Petrobrás: Plano de Negócios 2010 – 2014 prevê investimentos totais de US$ 224 bilhões


A seguir está disposto o relatório do Plano de Negócios 2010-2014 da Petrobrás, divulgado esta semana, disponível também em formato PDF no site da Petrobrás.

Petrobrás – Relacionamento com Investidores

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PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. – PETROBRAS

Companhia Aberta

FATO RELEVANTE

Plano de Negócios 2010 – 2014

Rio de Janeiro, 21 de junho de 2010 – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras comunica que seu Conselho de Administração aprovou no dia 18 de junho, o Plano de Negócios 2010-2014, com investimentos totalizando US$ 224 bilhões, representando uma média de US$ 44,8 bilhões por ano.

Com base na dinâmica econômica e energética mundial e brasileira o plano foi revisto ajustando a carteira de projetos e as projeções da Companhia. Os fatores de crescimento integrado, rentabilidade e responsabilidade social e ambiental formam a base das estratégias definidas pela Companhia, visando atuação de forma sustentável no mercado nacional e internacional.

O Plano de Negócios 2010-2014 prevê investimentos de 95% (US$ 212,3 bilhões) aplicados no Brasil e 5% (US$ 11,7 bilhões) no exterior, com significativa colocação dos investimentos junto ao mercado fornecedor doméstico, com uma taxa de conteúdo local totalizando 67%, o que significa um nível de contratação anual no País de cerca de US$ 28,4 bilhões.

Este montante representa um aumento de 20% em relação ao Plano anterior, sendo US$ 31,6 bilhões referentes a novos projetos, dos quais 62% dedicados para a área de E&P (US$ 19,7 bilhões).

O Plano de Negócios 2010-2014 mantém as metas de crescimento para a Companhia, incluindo os recursos necessários para a exploração e desenvolvimento das descobertas de petróleo no pré-sal. A meta de produção de petróleo é de 3,9 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe) em 2014 e projeção de 5,4 milhões de boe em 2020.

A redução da projeção de produção total de 318 mil boe para 2020, em comparação com a do Plano anterior, se deve à revisão das metas internacionais, em função da revisão dos investimentos futuros para adequação à atual estratégia de E&P da Petrobras.

As metas apresentadas levam em consideração apenas os atuais projetos da carteira e não consideram o potencial de produção proveniente da Cessão Onerosa, nem outros projetos do novo marco regulatório.

O segmento de Exploração e Produção (E&P) receberá investimentos de US$ 118,8 bilhões, representando um aumento de 14% em relação ao PN 2009-2013. Os recursos serão destinados para garantir a descoberta e apropriação de reservas, maximizar a recuperação de petróleo e gás nas concessões em produção, além de desenvolver a produção do Pré-sal da Bacia de Santos e intensificar o esforço exploratório nas outras áreas do pré-sal e em novas fronteiras no Brasil e no exterior.

O aumento da produção será sustentado pelo desenvolvimento das áreas do pós-sal, através da instalação de grandes projetos nas áreas de atuação da Companhia. Adicionalmente, contempla os investimentos nas áreas do pré-sal já concedidas, que devem ter maior participação na curva de produção no período pós-2014. Neste contexto, está planejada a entrada em operação de aproximadamente três sistemas de produção por ano, em média, além da média de realização de três testes de longa duração por ano nas áreas do pré-sal.

Além dos investimentos em infra-estrutura de US$ 12,3 bilhões necessários para o crescimento da produção, a Companhia também está se preparando para ter acesso aos recursos críticos necessários para a implementação deste Plano. Neste contexto, a empresa espera ter a maior disponibilidade de sondas de perfuração para águas profundas no mercado internacional, totalizando 26 sondas até 2014 e 53 até 2020 e 504 barcos de apoio até 2020 (254 em 2009).

O segmento de Refino, Transporte e Comercialização tem investimentos previstos de US$ 73,6 bilhões. Foi mantida a estratégia de expandir a capacidade de refino, buscando o equilíbrio com o crescimento da produção nacional de petróleo da Petrobras, adequando o parque de refino para atender o abastecimento do mercado interno, exportando derivados, atendendo aos níveis de qualidade de produtos requeridos pelos mercados.

