FUP e Mercadante debatem o pre-sal e nova lei do petróleo, nesta sexta, dia 02

30 de setembro de 2009

http://www.presal.org.br/noticias.php?id=2317

FEDERAÇÃO ÚNICA DOS PETROLEIROS

FUP e Mercadante debatem o pre-sal e nova lei do petróleo, nesta sexta, dia 02

Imprensa da FUP

Nesta sexta-feira, dia 02, o coodenador FUP, João Antonio de Moraes junto ao senador Aloizio Mercadante e à Escola São Paulo (CUT), fará um debate sobre o pré-sal, a nova lei do petróleo e outras nuances desta riqueza. O objetivo do encontro é aprofundar a discussão sobre o Projeto de Lei dos trabalhadores, que está em tramitação no Congresso Nacional, e ressaltar a importância de tornar a Petrobrás uma empresa 100% estatal.

O debate será realizado no Sindicato dos Químicos, na Rua Tamandaré, 348, Liberdade, São Paulo.

http://www.presal.org.br/noticias.php?id=2317
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TV Estadão | “O Futuro do Pré-Sal” | 30/09/2009

30 de setembro de 2009

TV Estadão

30/09/2009
DEBATE

O Futuro do Pré-Sal


O Futuro do Pré-Sal – parte 1

Link para assistir ao debate na TV Estadão

Clique para acessar o link na TV Estadão

http://tv.estadao.com.br/videos,O-FUTURO-DO-PRE-SAL-1,73015,254,0.htm

Assista ao primeiro bloco do debate que contou com a presença de José Sérgio Gabrielli (presidente da Petrobrás), João Carlos de Luca (presidente IBP) e do senador Tasso Jereissati (PSDB).


O Futuro do Pré-Sal – parte 2

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http://tv.estadao.com.br/videos,O-FUTURO-DO-PRE-SAL-2,73013,254,0.htm

Petróleo do pré-sal é o tema da nova enquete da Agência Senado

30 de setembro de 2009

http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=95954&codAplicativo=2

SENADO

ESPECIAL
30/09/2009

Petróleo do pré-sal é o tema da nova enquete da Agência Senado

Agência Senado

Clique para acessar a página do Senado

Clique para acessar a página do Senado

Encerrada nesta terça-feira (30), a última enquete da Agência Senado contou com o voto de mais de 126 mil internautas. Com 56% contra 44% dos votos, saiu vencedora a opção “sim”, favorável ao ensino religioso facultativo nas escolas públicas do país. O assunto veio à tona com a aprovação de acordo entre o Brasil e o Vaticano, endossando o direito já existente de aulas facultativas de religião no ensino público. As opções “sim” e “não” se revezaram na liderança da enquete, mas, ao final, os leitores que são favoráveis à religião nas escolas venceram.

A nova enquete da Agência Senado, que entra no ar nesta quarta-feira (1º), é referente à divisão dos royalties (pagamento de direitos) provenientes da exploração de petróleo da camada pré-sal Entenda o assunto: “Você é a favor de que os royalties do petróleo extraído no pré-sal sejam partilhados com todos os Estados e não apenas entre os Estados produtores?”

A União e os estados brasileiros produtores de minério e petróleo recebem uma participação, a título de compensação financeira, pela exploração dessas riquezas. Como o petróleo do pré-sal vem de uma área muito distante da costa, houve polêmica quanto aos critérios de distribuição dos royalties.

Os estados considerados produtores querem que sejam mantidos os atuais percentuais de distribuição de royalties. Já os demais também querem uma participação nestas riquezas. Na enquete, o leitor poderá dizer “sim” ou “não” a essa pretensão.

Entre os argumentos favoráveis aos estados produtores, há o da compensação por eventuais danos ambientais, pelo grande afluxo de mão-de-obra e pela necessidade de oferecer infraestrutura para a exploração de petróleo. Já os demais estados argumentam que tais riquezas pertencem a todo país e também querem participação.

Uma solução intermediária pode surgir, enquanto se discute o marco regulatório do pré-sal: a de a participação dos demais estados na partilha se dê não com a diminuição dos royalties aos estados produtores, mas com a divisão dos royalties pagos à própria União.

