Vídeos do lançamento do navio petroleiro “Sérgio Buarque de Holanda”

20 de novembro de 2010

 

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Lançado ao mar o navio petroleiro “Sérgio Buarque de Holanda” no RJ

19 de novembro de 2010

Agência Petrobrás de Notícias
19/11/2010

Transpetro lança ao mar o terceiro navio do Promef

 

Com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a Transpetro lançou ao mar nesta sexta-feira, dia 19, no Estaleiro Mauá, em Niterói (RJ), o terceiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). O navio se destina ao transporte de produtos derivados claros de petróleo: tem 183 metros de comprimento – o equivalente a dois campos de futebol – e capacidade para 48,3 mil toneladas de porte bruto.

Batizado Sérgio Buarque de Holanda, em homenagem a um dos maiores pensadores brasileiros, autor do clássico “Raízes do Brasil”, o navio de produtos atingiu um índice de nacionalização de 68,8%, acima do patamar mínimo estabelecido para a primeira fase do Promef, que é de 65%.

“Nós estamos colocando no mar um navio que presta uma importante homenagem. Sérgio Buarque de Holanda é um dos intelectuais mais importantes do país.

Os outros dois navios também tiveram grandes nomes: Celso Furtado é o pai dos economistas e João Cândido foi personagem fundamental para a história da Marinha brasileira”, disse o presidente Lula.

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Petroleiro “Sérgio Buarque de Holanda” da Petrobras é lançado ao mar no RJ

19 de novembro de 2010

R7
19/11/2010

Empresa da Petrobras lança mais um navio ao mar no RJ

Do R7

A Transpetro, empresa de logística e transportes que pertence à Petrobras, lançou ao mar mais um navio nesta sexta-feira (19) no Estaleiro Mauá, em Niterói (RJ).

A solenidade para o lançamento da 3ª embarcação do Promef (Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro) contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Batizada como Sérgio Buarque de Holanda, a embarcação tem 183 m de comprimento – equivalente a dois campos de futebol – e pode transportar 48,3 mil toneladas de petróleo.

Antes do Sérgio Buarque de Holanda, o programa do governo lançou outras duas embarcações. Em maio, a embarcação João Cândido foi ao mar no Estaleiro Atlântico Sul (PE). Depois, em junho, no próprio Estaleiro Mauá, foi a vez do navio de produtos Celso Furtado.

O Estado do Rio, maior e mais tradicional polo naval do país, já conta com 16 navios encomendados pelo Promef, com R$ 2,2 bilhões em investimentos. O programa vai criar pelo menos 50 mil empregos no Estado – 10 mil diretos e 40 mil indiretos.

 

http://noticias.r7.com/economia/noticias/empresa-da-petrobras-lanca-mais-um-navio-ao-mar-no-rj-20101119.html

Sustentabilidade da indústria naval depende de investimentos em pesquisa e desenvolvimento

10 de agosto de 2010

Agência Brasil

10/08/2010

Sustentabilidade da indústria naval depende de investimentos em pesquisa, diz professor

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A sustentabilidade da construção naval brasileira ainda depende de fatores como investimentos em pesquisa e desenvolvimento e a formação de recursos humanos, atrelados às políticas para o setor. A observação foi feita pelo professor Floriano Pires, do Programa de Engenharia Oceânica da Coordenação de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Ele lembrou que a indústria naval no país se encontra em um momento de efervescência após a retomada das atividades, iniciada nos anos 2000. Pires vai falar sobre o tema na 7ª Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore (Navalshore), que começa nesta quarta-feira (11) no Rio.

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Renascida das cinzas, a indústria naval brasileira pode contratar 300 mil pessoas até 2014

28 de junho de 2010

Agência Brasil

27/06/2010

Renascida, a indústria naval deve contratar gente suficiente para lotar três Maracanãs até 2014

Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A retomada das atividades na indústria naval brasileira está multiplicando empregos em terra firme. O país, que já foi o terceiro maior construtor de navios na década de 1970, viu o setor praticamente falir nas duas décadas seguintes. Hoje, os estaleiros comemoram a retomada do crescimento, impulsionada principalmente pelo setor petrolífero, com as descobertas no pré-sal, e também pela volta do investimento no transporte marítimo e fluvial, que há muito estava esquecido, substituído pelo transporte rodoviário.