No Plano estão previstos, além da ampliação de unidades existentes, a entrada em operação a Refinaria Abreu e Lima (Pernambuco – RNEST), a Refinaria Premium I e a primeira fase do Complexo Petroquímico do Rio de janeiro – COMPERJ, que teve seu projeto básico alterado com a inclusão de uma refinaria com capacidade de processar 165 mil barris de petróleo por dia (bpd) para produção principalmente de diesel. Com esses investimentos, a carga fresca processada no Brasil em 2014 será de 2,3 milhões bpd.

Para o período pós 2014, estão previstas a segunda etapa do Comperj, com capacidade de 165 mil bpd que contempla também a produção de produtos petroquímicos básicos, e as Refinarias Premium I (segunda fase) e Premium II que irão contribuir para o alcance da projeção de 3,2 milhões de carga fresca processada em 2020. Desta forma, a Companhia busca estar preparada para atender o aumento na demanda de derivados no mercado interno, projetada para 2,4 milhões de bpd em 2014 e 2,8 milhões de bpd em 2020.

Já os investimentos em Petroquímica somam US$ 5,1 bilhões, focando na ampliação da produção de petroquímicos e de biopolímeros preferencialmente através de participações societárias, principalmente no Brasil, de forma integrada com os outros segmentos da Companhia.

O negócio de Distribuição irá receber investimentos de US$ 2,5 bilhões, visando garantir a liderança na distribuição nacional, com meta de 40% de participação no mercado nacional em 2014, e atuação na distribuição de derivados no exterior.

Após uma fase de investimentos em infra-estrutura no transporte de gás natural para escoamento da produção e alcance do mercado consumidor, o segmento de Gás e Energia receberá US$ 17,8 bilhões. Esses investimentos serão direcionados para consolidar a liderança da Petrobras no mercado brasileiro de gás natural, assegurando flexibilidade para comercialização nos mercados termelétrico e não termelétrico.

Além disso, serão realizados investimentos para a transformação química do Gás Natural, aumentando a flexibilidade da cadeia do Gás Natural e da geração de Energia Elétrica, e estão previstos a construção de três novas plantas fertilizantes para a produção de nitrogenados (Amônia e Uréia) em sinergia com outros ativos da Petrobras.

Apesar do maior direcionamento dos investimentos no mercado doméstico, na área internacional serão investidos US$ 11,5 bilhões, com foco no desenvolvimento da exploração e produção no Golfo do México (Cascade, Chinook, Saint Malo e Tiber), Costa Oeste da África (Nigéria) e no Peru.

O segmento de Biocombustíveis receberá US$ 3,5 bilhões, atuando na produção, logística e comercialização dos biocombustíveis e participando na cadeia de valor no Brasil e no exterior, atuando de forma integrada. A estratégia no segmento de etanol foi redirecionada para a aquisição de participações com o objetivo de se tornar um importante player no mercado, assegurando o domínio tecnológico para a produção sustentável de biocombustíveis.

O Plano considera uma geração de fluxo de caixa operacional baseada em um preço médio de petróleo de US$ 80 para o período, abaixo da média das projeções do mercado.

A meta de alavancagem financeira média de 25-35% está mantida. A realização de uma oferta pública de ações deverá manter a estrutura de capital e indicadores equilibrados; contudo a Petrobras deverá continuar buscando financiamento em várias fontes de recursos no Brasil e no exterior.

O portfólio de projetos que compõe a carteira da companhia apresenta taxa interna de retorno estimada em torno de 14% a.a., considerando as premissas do Plano Estratégico.

No âmbito do Plano, a Companhia destinou investimentos para a superação de desafios tecnológicos, segurança operacional e recursos humanos. Na área de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) serão investidos US$ 3,3 bilhões, US$ 2,9 bilhões da área de Tecnologia da Informação e Telecomunicações (TIC) e US$ 5,2 bilhões em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) totalizando um investimento de US$ 11,4 bilhões

Na área de Tecnologia, o plano de negócios foi baseado em três desafios chaves: (1) Expansão dos Limites em novas fronteiras, maximização da recuperação de petróleo, soluções de logística do pré-sal e do gás natural, otimização de confiabilidade operacional e flexibilização do parque de refino. (2) Agregação de valor e diversificação dos produtos, com inovação em combustíveis e lubrificantes, petroquímica, gasquímica, biocombustíveis e energias renováveis. (3) e Sustentabilidade através do gerenciamento de águas e afluentes, gerenciamento de CO2 e eficiência energética.

