SALVE A PETROBRÁS E O FUTURO DO BRASIL!


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AEPET

Rio de Janeiro, 05 de Outubro de 2009

SALVE A PETROBRÁS E O FUTURO DO BRASIL!

Diversas iniciativas foram realizadas para homenagear a Petrobrás que completou 56 anos no último dia 3/10. Parlamentares, Sindicatos e diversas entidades realizaram eventos para parabenizar a Empresa que orgulha os brasileiros e tem perspectivas concretas de continuar orgulhando por muitos e muitos anos. Na Câmara dos Deputados foi realizada uma Sessão Solene no dia 28/09, por iniciativa do deputado Luiz Alberto (PT/BA), que é petroleiro aposentado e ex-diretor do Sindicato do Ramo Químico e Petroleiro. O evento ocorreu às 10 h, no Plenário Ulysses Guimarães. `Essa homenagem à Petrobrás tem um significado especial nesse momento em que o Brasil debate o pré-sal e outros temas relacionados com a exploração do petróleo, toda essa discussão só é possível graças ao trabalho da Empresa e do seu quadro funcional`, afirma Luiz Alberto, conforme notícia da Agência Câmara. Cabe ressaltar que a Petrobrás foi criada em 3 de outubro de 1953 pela legendária Lei 2004/53, que institui o monopólio estatal do petróleo que, com sucesso absoluto, foi executado pela Empresa até o surgimento da fatídica Lei 9478/97 que iniciou os maléficos leilões da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Os lobistas da Lei 9478/97, contrários a instituição de uma nova legislação do petróleo, com a advento do pré-sal, costumam propagandear que a referida lei possibilitou o País alcançar a autossuficiência, descobrir diversas áreas, inclusive o pré-sal. O presidente da AEPET, Fernando Leite Siqueira, entre outras lideranças especializadas no setor, demonstram que tal afirmativa é uma `falácia`, pois o pré-sal, por exemplo, é resultado de 30 anos de pesquisas e investimentos volumosos da Petrobrás. Só no primeiro poço do pré-sal, a Empresa investiu US$ 260 milhões.

Em entrevista ao Correio da Cidadania (19/09), Siqueira resgatou os feitos da Lei 2004/53: `Nós temos defendido a volta da Lei 2004/53, pois durante os 44 anos de sua vigência ela se mostrou perfeita para o País. Permitiu a autossuficiência (95% dos poços em produção foram descobertos na sua vigência. Os outros 5% foram mapeados nesta vigência [Lei 9478/97]). A 2004/53 propiciou que a Petrobrás pesquisasse o Pré-Sal durante 30 anos e, quando a tecnologia permitiu, comprovasse a tese dos seus técnicos, perfurando e achando o petróleo que pode colocar o Brasil no seu destino de país mais viável do planeta`.

Siqueira completou ainda que a Lei 2004 está na modernidade, pois `78% das reservas mundiais já estão nas mãos de empresas estatais, com tendência a aumentar, porque os governos dos países proprietários dessas empresas se conscientizaram da importância estratégica desse energético. Por outro lado, as empresas privadas internacionais, que formam o cartel das `Big Oil` e que já tiveram sob controle 90% das reservas mundiais, hoje têm menos de 5%“.

Ao homenagear a Petrobrás, o deputado federal Luiz Alberto fez questão de ressaltar que é uma celebração também para os petroleiros e petroleiras, do corpo técnico e gerencial: `A experiência acumulada do funcionalismo da Petrobrás e o compromisso dessa gestão de trabalhadores são grandes riquezas da Empresa. O trabalho conjunto faz com que a Petrobrás se destaque no País e no mundo, além de vencer grandes desafios`.

PETROBRÁS PROMOVE EVENTO EM SEU ANIVERSÁRIO

A descobridora do pré-sal, comemora seus 56 anos, com fortes possibilidades de dobrar de tamanho. Ela destacou nas comemorações do dia 3/10, que São inúmeros os projetos de grande porte, recorde de investimentos e metas desafiadoras. Conforme noticiou a Agência Petrobrás de Notícias, e é sempre bom destacar, a Empresa é a maior produtora de petróleo em águas profundas do mundo, com 23% das operações globais. Assim, a Empresa capacitou-se em tecnologia e recursos humanos no decorrer de uma história de desafios que começou em 1969, com a primeira descoberta de petróleo na plataforma continental brasileira, o campo de Guaricema, no mar de Sergipe, ainda em águas rasas.

A Empresa lembra que, de uma pequena refinaria na Bahia, recebida do Conselho Nacional de Petróleo, seu parque de refino chegou a 15 refinarias (11 no Brasil e 4 no exterior). A Petrobrás tornou-se uma Empresa integrada de energia que hoje domina a tecnologia necessária para conduzir – do poço ao posto e ao poste – todas as atividades do setor de petróleo, gás natural e energia.

