BR Distribuidora diminui preço da gasolina e do álcool

12 de maio de 2011

Agência Brasil
11/05/2011

BR diminui preço da gasolina e do etanol hidratado

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil

 

Rio de Janeiro – A Petrobras Distribuidora (BR) assinou portaria estabelecendo a diminuição média de 6% no preço da gasolina e em 13% o do etanol hidratado vendidos nos postos de combustíveis do país.

A decisão ocorre após declarações do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, de que a redução aconteceria como forma de pressionar a fixação dos preços nos postos de outras bandeiras, tendo em vista que a BR responde por cerca de 40% do mercado de derivados com seus mais de 7 mil postos espalhados pelo país.

O preço da gasolina nas refinarias da Petrobras – a gasolina pura, sem a mistura com o etanol – é apenas um dos componentes para a formação do preço final do produto.

Desde 2009, a gasolina é vendida ao preço é de R$ 1,05  pelas refinarias da Petrobrás.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-05-11/br-diminui-preco-da-gasolina-e-do-etanol-hidratado
Edição: Aécio Amado



Composição de custos, impostos e preço da gasolina vendida ao consumidor em diferentes países - Brasil, Chile, Uruguai, EUA, China, Canadá, Japão, Inglaterra, Alemanha e Itália 
Anúncios

Empresa com participação da Petrobrás inicia colheita de cana-de-açúcar 100% mecanizada em GO

7 de maio de 2011

Blog da Petrobrás
6 de maio de 2011

Usina Boa Vista sedia abertura da safra de cana em Goiás

A safra 11/12 de cana-de-açúcar no Estado de Goiás foi aberta de forma oficial nesta sexta-feira (6/5) na Usina Boa Vista, localizada no município de Quirinópolis (GO). A unidade, que integra a Nova Fronteira – empresa formada por meio da parceria entre a Petrobras Biocombustível e o Grupo São Martinho – produz exclusivamente etanol e possui 100% de sua colheita de forma mecanizada.

Usina Boa Vista (GO) da Nova Fronteira Bioenergia S.A - joint venture formada entre a Petrobrás Biocombustivel e o Grupo São Martinho

O governador do Estado de Goiás, Marconi Perillo, ressaltou em seu discurso a importância da indústria sucroenergética, um segmento econômico que vem crescendo nos últimos anos, trazendo oportunidades e fomentando a economia do estado com empreendimentos modernos como a Usina Boa Vista.

O diretor de Etanol da Petrobras Biocombustível, Ricardo Castello Branco, por sua vez, afirmou que a estratégia de expansão da produção de etanol e energia elétrica no Estado de Goiás se dará, prioritariamente, por meio da Nova Fronteira. “Vamos crescer a partir de uma associação que une a expertise da Petrobras em logística, operações industriais, comercialização, tecnologia e padrões de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, com a São Martinho, um dos maiores grupos sucroenergéticos do país”.

Continue lendo »


Parceria entre a Petrobras Biocombustíveis e o grupo São Martinho vai ampliar produção de bioetanol em Goiás

25 de janeiro de 2011

Portal do Agronegócio Goiano
24/01/2011

Petrobras Biocombustíveis e São Martinho vão investir R$ 700 milhões em Goiás

A joint venture Nova Fronteira Bioenergia S.A, formada pela sociedade entre o Grupo São Martinho e a Petrobras Biocombustíveis, vai investir R$ 700 milhões nos próximos três anos para ampliar a capacidade de produção da Usina Boa Vista, em Quirinópolis. Ontem, o governador Marconi Perillo, o presidente do Grupo São Martinho, Fábio Venturelli, e o diretor de Etanol da Petrobras Combustíveis, Ricardo Castelo Branco, assinaram um novo contrato de financiamento de incentivos fiscais pelo programa Produzir, no valor de R$ 4,2 bilhões.

A Nova Fronteira Bioenergia é voltada para a produção de etanol na Região Centro-Oeste do Brasil, onde também está implantando o projeto Greenfield SMBJ Agroindustrial, localizado no município de Bom Jesus.

