Com aumento na extração de petróleo do Pré-Sal, Petrobras bate novos recordes

20 de janeiro de 2016


O Leilão de Libra, a geopolítica do Pré-Sal e as perspectivas para a inserção internacional do Brasil

15 de novembro de 2013

Mundorama, 12/11/2013

O Leilão de Libra, a geopolítica do Pré-Sal e as perspectivas para a inserção internacional do Brasil

por Lucas Kerr Oliveira , Pedro Vinícius Pereira Brites e Bruna Coelho Jaeger

PETROBRAS - Pre-sal - ilustracao1 

Em 21 de outubro foi realizado o Leilão do campo de Libra, na Bacia de Santos. O leilão recebeu um lance único, com o consórcio vencedor oferecendo 41,65% de excedente em óleo para a União, o percentual mínimo estabelecido pela legislação. A Petrobrás, operadora do campo com 40%, lidera o consórcio, enquanto a anglo-holandesa Shell e a francesa Total ficaram com 20% cada, e as chinesas CNPC e CNOOC ficaram com 10% cada. Libra é o primeiro mega campo do Pré-Sal a ser licitado sob o novo regime e representa a busca do governo por aumentar o nível de retorno gerado pelas reservas petrolíferas.

O campo de Libra,com 1,5 mil km², é o campo petrolífero com a maior área total do mundo, tem potencial estimado de 12 a 15 bilhões de barris de petróleo e gás equivalente, similar a todas as reservas brasileiras da camada pós-sal. Espera-se que a extração petrolífera em Libra chegue a 1,4 milhão de barris/dia, quase cinco vezes mais que o maior campo do país atualmente, Marlim do Sul. Contudo, apenas um consórcio concorreu ao leilão, pois algumas das maiores petrolíferas do mundo, como a Exxon, Chevron e a BP, criticaram o regime de partilha adotado pelo país. Também atacaram a criação da estatal “Petrosal”, Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), que controla 50% do poder de voto no Comitê Operacional do campo de Libra, assegurando o controle do processo decisório para o Brasil.

Bacia de Santos - Campo de Libra

 

 

 

 

 

O regime de partilha, estabelecido pela Lei nº 12.351/2010 (BRASIL, 2010) representa um grande avanço para o Brasil, em comparação com a política de concessões que vigorou nos anos 1990. Sob a Lei nº 9.478/1997 (BRASIL, 1997), o regime de concessões cedia todo o petróleo extraído às empresas petrolíferas, que pagavam valores irrisórios pelos contratos e apenas 10% de royalties. Corporações estrangeiras passaram a controlar todo o processo decisório envolvido na exploração, desde a aquisição de sondas perfuratrizes, plataformas, navios, na pesquisa, prospecção e extração, até a venda final do petróleo. No regime de partilha instituído, vence o leilão que oferecer a maior parcela de petróleo excedente à União, além de pagar um bônus de assinatura (R$ 15 bilhões no caso de Libra) e 15% de royalties. O mais relevante é que o país amplia sua soberania quanto à exploração petrolífera devido à garantia de que a Petrobrás será a operadora dos blocos e à predominância da PPSA no Comitê Operacional.

 

Na próxima década, estão previstos investimentos público-privados de R$ 28 bilhões em pesquisa e desenvolvimento no Brasil. A Presidenta Dilma Rousseff, afirmou que “somente para a exploração de Libra serão necessárias entre 12 e 18 super-plataformas. Além delas, todos os outros equipamentos de produção, como os gasodutos, as linhas de produção, os barcos de apoio, os equipamentos submarinos serão também fabricados no Brasil.” (ROUSSEFF, 2013). Assim, consolida-se a política industrial do governo de fomentar a produção local de equipamentos e tecnologia para abastecer o setor petrolífero.

PETROBRAS - ilustracao - Pre-Sal - peq

 

 

 

 

 

 

 

Diversas críticas antecederam a execução do leilão. Por um lado, havia os que consideravam o sistema demasiado protecionista, enquanto outros acusavam o novo regime de não ser suficientemente nacionalista. Além disso, o escândalo da espionagem estadunidense e canadense no Brasil trouxe preocupações acerca dos resultados do leilão, já que não se tem clareza sobre a dimensão do vazamento de informações aos grupos estrangeiros.

Contudo, o governo brasileiro manteve-se firme na decisão de realizar o leilão, para demonstrar a viabilidade do sistema de partilha e assegurar o controle operacional e econômico do campo. O adiamento indefinido do leilão poderia levá-lo a ocorrer apenas em 2014, ano eleitoral em que a polarização deste tema seria ampliada, portanto, arriscando que fosse realizado apenas em 2015, pelo governo vencedor das eleições.

Nesse sentido, pode-se dizer que o governo brasileiro obteve uma vitória política expressiva. Primeiro, porque o regime de partilha não impediu a participação completa das gigantes do setor. Segundo, porque o Brasil assegurou o controle operacional do campo. Ao mesmo tempo, o governo atendeu às demandas mais nacionalistas ao investir em uma participação maior da Petrobrás no consórcio do que o mínimo necessário de 30%. O Estado assegurou a obtenção de recursos que nos próximos anos devem totalizar R$ 1 trilhão. Apesar da parcela da União ser de 41,65%, se forem somados os ganhos com o bônus de assinatura, o pagamento de royalties e participações especiais e o retorno da Petrobrás, o governo brasileiro deve garantir o equivalente a cerca de 80% do petróleo a ser explorado em Libra. Para a Petrobrás o resultado do leilão também foi bastante positivo. Após ser abandonada, sucateada e parcialmente privatizada nos anos 1990, a Petrobrás se reergueu, retomou o processo de fortalecimento institucional e se consolida como empresa líder global na exploração petrolífera offshore.

Libra representa a busca brasileira pela exploração petrolífera sob um regime legal capaz de gerar um retorno mais expressivo para o país. Com a consolidação do Brasil como um dos maiores produtores petrolíferos do mundo, é essencial controlar os processos decisório econômicos, industriais e tecnológicos (OLIVEIRA, 2012). Destarte, garantir a soberania brasileira de suas águas jurisdicionais mostra-se um desafio geopolítico crescente. O temor da possível contestação da soberania marítima nacional por parte de potências extra-regionais amplia-se diante da ausência de empresas estadunidenses no leilão, especialmente porque os EUA não reconhecem os limites marítimos internacionais de 200 milhas náuticas.

Para defender a soberania marítima nacional é essencial ampliar o poder de dissuasão naval do país. Para isso, mostram-se vitais programas como o PROSUPER, que prevê a duplicação da frota, e o PROSUB, que prevê a construção de um submarino nuclear e quatro convencionais. Tais programas materializam a importância geopolítica do Pré-Sal enquanto patrimônio vital para a consolidação da soberania, do processo de desenvolvimento e da inserção internacional do Brasil.

Contudo, considerando a centralidade geopolítica da América do Sul para o Brasil, e, que o aprofundamento da integração regional depende da consolidação da integração energética e produtiva, é grave a ausência de petrolíferas sul-americanas no consórcio vencedor de Libra. Para fortalecer a integração regional, seria estratégico reservar uma parcela mínima, por exemplo, de 20% de cada bloco para  petrolíferas sul-americanas, assim como impulsionar a aquisição de equipamentos fabricados no Mercosul.

Apesar das contradições, os resultados de Libra e dos futuros leilões serão essenciais para que as gigantescas reservas petrolíferas do Pré-Sal sejam transformadas em tecnologia, geração de emprego, renda e cidadania para a população brasileira. Para isso é imprescindível garantir a soberania do Estado brasileiro e sua capacidade de tomada de decisão quanto ao uso dos seus próprios recursos energéticos.

