Pré-sal estimula o desenvolvimento tecnológico no Brasil


Blog da Petrobrás – Fatos e Dados

27 de julho de 2010

Pré-sal estimula desenvolvimento tecnológico no país

A exploração do pré-sal vem estimulando o desenvolvimento tecnológico no país das empresas que atuam no setor. Exemplo disso é a construção de centros tecnológicos, na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro. As empresas contam com a proximidade do Cenpes (Centro de Pesquisa da Petrobras) e do maior campus da UFRJ.

Saiba mais em  Multinacionais investem em tecnologia para exploração do pré-sal, publicada na Folha de São Paulo na edição desta terça-feira (27/7).

Ouça  a entrevista com o presidente Lula sobre extração do primeiro óleo da camada pré-sal do Espírito Santo.

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=26687

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Blog da Petrobrás – Fatos e Dados

20 de julho de 2010

Presidente Lula fala sobre primeiro óleo do pré-sal no Espírito Santo

No programa  Café com presidente desta segunda-feira (19/7), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre a extração do primeiro óleo da camada pré-sal do Espírito Santo.

“É por isso que nós estamos construindo uma grande indústria naval forte, uma grande indústria petroquímica forte, uma grande indústria petroleira forte, ou seja, tudo isso por conta das descobertas do pré-sal feitas pela Petrobras, que vai significar, ao longo dos próximos 10 anos, uma coisa excepcional para o nosso Brasil”, disse o presidente.

Ouça trecho do programa:

http://cafe.ebc.com.br/programas/dinheiro-do-pre-sal-nao-pode-cair-no-ralo-da-economia-destaca-lula/at_download/alta

Ou clique em:

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre o início da extração comercial do petróleo da camada pré-sal

ou acesse o link:

http://cafe.ebc.com.br/programas/dinheiro-do-pre-sal-nao-pode-cair-no-ralo-da-economia-destaca-lula

Veja também a  entrevista publicada no caderno Razão Social do  Jornal O Globo, nesta terça-feira (20/7), com embaixador brasileiro na Alemanha, Éverton Vieira Vargas, sobre investimento no pré-sal, mudanças climáticas e crescimento econômico.

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=26356
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3 Responses to Pré-sal estimula o desenvolvimento tecnológico no Brasil

  1. HORIOSVALDO DA SILVA disse:
    • === este comentário foi excluído por conter declarações que não são consideradas aceitáveis segundo a política deste site ===

    • Prezado Horiosvaldo da Silva,

      Primeiramente gostaria de lembrá-lo que já faz muito tempo que a Petrobrás não era tão bem administrada como foi no atual governo. Basta lembrar que os lucros da empresa e sua capacidade de investimento foram reduzidos a valores insignificantes nos anos 1990, quando terminaram por desmontar a empresa e privatizá-la parcialmente (hoje o governo controla apenas 1/3 do total de ações da Petrobrás). Hoje a Petrobrás voltou a crescer, descobriu o pré-sal e voltou a encomendar seus navios, plataformas e equipamentos no Brasil, ao invés de comprar na China e Coréia, apenas porque era mais barato (como fizeram os governos da década anterior).

      Segundo, que desconheço histórias reais de brasileiros (no plural mesmo) que tenham ficado bilionários com a exploração dos nossos recursos naturais. As histórias que são de amplo conhecimento público são de estrangeiros que foram amplamente favorecidos por entreguistas e enriqueceram… E não são apenas pessoas ou empresas estrangeiras que enriqueceram ao longo de toda a nossa história, explorando os recursos naturais e a força de trablho do nosso povo brasileiro. Alguns países inteiros se viram beneficiados da exploração destes recursos naturais e humanos a custos reduzidos.

      Obviamente seria impossível que grupos estrangeiros lucrassem tanto sem o apoio de traidores da pátria e do povo brasileiro, os “entreguistas”, que sempre defenderam que deveríamos entregar aos estrangeiros, todas as nossas riquezas naturais (madeira, água, ouro, metais, petróleo) ou o fruto do nosso trabalho (açúcar, café, borracha, alimentos e hoje inúmeros produtos, empresas e serviços). Hoje os entreguistas defendem que devemos entregar o pré-sal às grandes corporações petrolíferas internacionais, sediadas nas grandes potências, pois dizem que a Petrobrás não tem condições técnicas de explorar o petróleo do pré-sal, ou então, que o governo não tem como fiscalizar direito esta atividade. São os mesmos entreguistas que defenderam nos anos 1990 que deveríamos vender todas as nossas empresas estatais a preço de banana para especuladores americanos, europeus e japoneses, simplesmente porque eram estatais, e isto era um “absurdo”…