Nos últimos dez anos, os empregos diretos gerados na área pularam de 1,9 mil em 2000 para 46,5 mil em 2009. Em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, os postos de trabalho diretos devem chegar a 60 mil e os indiretos, a 240 mil, gente suficiente para lotar três estádios como o Maracanã. Os dados são do relatório Cenário 2010 – 1º Trimestre, do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval). O relatório completo pode ser acessado na internet (acesse aqui).

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Vídeos do lançamento do petroleiro “Celso Furtado” da Petrobrás no Rio

28 de junho de 2010

 

 


Indústria naval brasileira será tão competitiva quanto a asiática

24 de junho de 2010

Agência Brasil

24/06/2010

Indústria naval brasileira será tão competitiva quanto a asiática

Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Em cinco anos, a indústria naval brasileira deve se tornar tão competitiva quanto as do Japão, da China e Coreia do Sul, disse hoje (24) o ministro da Secretaria Especial dos Portos da Presidência da República, Pedro Brito. Ele fez a previsão durante o lançamento do navio de transporte de petróleo Celso Furtado, que integra o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), da Transpetro, subsidiária da Petrobras.

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Lançamento do 2º navio da Petrobrás construído pelo Promef, no Rio de Janeiro

24 de junho de 2010

Agência Petrobrás de Notícias

24/6/2010

Transpetro lança ao mar navio construído no RJ

Navio petroleiro Celso Furtado da Petrobrás: construído pelo PROMEF no Rio de Janeiro

A Transpetro lançou ao mar hoje (24/6), no Estaleiro Mauá, o primeiro navio construído no estado do Rio de Janeiro para o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). O lançamento teve a presença do ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, da presidente em exercício da Petrobras, Graça  Foster, e do presidente da Transpetro, Sergio Machado. O evento marca o reencontro do estado, berço da indústria naval no País, com uma de suas vocações econômicas.

O navio foi batizado Celso Furtado em homenagem ao economista que participou da criação da Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste) e lançou os fundamentos do mais recente ciclo de desenvolvimento do país. Como madrinha, a Transpetro resolveu homenagear sua força de trabalho, escolhendo Giovana da Silva Almeida de Morais, funcionária do quadro de marítimos, hoje imediata do navio Pedreiras. “É uma honra ter sido escolhida madrinha, representando os marítimos. Meu sonho é ser, no futuro, comandante de um dos novos navios do Promef”, afirmou Giovana.
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Vídeo: Como as encomendas de navios da Petrobrás reativaram a Indústria Naval no Brasil

31 de maio de 2010

Vídeo com depoimentos dos trabalhadores do Estaleiro Atlântico Sul revela como as encomendas de navios da Transpetro mudou a vida de milhares de pessoas em Pernambuco.

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Video do navio do Promef/PAC, o petroleiro “João Cândido” da Transpetro, empresa do grupo Petrobrás

17 de maio de 2010

Blog da Petrobrás

17 de maio de 2010

Primeiro navio do Promef/PAC tem novo vídeo

Mais do que construir a quinta maior indústria de navios petrolíferos do mundo, a Transpetro – subsidiária da Petrobras para as áreas de transporte e logística – está mudando o Brasil e a vida dos brasileiros.

Veja o segundo filme publicitário sobre o lançamento no primeiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Frota/Programa de Aceleração do Crescimento (Promef/PAC).

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=23262

Veja outros Vídeos do novo navio da Transpetro

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Petrobrás batiza seu mais novo navio petroleiro como “João Cândido”, em homenagem ao “almirante negro”

8 de maio de 2010

Petrobrás batiza seu mais novo navio petroleiro como “João Cândido”, em homenagem ao “almirante negro”

Lucas K. Oliveira

Cerimônia de Lançamento de Batismo do 1º Navio do Promef, batizado de “João Cândido” – 07/05/2010 – foto: Petrobras

Em cerimônia realizada em Pernambuco, o  Presidente Lula lançou ao mar o mais novo navio da Petrobrás,   batizado de “João Cândido”, em homenagem ao “almirante negro” que liderou a “Revolta da Chibata” há um século atrás, em 1910. Fabricado pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Suape (PE) a fabricação do “João Cândido” é um marco histórico na recuperação da indústria naval brasileira, sendo o primeiro petroleiro deste porte encomendado no Brasil pela Petrobrás em mais de uma década. O último navio deste porte havia sido encomendado à indústria naval brasileira em 1987 e foi entregue com grande atraso, 10 anos depois. Este é apenas o primeiro dos 22 petroleiros, dentre um total de 49 embarcações, encomendadas pela Petrobras à indústria naval brasileira.