Bibliografia

BRASIL (2010). Lei nº 12.351, de 22 de dezembro de 2010. Dispõe sobre a exploração e a produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos, sob o regime de partilha de produção, em áreas do pré-sal e em áreas estratégicas; cria o Fundo Social – FS e dispõe sobre sua estrutura e fontes de recursos; altera dispositivos da Lei no 9.478, de 6 de agosto de 1997; e dá outras providências. Presidência da República, Brasília, DF. <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12351.htm>

BRASIL (1997). Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997. Dispõe sobre a política energética nacional, as atividades relativas ao monopólio do petróleo, institui o Conselho Nacional de Política Energética e a Agência Nacional do Petróleo e dá outras providências. Presidência da República, Brasília, DF. <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9478.htm>

COSTAS, Ruth (2013). “Leilão testa novo modelo de exploração do pré-sal”. BBC Brasil, 21/10/2013. <http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/10/131017_abre_libra_ru.shtml>

CUNHA, Simone (2013). “Leilão de Libra foi um sucesso, diz Mantega”. Portal G1, 21/10/2013 .<http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/10/leilao-de-libra-foi-um-sucesso-diz-mantega.html>

OLIVEIRA, Lucas Kerr (2013). Energia como recurso de Poder na Política Internacional: Geopolítica, Estratégia e o papel do Centro de Decisão Energética. Tese de Doutorado em Ciência Política. Ufrgs, Porto Alegre, RS.

RIBEIRO, Stênio (2013). “Leilão de Libra impulsiona ações da Petrobras e Bovespa fecha em alta de 1,26%”.Agência Brasil, 21/10/2013. <http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-21/leilao-de-libra-impulsiona-acoes-da-petrobras-e-bovespa-fecha-em-alta-de-126>

ROUSSEFF (2013). Pronunciamento da Presidenta Dilma Rousseff. Pronunciamento oficial da Presidência da República por ocasião do Leilão do Campo de Libra, exibido em rede nacional de rádio e TV em 21/10/13. <http://youtu.be/K7zEqqoSrDg>

 

 

Sobre os autores

Lucas Kerr Oliveira é professor de Relações Internacionais e Integração da Universidade Federal da Integração Latino-Americana – UNILA. Doutor em Ciência Política e Mestre em Relações Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (lucaskerr@yahoo.com.br).

Pedro Vinícius Pereira Brites é Diretor-Geral do Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia – ISAPE. Mestrando em Estudos Estratégicos Internacionais e Bacharel em Relações Internacionais pela  Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES.

Bruna Coelho Jaeger é Pesquisadora e Diretora-Adjunta do Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia – ISAPE, Graduanda em Relações Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS.

 

Publicado no site do Mundorama, Divulgação Científica em Relações Internacionais – ISSN 2175-2052. <http://mundorama.net/2013/11/12/o-leilao-de-libra-a-geopolitica-do-pre-sal-e-as-perspectivas-para-a-insercao-internacional-do-brasil-por-lucas-kerr-de-oliveira-pedro-vinicius-pereira-brites-e-bruna-coelho-jaeger/>


PROSUB: começa a construção do segundo submarino brasileiro

15 de setembro de 2013

NUCLEP, Quinta-feira, 12/09/2013

Começa a construção do segundo submarino brasileiro do PROSUB

A construção do segundo submarino brasileiro, SBR-2, a ser batizado de Humaitá, teve início nesta quarta-feira (04/09), no galpão auxiliar da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A (NUCLEP). A empresa já está construindo o casco resistente do primeiro submarino, o SBR-1 que será batizado de Riachuelo, que deverá ser entregue em 2017, dentro da parceria da Marinha brasileira com o governo francês.

Para o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Moura Neto, o evento tem o mesmo simbolismo do “batimento de quilha” em navios de superfície e reafirma a decisão brasileira em investir em equipamentos de qualidade e com tecnologia. O Comandante lembrou que o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) é o mais ambicioso da Marinha contemporânea e representa uma enorme conquista para a Nação brasileira.

– Quero agradecer a todos pelo esforço em conjunto que está sendo feito para que o país tenha equipamentos mais modernos e entre na relação dos países que produzem submarinos nucleares. Aqui estamos construindo um futuro melhor para o Brasil – afirmou o Comandante da Marinha.

O comandante da Marinha, Moura Neto, acompanhado do presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, e de diretores da ICN e Odebrecht, na cerimônia de corte da primeira chapa do submarino SBR-02 em Ituaguai.  Foto: NUCLEP, setembro de 2013

O comandante da Marinha, Moura Neto, acompanhado do presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, e de diretores da ICN e Odebrecht, na cerimônia de corte da primeira chapa do submarino SBR-02 em Ituaguai. Foto: NUCLEP, setembro de 2013

Participaram do evento, além do presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, e o Comandante da Marinha, Moura Neto, funcionários e representantes da NUCLEP, da Itaguaí Construções Navais (ICN) e DCNS. Serão construídos também mais dois submarinos convencionais e um a propulsão nuclear. A NUCLEP está encarregada de produzir não apenas o casco, mas também o Vaso de Pressão (VPR) do reator e os dois Geradores de Vapor (GV) do futuro submarino de propulsão nuclear, um projeto do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP).

Fonte: http://www.nuclep.gov.br/noticias/come-constru-o-do-segundo-submarino-brasileiro

Almirante Gilberto Max Roffé Hirschfeld, coordenador do PROSUB em visita às instalações do estaleiro de Itaguai onde está ocorrendo a construção dos novos submarinos SBR da classe Escorpene. Foto: NUCLEP, abril de 2013

Almirante Gilberto Max Roffé Hirschfeld, coordenador do PROSUB em visita às instalações do estaleiro de Itaguai onde está ocorrendo a construção dos novos submarinos SBR da classe Escorpene. Foto: NUCLEP, abril de 2013

Submarino brasileiro no Rio de Janeiro

Maquete do projeto do submarino nuclear brasileiro


Lucro da Petrobrás atingiu R$ 9 bilhões e 849 milhões no 1º trimestre de 2013

28 de abril de 2013

Petrobrás, Nota à imprensa de 26 de abril de 2013

Petrobras

Lucro líquido da Petrobras foi de R$ 7 bilhões e 693 milhões no 1º trimestre de 2013. O lucro operacional alcançou R$ 9 bilhões e 849 milhões, representando um aumento de 72%.

O lucro operacional alcançou R$ 9 bilhões 849 milhões, representando um aumento de 72% em relação ao trimestre anterior, devido aos reajustes de preços do diesel e da gasolina, menores custos de importação e redução das despesas operacionais.

O lucro líquido ficou estável em relação ao trimestre anterior, em função do maior resultado operacional ter sido compensado pelos menores ganhos financeiros e maior imposto sobre o lucro.

Na comparação com o 1º trimestre de 2012, o resultado operacional foi 16% inferior, refletindo maiores volumes de importação, o efeito da depreciação cambial (13%) e maiores despesas operacionais. O lucro líquido ficou 17% menor, em função do menor resultado operacional e ausência de benefício fiscal.

A produção total de petróleo e gás natural totalizou 2 milhões 552 mil barris/dia na média do trimestre, ficando 2% inferior ao 4º trimestre de 2012. Conforme esperado, a produção diminuiu devido ao declínio natural dos campos e ao maior número de paradas para manutenção, concentradas no 1º semestre do ano.