      Infelizmente não foram brasileiros que ficaram bilionários da noite para o dia com aquela bandalheira. Foram especuladores estrangeiros que já eram bilionários e se tornaram ainda mais e mais ricos e poderosos às custas da miséria e do desemprego do nosso povo. E isto nunca teria sido possível sem os traidores locais, os entreguistas que favoreceram os estrangeiros, contra seu próprio povo, argumentado que era tudo em defesa do livre comércio, da livre concorrência, da livre isso, livre aquilo. Mas que liberdade temos hoje de fugir dos preços exorbitantes cobrados pelas empresas privatizadas de comunicação e energia? Que liberdade temos de escolher ou não trafegar por uma estrada privatizada, que cobra um valor de pedágio que é maior dos que os cobrados nos países mais ricos do mundo? Não é curioso como quanto mais nos perguntamos a respeito destas questões, mais perguntas se acumulam continuamente… Afinal, como vamos nos desenvolver pagando um valor maior pela nossa eletricidade, do que a média dos países europeus? Pra que isso? Apenas para podermos ver nossos jornalistas dizendo “orgulhos” que uma parte do nossos sistema elétrico (a infra-estrutura de distribuição) é privado? Antes fosse estatal e nacional, mas de baixo custo. Mesmo que fosse privado, que estivesse nas mãos de brasileiros. Infelizmente, é privada e está nas mãos de grupos estrangeiros, que não cumprem seus contratos, mas cobram o valor atualizado do Kw/h que estava nos contratos feitos em dólar dos anos 1990, em uma época em que nossa moeda estava sobrevalorizada e o real valia nominalmente a mesma coisa que o dólar. Ou seja, corrigiram a inflação e a variação cambial, e continuamos pagando como se um real valesse um dólar. Mesmo assim, não conseguimos nem ao menos rever estas privatizações absurdas, onde os únicos beneficiados foram as corporações estrangeiras. Pelo menos é o que sabemos, pois alguns “entreguistas” provavelmente ganharam algo com isso e nunca saberemos com certeza.

      O resultado destes processos é que o atual governo decidiu rever toda a legislação do setor petrolífero, cujas mudanças introduzidas nos anos 1990 – tão aplaudidas pela imprensa “nacional” -, foram realmente lesivas ao interesse nacional. A solução, nestes casos não é excluir partidos políticos dos processos decisórios, é tornar todos estes processos de tomada de decisão política realmente públicos e transparentes com participação real da sociedade civil organizada.

      Em relação aos problemas do nosso sistema de educação, tudo indica que o problema é bem mais embaixo. Temos um sistema onde não estão claras as responsabilidades de cada nível da federação, onde há uma estrutura arcaica, que lida com a educação com base em uma mistura mal feita das estruturas curriculares americana e francesa, das décadas de 1940 e 1950. Esta estrutura educacional não foi modernizada, os currículos não foram alterados de forma significativa, ainda temos aula com uma lógica ultrapassada e a única coisa que mudou em 50 anos é que aumentou em muito a quantidade de escolas, professores e alunos. Conseguimos universalizar a educação básica, mas com um modelo ultrapassado. Agora temos o desafio real de inserir nosso sistema de educação pública no século XXI. Sinceramente, não me parece que uma “reforma” no ensino seja suficiente, é necessário reestruturar toda a lógica da educação neste país. É necessário universalizar o ensino profissionalizante e técnico, qualificando em massa toda a nossa população. Não é possível que um sujeito passe 9 anos no ensino fundamental e saia de lá sem um curso profissionalizante. É ainda mais absurdo fazer 3 anos de ensino médio, e não sair da escola com um curso técnico.

      É óbvio que se alunos e professores não conseguem ver função alguma para aquilo que estão respectivamente aprendendo e ensinando, teremos alunos e professores desmotivados. Em plena era da digitalização e da internet, ainda temos 99,9% das aulas ministradas nas escolas deste país, totalmente teóricas, à base de giz e lousa. Como se espera que um aluno vá se sentir motivado a aprender um conteúdo que nem mesmo seu professor consegue relacionar com a realidade? Concordo que as crianças deveriam ter direito a escola em período integral, mas percebe que isto significa que teremos que praticamente dobrar nossa infra-estrutura física (escolas) e humana (funcionários e professores) apenas para isso? E ainda, sem considerar a necessidade urgente de se revisar o modelo e a qualidade da educação? Não se esqueça que até hoje não temos creches para toda a nossa população. Por isso considero muito louvável a iniciativa do governo de utilizar parte considerável dos rendimentos advindos do pré-sal em Educação. Espero, sinceramente, que isto não signifique apenas mais uma expansão quantitativa, mas permita melhorar significativamente a qualidade da nossa Educação Pública.

      Por fim, gostaria de pedir encarecidamente que em futuros comentários evite “GRITAR” em caixa alta.

      grato,

      Lucas

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