Na área de Engenharia, os desafios serão superados através da redução da complexidade dos projetos e uso de soluções padronizadas, e utilização de métricas internacionais nos projetos de nossas instalações industriais para assegurar competitividade.

O conteúdo nacional irá contribuir para a consolidação do Brasil como um pólo fornecedor de bens e serviços. Espera-se um nível de contratação anual no País de cerca de US$ 28,4 bilhões.

O desafio da área de Recursos Humanos será assegurar a excelência na gestão de pessoas e identificação de talentos, garantindo treinamento e capacitação adequados, com fortalecimento da cultura e identidade da Companhia.

O Plano de Negócios 2010-2014 requer a aquisição e o gerenciamento de recursos críticos para a sua execução. Mão-de-obra qualificada, cadeia de suprimento fortalecida e capacidade de financiamento serão necessárias para a realização do elevado número de projetos. A companhia está trabalhando para a superação desses desafios.

A responsabilidade social e ambiental é um dos fatores de sustentabilidade da estratégia corporativa da Petrobras, ao lado da rentabilidade e do crescimento integrado, e orienta o relacionamento com seus públicos de interesse. A companhia atua com base nos dez princípios do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), do qual é signatária desde 2003. O objetivo em SMS é atender ao expressivo crescimento e à diversificação dos negócios da companhia nos próximos anos melhorando continuamente as condições de segurança de nossas operações, minimizando os impactos das atividades operacionais e dos produtos sobre o meio ambiente, e reduzir o consumo de recursos naturais e os efeitos poluentes.

Esse comunicado é de caráter meramente informativo, não constituindo uma oferta, convite ou solicitação de oferta de subscrição ou compra de quaisquer valores mobiliários no Brasil ou em qualquer outra jurisdição e, portanto, não devendo ser utilizado como base para qualquer decisão de investimento.

Almir Guilherme Barbassa

Diretor Financeiro e de Relações com Investidores

http://www2.petrobras.com.br/ri/port/comunicados/verComunicados.asp?id=4381&ano=2010

Em formato PDF:
http://www2.petrobras.com.br/ri/spic/bco_arq/PlanodeNeg%C3%B3cios2010-2014_reap.pdf

Este montante representa um aumento de 20% em relação ao Plano anterior, sendo US$ 31,6 bilhões referentes a novos projetos, dos quais 62% dedicados para a área de E&P (US$ 19,7 bilhões).

O Plano de Negócios 2010-2014 mantém as metas de crescimento para a Companhia, incluindo os recursos necessários para a exploração e desenvolvimento das descobertas de petróleo no pré-sal. A meta de produção de petróleo é de 3,9 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe) em 2014 e projeção de 5,4 milhões de boe em 2020.

A redução da projeção de produção total de 318 mil boe para 2020, em comparação com a do Plano anterior, se deve à revisão das metas internacionais, em função da revisão dos investimentos futuros para adequação à atual estratégia de E&P da Petrobras.

As metas apresentadas levam em consideração apenas os atuais projetos da carteira e não consideram o potencial de produção proveniente da Cessão Onerosa, nem outros projetos do novo marco regulatório.

O segmento de Exploração e Produção (E&P) receberá investimentos de US$ 118,8 bilhões, representando um aumento de 14% em relação ao PN 2009-2013. Os recursos serão destinados para garantir a descoberta e apropriação de reservas, maximizar a recuperação de petróleo e gás nas concessões em produção, além de desenvolver a produção do Pré-sal da Bacia de Santos e intensificar o esforço exploratório nas outras áreas do pré-sal e em novas fronteiras no Brasil e no exterior.

O aumento da produção será sustentado pelo desenvolvimento das áreas do pós-sal, através da instalação de grandes projetos nas áreas de atuação da Companhia.  Adicionalmente, contempla os investimentos nas áreas do pré-sal já concedidas, que devem ter maior participação na curva de produção no período pós-2014. Neste contexto, está planejada a entrada em operação de aproximadamente três sistemas de produção por ano, em média, além da média de realização de três testes de longa duração por ano nas áreas do pré-sal.