Dois sistemas de produção iniciaram operação na Bacia de Santos: FPSO Cidade de São Paulo, no campo de Sapinhoá, no pré-sal, e FPSO Cidade de Itajaí, no campo de Baúna, no pós-sal. O terceiro sistema – FPSO Cidade de Paraty já se encontra em processo de ancoragem no campo de Lula Nordeste e começará a produzir no final de maio de 2013.

Novo recorde de produção do pré-sal de 311 mil barris por dia em 17 de abril.

As novas descobertas foram: Sul de Tupi e Florim em áreas da Cessão Onerosa; Sagitário no pré-sal da Bacia de Santos; e Mandarim, no pós-sal do campo de Marlim Sul na Bacia de Campos.

O Programa de Recuperação da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (PROEF) apresentou ganhos de 34 mil barris por dia na produção de óleo e LGN do 1º trimestre de 2013.

O Programa de Otimização dos Custos Operacionais (PROCOP) gerou resultados globais acima do previsto para o trimestre, resultando em economia de R$ 1 bilhão 260 milhões (1/3 da meta para o ano).

A Petrobras bateu recorde de processamento de petróleo em 7 de abril (2 milhões 149 mil barris/dia). No trimestre houve crescimento do mercado interno (+9%) atendido principalmente pelo aumento da produção de derivados (+10%) em comparação ao mesmo período de 2012.

Realização de dois reajustes de preços do diesel (totalizando 10,7%) e um de gasolina (6,6%).

Investimentos totalizaram R$ 19 bilhões 769 milhões, sendo 54% nas atividades de Exploração e Produção.

Clique aqui para ler a íntegra da nota. http://sala.agenciapetrobras.com.br/Arquivos/Anexo/2913-Nota-a-Imprensa-1%C2%BA-trimestre-de-2013.pdf

Fonte: Gerência de Imprensa/Comunicação Institucional da Petrobrás S.A. imprensa@petrobras.com.br

 

 


Deputado relator da MP dos Royalties diz que vai incluir recursos dos contratos vigentes para educação

11 de abril de 2013

Agência Brasil, 11/04/2013

Relator da MP dos Royalties diz que vai incluir recursos dos contratos vigentes para educação

Mariana Tokarnia
Repórter da Agência Brasil*

Brasília – O relator da Medida Provisória (MP) dos Royalties (MP 592/12), deputado Carlos Zarattini (PT-SP), adiantou hoje (11) que vai incluir no relatório da medida a destinação das receitas com os royalties do petróleo dos contratos vigentes à educação. O parecer do relator será apresentado na próxima terça-feira (16).

O atual texto da MP vincula à educação as receitas dos novos contratos da área de concessão dos royalties do petróleo, firmados após 3 de dezembro de 2012, data da publicação da medida. Além disso, destina ao setor 50% dos rendimentos do Fundo Social do Pré-Sal.

“A MP, da forma como está, faz com que apenas os contratos futuros sejam destinados à educação. Isso vai demorar um certo tempo, cerca de seis ou sete anos. Calculamos que com os contratos vigentes teremos um acréscimo ao setor de R$ 32 bilhões. Até 2020, chegaremos a R$ 62 bilhões”, diz Zarattini.

A MP deve ajudar o cumprimento da meta de investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação prevista no Plano Nacional de Educação (PNE). Atualmente o governo investe 5,7% do PIB. “O setor precisará de muito dinheiro. A MP não complementa o total necessário, mas ajuda”, diz o deputado.

Zarattini também afirmou que o parecer vai manter a divisão, entre todos os estados, dos recursos arrecadados nos contratos atuais. A intenção é respeitar a decisão que o Congresso tomou ao derrubar os vetos à Lei dos Royalties (12.734/12), ainda que ela tenha sido suspensa pela Justiça e seja contrária ao texto da MP inicial.

A MP dos Royalties foi editada no final do ano passado, junto com os vetos feitos pela presidente à Lei dos Royalties. A lei aprovada pelo Congresso dividia entre todos os Estados e municípios os recursos arrecadados com a exploração de petróleo. Os dispositivos foram vetados pela presidente.

Posteriormente, os vetos presidenciais foram derrubados pelo Congresso que, com isso, restabeleceu a lei que divide toda arrecadação, inclusive a dos contratos atuais.

A norma, no entanto, teve a aplicação suspensa por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) até que sejam decididas as ações diretas de inconstitucionalidade dos governos do Rio de Janeiro, Espírito Santo e de São Paulo – estados em que há exploração de petróleo e que perderiam recursos com a partilha da arrecadação dos contratos atuais.

* Com informações da Agência Câmara

Edição: Fábio Massalli

Fonte:  Agência Brasil


30 de novembro de 2012

Blog do Planalto, Sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Dilma destina 100% dos royalties das novas concessões de petróleo para a educação

Ministros anunciam vetos ao projeto de lei sobre distribuição dos royalties do petróleo. Foto: Edezio Junior/PR

 

A presidenta Dilma Rousseff vetou parcialmente o projeto de lei aprovado pelo Congresso que modificava a distribuição dos royalties do petróleo e decidiu que 100% dos royalties provenientes dos contratos futuros de exploração de petróleo serão investidos em educação. Uma medida provisória com as mudanças será enviada ao Congresso na próxima semana.

O anúncio foi feito nesta sexta-feira (30), durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto, pelos ministros da Educação, Aloizio Mercadante; da Casa Civil, Gleisi Hoffmann; de Minas e Energia, Edison Lobão; e de Relações Institucionais, Ideli Salvatti. Mercadante explicou que, além de 100% dos royalties futuros, 50% dos rendimentos do Fundo Social também serão voltados para a educação. Segundo ele, o objetivo é deixar um legado para as gerações futuras.

“Só a educação vai fazer do Brasil uma nação desenvolvida, ela é o alicerce do desenvolvimento e se o pré-sal e petróleo são o passaporte para o futuro, não há futuro melhor do que investir na educação dos nossos filhos, dos nossos netos, do conjunto do povo brasileiro”, disse o ministro.

A ministra Gleisi Hoffmann explicou que os vetos preservam os contratos já firmados e mantêm a atual distribuição dos recursos provenientes do petróleo. Segundo ela, os vetos tiveram como diretriz o respeito à Constituição e aos contratos estabelecidos. Para os contratos futuros de exploração de petróleo, a presidenta optou por manter as novas porcentagens de distribuição entre estados e municípios produtores e não-produtores previstas na lei aprovada pelo Congresso.

“O veto ao artigo 3º resguarda exatamente os contratos estabelecidos e também tem o objetivo de fazer a readequação, ou seja, a correção da distribuição dos percentuais dos royalties ao longo do tempo (…) quanto às demais intervenções na lei, a presidenta procurou conservar em sua grande maioria as deliberações do Congresso Nacional, garantindo, contudo, as distribuição de recursos para a educação brasileira”, afirmou.

Fonte: http://blog.planalto.gov.br/dilma-destina-100-dos-royalties-futuros-do-petroleo-para-a-educacao/
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Pré-Sal da Bacia de Santos já produz 20% do gás natural nacional

28 de novembro de 2012

Blog da Petrobrás, 27 de novembro de 2012

Bacia de Santos é responsável por cerca de 20% do gás natural de origem nacional  

 

O Gerente Geral da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Santos (UO-BS), José Luiz Marcusso, participou na manhã desta terça-feira (27/11), em São Paulo, do Seminário Desafios de São Paulo na Demanda do Pré-Sal, no qual abriu o ciclo de palestras com o tema “Situação atual e perspectivas do desenvolvimento do pré-sal na Bacia de Santos”.

