Rolls-Royce amplia serviços de reparo e revisões de turbinas aeroderivadas no Brasil

1 de maio de 2011

Revista Fator Brasil
30/04/2011

Rolls-Royce amplia serviços de reparo e revisões de turbinas a gás no Brasil

Manutenção de Turbinas aeroderivadas da Rolls Royce - a Petrobrás utiliza diversos modelos de turbinas aeroderivadas, a maior parte em plataformas petrolíferas

Manutenção de Turbinas aeroderivadas da Rolls Royce - a Petrobrás utiliza diversos modelos de turbinas aeroderivadas, a maior parte em plataformas petrolíferas

Mais de 30 turbinas RB211 estão em operação no país, a maioria instalada em plataformas offshore da Petrobras.

A Rolls-Royce, empresa global de sistemas de energia, anuncia sua intenção de fornecer serviços de reparo e revisão das turbinas industriais a gás RB211, na sua unidade de serviços de turbinas aeronáuticas em São Bernardo do Campo, São Paulo.

A nova instalação de serviço, que deverá estar operacional até o final de 2012, será fornecida pela Rolls-Wood Group, tradicional joint venture de reparo e revisão entre a Rolls-Royce e Wood Group.

Os investimentos da Rolls-Royce no Brasil, em um total de 120 milhões de dólares a partir deste ano, irão substituir importações de equipamentos e serviços no valor de US$ 1,5 bilhão ao longo da próxima década.

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GE planeja fabricar no Brasil as turbinas aeroderivadas usadas em plataformas petrolíferas

29 de abril de 2011

Estadão
 27 de abril de 2011

GE planeja produzir no País turbinas para plataformas

Seção de uma turbina aeroderivada do tipo GE LM2500 utilizada em navios e plataformas petrolíferas

Alexandre Rodrigues

Agencia Estado

 RIO – O presidente da General Electric (GE) no Brasil, João Geraldo Ferreira, disse hoje que a companhia tem planos de produzir no Brasil turbinas para geração de energia em plataformas de produção de petróleo. Segundo ele, com a exploração das reservas da camada pré-sal, a multinacional americana identifica demanda suficiente para essa atividade no Brasil.

“Temos planos de fabricar e, obviamente, de fazer a manutenção também”, limitou-se a dizer o executivo, que não quis indicar em quanto tempo a empresa pretende concretizar esse plano, uma das formas que a companhia estuda para aumentar os seus contratos com a Petrobras, seguindo o robusto plano de investimentos da estatal de US$ 224 bilhões até 2014.

Modelo de turbina a gas aeroderivada GE LM2500 - utilizada em navios e plataformas petrolíferas

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GE vai investir US$ 10 milhões em centro de manutenção de turbinas aeroderivadas utilizadas em termoelétricas e plataformas petrolíferas

10 de outubro de 2010

Agência Ambiente Energia

09 de outubro de 2010

GE vai investir US$ 10 milhões em centro de manutenção de turbinas aeroderivadas no RJ

A GE anunciou, nesta semana, investimento de US$ 10 milhões na construção na cidade de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, do seu primeiro centro de serviços de manutenção de turbinas aeroderivadas. A previsão é que a unidade, que vai trazer para o país serviços que antes eram realizados nas suas fábricas do exterior, inicie operação em 2011.

Manutenção de turbina a gas aeroderivada GE LM2500 - utilizada em navios e plataformas petrolíferas

Segundo a empresa, o centro ficará num terreno de 7.900 m2, devendo prestar serviços para máquinas movidas a gás natural, combustíveis líquidos ou etanol de cana de açúcar. As turbinas aeroderivadas da GE estão presentes em várias das usinas termelétricas do Brasil e em plataformas de petróleo, para a geração de energia elétrica ou acionamento mecânico, utilizando gás ou outros combustíveis como o etanol, com uma base instalada de mais de 3.600 turbinas no mundo.

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Sustentabilidade da indústria naval depende de investimentos em pesquisa e desenvolvimento

10 de agosto de 2010

Agência Brasil

10/08/2010

Sustentabilidade da indústria naval depende de investimentos em pesquisa, diz professor

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A sustentabilidade da construção naval brasileira ainda depende de fatores como investimentos em pesquisa e desenvolvimento e a formação de recursos humanos, atrelados às políticas para o setor. A observação foi feita pelo professor Floriano Pires, do Programa de Engenharia Oceânica da Coordenação de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Ele lembrou que a indústria naval no país se encontra em um momento de efervescência após a retomada das atividades, iniciada nos anos 2000. Pires vai falar sobre o tema na 7ª Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore (Navalshore), que começa nesta quarta-feira (11) no Rio.