Filho de ex-escravos, João Cândido Felisberto liderou a “Revolta da Chibata” em 1910, quando os marinheiros se revoltaram contra os constantes castigos físicos (incluindo a chibata) utilizados até então pelos oficiais para punir seus subordinados. A cúpula da Marinha – naquela época formada predominantemente por membros da elite branca e aristocrática do Brasil -, defendia que os castigos físicos eram a melhor forma de punir os erros dos marinheiros, em sua maioria, negros e mestiços filhos de ex-escravos.

A abolição da escravidão ainda era algo recente na história do país. Parte significativa de nossa elite política e econômica era extremamente conservadora, a ponto de ter sido ampla a aceitação, entre setores da elite nacional, de idéias racistas divulgadas por eugenistas europeus e americanos. Chega a ser difícil de compreender como um país de mestiços aceitou idéias eugenistas que defendiam o “branqueamento” da população, como “solução” (?!) para o país se desenvolver.

Naquela época, parcela significativa da cúpula da Marinha ainda era dominada por uma mentalidade conservadora, elitista e escravocrata, que facilitava a aceitação de práticas como o açoitamento dos marinheiros. A manutenção deste tipo de tratamento retrógrado, desumano e degradante contra seus subordinados marinheiros, em sua maioria, de origem humilde, negros ou mestiços, levou à revolta.

João Cândido fez um grande bem à Marinha do Brasil, colaborando com sua modernização, livrando-a definitivamente dessas práticas nefastas de chicoteamento, que eram verdadeiras sessões de tortura dos marinheiros. Os oficiais mais conservadores, contrários a qualquer forma de modernização das Forças Armadas, construíram sobre a memória de João Cândido, o que ficou conhecido como “fantasma da insubordinação” e da “quebra de hierarquia”. Como todos sabemos, estes “fantasmas” voltariam a assombrar as Forças Armadas ao longo de todo o século XX. Obviamente este discurso da “insubordinação” e da quebra de hierarquia foi muitas vezes “construído” para acusar os “de baixo” de algo que os “de cima” também estavam cometendo, como em 1964, quando um grupo de oficiais das Forças Armadas se insubordinaram contra o Presidente da República e derrubaram o governo eleito pelo povo.

Na década de 1900-1910, os oficiais da Marinha descumpriam sistematicamente as ordens do próprio Presidente da República, Marechal Deodoro da Fonseca, que havia assinado o decreto número 3, de 16/11/1889, proibindo os castigos físicos aos soldados e marinheiros, incluindo expressamente a proibição do uso da chibata nestes castigos. Isto significa que, desde 1989 – portanto por mais de uma década -, oficiais da Marinha transgrediam simultaneamente a Lei e as ordens de um superior hierárquico, o Marechal Deodoro da Fonseca. Os oficiais que descumpriam o decreto presidencial, no entanto, não foram punidos, enquanto João Cândido, que liderou um movimento de marinheiros a favor do cumprimento da Lei e da modernização da Marinha, foi simplesmente expulso da corporação. Durante toda sua vida o marinheiro lutou para ser reincorporado à Marinha, mas nunca conseguiu, morrendo solitário e discriminado, em 1969.

Olhando retrospectivamente, João Cândido defendera o ideal da modernização da Marinha – e neste sentido, das Forças Armadas -, ao menos uma década antes do surgimento do movimento tenentista, que nos anos 1920-1930, defenderia a modernização das Forças Armadas e de todo o país.

Embora tenha sido reconhecido como herói popular nacional, imortalizado em canções populares como “almirante negro”, foi somente em 2005 que seu nome foi incluído no “Livro dos Heróis da Pátria”, que se encontra no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF).  Entretanto, João Cândido só foi realmente anistiado em 2008, sem ter sido reincorporado post mortem à Marinha. Isto significa que sua anistia não significou qualquer direito à sua família  a qualquer forma de indenização, e ele continua com a patente que tinha quando foi punido com a expulsão da corporação.

Considerando que faltam heróis negros e mestiços entre os patronos das nossas Forças Armadas, é muito triste ver como ainda temos resistências na Marinha em homenageá-lo. Talvez isto torne a iniciativa da Petrobrás ainda mais louvável.