Em sua explanação, Marcusso enfatizou que a camada do pré-sal já é uma realidade e está em fase de consolidação, enquanto o pós-sal concentra, atualmente, o maior esforço exploratório, com quase 70% do investimento. “Hoje o grande foco do pré-sal é em desenvolvimento da produção, ou seja, a transformação do que já foi descoberto e os novos projetos de produção”, explicou.

O executivo também destacou que hoje a produção total da Petrobras está na faixa de 2 milhões de barris de óleo equivalente por dia, número que passará para 2,5 milhões em 2016 e 4,2 milhões em 2020, crescimento impulsionado pela implantação de novos sistemas de operação. “Teremos a chegada de 38 novos sistemas de produção, grande parte já em implantação ou contratados. Deste total, 25 serão instalados na Bacia de Santos e contribuirão decisivamente com o crescimento desta produção”, afirmou.

Gás Natural

Atualmente, a Bacia de Santos entrega na costa do estado de São Paulo 11 milhões de m3 por dia de gás. A Bacia responde hoje por cerca de 20% do gás natural de origem nacional disponibilizado ao mercado brasileiro.

A Unidade de Tratamento Monteiro Lobato (UTGCA), mesmo com um ano de operação, já é responsável pelo processamento de mais de 10 milhões de m3 por dia. “A unidade está passando por obras de adequação que irão permitir a entrega de mais de 20 milhões de m3 por dia”, enfatizou Marcusso.

Para finalizar, Marcusso citou que o grande desafio da Bacia de Santos é operar essa gama de atividades com alta eficiência operacional sem acidentes, sem impacto ao meio ambiente e à saúde dos trabalhadores.

Fonte: http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2012/11/27/bacia-de-santos-e-responsavel-por-cerca-de-20-do-gas-natural-de-origem-nacional/

 

 


Mercadante defende que royalties do petróleo sejam investidos em educação

8 de novembro de 2012

Blog do Planalto, 8 de novembro de 2012

Mercadante defende que royalties do petróleo sejam investidos em educação

 

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu nesta quinta-feira (8) que os recursos provenientes dos royalties do petróleo sejam investidos em educação. Ao discursar na cerimônia de lançamento do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, o ministro disse que lutará no Senado para que os royalties sejam encaminhados para a educação.

“A Câmara votou o Plano Nacional de Educação por unanimidade e estabeleceu que em 10 anos deveríamos dobrar os investimentos em educação, chegando a 10% do PIB. Mas, até o momento, não temos uma fonte de financiamento capaz de cumprir essa meta (…) O caminho era a riqueza nova que estamos descobrindo, a riqueza dos royalties do petróleo (…) Essa luta não acabou. Vamos agora, junto ao Senado, continuar lutando para que os royalties sejam encaminhados para a educação”, disse.

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Fonte: http://blog.planalto.gov.br/mercadante-defende-que-royalties-do-petroleo-sejam-investidos-em-educacao/

Palestra do prof. Ildo Sauer na Semana da Ciência e Tecnologia do ICEx da UFMG – 2012

2 de novembro de 2012

Palestra do dia 17 de maio de 2012 no ICEx da UFMG. As Contradições do Pré – Sal, com o professor doutor Ildo Sauer do Departamento de Eletrotécnica e Energia da USP, ex-diretor executivo da Petrobrás, responsável pela área de negócios de Gás e Energia.


Petrobras projeta investimentos de US$ 236,5 bilhões para o período 2012-2016

26 de junho de 2012

Valor Econômico, 14/06/2012

Petrobras aprova investimentos de US$ 236,5 bilhões até 2016
Rafael Rosas | Valor

 A Petrobras aprovou seu novo plano de negócios programado para o período 2012 e 2016, com investimentos de US$ 236,5 bilhões, ante US$ 224,7 bilhões previstos no plano anterior.

A estatal enviou hoje fato relevante ao mercado com o detalhamento do Plano de Negócios aprovado ontem pelo conselho de administração da companhia, conforme antecipou o site do Valor. A média anual de investimentos será de US$ 47,3 bilhões até 2016.

Deste total, US$ 208,7 bilhões estão enquadrados nos projetos em implantação, enquanto outros US$ 27,8 bilhões são de projetos em avaliação.

Mais uma vez, o segmento de exploração e produção (E&P) ficou com a maior fatia, com US$ 141,8 bilhões, ou 60% do total, sendo US$ 131,6 bilhões dos projetos em implantação. Os investimentos no pré-sal correspondem a 51% do total do E&P.

O setor de refino, transporte e comercialização (RTC) ficará com US$ 65,5 bilhões, dos quais US$ 51,7 bilhões para projetos em implantação.

Em termos de produção de óleo, a companhia prevê, para os anos de 2012 e 2013, uma produção em linha com a do ano passado, com uma alta de 5% a 6% ao ano a partir de 2014, atingindo 2,5 milhões de barris de óleo por dia em 2016.

Já as metas para produção de óleo e gás são de 3,3 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) por dia, sendo 3 milhões de BOE/dia no Brasil. No total, a companhia prevê 5,7 milhões de BOE/dia em 2020, sendo 5,2 milhões de BOE/dia no Brasil.

De acordo com o documento, a Petrobras deve apresentar geração de caixa entre US$ 38 bilhões e US$ 44 bilhões em 2016.

Para cumprir a meta de investimento de US$ 236,5 bilhões até 2016, a estatal vê necessidade de captar entre US$ 16 bilhões e US$ 18 bilhões ao ano até 2016. E ainda está prevista a criação de três gerências executivas, informou a companhia.

O fato relevante enviado hoje ao mercado e assinado pelo diretor financeiro e de relações com investidores, Almir Barbassa, ressalta que o plano respeita limite de 2,5 vezes para dívida líquida/Ebitda durante o período 2012-2016.

A companhia prevê ainda desinvestimentos de US$ 14,8 bilhões até 2016, com foco no exterior.

Por volta das 11h, as ações da companhia lideravam as maiores quedas do Ibovespa. As ações preferenciais da Petrobras caíam 3,2%, a R$ 18,30, e as ações ordinárias recuavam 3,3%, a R$ 18,99, no pregão da BM&FBovespa.

(Rafael Rosas | Valor)
http://www.valor.com.br/empresas/2714562/petrobras-aprova-investimentos-de-us-2365-bilhoes-ate-2016/


Daniel Yergin fala sobre as novas descobertas de petróleo no mundo

18 de setembro de 2011

The Wall Street Journal
SEPTEMBER 17, 2011

There Will Be Oil

For decades, advocates of ‘peak oil’ have been predicting a crisis in energy supplies. They’ve been wrong at every turn, says

Daniel Yergin.

 

Since the beginning of the 21st century, a fear has come to pervade the prospects for oil, fueling anxieties about the stability of global energy supplies. It has been stoked by rising prices and growing demand, especially as the people of China and other emerging economies have taken to the road.

[OIL]

This is actually the fifth time in modern history that we’ve seen widespread fear that the world was running out of oil.

This specter goes by the name of “peak oil.”

Its advocates argue that the world is fast approaching (or has already reached) a point of maximum oil output. They warn that “an unprecedented crisis is just over the horizon.” The result, it is said, will be “chaos,” to say nothing of “war, starvation, economic recession, possibly even the extinction of homo sapiens.”