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Helicópteros de grande porte começam a operar no pré-sal

4 de março de 2010

Aviação Brasil

04/03/2010

Helicópteros de grande porte começam a operar no pré-sal

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Sikorsky S-92

A exploração de petróleo no pré-sal começa a provocar mudanças no mercado offshore. Dois helicópteros de grande porte, modelo S-92 da americana Sikorsky, recém-adquiridos pela BHS, já estão sendo utilizados pela Petrobras para transporte offshore até o Campo de Tupi, na Bacia de Santos, a 300 km da costa.

Além destes, outros três grandes helicópteros EC-225 Super Puma da francesa Eurocopter entraram em operação na Bacia de Campos. As cinco novas aeronaves da BHS, contratadas pela Petrobras, já ultrapassaram a marca de 500 horas de vôo.

“Estamos cumprindo todos os prazos contratuais com a Petrobras. Já estamos operando esses novos modelos de helicópteros especiais, totalmente equipados para transportar passageiros a grandes distâncias. Eles têm até 4,5 horas de autonomia de vôo e podem levar 18 pessoas às áreas mais distantes do pré-sal.”, informa Décio Galvão, diretor da BHS Helicópteros.

 

Outro helicóptero modelo S92, da Sikorky, deve entrar em operação até o final da próxima semana; e até junho mais três aeronaves adquiridas pela BHS chegam ao Brasil, completando a frota de nove contratada pela Petrobras.

 

No final do mês passado, a BHS foi homenageada pela francesa Eurocopter e pela americana Sikorsky por ser a primeira empresa a operar comercialmente esses novos modelos de helicópteros no Brasil. A cerimônia ocorreu durante a feira da HAI (Helicopter Association International), a maior do setor no mundo, realizada este ano em Houston, no Texas (EUA).

Fonte: Aviação Brasil

E-mail: imprensa@aviacaobrasil.com.br

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Turbina a jato 100% nacional para aviões de monitoramento é testada com sucesso usando biocombustíveis

3 de janeiro de 2010

Jornal da Cidade

03/01/2010

Bauruense projeta turbina a jato 100% nacional para aviões de monitoramento

Lígia Ligabue

http://www.jcnet.com.br/detalhe_geral.php?codigo=173786
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Produzir uma turbina 100% nacional para equipar aviões não tripulados em ações de monitoramento. Esse é o objetivo de um grupo de especialistas em aviação, física e engenharia aeronáutica que, em 2008, desenvolveu a TR 3500 – primeira turbina totalmente desenvolvida no Brasil. O equipamento foi testado com sucesso inclusive para combustíveis alternativos. Além da querosene usada em aviação, a turbina nacional funcionou com álcool. O tenente-coronel da reserva da Aeronáutica Francisco Antônio Correa Domingues, bauruense e filho do professor Muricy Domingues, foi o responsável pelo funcionamento da turbina.

O protótipo levou nove meses para ser produzido. Ele foi desenvolvido pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em parceria com a empresa de engenharia Polaris Tecnologia. Fazem parte do grupo, o coordenador geral e professor do ITA, Homero Santiago Maciel e, pela empresa, o engenheiro aeronáutico Alberto Carlos Pereira Filho, o engenheiro de infraestrutura aeronáutica Milton Sanches, o engenheiro de mecatrônica Mairum Médici, o engenheiro eletricista Antônio Hadade Neto, além de Domingues, que dá consultoria técnica para a empresa.

“Tudo começou quando o Alberto foi fazer seu doutorado no ITA. Ele partiu para a área de plasma e um professor perguntou se ele se interessava pela área de pequenas turbinas”, conta o tenente-coronel. Na época, ele estava trabalhando na Força Aérea, no setor de manutenção de motores a jato e foi procurado pelo grupo, pois precisavam balancear a turbina. Foi aí que o baurense, que atualmente mora em São José dos Campos, se envolveu no projeto.

Após conseguir investimento de R$ 1,8 milhão do governo federal, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, o grupo se lançou ao desafio de construir uma turbina a jato nacional, a partir do zero. Nove meses depois, após uma verdadeira gestação, o primeiro equipamento estava pronto.

