  17/12/2008,  18/12/2008 e  21/05/2009


Cenário global respalda opção nacionalista sobre o pré-sal

29 de julho de 2009

Revista Caros Amigos

Julho de 2009

Cenário global respalda opção nacionalista sobre o pré-sal

Igor Fuser

http://carosamigos.terra.com.br/index_site.php?pag=revista&id=128&iditens=324
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Ao propor o reforço o papel do Estado na exploração das reservas do pré-sal, o governo brasileiro desprezou o bombardeio de previsões pessimistas lançado pelo lobby das empresas petroleiras transnacionais e seus porta-vozes na mídia corporativa. O Brasil, de acordo com os defensores do modelo privatista adotado nos tempos de Fernando Henrique Cardoso, deveria garantir condições vantajosas para os investimentos estrangeiros, sob pena de ficar sem recursos para extrair o óleo das profundezas. A manutenção de regras liberais se justificaria como um meio de garantir os capitais necessários à exploração.

Esse argumento desmorona diante da realidade do mercado internacional da energia. O panorama é de um mundo sedento por combustíveis cada vez mais escassos. Na visão da ampla maioria dos analistas, a produção global de petróleo se encontra à beira de atingir o seu ponto máximo, a partir do qual será impossível atender à demanda crescente. A busca frenética por fontes alternativas de energia representará, na melhor das hipóteses, um mero paliativo para a escassez, que se refletirá numa escalada dos preços. As cotações do petróleo a mais de 140 dólares o barril, às vésperas do naufrágio financeiro do ano passado, podem representar apenas uma amostra do que virá em um futuro próximo, só adiado pela recessão.

Na raiz dessa situação de estrangulamento existe uma realidade física, que independe da vontade humana. O petróleo é um bem não-renovável, explorado em escala gigantesca há 150 anos. Os geólogos calculam que, dos 2 trilhões de barris existentes no subsolo terrestre em 1860, marco inicial da era dos hidrocarbonetos, cerca de 1 trilhão já foram consumidos. Resta o outro trilhão, o que ainda é muito. O problema é que grande parte do petróleo remanescente se encontra em regiões de acesso muito difícil, como as regiões polares, ou em forma de betume ou asfalto, o que torna a exploração muito dispendiosa.

Do outro lado da equação, a demanda logo deverá recuperar o ritmo vertiginoso registrado na última década, sob o impulso do crescimento econômico da China, Índia e outros países “emergentes”. Quando eclodiu a crise econômica, no ano passado, os principais produtores, como a Arábia Saudita, já davam sinais de ter atingido o limite a partir do qual é impossível aumentar os níveis de extração. A queda nos índices de atividade econômica aliviou a pressão sobre os poços de petróleo, mas quanto tempo isso irá durar? A economia mundial ainda nem iniciou a sua recuperação e os preços já voltaram a subir.

Risco mais perto

O temido momento do “pico do petróleo” se encontra perigosamente próximo. A Agência Internacional de Energia (AIE) calcula que, para abastecer as necessidades da economia mundial em 2030, a produção de petróleo deverá saltar dos atuais 90 milhões de barris diários para 121 milhões. Ninguém é capaz de explicar de onde virão os 31 milhões de barris diários adicionais. Importantes exportadores – como a Rússia, a Noruega e o México – já atingiram seu patamar máximo de produção, e a capacidade do Oriente Médio é insuficiente para atender à demanda projetada.

Em uma entrevista em tons sombrios, o presidente da AIE, Fatih Birol, revelou no início de agosto ao jornal The Independent o resultado de um estudo detalhado dos 800 poços de petróleo mais produtivos do planeta. A pesquisa revelou que esses poços, responsáveis por mais de três quartos da produção mundial, estão declinando a uma taxa de 6,7% ao ano – uma proporção alarmantemente maior do que estimativa anunciada em 2007 pela própria AIE, de 3,7%.

Nesse cenário, os países possuidores de recursos energéticos adquirem um poder crescente. Nas palavras de Robert Skinner, diretor do prestigiado Instituto de Estudos de Energia de Oxford, “os termos da interdependência se inverteram”. Se o Brasil pudesse ter escolhido o momento ideal para ingressar no seleto clube dos grandes produtores de petróleo, a data de 2015, quando se calcula que entrarão em operação comercial as novas reservas, estaria situada perto da perfeição.