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Royalties do pré-sal devem ser repartidos de forma mais igualitária

20 de junho de 2011

DCI
20/06/11

Royalties devem ser repartidos igualmente

Brasília – “O pior caminho é a queda-de-braço.” O aviso é do senador Wellington Dias (PT-PI), designado pelos governadores do norte e nordeste para desenhar a nova proposta de distribuição de royalties de petróleo por causa da descoberta das jazidas da camada pré-sal, que se estende pelo litoral do Espírito Santo a Santa Catarina. Em entrevista exclusiva ao jornal DCI, Dias recomendou que os estados ditos produtores, especialmente Rio de Janeiro e Espírito Santo, aceitem a proposta que será apresentada nesta semana por ele e pelo deputado Marcelo Costa (PMDB-PI). Do contrário, será derrubado o veto presidencial ao projeto que retira R$ 9 bilhões do Rio de Janeiro.

Pela proposta, tanto o Rio quanto o Espírito Santo mantêm o valor que recebem atualmente. O adicional será distribuído pelos demais entes federados. “Todo o petróleo em mar pertence à União e, se pertence à União, pertence a todo o povo brasileiro”, justificou Dias.

Quanto a São Paulo, que será um dos grandes polos da produção do pré-sal, o petista aponta que o estado vai receber inicialmente cerca de oito vezes o que recebe atualmente. Acompanhe na íntegra a entrevista concedida ao DCI por Dias.

Como viabilizar, com os estados produtores, um acordo de uma nova distribuição dos royalties?

Creio -e conversei ainda hoje com o governador Sérgio Cabral [RJ] – que o melhor caminho é o diálogo. O pior caminho é a queda-de-braço. Primeiro, porque estamos falando de um tema que é provavelmente a maior riqueza natural, que não depende de impostos e que pertence a todo o povo brasileiro, a ser distribuída neste século. Estou falando de algo que, daqui a 15 anos, vai gerar algo em torno de R$ 1,5 trilhão, fruto da venda do petróleo que agora pertence ao povo brasileiro. Junto com isso, um volume de royalties que vai ultrapassar R$ 100 bilhões já no começo da próxima década, 2020, 2022. Vale lembrar que as regras que favorecem atualmente o Rio de Janeiro têm um sentido. Quando o Brasil conseguiu fazer uma mudança, através do Congresso Nacional, do ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] de energia, principalmente de combustíveis, para o destino e não para a origem, precisava socorrer o Rio de Janeiro. Porque provocou ali um desequilíbrio. A alternativa encontrada foi com os royalties e a criação da chamada participação especial. Ora, aquilo foi para uma conjuntura que deu resultado.

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Nova Descoberta na Bacia do Espírito Santo

9 de junho de 2011

Blog da Petrobrás
9 de junho de 2011

Nova Descoberta na Bacia do Espírito Santo 

A Petrobras comunica a descoberta de nova acumulação de petróleo nos reservatórios do Cretáceo da Bacia do Espírito Santo. A descoberta resultou da perfuração do poço 1-BRSA-926D-ESS (1-ESS-205D), informalmente denominado Brigadeiro, em profundidade de água de 1900 metros, localizado na área de Concessão BM-ES-23, bloco ES-M-525, a 115 km da costa do Estado do Espírito Santo.

A comprovação da descoberta foi por meio de perfilagem (registros de características de uma formação) e amostragem de fluido (líquidos e gases) em teste a cabo, nos reservatórios localizados em profundidade de cerca de 4.200 metros.

A Petrobras é a operadora do consórcio para exploração do bloco BM-ES-23 (65%), formado ainda pelas empresas Shell Brasil Petróleo Ltda (20%) e Inpex Petróleo Santos Ltda (15%).

O consórcio dará continuidade às atividades na área de concessão, onde estão em fase de perfuração outros dois poços, referentes ao Programa Exploratório Mínimo. Após a conclusão deste programa, o consórcio possivelmente levará à ANP uma proposta de Plano de Avaliação com a finalidade de delimitar a acumulação descoberta.

http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2011/06/09/nova-descoberta-na-bacia-do-espirito-santo/

Batismo da Plataforma Petrolífera P-56, em Angra dos Reis (RJ)

4 de junho de 2011

veja mais em:

http://www.flickr.com//photos/blogplanalto/sets/72157626753022147/show/


Petrobrás registra lucro de R$ 10 bilhões no 1º trimestre de 2011

13 de maio de 2011

Blog da Petrobrás
13 de maio de 2011

Lucro líquido recorde de R$ 10 bilhões 985 milhões no 1º trimestre de 2011

A Petrobras divulgou, nesta sexta-feira (13/05), os resultados financeiros consolidados do primeiro trimestre de 2011, segundo os padrões internacionais de contabilidade (IFRS).

No primeiro trimestre do ano, o lucro líquido foi de R$ 10,99 bilhões (R$ 0,84 por ação) 42% superior ao lucro do primeiro trimestre de 2010, que foi de R$ 7,73 bilhões. O lucro bruto alcançou R$ 20,20 bilhões no primeiro trimestre do ano, 5% superior ao mesmo período de 2010 (R$ 19,31 bilhões).

O aumento do lucro foi resultado do aumento de 7% no volume de vendas no país, destacando-se o aumento das vendas de gasolina (+7%), óleo diesel (+9%), gás natural (+13%) e QAV (+18%) no comparativo 1T11/1T10. Além disso, a elevação de 3% da produção total de óleo e gás no mesmo período e, pelo lado não operacional, o elevado resultado financeiro (variação positiva de R$ 2.723 milhões) também contribuíram para o resultado.

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Pré-Sal traz oportunidades para empresas de Tecnologia da Informação

10 de maio de 2011

Convergência Digital
10/05/2011

Petrobras: Pré-Sal traz oportunidades para empresas de TI

Atenta ao orçamento de U$ 600 bilhões da Petrobras, somente para o Pré-Sal, nos próximos 20 anos, e às oportunidades de negócios geradas para o setor de Tecnologia da Informação, a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-RJ) promove no dia 6 de junho o seminário “Competitividade da Cadeia de O&G e o papel da TIC”.

Na oportunidade, a Assespro-RJ entregará à Petrobras e à Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) uma proposta de modelo de trabalho chamada “Ecossistema”, com um cluster de 22 empresas com competências para atender a toda a cadeia produtiva do Pré-Sal, desde a criação de soluções, inteligência do projeto, instrumentalização e demais demandas.

Já confirmaram presença o gerente-executivo do Pré-Sal, José Carlos Fomigli; o assessor da Presidência da Petrobras, Sydney Granja; e o superintendente da Onip, Eloy Fernandez. A expectativa é de que 300 pessoas, entre executivos e profissionais da cadeia produtiva de petróleo e gás, participem do evento realizado pela Assespro-RJ com o apoio da Petrobras, Sebrae-RJ e Onip.

O seminário “Competitividade da Cadeia de O&G e o papel da TIC” acontece das 13h30 às 17h30, no Centro de Convenções da Firjan-RJ. O gerente da Petrobras para o Pré-Sal, José Formigli, vai apresentar os planos de investimento para o projeto e as demandas para a cadeia produtiva voltadas para as empresas de TIC.

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Petrobras vai investir US$ 200 milhões por ano no desenvolvimento de novas tecnologias para o pré-sal

4 de maio de 2011

Energia Hoje
04/05/2011

US$ 200 mi para o P&D do pré-sal

 João Montenegro


A Petrobras deverá investir em média entre US$ 150 e US$ 200 milhões por ano no desenvolvimento de novas tecnologias para o pré-sal. O gerente executivo do Pré-sal da Petrobras, José Formigli, estima que a demanda de P&D voltada para a nova fronteira deverá consumir de 15% a 20% do orçamento para pesquisa da companhia, da ordem de US$ 1 bilhão anuais.