Da Redação / Agência Senado

http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=95954&codAplicativo=2
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*  Para acessar a pesquisa do Senado, basta acessar a página inicial do Senado ou o link da Secretaria de Pesquisa e Opinião Pública em:

http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/


Lobão diz que operação exclusiva da Petrobras no pré-sal é conveniente para o país

30 de setembro de 2009

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/30/materia.2009-09-30.7192802406/view

AGÊNCIA BRASIL

30 de Setembro de 2009

Lobão diz que operação exclusiva da Petrobras no pré-sal é conveniente para o país

Mariana Jungmann

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, respondeu hoje às críticas feitas ontem (29) pelo presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), João Carlos De Luca, sobre a operação exclusiva da Petrobras na exploração do pré-sal. “Para a nação brasileira, é altamente conveniente”, afirmou o ministro.

Em audiência pública na comissão especial que analisa o projeto de partilha do petróleo, o presidente do IBP alegou que não vale a pena para a própria Petrobras ser obrigada a operar todos os poços do pré-sal, já que alguns deles poderiam ser pequenos e não interessar à empresa.

“O que eu posso dizer sobre isso é que perguntem à Petrobras se ela não prefere correr o risco e ser a operadora única. E pergunte às outras empresas se elas não gostariam de ser operadoras únicas também. Todas adorariam”, disse hoje (30) o ministro.

Ele afirmou que, atualmente, com o regime de concessão, a Petrobras já opera 85% das extrações petrolíferas do país mesmo sem ser obrigada a isso.

Lobão contou que tem sido procurado por autoridades iranianas para tratar de projetos conjuntos com a empresa brasileira para a exploração de petróleo na África. “Eu recebi a visita de ministros do Irã, do embaixador do Irã, todos convidando a Petrobras para que se associem a eles na exploração de petróleo na África e também no próprio Irã”, disse o ministro.

Estima-se que a costa da África seja como um espelho da costa brasileira e que também exista petróleo na camada pré-sal por lá.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/30/materia.2009-09-30.7192802406/view

Lobão diz que pré-sal é viável mesmo com barril a US$ 35

30 de setembro de 2009

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/30/materia.2009-09-30.0439504552/view
30 de Setembro de 2009

Agência Brasil

Lobão diz que pré-sal é viável mesmo com barril a US$ 35

Mariana Jungmann

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse hoje (30) que o petróleo da camada pré-sal será economicamente vantajoso se o preço do barril chegar a um piso de US$ 35.

Ontem (29), em audiência pública na Câmara dos Deputados, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse que o pré-sal seria viável mesmo que o preço do barril ficasse abaixo de US$ 45.

“Ele já está sendo pouco rigoroso, até abaixo de US$ 45 o petróleo do pré-sal é viável. Até a US$ 35, o barril é bom”, afirmou o ministro.

Lobão também comentou as expectativas de que exista petróleo em camadas ainda mais profundas que o pré-sal, no Nordeste brasileiro, especialmente na Bahia. Nesse caso, se os campos forem tão grandes como os do pré-sal, eles serão considerados estratégicos e será adotado o regime de partilha, segundo o ministro.

“Nós temos possibilidade de encontrar grandes reservatórios de petróleo em muitas áreas brasileiras, segundo os estudiosos dessa matéria. Onde quer que elas [as reservas] surjam, nós aplicaremos o regime de partilha”, afirmou.

A Petrobras já trabalha, associada a outras empresas, na exploração de petróleo em até 11,5 mil metros no mar do Golfo do México. O pré-sal está em camadas que vão de 5 mil a 7 mil metros de profundidade.

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Licitação do trem de alta velocidade terá transferência de tecnologia como critério de escolha

30 de setembro de 2009

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/30/materia.2009-09-30.0642806627/view
30 de Setembro de 2009

Licitação do trem de alta velocidade terá transferência de tecnologia como critério de escolha

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A exemplo do que ocorre com a compra dos caças para a Força Aérea Brasileira, o governo federal pretende incluir a transferência de tecnologia entre os critérios adotados também para a escolha da empresa que desenvolverá o trem de alta velocidade que interligará Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas.

“Sem dúvida nenhuma, a transferência de tecnologia é um aspecto considerado relevante pelo governo também nesse processo licitatório”, explicou hoje (30), à Agência Brasil, o secretário executivo do Ministério dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, após participar do Seminário Ferroviário, realizado na Câmara dos Deputados.