Esse navio marca a recuperação da indústria naval brasileira, sendo o primeiro petroleiro deste porte, encomendado no Brasil, pela Petrobrás, em mais de uma década. O último navio deste porte havia sido encomendado em 1987 e foi entregue com grande atraso, 10 anos depois. Este é o primeiro dos 22 petroleiros, dentre um total de 49 embarcações, encomendadas pela Petrobras à indústria naval brasileira. Ao todo serão pelo menos 10 navios do tipo Suezmax, com 160 mil toneladas de porte bruto (TPB), com capacidade para transportar 1 milhão de barris de petróleo cada.

Cerimônia de Lançamento de Batismo do 1º Navio do Promef – 07/05/2010 – Foto: Petrobrás

A recuperação da indústria naval brasileira na última década, impulsionada pelas encomendas da Petrobrás, é algo realmente impressionante. Durante os anos 1990, o predomínio da mentalidade neoliberal justificou o desmonte do parque industrial brasileiro, e a indústria naval foi uma das mais afetadas. Os neoliberais argumentavam que a Petrobrás deveria ser guiada pela “lógica do livre mercado” e encomendar seus navios ao estaleiro que oferecesse os menores preços. Seguindo este tipo de ideologia, vários navios e plataformas petrolíferas foram encomendados a estaleiros chineses e coreanos, porque eram um pouco mais baratos, ou seja, o Brasil gerou milhares de empregos na Ásia, desempregou milhares de brasileiros aqui, sacrificando nossa indústria naval, tudo em nome do “neoliberalismo”.

Felizmente aquela década sombria acabou e na atual década, o Estado voltou a incentivar a economia nacional, exigindo que as empresas estatais ou semi-estatais priorizassem compras no Brasil, para gerar empregos, tecnologia e renda no país, e não no exterior.

Este navio é o primeiro de uma série de encomendas que foi fundamental para, quase literalmente, “reerguer das cinzas” a indústria naval brasileira, que tantos empregos produzia no passado e, que, atualmente voltou a empregar milhares de trabalhadores em todo o país. O pólo naval de Suape, no estado de Pernambuco, em torno do Estaleiro Atlântico Sul, criou milhares de empregos mais qualificados e melhor remunerados à população da região. Batizar este navio de “João Cândido” é uma ação cheia de simbolismo e de esperança, não apenas para os trabalhadores nordestinos que o construíram, mas para todo o povo brasileiro.

Acredito que sentiríamos ainda mais orgulho de sermos brasileiros se algum dia tivermos um navio importante na Marinha do Brasil com o nome de “João Cândido”. Uma opção interessante, seria incluí-lo como patrono de alguma armada ou frota, ou ainda, alguma base naval. Mas provavelmente, antes disso, seria interessante que a Marinha batizasse em sua homenagem, navios estratégicos, como um submarino, ou, quem sabe até, no futuro, um novo navio-hospital multipropósito. Seria muito interessante podermos enviar para missões de paz no exterior, um navio-hospital que leva em seu nome uma parte tão relevante da história das lutas sociais deste país, em um momento em que se mesclaram com as lutas pela modernização das Forças Armadas. Obviamente, o primeiro passo para isto seria a reincorporação post mortem de João Cândido à Marinha. Mas fica a sugestão para qualquer deputado que queira apresentar um projeto destes…

A seguir estou postando um texto, bastante interessante, acessado a partir do twitter do presidente da Petrobrás, Sérgio Gabrielli. É um texto do jornalista Beto Almeida, sobre o herói popular brasileiro João Cândido, nome dado ao mais novo navio petroleiro da Petrobrás (clique aqui para ver o post anterior). O texto nos faz pensar um pouco mais sobre o Brasil do passado e de hoje, nossos heróis históricos e nossos heróis vivos, nosso presente e o que queremos para o futuro da nação. Embora tenha sido imortalizado em canções populares, seria muito interessante que um dia, também que o “almirante negro” fosse um dia reconhecido como herói também pela Marinha do Brasil.