Formigli destacou como mais crítico nos próximos cinco anos o desenvolvimento de linhas flexíveis mais competitivas na comparação dutos rígidos para interligação dos poços, o monitoramento de reservatórios com recursos de nanotecnologia ou completação inteligente e a miniaturização dos componentes da planta de processo na superfície. “O metro quadrado nas plataformas do pré-sal será mais caro do que em qualquer cidade do mundo”, comparou.

Tecnologia, automação e robótica - Robô remotamente dirigido, construído pela Petrobrás e exibido no Campus Party (17 a 23 de janeiro de 2011)

Entre os motivos para a otimização está a necessidade de comportar grandes sistemas de reinjeção de CO2, que vai variar de 8% a 15% na produção do pré-sal.

Segundo o executivo, a Petrobras já decidiu que vai reinjetar todo o CO2 produzido seja qual for o preço a ser pago. “Sabemos que será muito mais caro se deixarmos para depois, dada a cobrança cada vez maior da sociedade em cima de toda a indústria do petróleo”, afirmou.

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Petrobrás amplia em 63,3% os investimentos no pré-sal

30 de abril de 2011

O Estado de S.Paulo
30 de abril de 2011

Petrobrás eleva em 63,3% investimentos no pré-sal

Decisão do Conselho de Administração é o primeiro sinal de revisão do plano de negócios da empresa até 2015

Kelly Lima 

A Petrobrás decidiu aumentar em 63,3% os investimentos previstos para serem destinado ao polo do pré-sal na Bacia de Santos, onde está localizada a reserva do campo de Lula (ex-Tupi). A decisão, tomada ontem pelo Conselho de Administração da companhia, é o primeiro sinal de revisão do plano de negócios da empresa, agora para o período de 2011-2015.

Pela revisão, o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado do Polo Pré-sal da Bacia de Santos (Plansal) receberá investimentos totais de US$ 73 bilhões. Destes, 74%, ou US$ 54,02 bilhões serão investidos pela Petrobrás e o restante por seus parceiros, como a portuguesa Galp, a espanhola Repsol e a britânica BG. Pelo Plano de Negócio para o período anterior, de 2010-2014, seriam investidos US$ 33 bilhões no pré-sal, e US$ 75,2 bilhões nas áreas pós-sal. O plano total para o período previa investimentos de US$ 224 bilhões.

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GE planeja fabricar no Brasil as turbinas aeroderivadas usadas em plataformas petrolíferas

29 de abril de 2011

Estadão
 27 de abril de 2011

GE planeja produzir no País turbinas para plataformas

Seção de uma turbina aeroderivada do tipo GE LM2500 utilizada em navios e plataformas petrolíferas

Alexandre Rodrigues

Agencia Estado

 RIO – O presidente da General Electric (GE) no Brasil, João Geraldo Ferreira, disse hoje que a companhia tem planos de produzir no Brasil turbinas para geração de energia em plataformas de produção de petróleo. Segundo ele, com a exploração das reservas da camada pré-sal, a multinacional americana identifica demanda suficiente para essa atividade no Brasil.

“Temos planos de fabricar e, obviamente, de fazer a manutenção também”, limitou-se a dizer o executivo, que não quis indicar em quanto tempo a empresa pretende concretizar esse plano, uma das formas que a companhia estuda para aumentar os seus contratos com a Petrobras, seguindo o robusto plano de investimentos da estatal de US$ 224 bilhões até 2014.

Modelo de turbina a gas aeroderivada GE LM2500 - utilizada em navios e plataformas petrolíferas

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Nova Descoberta no pré-sal da Bacia de Campos

28 de abril de 2011

Agência Petrobrás de Notícias
28/4/2011

Nova Descoberta no pré-sal da Bacia de Campos    

A Petrobras descobriu nova acumulação de óleo no pré-sal da Bacia de Campos, com o poço 6-AB-119D-RJS, perfurado no campo de Albacora, a 107 km da costa e a apenas 3,2km da plataforma de produção P-31.

Perfurado em profundidade de água de 380m, atingiu a profundidade total de 4.835m, constatando uma coluna de óleo de 241m, dos quais 104m são dos reservatórios carbonáticos da Formação Macabu, com porosidade em torno de 10%.

 Estimativas preliminares de volume indicam, para essa nova acumulação, potencial de volume economicamente recuperável da ordem de 350 milhões de barris de óleo. Medidas de razão gás/óleo (RGO) realizadas em amostras registraram valores entre 60 e 240 m3/m3, indicando tratar-se de óleo leve.

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Brasil atrai cada vez mais investimentos estrangeiros em alta tecnologia

20 de abril de 2011

Protec
19 de Abril de 2011

Brasil atrai cada vez mais os investimentos estrangeiros de alta tecnologia

(AFP)  – Tradicional exportador de matérias-primas e destino de grandes investimentos na área produtiva, o Brasil também atrai fundos estrangeiros destinados à pesquisa para inovação tecnológica em áreas como exploração do pré-sal e TI (tecnologia da informação), segundo fontes oficiais e empresariais.

 

“O maior desafio do Brasil é a inovação. Somos muito competitivos na agricultura, na aviação, gás e petróleo, mas a nossa indústria vem de uma cultura de baixa inovação”, afirmou o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloísio Mercadante, em entrevista.

“Estamos trabalhando para mobilizar o empresariado na direção da inovação. Temos belas experiências com parques tecnológicos e incubadoras de empresas tecnológicas e estamos trazendo centros de pesquisas que vão gerar patentes no Brasil”, acrescentou.

O Cenpes, centro de pesquisa e desenvolvimento da Petrobras na zona norte do Rio de Janeiro, e o Porto Digital, parque tecnológico que abriga 178 instituições e empresas especializadas em tecnologia de informação em Recife (estado de Pernambuco, nordeste), são exemplos destes esforços.

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Brasil começa a exportar petróleo do pré-sal

20 de abril de 2011

Agência Petrobrás de Notícias
19/4/2011

Petrobras realiza primeira exportação de petróleo do pré-sal

O primeiro país a importar petróleo brasileiro extraído do pré-sal é um país sul-americano


A Petrobras concluiu junto à estatal chilena Empresa Nacional de Petróleo (ENAP) as negociações para a venda da primeira carga de petróleo produzida no pré-sal destinada à exportação.

Foram vendidos 1 milhão de barris de petróleo extraídos da camada pré-sal do super campo de Lula, na Bacia de Santos, com embarque previsto para meados de maio de 2011 e que serão entregues em Quintero e San Vicente, no Chile.

Fonte: Agência Petrobrás de Notícias   

Nota:  Embora não seja um Membro Efetivo do Mercosul, o  Chile é um país Associado ao Mercosul e participa da UNASUL, sendo um país muito dependente da importação de recursos energéticos


Pré-Sal: Petrobras inicia produção em fase de TLD na área de Brava, Bacia de Campos

19 de abril de 2011

Blog da Petrobrás
19 de abril de 2011

Petrobras inicia produção na área de Brava no pré-sal da Bacia de Campos

Mapa: localização do poço 6-MRL-199-RJS, na região de Brava, quinto poço petrolífero onde a Petrobrás iniciou a produção de petróleo do pré-sal da Bacia de Campos (RJ) em fase de TLD

A Petrobras iniciou na última segunda-feira (18/04) o Teste de Longa Duração (TLD) da área de Brava, no pré-sal da Bacia de Campos, na área da Concessão de Produção do campo de Marlim, localizado a 170 km da cidade de Macaé, RJ.