A proposta era fazer uma turbina 100% nacional. Para isso, as peças necessárias foram desenhadas pela Polaris e usinadas por empresas brasileiras ou pelo próprio ITA. Apenas um componente não foi feito no País. Um rolamento importado foi utilizado no protótipo. Porém, a expectativa é que ele seja desenvolvido em breve no Brasil. De acordo com Domingues, a empresa desenvolveu uma turbina semelhante para a Vale do Rio Doce utilizar na geração de eletricidade. O engenheiro explica que a mineradora vai solicitar que a indústria fornecedora passe a fabricar o rolamento necessário.

Presidente

Um dos principais impulsos para o futuro da turbina nacional foi a visita do presidente Lula ao ITA. De acordo com o tenente-coronel Domingues, no dia 27 de setembro de 2008, o presidente iria participar de um comício político na região de São José dos Campos. Ele pousou nas dependências do Comando-geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), onde está instalado o instituto.

Aproveitando a passagem do presidente, o brigadeiro Venâncio Alvarenga Gomes, diretor do CTA, convidou Lula para conhecer o equipamento. “O presidente ficou muito interessado no projeto, tanto que dias depois, ele pediu para o ministro da Defesa, Nélson Jobim, e o comandante da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro Juniti Saito, conhecerem a turbina”, conta Domingues.

Em outubro do ano passado, o protótipo da turbina foi entregue ao ITA. De acordo com Domingues, ela será utilizada na instrução de alunos. “Antes, os estudantes não tinham equipamento para analisar durante as aulas”, conta o engenheiro.

História
O tenente-coronel da Aeronáutica Francisco Antônio Correa Domingues é bauruense, filho de Muricy e Maria Luiza Domingues. Ele estudou no então Instituto de Educação Ernesto Monte, na escola Silvério São João, Christino Cabral e conseguiu bolsa de estudos no colégio Prevê, após passar em primeiro lugar em um vestibular para engenharia elétrica, quando ainda estava no primeiro ano do ensino médio.

Ele ingressou no Instituto Tecnológico da Aeronáutica e optou por servir à Força Aérea. Ele se formou como primeiro tenente e em 2008 entrou para a reserva de 1.ª classe como tenente-coronel. Desde então, presta consultoria técnica para a empresa Polaris.

Ficha técnica
A turbina utiliza querosene de aviação como combustível, mas também foi acionada com álcool e gás natural e gera 3.500 Newtons (N) de empuxo. Possui compressor centrífugo, câmara de combustão do tipo anular de fluxo direto e turbina axial.

O TR 3500 tem 1,30 metro de comprimento por 54 centímetros de diâmetro. O propósito inicial da turbina é atender a aviação não-tripulada de alto rendimento, voltada a fins militares e civis específicos como missões de reconhecimento e vigilância. O motor é capaz de mover uma aeronave de até 1,2 tonelada com autonomia de 1.000 a 1.500 quilômetros.

http://www.jcnet.com.br/detalhe_geral.php?codigo=173786

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Ilustrações

Turbina brasileira TR3500 - foto: ITA : http://www.ita.br/online/2008/noticias08/turbinatr3500.htm

Modelo de Turbina em funcionamento: deferentemente das turbinas à vapor, nas turbinas a jato o combustível équeimado dentro do motor, na cãmara de explosão, o que aumenta significativamente a eficiência das turbinas aeronáuticas ou das turbinas aeroderivadas

 Turbina aeronáutica funcionando - Foto: Instituto de Física da UFRGS - http://www.if.ufrgs.br/tex/fis01043/20031/Andre/turbina_funcionando.gif





Leia mais em: TURBINA TR3500 — UMA HISTÓRIA DE SUCESSO : O ano de 2008 entra para a história do ITA como um marco do domínio tecnológico no desenvolvimento e a fabricação de turbinas aeronáuticas para uso em aeronaves de 1000kg ou mais

Presidente da Petrobras Biocombustível responde aos leitores do blog da Petrobras

7 de dezembro de 2009

http://www.blogspetrobras.com.br/

Blog da Petrobrás

7 de dezembro de 2009

Presidente da Petrobras Biocombustível responde aos leitores do blog

O presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, é o segundo entrevistado pelos leitores do blog Fatos e Dados, que encaminharam perguntas via seção de comentários. A entrevista completa, com as questões selecionadas, você confere nos links abaixo:

Bloco 1: matérias-primas

Bloco 2: economia e mercado

Bloco 3: tecnologia e desenvolvimento

Bloco 4: resultados sócio-ambientais

A equipe do blog agradece a participação de todos os internautas que enviaram perguntas. Aguarde e colabore com a próxima entrevista participativa!

http://www.blogspetrobras.com.br/
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Destaque – pergunta sobre impactos socioambientais:

Lucas K. Oliveira

Aproveito a ocasião para agradecer ao presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, pela resposta à questão formulada no Blog da Petrobrás:

“Quais os principais resultados sociais e ambientais já alcançados pelo programa de desenvolvimento de Biodiesel da Petrobras?”

(a pergunta foi formulada no Blog da Petrobras em 29 de novembro de 2009, às 16:44: http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=13469 )

A resposta pode ser assistida no 4a vídeo, que trata do bloco de questões relativas aos  “resultados socioambientais” (a partir dos 2min 36s):

Agradeço também ao Lívio pelos comentários à outra questão, diria, mais provocativa. Lívio lembra que os motores Elsbett (Elko) poderiam queimar óleo vegetal puro.  Apenas para esclarecimento, estes motores queimam 100% do óleo produzido com biomassa vegetal, queimando, inclusive, a glicerina vegetal. Isto significa que esta tecnologia  acaba com a necessidade do processamento químico com transesterificação (para extrair a glicerina do óleo vegetal) e transformá-lo em biodiesel. Esta modalidade de motores vem sendo arduamente defendida pelo engenheiro Bautista Vidal a pelo menos duas décadas.

Acredito sinceramente, que a Petrobrás poderia assumir como bandeira o desenvolvimento de uma nova geração de motores e turbinas movidos a óleo vegetal puro, ou seja, combustíveis derivados 100% de biomassa. No dia 04/12/2009 em entrevista coletiva concedida por Sergio Gabrielli, no evento sobre pré-sal realizado em Porto Alegre, perguntei a mesma coisa. Gabrielli deixou claro que a Petrobrás fabrica combustíveis, mas está preocupada em desenvolver este setor para ter fornecedores no Brasil, lembrando dos investimentos feitos pela empresa no desenvolvimento dos primeiros protótipos de turbinas nacionais, em parceria com o ITA (já citados neste Blog).

Entretanto, acredito, não seria tão complicado para a Petrobrás criar uma nova subsidiária, algo como a “Petrobrás motores”, para isso, até em parceria com outras empresas nacionais. A Petrobras poderia até ter uma equipe de Fórmula 1, fabricar motores de ponta e controlar simultaneamente a fabricação de combustíveis e motores de alta tecnologia. Bom para a imagem da empresa e bom para os negócios. Me parece que outras empresas nacionais teriam interesse em ter participação acionária em um projeto destes, mas dependeria de uma iniciativa de alto risco da própria Petrobrás. Sem apoio governamental seria realmente arriscado.

Para que Brasil viabilize uma empresa para a fabricação desse tipo de motores,  uma outra alternativa, seria o governo comprar uma dessas corporações automobilísticas multinacionais à beira da falência, e transformar uma de suas unidades em uma fábrica de motores 100% a combustível de biomassa. Me parece que perdemos uma ótima oportunidade de adquirir a GM do Brasil, quando a matriz americana estava no auge da crise e cogitou se desfazer de algumas filiais para se salvar da falência, um pouco antes de ser praticamente “estatizada” pelo governo Obama. Infelizmente, demoramos para agir e a GM do Brasil passou a ser controlada pela GM na China. Provavelmente o governo achou que seria uma briga grande demais para comprar agora. É só imaginar a reação dos partidos de oposição e a mídia liberal anti-Brasil, gritando: “Isto é estatismo!, estamos caminhando para o comunismo!”, e outras bobagens do tipo.

Me parece que a opção de criar uma empresa nova acabará sendo a mais viável e menos polêmica, pois esta pode ser de participação limitada, podemos manter controle acionário (51%) nas mãos do Estado, e desenvolver não apenas motores mas também geradores, motores a célula-combustível e turbinas, todos projetados para funcionarem com combustíveis 100% derivados de biomassa.


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