“O que vamos fazer é estabelecer um conjunto de requisitos e de exigências no que diz respeito a esse ponto. Quem atender está dentro. Quem não atender está fora. Sem dúvida, esse projeto resultará na absorção de tecnologia de ponta para as indústrias brasileiras”, acrescentou.

Segundo o secretário, o governo já concluiu todos os estudos de demanda, de engenharia de traçado, além dos estudos operacionais e os relacionados aos custos do investimento, modelagem econômica e financeira do projeto. “No momento, estamos finalizando a minuta do edital e do contrato”, informou Passos.

“Queremos em dezembro deste ano colocar a licitação na rua, de tal forma que, no primeiro trimestre de 2010, saibamos quem é o vencedor”, completou o secretário.

O trajeto do trem de alta velocidade terá 510 quilômetros. Destes, 90,9 quilômetros serão em túnel (18%), 107,8 em pontes (21%) e 312,1 (61%) em superfícies. O custo previsto para a obra é de R$ 34,626 bilhões.

“O governo trabalha com um horizonte de cinco anos para que o projeto seja executado e concluído, mas é óbvio que cada licitante tem a sua avaliação, seus estudos e seu plano de ataque das obras. Por isso, evidentemente, vamos aguardar o que eles irão apresentar”, informou Passos.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/30/materia.2009-09-30.0642806627/view

Pré-sal, instrumento de geopolítica

30 de setembro de 2009

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/09/30/e30099755.asp
30/09/2009

Jornal do Brasil

Pré-sal, instrumento de geopolítica

RIO – A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse ontem aos integrantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) que o governo aproveitará as riquezas obtidas com a exploração do petróleo da camada pré-sal para elevar a importância do Brasil frente aos demais países.

– Queremos ampliar o papel econômico e geopolítico do Brasil no cenário internacional – disse a ministra.

Dilma voltou a afirmar ainda que a renda obtida deve ser aproveitada para expansão dos instrumentos de combate à pobreza, investir em educação, ciência e tecnologia, além de fortalecer a indústria nacional.

De acordo com a ministra, pré-candidata à sucessão presidencial pelo PT, projeções da Petrobras estimam que mais da metade dos investimentos em projetos do pré-sal ficarão no país.

– Dos investimentos relacionados a projetos no país, cerca de 64% serão colocados junto ao mercado fornecedor local, levando a uma média anual de colocação de US$ 20 bilhões – afirmou. – A situação máxima à qual chegamos foi de US$ 12 bilhões.

A ministra foi categórica ao afirmar que o governo não pensa em alterar a proposta de ter a Petrobras como operadora única na exploração da camada pré-sal.

– Não estamos discutindo isso, de jeito nenhum. Não está na agenda – disse Dilma ao deixar a reunião.

Dilma disse que o governo deve ter uma política industrial específica para o setor, não porque a atual administração tenha um viés estatizante, mas para incentivar a indústria nacional.

– Vamos ter uma política de conteúdo nacional que vai depender da nossa capacidade de internalizar e transformar essa demanda em empregos brasileiros e tecnologia nacional – destacou.

A ministra tentou minimizar a polêmica relativa à distribuição de royalties entre os estados.

– O que é significativo no pré-sal é a renda petrolífera gerada – comentou Dilma. – Se o royalty era decisivo no modelo de concessão, no modelo de partilha ele é importante, mas a renda do petróleo é decisiva.

A ministra lembrou que esses recursos contemplarão todos os brasileiros e Estados por meio do fundo social que será criado a partir de projeto de lei a ser aprovado pelo Congresso.

Infraestrutura

Dilma afirmou que a política de desenvolvimento produtivo terá de resolver a questão do financiamento e diversificação da base de recursos. A ministra admitiu que há um desafio “monstruoso” no setor de infraestrutura, e que o modelo em que todos os recursos são públicos já está se esgotando. Geundo a ministra, haverá um momento em que a exigência de garantias impedirá que alguma empresa, que já tenha conseguido financiamento para uma grande obra, pegue outro financiamento no momento seguinte.

–Temos que ter energia. A não ser que alguém queira se responsabilizar por outro apagão. Como ninguém quer, temos que ter hidrelétricas – afirmou.

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/09/30/e30099755.asp

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