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Piloto de ROV é profissão promissora impulsionada pela exploração do pré-sal

16 de abril de 2011

StartComunicação
15/04/2011

Piloto de ROV: a profissão do futuro

Veículo Submarino Operado Remotamente (VSOR ou ROV)

Veículo Submarino Operado Remotamente (VSOR ou ROV)

Operar um submarino robô que navega pelo fundo mar. Acompanhar seus movimentos em terra firme e direcioná-los através de um controle remoto. Pode até parecer vídeo-game, mas é trabalho. A profissão é piloto de ROV (sigla em inglês para robôs subaquáticos controlados remotamente), uma das mais novas e promissoras do País, pois estes operadores estão sendo recrutados para a exploração de petróleo em águas profundas, a camada pré-sal. Este profissional tem de dominar a tecnologia e falar inglês. Quem conta mais sobre esta profissão é Eduardo Meurer, instrutor de ROV, formado no Instituto Shirshov, academia Russa de Ciências e sócio-diretor do Núcleo de Tecnologia Marinha e Ambiental (NUTECMAR), em Santos (SP), um dos poucos centros de treinamento do País a capacitar mão-de-obra para operar esta tecnologia.

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Pilotos de robôs submarinos participam de expedição em Santos

16 de abril de 2011

Revista Fator Brasil
14/04/2011 – 10:09

Pilotos de robôs submarinos participam de expedição em alto mar para aprimorar conhecimentos

Veículo Submarino Operado Remotamente (VSOR)

Alunos do Nutecmar embarcam em Santos (SP), para curso avançado.

No dia 15 de abril (sexta-feira), quatro alunos já formados como pilotos de ROV (sigla em inglês para robôs subaquáticos controlados remotamente) embarcarão em uma expedição em alto mar. Eles passarão quatro dias a bordo de uma embarcação, que sairá de Santos (SP), para aprimorarem seus conhecimentos e aprenderem na prática sobre navegação e segurança no mar, enquanto realizam missões reais com os submarinos robôs. A expedição faz parte do curso de Piloto Avançado de Micro ROV, a última etapa da qualificação de pilotos, promovida pelo Núcleo de Tecnologia Marinha e Ambiental (Nutecmar).

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Petrobras assina acordos com as petrolíferas chinesas Sinopec e Sinochem

16 de abril de 2011

Agência Petrobrás de Notícias
15/4/2011

Petrobras assina acordos com Sinopec e Sinochem

15/4/2011-Presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, e o presidente da Sinopec, Fu Chengyu, assinam Acordo de Cooperação Tecnológica, na sede da empresa em Pequim - foto: Agência Petrobrás de Notícias

Em Pequim, nessa sexta-feira (15), o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, e o diretor de Exploração e Produção, Guilherme Estrella, assinaram dois importantes acordos com as empresas chinesas Sinopec (China Petrochemical Corporation) e Sinochem (Sinochem Corporation).

Os acordos fizeram parte da agenda de negócios estabelecida durante visita oficial da Presidenta Dilma Rousseff à China.
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Linha do tempo desde a descoberta de petróleo no Pré-Sal

10 de abril de 2011

Agência Petrobrás de Notícias

Exploração e Produção

Cronologia do Pré-sal: A linha do tempo desde a descoberta de Petróleo no Pré-Sal

2011

Fevereiro – Entrada em operação do Teste de Longa Duração (TLD) do reservatório de Tracajá, no campo de Marlim Leste, Bacia de Campos. Localizado a 124 km da costa do Rio de Janeiro, o poço foi interligado ao navio-plataforma P-53. O teste começou com vazão de 23.300 barris por dia.
Fevereiro – Descoberta nova acumulação de petróleo leve (26 API) em reservatórios do pré-sal, na Bacia de Santos, em poço denominado Macunaíma 4-BRSA-818 .

Fevereiro – Entrada em operação do Teste de Longa Duração (TLD) do reservatório de Tracajá, no campo de Marlim Leste, Bacia de Campos. Localizado a 124 km da costa do Rio de Janeiro, o poço foi interligado ao navio-plataforma P-53. O teste começou com vazão de 23.300 barris por dia.

Janeiro – Aprovado o afretamento de duas plataformas do tipo FPSO destinadas aos pilotos de Guará-Norte (BMS-9) e Cernambi (BMS-11), no pré-sal da Bacia de Santos. Cada unidade afretada terá capacidade para produzir 150 mil barris diários e entrada em operação em 2014, antes do previsto.

Janeiro – A Companhia comunica uma nova descoberta nos reservatórios do pré-sal, na Bacia de Santos, no bloco BMS-9, com a perfuração do poço de extensão Carioca Nordeste (3-SPS-74). O poço está localizado na área de avaliação do prospecto de Carioca, a uma profundidade de 2.151 metros.

2010

Dezembro – Presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona a lei que estabelece o novo modelo de exploração de petróleo na camada do pré-sal. A lei, aprovada no Congresso Nacional no início de dezembro, estabelece que o atual modelo de concessão para a exploração de petróleo será substituído pelo mecanismo de partilha da produção. Por esse sistema, as empresas responsáveis pela exploração terão que repassar para a União parte do petróleo extraído. Além do novo modelo de exploração, a lei sancionada hoje determinou que a Petrobras seja a operadora única dos blocos de exploração do pré-sal e terá uma participação de 30% dos consórcios que forem formados.

Dezembro – Petrobras declara a comercialidade de petróleo de boa qualidade e gás nas áreas de Tupi e Iracema. Tupi passa a se chamar campo de Lula, e Iracema, campo de Cernambi. No campo de Lula, o volume recuperável é de 6,5 bilhões de barris de óleo equivalente, com grau API 28. No campo de Cernambi, o volume recuperável é de 1,8 bilhão, com grau API 30. No total, o volume recuperável é de 8,3 bilhões de barris de óleo equivalente (óleo e gás). Lula será o primeiro campo supergigante de petróleo do País (volume recuperável acima de 5 bilhões de boe) e o campo de Cernambi está entre os cinco maiores campos gigantes do Brasil.

Dezembro – Entra em operação o Teste de Longa Duração (TLD) do reservatório de Carimbé, na Bacia de Campos, descoberto em maio de 2010. Esse teste, efetuado no poço 6-CRT-43-RJS, marco o começo da exploração de petróleo no pré-sal da porção central da bacia sedimentar. O poço foi interligado à plataforma P-48, no campo de Caratinga, na Bacia de Campos. A produção inicial prevista é de 24 mil barris diários.

Novembro – A Petrobras assina com a Engevix Engenharia contratos, no valor de US$ 3,46 bilhões, para a construção dos oito cascos das plataformas chamadas de “replicantes”, que vão operar no pré-sal na Bacia de Santos. Cada unidade, do tipo FPSO, terá capacidade de produzir 150 mil barris diários de petróleo. A previsão é que entrem em operação até 2017 e devem acrescentar 900 mil barris à produção nacional. Os dois primeiros cascos serão entregues em 2013, os demais até 2015.

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Nordeste concentrará 78% da capacidade das novas refinarias do país

1 de abril de 2011

Blog da Petrobras
29 de março de 2011

Nordeste concentrará 78% da capacidade das novas refinarias do país

O crescimento econômico do Nordeste também se reflete no mercado de combustíveis: em nove anos, a região responderá por 78% da nova capacidade de refino do país. Esse e outros reflexos da exploração de petróleo e gás foram tema do seminário “O Nordeste e o pré-sal”, realizado nesta terça-feira (29/03), em Recife, e patrocinado pela Petrobras.

