Capitalização da Petrobrás gera oportunidade para pequenos investidores que poderão usar o FGTS

6 de setembro de 2010

Revista Istoé
25.Jun – 21:00 | Atualizado em 06.Set.10 – 01:10

Vêm aí as ações que todo mundo quer

Banco do Brasil e Petrobras planejam captações bilionárias no mercado, com oportunidade para pequenos investidores, que poderão usar o FGTS

Hugo Marques

Na segunda-feira 21, durante o New York Forum, um dos assuntos predominantes entre os 300 maiores empresários dos Estados Unidos foi o plano de capitalização da maior empresa brasileira. Para enfrentar os investimentos necessários à exploração do pré-sal, a Petrobras vai realizar a maior chamada de capital de sua história. Quer buscar no mercado US$ 50 bilhões, através de oferta pública de ações.

A convite do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, o vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo e da Associação Brasileira das Indústrias de Base, Juan Quirós, participou do evento e disse à ISTOÉ que a marca Petrobras foi citada várias vezes durante os debates. “Ficou claro que a Petrobras não terá problemas para captar recursos no Exterior. A empresa tem projetos, inovação tecnológica e viabilidade financeira”, afirmou Quirós.

Para os investidores brasileiros também se abrirá uma excelente oportunidade. Ainda não há detalhes sobre o lançamento, mas será possível usar o FGTS para comprar ações da estatal e certamente haverá condições facilitadas para pequenos poupadores. Ser acionista da Petrobras deixará de ser privilégio de poucos.

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Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-Sal prepara nova fase de mobilizações

5 de setembro de 2010

Correio do Povo
05 de setembro de 2010

Defesa do Pré-Sal está mobilizada

 

A Comissão Executiva do Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-Sal está articulando mobilizações e elaborando um manifesto para tentar assegurar o fim dos leilões de petróleo e evitar a restituição em óleo dos royalties a serem pagos pelos consórcios. Na avaliação do delegado regional da Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPet), Raul Tadeu Bergmann, é preciso retirar os artigos 2, 10, 15 e 29 inseridos no substitutivo do Senado ao projeto de lei da Câmara que trata do marco regulatório do pré-sal. “No Senado, o projeto recebeu emenda que acrescentou o sistema de partilha na exploração. No entanto, já havia uma emenda do senador Pedro Simon que veda a compensação por royalties distribuídos”, disse.

A intenção é mobilizar entidades e instituições gaúchas para encaminhar um manifesto à Câmara após o processo eleitoral. O objetivo é assegurar que a totalidade do petróleo extraído proporcione benefícios ao país e não apenas 40%, como prevê o substitutivo ao projeto do Senado.

 

Bergmann afirmou que Simon apresentou três emendas em sintonia com as posições do comitê, entre elas a que suprime artigo introduzido na Câmara dos Deputados pelo parlamentar Henrique Alves (PMDB-RN), considerado “prejudicial aos interesses nacionais”. A iniciativa do deputado devolveria para as empresas exploradoras, em petróleo, os royalties pagos à União. O comitê sugere ainda a rejeição de emenda que transfere a propriedade de poços em terra da Petrobras para as empresas petroleiras.

 

Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-Sal

Informativo do Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-Sal

Outro acréscimo de Simon aos projetos do pré-sal determina o pagamento de compensação, com recursos da União, aos estados e municípios produtores prejudicados pela emenda que promove uma redistribuição dos royalties entre os estados brasileiros. Bergmann revelou que as jazidas encontradas são seis vezes maiores do que as atuais, com uma expectativa de faturamento no valor de até 14 trilhões de dólares. A meta do comitê é garantir a nacionalização do petróleo.

 

A apropriação destes recursos é considerada pelo presidente Lula a segunda independência do Brasil. Há um entendimento de que a receita seja direcionada a áreas que ampliem a cidadania e a soberania do país, como educação, pesquisa e inovação tecnológica, proteção ambiental, políticas de soberania alimentar e saúde pública.