Lucas K. Oliveira

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Agência Carta Maior

07/05/2010

João Cândido, petróleo, racismo e emprego

A Transpetro lançou ao mar o navio petroleiro João Cândido. Batizado com o nome de um dos nossos heróis, marinheiro negro, filho de escravos e líder da Revolta da Chibata, o navio tem 247 metros de comprimento, casco duplo que previne acidente e vários significados históricos. Primeiro, leva a industrialização para Pernambuco, contribuindo para reduzir as desigualdades regionais. Em segundo lugar, dá um cala-boca para quem insinuou de forma maldosa que o PAC era apenas virtual. Em terceiro, prova que está em curso a remontagem da indústria naval brasileira criminosamente destruída na era da privataria. O artigo é de Beto Almeida.

Beto Almeida (*)

Nesta sexta-feira a Transpetro lançou ao mar o navio petroleiro João Cândido. Continue lendo »


Vídeo apresenta o primeiro navio construído no Brasil pelo Promef

7 de maio de 2010

O primeiro navio do Promef, Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro, será lançado nesta sexta-feira (7/5). A cerimônia, no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, terá a presença do presidente Lula. A embarcação tem duzentos e setenta e quatro metros de comprimento e capacidade para transportar um milhão de barris de petróleo. O navio foi batizado de “João Cândido” em homenagem ao “Almirante Negro” que liderou a Revolta da Chibata, contra o uso de castigos físicos desumanos e em favor da modernização da Marinha do Brasil.

 


Petrobras recebe o primeiro navio “Suezmax” construído no Brasil em mais de uma década

7 de maio de 2010

Agência Petrobrás

07/05/2010

Transpetro lança ao mar primeiro navio do Promef

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou hoje (7/05) ao mar o primeiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef) no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), no porto de Suape, em Pernambuco. O navio do tipo Suezmax é um marco histórico para a indústria naval brasileira. Trata-se da primeira embarcação de grande porte construída no Brasil a ser entregue ao Sistema Petrobras em 13 anos. A última havia sido o Livramento, cuja construção foi encomendada em 1987 e levou 10 anos para ser concluída.

Cerimônia de Lançamento de Batismo do 1º Navio do Promef, o Suezmax "João Cândido" - 07/05/2010 - Foto: Petrobrás

“A construção deste navio tem que ser levada a sério por nós. É a auto-afirmação de um povo, que durante muito tempo foi esquecida”, afirmou o presidente da República. A determinação do presidente Lula de que fosse retomada a construção de navios e plataformas de produção de petróleo no País foi o alicerce do Promef, criado em 2004 para revitalizar a indústria naval em bases globalmente competitivas, a partir da encomenda de 49 navios.

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Transpetro recebe propostas para construção de navios gaseiros

12 de novembro de 2009

http://www.agenciapetrobrasdenoticias.com.br/

Agencia Petrobras de Notícias

12/11/2009

Transpetro recebe propostas para construção de navios gaseiros


A Transpetro recebeu nesta quinta-feira, dia 12, as propostas técnicas e comerciais relativas à licitação de oito navios gaseiros do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Apresentaram propostas os estaleiros Mauá, Eisa, e Promar Ceará. A próxima etapa será uma análise da conformidade das propostas técnicas dos concorrentes com as exigências do edital. O resultado desta análise será anunciado em data a ser definida pela Comissão de Licitação. Posteriormente, serão abertas as propostas comerciais.

Foram reunidos em um único lote todos os gaseiros (navios para transporte de GLP – gás liquefeito de petróleo) que compõem o programa, sendo quatro de 7.000 m³, dois de 12.000 m³ e dois de 4.000 m³. A construção dos navios terá que ser realizada em estaleiro localizado em território nacional e atingir um índice de nacionalização de 70%, no mínimo, na compra de equipamentos e serviços.

De acordo com o edital, as empresas concorrentes devem apresentar o planejamento da preparação do estaleiro para a construção dos oito gaseiros, acompanhado de cronograma com a indicação das principais metas a serem atingidas. No caso do licitante optar pela implantação de um novo estaleiro para a construção dos navios, o detalhamento deverá incluir a definição do local proposto e a descrição de todas as etapas da obra, com indicação dos recursos necessários e fontes de financiamento, além de um cronograma integrando a obra do estaleiro com a construção dos navios.

O Promef – que revitalizou a indústria naval brasileira – vai gerar 40 mil empregos diretos e prevê a construção de 49 navios, num total de 4 milhões de toneladas de porte bruto. Já foram licitadas 33 embarcações, sendo que seis delas serão lançadas ao mar em 2010.

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