Em sua palestra durante o evento, o gerente-executivo de Programas de Investimento da área de Abastecimento da Petrobras, Luiz Alberto Domingues, explicou que a estratégia da Companhia para os próximos anos visa a dar autossuficiência ao Brasil também no refino: atualmente, o consumo é 8% maior do que a quantidade de produtos das refinarias. A previsão é de que, em 2020, essa situação se inverta e a demanda pelos derivados de petróleos seja de 2,79 milhões de barris/dia; enquanto o volume processado será de 3,16 milhões, 13,2% maior.

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Petrobrás participa de Cúpula Empresarial Brasil-EUA durante visita de Obama ao Brasil

20 de março de 2011

Agência Petrobrás de Notícias
19/3/2011

Sérgio Gabrielli participa de Cúpula Empresarial durante visita de Obama ao Brasil    

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, participou neste sábado (19/3) do painel “Criando um futuro Seguro e Sustentável para o Setor Energético”, na Cúpula Empresarial Brasil-Estados Unidos, promovida pela Confederação da Indústria (CNI), em Brasília. No evento, Gabrielli disse que a demanda mundial por petróleo deve aumentar com a retomada do crescimento da economia dos Estados Unidos.

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Petrobras e UFSC inauguram laboratórios de pesquisa em gás natural em Santa Catarina

18 de março de 2011

Agência Petrobrás de Notícias
18/3/2011

SC: Petrobras e UFSC inauguram laboratórios de pesquisa em gás natural

A Petrobras, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), inaugurou, nesta sexta-feira (18), os Laboratórios de Pesquisa em Gás Natural do campus Trindade, em Florianópolis.  O desenvolvimento de equipamentos de transferência de calor que proporcionarão maior eficiência energética destaca-se entre as atividades dos novos laboratórios. O projeto faz parte do Programa Tecnológico para Mitigação de Mudanças Climáticas (Proclima), coordenado pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes).

“Será possível desenvolver novos tipos de trocadores de calor para processos da Petrobras, com maior eficiência e melhores características de manutenção”, aposta Fernando Vieira Castellões, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento de Gás, Energia e Gásquimica da Petrobras.

Estudos de ferramentas computacionais inteligentes para aplicação nas atividades industriais de gás natural também serão realizados. Equipamentos térmicos para uso por consumidores comerciais e industriais de gás natural serão desenvolvidos.

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Pré-Sal: Petrobrás encontra óleo leve no campo de Iara, Bacia de Santos – reservas são estimatdas em 3 a 4 bilhões de barris

2 de março de 2011

Blog da Petrobrás
1 de março de 2011

Óleo de boa qualidade em Iara, na Bacia de Santos

A Petrobras concluiu a perfuração do poço exploratório de extensão 3-BRSA-891A-RJS (3-RJS-682A) localizado na área do Plano de Avaliação de Iara, no pré-sal da Bacia de Santos. Em profundidade de água de 2.279m, o poço está localizado a cerca de 230 km da costa do Rio de Janeiro e a 8 km do poço pioneiro descobridor.

O resultado da perfuração do poço confirmou a boa qualidade do óleo no reservatório (28º API) e reforçou o potencial de óleo leve e gás natural recuperável daquela jazida.

A estimativa da Petrobras é que o volume recuperável esteja entre 3 e 4 bilhões de barris de óleo equivalente.

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Petrobras divulga balanço de programa de incentivo à indústria naval brasileira

2 de março de 2011

Agência Petrobrás de Notícias
01/3/2011

Petrobras divulga balanço de programa de incentivo à área naval     

Em coletiva realizada hoje (02/03), o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e representantes do setor naval fizeram um balanço do programa Empresas Brasileiras de Navegação (EBN). O programa é parte de um conjunto de iniciativas para reduzir a dependência brasileira do mercado externo de fretes marítimos, estimular a construção naval no Brasil e gerar empregos. Isto envolve o afretamento, pelo período de 15 anos, de navios a serem construídos por empresas brasileiras em estaleiros estabelecidos no país.  Também é exigido que o registro da embarcação seja feito sob bandeira brasileira durante toda a duração do contrato.

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Petrobras teve lucro recorde em 2010

24 de fevereiro de 2011

Agência Petrobrás de Notícias
24/2/2011

Lucro líquido recorde em 2010

 

O diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores da Petrobras, Almir Guilherme Barbassa, divulgou hoje (25/2), na sede da companhia, no Rio de Janeiro, os resultados financeiros e operacionais da Petrobras referentes ao 4º trimestre e do exercício de 2010. O lucro líquido aumentou 17% em relação a 2009 e EBITDA atingiu R$ 60 bilhões 323 milhões.  A produção total de petróleo e gás natural aumentou 2% em relação a 2009, atingindo a média de  2 milhões 583 mil barris/dia.

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Mais um poço do pré-sal na Bacia de Campos começa a produzir em fase de Teste de Longa Duração

24 de fevereiro de 2011

Agência Petrobrás de Notícias
24/2/2011

Mais um teste de longa duração no pré-sal da Bacia de Campos

 

A Petrobras iniciou ontem, dia 23, o Teste de Longa Duração (TLD) do reservatório de Tracajá (pré-sal), por meio do poço 6-MLL-70, localizado a 124 km da costa do Rio de Janeiro, no campo de Marlim Leste, na Bacia de Campos.

O poço 6-MLL-70, que encontrou o reservatório com petróleo na profundidade de 4.442 metros em setembro de 2010, foi interligado ao navio-plataforma P-53, aproveitando capacidade de processamento e escoamento disponível. O teste começou com vazão de 23.300 barris por dia.

O objetivo do TLD é obter informações sobre as características do reservatório, para a definição do futuro projeto definitivo de desenvolvimento da produção. Em dezembro de 2010 a Petrobras iniciou teste semelhante, na acumulação conhecida como Carimbé, também em estrutura de pré-sal, na concessão de Caratinga.

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Discovery Channel debate exploração do petróleo do Pré-Sal em novo documentário

20 de fevereiro de 2011

O documentário “O Desafio do Pré-Sal” é a mais recente co-produção do Discovery Channel com a produtora brasileira Mixer, cujo tema é a exploração do petróleo do Pré-Sal. Dirigido por Marcello Bozzin, tem uma hora de duração e entrevista diversos especialistas, desde engenheiros, cientistas, ambientalistas e analistas de relações internacionais e geopolítica do petróleo, que discutem diferentes perspectivas referentes aos principais aspectos da exploração do Pré-Sal, desde sua geografia e formação geológica, passando pelos desafios tecnológicos, financeiros e ambientais, até os aspectos políticos, econômicos e geopolíticos envolvidos na exploração deste grande campo petrolífero que pode conter cerca de 100 bilhões de barris de petróleo, situando sua descoberta entre as maiores das últimas décadas em todo o mundo.

Os demais documentários resultantes desta parceria incluiram temas como as enchentes e as pesquisas com células-tronco, que passaram no Discovery Channel em fevereiro deste ano, todos coproduzidos pela Mixer sob supervisão do Discovery Networks Latin America/US Hispanic.

O vídeo com a chamada para o documentário está disponível na página do programa Ooops! do UOL:

http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=9221712

O video documentário “O Desafio do Pré-Sal” estréia no Discovery Channel nesta sexta-feira, 25 de fevereiro, às 22h.

A grade da programação da Discovery Channel prevê que o vídeo será exibido ainda no dia 26 de fevereiro à 1h, às 5h e às 16h, e no dia 05 de março às 14h.

Com informações do Discovery Channel Brasil.

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