Além dos investimentos em infra-estrutura de US$ 12,3 bilhões necessários para o crescimento da produção, a Companhia também está se preparando para ter acesso aos recursos críticos necessários para a implementação deste Plano. Neste contexto, a empresa espera ter a maior disponibilidade de sondas de perfuração para águas profundas no mercado internacional, totalizando 26 sondas até 2014 e 53 até 2020 e 504 barcos de apoio até 2020 (254 em 2009).

O segmento de Refino, Transporte e Comercialização tem investimentos previstos de US$ 73,6 bilhões. Foi mantida a estratégia de expandir a capacidade de refino, buscando o equilíbrio com o crescimento da produção nacional de petróleo da Petrobras, adequando o parque de refino para atender o abastecimento do mercado interno, exportando derivados, atendendo aos níveis de qualidade de produtos requeridos pelos mercados.

No Plano estão previstos, além da ampliação de unidades existentes, a entrada em operação a Refinaria Abreu e Lima (Pernambuco – RNEST), a Refinaria Premium I e a primeira fase do Complexo Petroquímico do Rio de janeiro – COMPERJ, que teve seu projeto básico alterado com a inclusão de uma refinaria com capacidade de processar 165 mil barris de petróleo por dia (bpd) para produção principalmente de diesel. Com esses investimentos, a carga fresca processada no Brasil em 2014 será de 2,3 milhões bpd.

Para o período pós 2014, estão previstas a segunda etapa do Comperj, com capacidade de 165 mil bpd que contempla também a produção de produtos petroquímicos básicos, e as Refinarias Premium I (segunda fase) e Premium II que irão contribuir para o alcance da projeção de 3,2 milhões de carga fresca processada em 2020. Desta forma, a Companhia busca estar preparada para atender o aumento na demanda de derivados no mercado interno, projetada para 2,4 milhões de bpd em 2014 e 2,8 milhões de bpd em 2020.

Já os investimentos em Petroquímica somam US$ 5,1 bilhões, focando na ampliação da produção de petroquímicos e de biopolímeros preferencialmente através de participações societárias, principalmente no Brasil, de forma integrada com os outros segmentos da Companhia.

O negócio de Distribuição irá receber investimentos de US$ 2,5 bilhões, visando garantir a liderança na distribuição nacional, com meta de 40% de participação no mercado nacional em 2014, e atuação na distribuição de derivados no exterior.

Após uma fase de investimentos em infra-estrutura no transporte de gás natural para escoamento da produção e alcance do mercado consumidor, o segmento de Gás e Energia receberá US$ 17,8 bilhões. Esses investimentos serão direcionados para consolidar a liderança da Petrobras no mercado brasileiro de gás natural, assegurando flexibilidade para comercialização nos mercados termelétrico e não termelétrico.

Além disso, serão realizados investimentos para a transformação química do Gás Natural, aumentando a flexibilidade da cadeia do Gás Natural e da geração de Energia Elétrica, e estão previstos a construção de três novas plantas fertilizantes para a produção de nitrogenados (Amônia e Uréia) em sinergia com outros ativos da Petrobras.

Apesar do maior direcionamento dos investimentos no mercado doméstico, na área internacional serão investidos US$ 11,5 bilhões, com foco no desenvolvimento da exploração e produção no Golfo do México (Cascade, Chinook, Saint Malo e Tiber), Costa Oeste da África (Nigéria) e no Peru.

O segmento de Biocombustíveis receberá US$ 3,5 bilhões, atuando na produção, logística e comercialização dos biocombustíveis e participando na cadeia de valor no Brasil e no exterior, atuando de forma integrada. A estratégia no segmento de etanol foi redirecionada para a aquisição de participações com o objetivo de se tornar um importante player no mercado, assegurando o domínio tecnológico para a produção sustentável de biocombustíveis.

O Plano considera uma geração de fluxo de caixa operacional baseada em um preço médio de petróleo de US$ 80 para o período, abaixo da média das projeções do mercado.