Hoje, continuou a Agência Petrobrás de Notícias, a Empresa está posicionada no pequeno grupo de companhias globais que produzem mais de 2,5 milhões de barris de petróleo e gás natural equivalente (boe) por dia. A produção, quando a empresa iniciou suas operações, era de apenas 2,7 mil barris por dia, extraídos de reservas de 170 mil barris. Hoje, são 14 bilhões de barris recuperáveis, marca que deverá dobrar somente com os volumes de cinco áreas do pré-sal que tiveram avaliação preliminar.

Com todo esse histórico, a proposta de novo modelo regulatório apresentada pelo Governo ao Congresso Nacional prevê um papel estratégico para a Petrobrás. A empresa deverá ser a operadora única – com percentual mínimo de 30% de participação – de todos os blocos explorados sob o regime de partilha. Caso a proposta seja aprovada, o sistema de partilha substituirá o regime de concessão para as áreas do pré-sal e áreas estratégicas ainda não licitadas. Para os 70% restantes, a União poderá contratar exclusivamente a Petrobrás ou realizar licitações com livre participação das empresas.

A proposta também prevê o sistema de cessão onerosa de direitos. A União poderá ceder à Petrobrás o direito de exercer atividades de exploração e produção, por sua conta e risco, em determinadas áreas do pré-sal, no limite de até 5 bilhões de barris de petróleo e gás natural. Para ampliar a capacidade de investimento da Petrobrás, levando em consideração inclusive os investimentos necessários para o desenvolvimento das atividades na região do pré-sal, o projeto de lei da cessão onerosa também autoriza o aumento de capital da Petrobrás.

De Guaricema ao pré-sal

Poucos anos depois da descoberta de Guaricema, a Companhia encontrava, em 1974, o primeiro campo de petróleo na Bacia de Campos – Garoupa – em águas de cerca de 100 metros de profundidade. Começava, então, a série de descobertas em águas cada vez mais profundas até chegar aos campos gigantes.

Em 2006, a Petrobrás conquistou para o Brasil a autossuficiência em petróleo, passando a produzir um volume superior à demanda nacional. Esta posição privilegiada, que poucas nações industrializadas do mundo possuem, é resultado de muito trabalho, grandes investimentos e desenvolvimento tecnológico de excelência.

Estes passos da Petrobrás, num momento em que os preços internacionais do petróleo não encorajavam empreitadas desta natureza, foram fundamentais para a escalada futura em direção às águas profundas. Tudo isso levou à descoberta de petróleo no horizonte do pré-sal, considerada uma das maiores fronteiras exploratórias dos últimos anos no mundo.

Desafios e responsabilidades

Coragem para vencer desafios é uma marca da Petrobrás. Em janeiro do corrente ano, por exemplo, quando uma das maiores crises econômicas mundiais alarmava o mundo, a Petrobrás lançava o Plano de Negócios para o período 2009 – 2013 prevendo investimentos superiores a US$ 174 bilhões. Além dos grandes projetos para produção das reservas já apropriadas nas áreas do pós-sal, das descobertas que vêm se repetindo no pré-sal e de projetos de cinco unidades de refino, o plano envolve encomendas para toda a infraestrutura logística destinada a levar petróleo, gás e derivados para o consumo nas diversas regiões do País. Serão, inicialmente, 40 sondas de perfuração submarina, 250 novas unidades marítimas, incluindo plataformas de produção, navios-tanque e barcos de apoio, terminais marítimos e terrestres, milhares de quilômetros de dutos e dezenas de aeronaves.

São projetos estruturantes com impactos em toda a cadeia produtiva do País. Para atender ao grande volume de encomendas para estes projetos, a Petrobrás vem firmando convênios com empresas, instituições de pesquisa e universidades para ampliar a abrangência e a capacitação da indústria brasileira.

Foram 56 anos de superação de desafios e de desenvolvimento tecnológico que a credenciam para atender às responsabilidades que terá com a proposta de novo modelo regulatório encaminhada ao Congresso Nacional. As recentes descobertas no pré-sal, com 100% de sucesso na Bacia de Santos, seu quadro técnico de capacitação mundialmente reconhecida, e seu robusto crescimento nos últimos anos, sem paralelo no mundo do petróleo, estabeleceram bases concretas para a construção de um futuro de realizações ainda maiores. Um futuro em que a riqueza oriunda da indústria brasileira do petróleo contribuirá cada vez mais para o desenvolvimento social e econômico do Brasil.

(Agência Petrobrás de Notícias/Agência Câmara/Redação AEPET)

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