Até lá, segundo a avaliação do banqueiro estadunidense Matthew Simmons, um dos maiores especialistas mundiais em petróleo, não faltará capital estrangeiro para o pré-sal. “Os recursos virão da própria alta dos preços”, afirmou ele, em entrevista à revista Exame. Simmons, que se tornou milionário com investimentos no mercado global de energia, vê a Petrobrás como uma exceção positiva em meio à crise generalizada das empresas do setor. “Companhias como a Exxon e Shell estão em declínio”, disse. “Hoje, a Petrobrás é a única que tem condições de capitanear o aumento da produção mundial de petróleo.” É lamentável – e, talvez, sintomático – que a revista não tenha dado o devido destaque a essas declarações. (publicado originalmente no operamundi.net )


Igor Fuser é jornalista, doutorando em Ciência Política na USP e autor do livro Petróleo e Poder – O envolvimento militar dos Estados Unidos no Golfo Pérsico


PETROBRÁS: Esclarecimento sobre perfurações na região pré-sal

28 de julho de 2009

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/wp-content/uploads/2009/07/Esclarecimento-Pr%C3%A9-sal.pdf

PETROBRÁS

28/07/2009

Esclarecimento sobre perfurações na região pré-sal

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2009 – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A – PETROBRAS, em relação à matéria divulgada no Jornal Valor Econômico na data de hoje sob o título “No pré-sal, 32% dos poços abertos são pouco viáveis”, esclarece que na região do pré-sal da Bacia de Santos, o taxa de sucesso é de 100%.

A Petrobras esclarece também que o mapa já divulgado (área azul) com a ocorrência dos reservatórios carbonáticos microbiais (Pré-Sal), que se estende pelas Bacias de Santos e Campos, não corresponde a um único campo de petróleo. Além da existência da rocha reservatório, a descoberta de um campo petrolífero decorre da identificação e ocorrência simultânea de uma série de fatores geológicos, os quais definem o posicionamento dos poços exploratórios em determinada bacia sedimentar.

Ao longo da história de exploração das Bacias de Campos e Santos vários poços identificaram os referidos reservatórios carbonáticos, mas, no entanto, os mesmos não foram perfurados em situações geológicas ideais e não tinham como objetivo específico buscar descobertas em reservatórios do pré-sal. A partir de 2006, quando as rochas carbonáticas do pré-sal foram efetivamente comprovadas como potenciais reservatórios para acumulações de petróleo, aPetrobras perfurou 11 poços na área central da Bacia de Santos tendo estes reservatórios como objetivos principais. Todos estes poços resultaram em descobertas (taxa de sucesso de 100%), cujos Planos de Avaliação estão sendo realizados, conforme aprovado junto a ANP eamplamente divulgado pela Companhia.

Conforme divulgado no Form-20F (Relatório Anual da SEC) até o final de 2008 foram perfurados 30 poços na região do pré-sal, que se estende da Bacia de Campos até a Bacia de Santos, tendo sido obtida uma taxa de sucesso de 87% na comprovação de presença de hidrocarbonetos.

Em relação ao poço 6-BG-6P-SPS, conhecido como Corcovado-1, localizado no Bloco BM-S-52, a Companhia reforça as informações divulgadas pelo operador (BG Group) e posteriormente pela Petrobras através comunicado ao mercado em 08/04/2009, que anunciou a existência de indícios de hidrocarbonetos.

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/wp-content/uploads/2009/07/Esclarecimento-Pr%C3%A9-sal.pdf

Statoil Wants Pre-salt Targets in Angola

27 de julho de 2009

http://www.petroleumafrica.com/read_article.php?NID=8013

Petroleum Africa

Monday, July 27, 2009

Statoil Wants Pre-salt Targets in Angola

StatoilHydro said it is looking for Brazil type pre-salt formations off Angola. The company said that Angola’s pre-salt basin, which is similar to Brazil’s, open a new frontier in oil exploration in Angola several km below the ocean floor.

“We are actually looking for this famous pre salt that you can see in Brazil,” Bjorn Albert Rasmussen, head of StatoilHydro in Angola told Reuters in an interview. “This is a new opportunity,” he added.

Rassmussen said if viable, pre-salt drilling and exploration could change the face of the exploration game in Angola raising it to a whole new level. “In Angola the potential is great. When it comes to pre salt we do not know. It carries very high risk and we have to be aware of that,” said Rasmussen.

“Just like in Brazil, it will be very costly to drill these wells. A pre salt well in a favorable location might easily exceed $150 million.”

Brazil’s Tupi discovery, made in 2006, is estimated to contain recoverable reserves of 5-8 billion boe. Petrobras began first production from an extended well test in June, just three years after its discovery.

http://www.petroleumafrica.com/read_article.php?NID=8013

Programa Luz Para Todos – FURNAS Centrais Elétricas S.A.

16 de julho de 2009

16 de julho de 2009

Programa Luz Para Todos – FURNAS Centrais Elétricas S.A.

Vídeo institucional com depoimentos sobre o Programa Luz Para Todos, região Sudeste e Goiás, coordenada por FURNAS Centrais Elétricas S.A.

http://www.youtube.com/watch?v=zFwrWqbBj4c


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