A meta de alavancagem financeira média de 25-35% está mantida. A realização de uma oferta pública de ações deverá manter a estrutura de capital e indicadores equilibrados; contudo a Petrobras deverá continuar buscando financiamento em várias fontes de recursos no Brasil e no exterior.

O portfólio de projetos que compõe a carteira da companhia apresenta taxa interna de retorno estimada em torno de 14% a.a., considerando as premissas do Plano Estratégico.

No âmbito do Plano, a Companhia destinou investimentos para a superação de desafios tecnológicos, segurança operacional e recursos humanos. Na área de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) serão investidos US$ 3,3 bilhões, US$ 2,9 bilhões da área de Tecnologia da Informação e Telecomunicações (TIC) e US$ 5,2 bilhões em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) totalizando um investimento de US$ 11,4 bilhões

Na área de Tecnologia, o plano de negócios foi baseado em três desafios chaves: (1) Expansão dos Limites em novas fronteiras, maximização da recuperação de petróleo, soluções de logística do pré-sal e do gás natural, otimização de confiabilidade operacional e flexibilização do parque de refino. (2) Agregação de valor e diversificação dos produtos, com inovação em combustíveis e lubrificantes, petroquímica, gasquímica, biocombustíveis e energias renováveis. (3) e Sustentabilidade através do gerenciamento de águas e afluentes, gerenciamento de CO2 e eficiência energética.

Na área de Engenharia, os desafios serão superados através da redução da complexidade dos projetos e uso de soluções padronizadas, e utilização de métricas internacionais nos projetos de nossas instalações industriais para assegurar competitividade.

O conteúdo nacional irá contribuir para a consolidação do Brasil como um pólo fornecedor de bens e serviços. Espera-se um nível de contratação anual no País de cerca de US$ 28,4 bilhões.

O desafio da área de Recursos Humanos será assegurar a excelência na gestão de pessoas e identificação de talentos, garantindo treinamento e capacitação adequados, com fortalecimento da cultura e identidade da Companhia.

O Plano de Negócios 2010-2014 requer a aquisição e o gerenciamento de recursos críticos para a sua execução. Mão-de-obra qualificada, cadeia de suprimento fortalecida e capacidade de financiamento serão necessárias para a realização do elevado número de projetos. A companhia está trabalhando para a superação desses desafios.

A responsabilidade social e ambiental é um dos fatores de sustentabilidade da estratégia corporativa da Petrobras, ao lado da rentabilidade e do crescimento integrado, e orienta o relacionamento com seus públicos de interesse. A companhia atua com base nos dez princípios do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), do qual é signatária desde 2003. O objetivo em SMS é atender ao expressivo crescimento e à diversificação dos negócios da companhia nos próximos anos melhorando continuamente as condições de segurança de nossas operações, minimizando os impactos das atividades operacionais e dos produtos sobre o meio ambiente, e reduzir o consumo de recursos naturais e os efeitos poluentes.

Esse comunicado é de caráter meramente informativo, não constituindo uma oferta, convite ou solicitação de oferta de subscrição ou compra de quaisquer valores mobiliários no Brasil ou em qualquer outra jurisdição e, portanto, não devendo ser utilizado como base para qualquer decisão de investimento.

Almir Guilherme Barbassa

Diretor Financeiro e de Relações com Investidores

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4 Responses to Petrobrás: Plano de Negócios 2010 – 2014 prevê investimentos totais de US$ 224 bilhões

  1. […] This post was mentioned on Twitter by Diário do Pré-Sal, Diário do Pré-Sal. Diário do Pré-Sal said: Petrobrás: Plano de Negócios 2010 – 2014 prevê investimentos totais de US$ 224 bilhões http://wp.me/pEbI7-1FK #Petrobras #Investimentos […]

  2. […] Visit link: Petrobrás: Plano de Negócios 2010 – 2014 prevê investimentos … […]

  3. Pedro Reis disse:

    Excelente notícia, as energias renovaveis e eficiencia energética são o futuro.

  4. […] o petróleo só começaria a jorrar em 2015 ou 2020. Qualquer pessoa alfabetizada conseguia ler nos Planos de Negócios da Petrobrás que o petróleo do Pré-Sal começaria a ser produzido em escala comercial antes de 2011, mas a […]

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