Com investimentos nas atividades agrícolas e industriais, a Usina Boa Vista vai ampliar sua capacidade de moagem de atuais 2,5 milhões para 7 milhões de toneladas de cana, com colheita 100% mecanizada, sem queima. A ampliação da produção na unidade industrial de Quirinópolis vai elevar o número de empregos diretos de 1.600 para 4 mil . Continue lendo »


Biocombustíveis de 2ª geração: Petrobrás assina contrato com KL Energy para desenvolvimento de tecnologia de produção de etanol celulósico

24 de agosto de 2010

Agência Petrobrás de Notícias
24/8/2010

Petrobras assina contrato com KL Energy para desenvolvimento de tecnologia para produção de etanol celulósico

A Petrobras, por meio da Petrobras America, assinou um contrato de desenvolvimento conjunto com a KL Energy Corporation (KLEG.PK, “KLE”) para a otimização da tecnologia da KLE de processamento de etanol celulósico para a utilização de bagaço de cana-de-açúcar como matéria-prima.

A última geração do processo da KLE traz importantes melhorias em comparação com a primeira geração da tecnologia, implementada em 2008 na unidade de demonstração da empresa localizada em Upton, estado de Wyoming (EUA). A unidade utiliza resíduos de madeira como matéria-prima e pode ser otimizada para utilizar vários tipos de matérias-primas.

Como parte do contrato, a Petrobras investirá US$ 11 milhões para adaptar as instalações de demonstração da KLE para utilizar bagaço e validar, por meio de testes, o processo para a produção de etanol celulósico.
Continue lendo »


Petrobrás e São Martinho formam parceria no setor de etanol

22 de junho de 2010

21/06/2010

Petrobras e São Martinho formam parceria no setor de etanol

A Petrobras, por meio da sua subsidiária Petrobras Biocombustível, anuncia parceria estratégica com o Grupo São Martinho S.A. para o crescimento da produção de etanol na região Centro-Oeste do Brasil, no Estado de Goiás.

O acordo prevê a constituição de uma nova sociedade, denominada Nova Fronteira Bioenergia S.A., que controlará a Usina Boa Vista, atualmente em produção, e o projeto greenfield denominado “SMBJ Agroindustrial S.A.”, ambos localizados em Goiás. Por meio da contribuição de R$ 420,8 milhões, a Petrobras Biocombustível passará a deter 49% das ações da nova sociedade. O desembolso se dará em duas etapas: a primeira, de R$ 257,6 milhões, após a conclusão da due dilligence, que ocorrerá em até 90 dias, e o restante até 12 meses depois.

Os recursos aportados serão destinados à expansão da produção da nova sociedade, em especial da Usina Boa Vista, localizada em Quirinópolis (GO). Com os investimentos já realizados e a realizar, ela terá sua capacidade de moagem ampliada dos atuais 2,5 milhões de toneladas de cana de açúcar para 7 milhões de toneladas na safra 2014/15.
Continue lendo »


Segundo estudo do IPEA a fabricação de biocombustíveis não vai prejudicar produção de alimentos no Brasil

26 de maio de 2010

Agência Brasil

26/05/2010

Ipea: fabricação de biocombustíveis não vai prejudicar produção de alimentos

Danilo Macedo

Repórter da Agência Brasil

Brasília – Apesar do avanço das lavouras de cana-de-açúcar sobre áreas destinadas à pecuária e à agricultura nos últimos anos, uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresentada hoje (26) afirma que o país não vai perder potencial como produtor de alimentos em função desse crescimento. Para isso, no entanto, o estudo Biocombustíveis no Brasil: Etanol e Biodiesel, ressalta a necessidade de o Estado regular a fabricação de etanol e priorizar a produção de alimentos com financiamento e infraestrutura.

Continue lendo »


Pré-sal não pode ser o pós-etanol

14 de outubro de 2009

http://jbonline.terra.com.br/leiajb/2009/10/14/primeiro_caderno/pre_sal_nao_pode_ser_o_pos_etanol.asp
-

Jornal do Brasil

14/10/2009

Pré-sal não pode ser o pós-etanol

João Sampaio

SECRETÁRIO ESTADUAL DE SÃO PAULO

RIO – As jazidas de petróleo do pré-sal, mais uma dentre as imensas dádivas naturais do Brasil, são uma riqueza expressiva e, sobretudo, um consistente diferencial competitivo no comércio exterior. Se o cronograma de extração não sofrer alterações e se se viabilizarem os elevados investimentos previstos, a produção deverá iniciar-se em cerca de dez anos, conferindo sobrevida à velha economia baseada na queima de combustíveis fósseis, persistente em numerosos países sem alternativas viáveis para alterar suas matrizes energéticas.