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Pré-Sal amplia mercado de trabalho e exigência de capacitação

5 de setembro de 2010

O Fluminense
05/09/2010

Com ótimas perspectivas, pré-sal amplia o mercado de trabalho

Simone Schettino

Para garantir uma vaga no setor, é preciso estar capacitado e ganhar experiência nos próximos anos. Oportunidades estão disponíveis em todos os níveis de escolaridade

Até 2013, pelo menos 207 mil pessoas serão qualificadas para trabalhar na área de petróleo e gás em 185 categorias, sem levar em consideração as últimas descobertas do pré-sal, como os campos de Tupi, Júpiter e Carioca, no entorno da Bacia de Campos. Para explorar esses recursos, a construção de novas plataformas e embarcações deve gerar, cada uma, 500 novos empregos em estaleiros e 3,8 mil vagas para tripulantes que vão operar a nova frota.

Quem pensa em seguir a carreira na área vai encontrar oportunidades em todos os níveis de escolaridade. Para garantir a qualidade da mão de obra numa empreitada de tamanha responsabilidade, a Petrobras está capacitando a quinta leva de profissionais pelo Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural, do Ministério de Minas e Energia (MME), o Prominp, que aceita inscrições até o dia 12 para 2.744 vagas de capacitação em Niterói e São Gonçalo. Uma pesquisa realizada pelo Caged revelou que a taxa de aproveitamento dos egressos do programa está, atualmente, em torno de 80%.

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Oferta pública de ações da Petrobrás será a maior da História

4 de setembro de 2010

Zero Hora
04/09/2010

Oferta pública de ações da Petrobras deve ser a maior da história global

Reserva de ações para participantes de fundos FGTS começa no dia 13

Pelas regras do processo de capitalização da Petrobras, a oferta pública de ações deve ser a maior da história global e levará a estatal a disputar com a Apple o posto de segunda maior das Américas em valor de mercado. A operação para reforçar os cofres da empresa e possibilitar a exploração na camada pré-sal poderá movimentar até R$ 127,1 bilhões.

Esse valor seria o resultado da venda das 2,17 bilhões de ações ordinárias (com direito a voto) e 1,58 bilhão de ações preferenciais que a Petrobras vai emitir, somado ao aporte de R$ 74,8 bilhões da União. Com isso, a petrolífera pode levantar inicialmente até R$ 111,63 bilhões, considerando o valor das ações no fechamento de quinta-feira. O volume arrecadado pode aumentar caso sejam absorvidos os lotes suplementares e adicional, de até 564 milhões de ações, e movimentar R$ 127,1 bilhões.

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Capitalização pode tornar Petrobrás a 2ª maior empresa das Américas

4 de setembro de 2010

Estadão Online

sábado, 4 de setembro de 2010  cre

Capitalização pode tornar Petrobras a 2ª das Américas

Agencia Estado

SÃO PAULO – A Petrobras divulgou ontem as bases de seu processo de capitalização, que deve ser o maior da história global e levará a estatal a disputar com a Apple o posto de segunda maior empresa das Américas em valor de mercado. Tomando por base o valor das ações no último dia 1.º, a Petrobrás espera levantar até R$ 126,7 bilhões com a venda das novas ações, processo que vai levar a um aumento da participação da União na companhia.

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MP autoriza uso de fundo soberano para capitalizar empresas estatais ou semi-estatais

3 de setembro de 2010

Agência Câmara de Notícias
03/09/2010

MP autoriza uso de fundo soberano para capitalizar estatais

Reportagem – Janary Júnior

Tramita na Câmara a Medida Provisória 500/10, que autoriza o Tesouro Nacional e as estatais (100% públicas ou de capital misto) a realizarem entre si operações de compra, alienação, transferência e troca de participação societária, desde que o controle acionário da empresa permaneça sob domínio da União. A MP também permite que o Tesouro acione um fundo privado do qual seja único acionista para participar dessas operações.

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Meta de 65% dos equipamentos do pré-sal produzidos no país só será atingida em 2019

3 de setembro de 2010

Brasil Econômico

Petróleo & Gás
03/09/10

Indústria nacional somente terá 65% do pré-sal em 2019

Ricardo Rego Monteiro (rmonteiro@brasileconomico.com.br)

Correspondente do Brasil Econômico no Rio de Janeiro

A Petrobras só deverá alcançar a meta de 65% de equipamentos e tecnologia fornecidas por empresas nacionais nas áreas do pré-sal incluídas na cessão onerosa à União a partir de 2019.

Apenas neste ano haverá oferta adicional de plataformas e sondas no mercado brasileiro.

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, revelou ontem que, entre 2015 e 2018, os percentuais do chamado conteúdo local deverão variar de 55% a 58%, abaixo da proporção dos projetos em curso nos campos de águas profundas da Bacia de Campos.

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