O Brasil, nação detentora das melhores condições do mundo (áreas disponíveis, solo, clima e tecnologia) para a produção de biocombustíveis, em especial o etanol, terá, então, posição privilegiada. Poderá ampliar cada vez mais o uso interno de fontes renováveis, menos poluentes e sem a mínima suscetibilidade às crises internacionais e tornar-se exportador de petróleo para nações que não dispõem de reservas e não têm quaisquer condições de produzir cana-de-açúcar em larga escala, embora desejassem muito poder fazê-lo. Basta uma estratégia eficaz para tornar essa equação da matriz energética um dos trunfos de nosso desenvolvimento.

Desprezar a importância do pré-sal seria tolice tão desmedida quanto um retrocesso nos programas dos biocombustíveis, em especial o etanol. Por isso, são preocupantes algumas posições e atos de organismos públicos federais que, de repente, parecem esquecer as conhecidas vantagens socioeconômicas e ambientais da cadeia produtiva da cana-de-açúcar, empregadora de mão de obra intensiva, grande exportadora e base de um processo dinâmico de aporte tecnológico – os automóveis flex são um ótimo exemplo! Mais grave: esboçam-se ataques ao setor, num movimento estranhamente proporcional à substituição dos biocombustíveis pelo monopólio semântico do pré-sal no discurso energético do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Dentre tais manifestações, inclui-se a recente Nota verde do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama, com a anunciada intenção de oferecer à sociedade informações relativas aos níveis de emissão veicular gerados por carros leves de passeio. O documento chega à brilhante conclusão de que, em muitos casos, o etanol polui mais do que a gasolina. Utilizou-se metodologia inadequada para fazer parecer correta uma conclusão muito distorcida quanto aos volumes de monóxido de carbono. Compararam-se modelos diferentes de veículos, inclusive alguns importados, com graus muito díspares de tecnologia embarcada. Um verdadeiro atentado contra os preceitos da ciência, da pesquisa e da ética. Quanto a este último item, cabe a ressalva: se motivado por dolo e não mera incompetência…

A análise não respeitou os rigorosos critérios aplicados na homologação de veículos. Além disso, ignorou por completo os gases causadores do efeito estufa. Neste quesito, o etanol derivado de cana-de-açúcar apresenta boas propriedades, pois é praticamente neutro quanto às emissões de dióxido de carbono. Ou seja, a Nota verde é um desserviço à nação, ao colocar em xeque 30 anos de avanços concretos no desenvolvimento do etanol como combustível mais barato, limpo e renovável.

Como se não bastasse, o Ministério do Meio Ambiente acaba de divulgar o seu Plano de Ação para Controle do Desmatamento no Cerrado, apontando a cana-de-açúcar como uma das principais causas da devastação. Como se sabe, isso não procede, considerando que 98% da cultura não provocam o corte de uma árvore sequer, pois são utilizadas áreas há muito tempo destinadas à agropecuária. E, num ato que até parece articulado com aquele programa, o governo federal lançou o Zoneamento Agroecológico da Cana-de-Açúcar. Em tese, trata-se de prática conceitualmente correta, à medida que coíbe qualquer desmatamento para se fazer uma plantação. Até aí, nada contra. O projeto, entretanto, coloca restrições à lavoura, até mesmo em áreas agrícolas e pastoris já existentes.

Toda essa artilharia contra a cadeia produtiva da cana-de-açúcar, incluindo a insinuação de que o pré-sal pode significar a obsolescência do etanol, parece inserir-se num olhar distorcido pelo comprometimento ideológico do governo com o MST, que sequer existe juridicamente, a CUT e movimentos de intenções dúbias. Por conta disso, os produtores rurais em geral têm sido ameaçados por propostas como o exagerado aumento da produtividade mínima das fazendas e a reforma do Código Florestal, além de prejudicados por medidas como as sanções relativas às reservas legais e áreas de preservação permanente. Criou-se um clima de instabilidade para o agronegócio, numa atitude de desrespeito ao setor e à sociedade, a maior prejudicada pelos equívocos e desmandos das políticas públicas.

João Sampaio, economista, é o secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e presidente do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Consea).

http://jbonline.terra.com.br/leiajb/2009/10/14/primeiro_caderno/pre_sal_nao_pode_ser_o_pos_etanol.asp

%d blogueiros gostam disto: