Caixa Econômica Federal define regras para uso do FGTS em compra de novas ações da Petrobras

6 de setembro de 2010

O Estado de S.Paulo
Segunda-feira, 6 de setembro de 2010 8:18

Caixa define uso do FGTS para ações da Petrobras

SANDRA MANFRINI

Agencia Estado

BRASÍLIA – Circular da Caixa Econômica Federal, publicada no Diário Oficial da União de hoje, estabelece os procedimentos operacionais para a utilização dos recursos do FGTS por parte do trabalhador na compra de ações no processo de aumento do capital da Petrobras. De acordo com a circular, somente poderão adquirir ações da estatal aqueles trabalhadores que já tenham conta vinculada ao FGTS, sejam cotistas de Fundo Mútuo de Privatização (FMP) e já detenham ações da Petrobras.

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Capitalização da Petrobrás gera oportunidade para pequenos investidores que poderão usar o FGTS

6 de setembro de 2010

Revista Istoé
25.Jun – 21:00 | Atualizado em 06.Set.10 – 01:10

Vêm aí as ações que todo mundo quer

Banco do Brasil e Petrobras planejam captações bilionárias no mercado, com oportunidade para pequenos investidores, que poderão usar o FGTS

Hugo Marques

Na segunda-feira 21, durante o New York Forum, um dos assuntos predominantes entre os 300 maiores empresários dos Estados Unidos foi o plano de capitalização da maior empresa brasileira. Para enfrentar os investimentos necessários à exploração do pré-sal, a Petrobras vai realizar a maior chamada de capital de sua história. Quer buscar no mercado US$ 50 bilhões, através de oferta pública de ações.

A convite do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, o vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo e da Associação Brasileira das Indústrias de Base, Juan Quirós, participou do evento e disse à ISTOÉ que a marca Petrobras foi citada várias vezes durante os debates. “Ficou claro que a Petrobras não terá problemas para captar recursos no Exterior. A empresa tem projetos, inovação tecnológica e viabilidade financeira”, afirmou Quirós.

Para os investidores brasileiros também se abrirá uma excelente oportunidade. Ainda não há detalhes sobre o lançamento, mas será possível usar o FGTS para comprar ações da estatal e certamente haverá condições facilitadas para pequenos poupadores. Ser acionista da Petrobras deixará de ser privilégio de poucos.

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Oferta pública de ações da Petrobrás será a maior da História

4 de setembro de 2010

Zero Hora
04/09/2010

Oferta pública de ações da Petrobras deve ser a maior da história global

Reserva de ações para participantes de fundos FGTS começa no dia 13

Pelas regras do processo de capitalização da Petrobras, a oferta pública de ações deve ser a maior da história global e levará a estatal a disputar com a Apple o posto de segunda maior das Américas em valor de mercado. A operação para reforçar os cofres da empresa e possibilitar a exploração na camada pré-sal poderá movimentar até R$ 127,1 bilhões.

Esse valor seria o resultado da venda das 2,17 bilhões de ações ordinárias (com direito a voto) e 1,58 bilhão de ações preferenciais que a Petrobras vai emitir, somado ao aporte de R$ 74,8 bilhões da União. Com isso, a petrolífera pode levantar inicialmente até R$ 111,63 bilhões, considerando o valor das ações no fechamento de quinta-feira. O volume arrecadado pode aumentar caso sejam absorvidos os lotes suplementares e adicional, de até 564 milhões de ações, e movimentar R$ 127,1 bilhões.

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Capitalização pode tornar Petrobrás a 2ª maior empresa das Américas

4 de setembro de 2010

Estadão Online

sábado, 4 de setembro de 2010  cre

Capitalização pode tornar Petrobras a 2ª das Américas

Agencia Estado

SÃO PAULO – A Petrobras divulgou ontem as bases de seu processo de capitalização, que deve ser o maior da história global e levará a estatal a disputar com a Apple o posto de segunda maior empresa das Américas em valor de mercado. Tomando por base o valor das ações no último dia 1.º, a Petrobrás espera levantar até R$ 126,7 bilhões com a venda das novas ações, processo que vai levar a um aumento da participação da União na companhia.

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MP autoriza uso de fundo soberano para capitalizar empresas estatais ou semi-estatais

3 de setembro de 2010

Agência Câmara de Notícias
03/09/2010

MP autoriza uso de fundo soberano para capitalizar estatais

Reportagem – Janary Júnior

Tramita na Câmara a Medida Provisória 500/10, que autoriza o Tesouro Nacional e as estatais (100% públicas ou de capital misto) a realizarem entre si operações de compra, alienação, transferência e troca de participação societária, desde que o controle acionário da empresa permaneça sob domínio da União. A MP também permite que o Tesouro acione um fundo privado do qual seja único acionista para participar dessas operações.

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Conselho da Petrobras aprova Contrato de Cessão Onerosa com petróleo do Pré-Sal

1 de setembro de 2010

Agência Petrobrás de Notícias

01/09/2010

Conselho de Administração da Petrobras aprova Contrato de Cessão Onerosa

A Petrobras informa que seu Conselho de Administração, em reunião realizada no dia 1/9/2010, aprovou:

(i) os termos e condições da minuta do contrato de cessão onerosa do direito de exercer atividades de pesquisa e lavra de petróleo, de gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos localizados em blocos na área do Pré-Sal, limitado à produção de cinco bilhões de barris equivalentes de petróleo (“Cessão Onerosa”), nos termos do previsto na Lei n° 12.276 (“Lei 12.276”), incluindo a fixação do valor econômico inicial da Cessão Onerosa, a ser celebrado entre a Petrobras, na qualidade de cessionária, a União Federal, na qualidade de cedente, e a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP, na qualidade de reguladora e fiscalizadora (“Contrato de Cessão Onerosa”), bem como autorizou a Diretoria Executiva da Petrobras a praticar todos os atos necessários à consecução da Cessão Onerosa, incluindo a assinatura do Contrato de Cessão Onerosa, e

(ii) os termos gerais da oferta pública de distribuição primária de ações ordinárias e ações preferenciais de emissão da Petrobras, incluindo sob a forma de American Depositary Shares, representados por American Depositary Receipts, a ser realizada simultaneamente no Brasil e no exterior (“Oferta Global”), bem como autorizou a Diretoria Executiva da Petrobras a praticar todos os atos necessários à consecução da Oferta Global, incluindo a celebração de todos os contratos e documentos necessários à realização da Oferta Global. Os detalhes da Oferta Global serão divulgados por meio de Aviso ao Mercado, cuja publicação está prevista para o dia 3 de setembro de 2010.

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Ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirma a capitalização da Petrobrás para setembro

20 de agosto de 2010

Agência Brasil

20/08/2010

Mantega confirma capitalização da Petrobras para setembro

Isabela Vieira

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje (20) que a capitalização da Petrobras está mantida para setembro. “Fica mantido o que a empresa tem dito”, afirmou o ministro quando perguntado sobre a data da capitalização.

A estatal confirmou esta semana que a operação deve ser feita até o dia 30 de setembro, embora dependa da definição do preço do barril de petróleo extraído do pré-sal cedidos pela União (cessão onerosa).

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Petrobras deve perfurar mais 6 poços no pré-sal ainda em 2010

17 de agosto de 2010

O Estado de S. Paulo

terça-feira, 17 de agosto de 2010 19:01

Petrobras deve perfurar mais 6 poços no pré-sal este ano

Kelly Lima e André Magnabosco

Agencia Estado

RIO E SÃO PAULO – A Petrobras deve perfurar mais seis poços na região do pré-sal da Bacia de Santos até o final do ano, informou hoje o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da companhia, Almir Barbassa, em teleconferência com analistas. Sem dar maiores detalhes de quais serão as áreas perfuradas, ele disse que, com estes, serão 16 poços perfurados na região em 2010. “Isso é mais do que tudo o que havia se furado antes”, disse.

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Senado aprova criação da Pré-Sal Petróleo S.A.

7 de julho de 2010

Agência Senado

07/07/2010

Plenário do Senado aprova criação da Pré-Sal Petróleo S.A.

Eli Teixeira

O Plenário do Senado aprovou na tarde desta quarta-feira (7) o projeto do governo (PLC 309/09) que cria a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), empresa que irá funcionar como uma espécie de “olhos da União” na exploração de petróleo e gás da camada de pré-sal da plataforma marítima brasileira.

O projeto não foi modificado em seu mérito, mas recebeu uma emenda de redação para mudança de nome da empresa. Inicialmente, ela se chamaria Petro-Sal S.A., mas já existe uma empresa no Rio Grande do Norte com o mesmo nome, o que exigiu a modificação. A nova empresa será vinculada ao Ministério de Minas e Energia. O projeto será enviado à sanção do presidente da República.

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Petrobrás: Plano de Negócios 2010 – 2014 prevê investimentos totais de US$ 224 bilhões

25 de junho de 2010

A seguir está disposto o relatório do Plano de Negócios 2010-2014 da Petrobrás, divulgado esta semana, disponível também em formato PDF no site da Petrobrás.

Petrobrás – Relacionamento com Investidores

______________________________________

PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. – PETROBRAS

Companhia Aberta

FATO RELEVANTE

Plano de Negócios 2010 – 2014

Rio de Janeiro, 21 de junho de 2010 – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras comunica que seu Conselho de Administração aprovou no dia 18 de junho, o Plano de Negócios 2010-2014, com investimentos totalizando US$ 224 bilhões, representando uma média de US$ 44,8 bilhões por ano.

Com base na dinâmica econômica e energética mundial e brasileira o plano foi revisto ajustando a carteira de projetos e as projeções da Companhia. Os fatores de crescimento integrado, rentabilidade e responsabilidade social e ambiental formam a base das estratégias definidas pela Companhia, visando atuação de forma sustentável no mercado nacional e internacional.

O Plano de Negócios 2010-2014 prevê investimentos de 95% (US$ 212,3 bilhões) aplicados no Brasil e 5% (US$ 11,7 bilhões) no exterior, com significativa colocação dos investimentos junto ao mercado fornecedor doméstico, com uma taxa de conteúdo local totalizando 67%, o que significa um nível de contratação anual no País de cerca de US$ 28,4 bilhões.

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Esclarecimentos sobre capitalização

25 de junho de 2010

Agência Petrobrás de Notícias

25/6/2010

Esclarecimentos sobre capitalização

Em resposta a ofício recebido da CVM, a Petrobras presta os seguintes esclarecimentos sobre notícia veiculada na seção Economia & Negócios, de 23 de junho de 2010, do jornal O Estado de São Paulo, que trata da possibilidade de um plano alternativo para a capitalização da Petrobras e sobre outras notícias veiculadas na imprensa.

A cessão onerosa e a capitalização da Companhia, apesar de fazerem parte do mesmo projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional no último dia 10, e atualmente pendente de sanção do Presidente da República, são operações juridicamente distintas. A primeira refere-se a um contrato comercial entre a Petrobras e a União Federal, enquanto a segunda é uma operação societária que resulta no aumento do capital social da Companhia. A conexão entre as duas operações se dá pelo fato da Petrobras pretender utilizar parte dos recursos, que planeja captar, para pagar a cessão onerosa.

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Petrobrás: campos do pós-sal vão sustentar expansão da produção petrolífera até 2014

22 de junho de 2010

Agência Brasil

22/06/2010

Para Petrobras, campos do pós-sal vão sustentar expansão da produção até 2014

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A meta da Petrobras de chegar a 2014 com uma produção de 3,9 milhões de barris de petróleo equivalente (petróleo e gás natural) por dia, contra os atuais 2,7 milhões, será sustentada básicamente pelo desenvolvimento das áreas do pós-sal, por meio da instalação de grandes projetos nas áreas de atuação da empresa.

A informação consta do Plano de Negócios 2010-2014 da companhia, que prevê investimentos de US$ 224 bilhões nos próximos cinco anos. Segundo a Petrobras, embora o novo plano contemple investimentos de US$ 33 bilhões para a área do pré-sal, os blocos já concedidos na região devem ter maior participação na curva de produção após 2014.

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Senado aprova projeto de capitalização da Petrobras para exploração do Pré-Sal

10 de junho de 2010

Agência Senado

10/06/2010

Aprovado projeto que capitaliza a Petrobras para exploração do pré-sal

Paulo Sérgio Vasco e  Silvia Gomide

Às 3h15 desta quinta-feira (10), o Plenário do Senado aprovou a capitalização da Petrobras, por 44 votos a favor, seis contra e cinco abstenções. Trata-se do projeto de lei (PLC 8/10) que capitaliza a Petrobras para a exploração de petróleo e gás na camada pré-sal , que se estende no subsolo marinho que vai do litoral de Santa Catarina ao Espírito Santo. Com a aprovação da matéria – sem as cinco emendas apresentadas -, o governo fica autorizado a vender à Petrobras, sem licitação, a permissão de explorar a pesquisa e a lavra de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos (até 5 bilhões de barris) em áreas do pré-sal. O projeto, que agora vai à sanção, também permite que a União participe do aumento de capital da empresa.

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Capitalização da Petrobras deve ser votada na sessão deliberativa desta quarta

8 de junho de 2010

Agência Senado

PLENÁRIO / Votações
08/06/2010

Capitalização da Petrobras deve ser votada na sessão deliberativa desta quarta

Da Redação / Agência Senado

[Foto: ]

O projeto de iniciativa do Executivo que trata da capitalização da Petrobras para a exploração de petróleo e gás na camada pré-sal, o PLC 8/10, não contém inconstitucionalidades ou antijuridicidades. Essa é a tese defendida pelo relator da matéria, senador Delcídio Amaral (PT-MS), que apresentou seu parecer (também favorável ao mérito) em Plenário no final da tarde desta terça-feira (8). A discussão e a votação do texto deverão ser realizadas na sessão desta quarta-feira (9).

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Poço petrolifero de Franco é o favorito para a capitalização da Petrobras

20 de maio de 2010

Agência Brasil

20/05/2010

Poço de Franco é o favorito para a capitalização da Petrobras

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Poço de Franco, localizado na camada pré-sal na Bacia de Santos, poderá ser usado na capitalização da Petrobras, se a proposta de cessão onerosa até 5 bilhões de barris de petróleo for aprovada pelo Congresso Nacional. Segundo o secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Almeida, Franco é o melhor poço do Brasil atualmente e é o candidato número um para participar da cessão onerosa.

“Vamos fazer uma capitalização da Petrobras e, para o governo, é muito mais interessante colocar na cessão onerosa as áreas com maior valor. Franco é uma área que já tem poço perfurado, já tem descoberta identificada e é uma área maravilhosa. É o melhor poço do Brasil hoje”, afirmou, ao participar da divulgação do Plano Decenal de Energia. Na semana passada, a Petrobras informou que as reservas projetadas no Poço de Franco são de 4,5 bilhões de barris de petróleo.

Almeida ressaltou que a utilização de Franco na capitalização da Petrobras será definida quando for assinado o contrato de cessão onerosa, o que só ocorrerá depois da aprovação do projeto de lei do pré-sal. “O Congresso estabeleceu uma regra para a valoração das áreas cedidas. Estamos tentando adequar as necessidade da Petrobras às exigências previstas na legislação.”

O secretário explicou que a análise feita pela Petrobras da área já está quase concluída. Ainda segundo ele, a certificação da quantidade de petróleo, que será contratada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), deve ser concluída em setembro ou outubro. “Mas estamos estudando alternativas para antecipar a cessão onerosa e a assinatura do contrato.”

Edição: João Carlos Rodrigues
http://agenciabrasil.ebc.com.br/home/-/journal_content/56/19523/957004

Petrobrás esclarece dúvidas sobre Capitalização e Cessão Onerosa

30 de abril de 2010

Agência Petrobrás de Notícias

30/4/2010

Esclarecimentos sobre Capitalização e Cessão Onerosa


O Conselho de Administração da Petrobras, tendo em vista que o prazo estimado para a União obter o laudo acerca do valor dos direitos a serem cedidos onerosamente à Petrobras ultrapassa a data planejada para implementar as operações de Capitalização e de Cessão Onerosa e condicionado à aprovação do Projeto de Lei 5.941/2009 pelo Congresso Nacional, orientou a Companhia a:

1) Manter a meta de julho de 2010 como prazo para realização das duas operações acima referidas;

2) Propor a realização da Cessão Onerosa com base em um valor por barril negociado com a União, cuja fundamentação seja o laudo obtido pela Petrobras. Posteriormente, quando o laudo da certificadora contratada pela ANP estiver concluído e servir para a finalização das negociações entre União e Petrobras, este valor preliminar será ajustado;

3) Realizar a capitalização pela modalidade de oferta pública de ações com prioridade de alocação aos atuais acionistas.

A Capitalização terá seu valor definido em uma faixa que comporte qualquer cenário decorrente da finalização da tramitação do Projeto de Lei 5.941/2009.

A revisão do valor preliminar da Cessão Onerosa poderá levar a ajuste contratual que implique em alteração do volume de barris inicialmente previsto. Se a revisão indicar valor maior que o preliminar, o volume de óleo equivalente negociado será reduzido, e se a revisão indicar valor menor que o preliminar, o volume será aumentado. Sempre se respeitando o volume máximo de 5 bilhões de barris previsto no Projeto de Lei em tramitação.

O contrato da Cessão Onerosa preverá, então, duas revisões de valor:

1) A primeira, tão logo fique pronto o laudo de avaliação em contratação pela ANP.

2) A segunda, conforme dispõe o Projeto de Lei em tramitação, em prazo a ser negociado entre Petrobras e União, que poderá se situar entre 1 e 2 anos após a assinatura do mesmo.

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Três comissões do Senado debatem marco regulatório do pré-sal na terça-feira

20 de abril de 2010

Agência Senado

COMISSÕES / Assuntos Econômicos

20/04/2010

Três comissões do Senado debatem marco regulatório do pré-sal na terça-feira

Gorette Brandão

Agência Senado
[Foto: ]

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) deve realizar, na próxima terça-feira (27), audiência pública conjunta destinada a debater os quatro projetos do governo que estabelecem o marco regulatório para a exploração de petróleo e gás natural nas áreas do pré-sal. Estarão em debate, portanto, o regime de partilha (PLC 16/10), a capitalização da Petrobrás com a cessão onerosa da atividade de pesquisa e lavra (PLC 8/10), o fundo social (PLC 7/10) e, ainda, a criação da nova estatal para administrar a exploração de petróleo da camada pré-sal (PLC 309/09).

Requerimento para realização do debate foi aprovado em reunião da CAE na terça-feira (20). A audiência será feita em conjunto com as comissões de Serviços de Infra-Estrutura (CI) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Além de representantes do governo, devem participar da audiência autoridades fazendárias dos estados, tributaristas, constitucionalistas e economistas. Os requerimentos foram apresentados pelos senadores Renato Casagrande (PSB-ES) e Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Os projetos do Pré-sal tramitam em regime de urgência, já tendo se esgotado o prazo constitucional de 90 dias para que as comissões analisem o texto referente à criação da Petro-sal. Dessa forma, o parecer sobre essa matéria será apresentado diretamente em Plenário.

Banco Mundial

Também aprovado na reunião da CAE, outro requerimento do senador Renato Casagrande prevê audiência com o diretor adjunto do Banco Mundial, Rogério Studart. Ele irá expor e debater o processo de reforma da instituição e o futuro das relações entre o banco e o Brasil.

Agência Senado
http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=%20101235&codAplicativo=2


Presidente da Petrobras participa da Sabatina da Folha em São Paulo

14 de outubro de 2009

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AGÊNCIA PETROBRAS DE NOTÍCIAS

14/10/2009

Presidente da Petrobras participa da Sabatina da Folha em São Paulo

Gabrielli na Sabatina da Folha de S. Paulo Gabrielli - 13/10/2009Foto: AGÊNCIA PETROBRAS

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, participou da Sabatina da Folha na manhã desta terça-feira (13/10), em São Paulo. Durante duas horas Gabrielli respondeu aos questionamentos dos quatro entrevistadores do jornal Folha de S. Paulo – Sérgio Malbergier, editor do caderno Dinheiro, Vinicius Torres Freire e Maria Cristina Frias, colunistas da Folha, e Valdo Cruz, repórter especial. A plateia também participou enviando questões por escrito ao longo do debate.

Gabrielli - Sabatina da Folha de S. Paulo -- 13/10/2009

Foto: AGÊNCIA PETROBRAS

Confira aqui os principais pontos debatidos na Sabatina:

– Petrobras como operadora única do pré-sal: o projeto do novo modelo regulatório prevê que a Petrobras será a operadora única dos blocos do pré-sal a serem licitados e terá assegurada participação mínima de 30% nestas áreas. Gabrielli ressaltou que, entre as funções do operador estão contratar fornecedores, desenhar a estrutura dos poços, contratar navios e sondas, e que todas as decisões sobre as áreas exploradas deverão envolver obrigatoriamente os demais parceiros do consórcio que o operador representa. Para ele, “o grande ganho para a Petrobras será o conhecimento tecnológico adquirido e que ficará retido no país”, disse.
Além disso, Gabrielli ressaltou que, em termos de infraestrutura – como a que será necessária para a Bacia de Santos – o fato de haver um único operador contribui para o barateamento dos custos envolvidos.

Questionado sobre a capacidade da Companhia em atuar em diversos campos ao mesmo tempo por ser operadora única, o presidente da Petrobras lembrou que é uma política da empresa “diversificar nosso portfólio para minimizar os riscos de exploração”. Ele ponderou ainda que a adoção da política de conteúdo nacional para a exploração e produção deve seguir um ritmo adequado, “pois se a produção for muito acelerada, a cadeia de suprimentos pode não alcançar o ritmo da demanda”, disse Gabrielli.

– Financiamento da exploração do pré-sal: O presidente da Petrobras acredita que, “se o barril de petróleo ficar em torno de US$ 65, a Companhia estará plenamente financiada até 2013. Caso o barril fique em US$ 45, estaremos financiados por, pelo menos, mais 2 anos”.

– Capitalização da Petrobras: Após a aprovação do novo marco regulatório pelo Congresso Nacional, a Companhia deverá realizar uma assembléia geral de acionistas para aprovar a capitalização e exercício de direito de preferência dos acionistas. Segundo Gabrielli, o aumento de capital manterá a proporção atual de ações e os recursos oriundos da capitalização serão usados no pagamento da cessão onerosa e no financiamento dos investimentos do plano de negócios da Petrobras.

– Aprovação do modelo regulatório: Ao ser questionado sobre uma possível pressa do governo para aprovar o novo modelo, Gabrielli comparou a exploração de petróleo a uma gestação. “É um processo longo, uma gravidez de 7, 8 anos e que precisa de um planejamento de longo prazo. Se o novo modelo for aprovado no primeiro semestre de 2010, isso não significa que no segundo semestre já haverá poços produzindo”, disse. Gabrielli ressaltou ainda que há, pelo menos, sete diferentes comissões no Congresso brasileiro discutindo as propostas do governo para o pré-sal, o que reforça a mobilização em torno de um tema dessa relevância.

– Petro-sal: sobre a criação de uma nova estatal, o presidente da Petrobras explicou que o modelo proposto pelo governo prevê que a empresa terá a função de controlar os custos da operação, fiscalizar a operadora e demais empresas dos consórcios. E para isso deverá se valer de um corpo técnico altamente qualificado, que conheça profundamente o setor de petróleo e gás.

– Repercussão do novo modelo regulatório no exterior: Gabrielli afirmou que tem realizado uma série de road shows em países como Estados Unidos, Japão e Inglaterra, e que fornecedores, acionistas e empresas do setor estão muito entusiasmados com as descobertas e perspectivas do pré-sal. “Muitas empresas internacionais têm demonstrado o interesse de se instalar no país e atuar como parceiros da Companhia e de nossos fornecedores. A credibilidade da Companhia e confiança na estabilidade do país são atestadas pelo desempenho das ações nas bolsas de valores e seu descolamento do preço do barril de petróleo”, acredita ele.

– Fornecimento de diesel S-50: Gabrielli ressaltou que desde 1º de janeiro de 2009 a Petrobras tem disponibilizado o diesel S-50 e contestou a informação de que a poluição do ar, em São Paulo, é causada pelo enxofre presente no diesel emitido na atmosfera. Segundo ele, “as medições realizadas pela Cetesb apontam que os índices de particulado – que têm relação com o teor de enxofre do diesel – estão dentro dos padrões aceitáveis. A poluição do ar também deve ser combatida com o controle da idade e tamanho da frota de veículos, programas de inspeção veicular, entre outras medidas”, ponderou ele.

– Emissão de CO2: Gabrielli lembrou que gás carbônico produzido nos futuros campos do pré-sal será reinjetado nos próprios reservatórios para aumentar o fator de recuperação. Gabrielli afirmou ainda que o processo de refino tem sofrido avanços que minimizam a questão das emissões.

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Gabrielli na Câmara detalha capitalização e cessão onerosa

13 de outubro de 2009

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=10408

BLOG DA PETROBRAS

13 de outubro de 2009

Gabrielli na Câmara detalha capitalização e cessão onerosa

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O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, participou hoje (13/10) de audiência pública na comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o projeto de lei que prevê a capitalização de Petrobras e a cessão onerosa de 5 bilhões de barris pela União à Companhia.

Gabrielli iniciou a apresentação ressaltando que as operações de cessão onerosa e de capitalização da Petrobras não terão qualquer impacto fiscal. “A União será ressarcida pelo que pagou à Petrobras. Do ponto de vista da dívida pública, essa operação será nula. Não terá nenhum impacto sobre a dívida pública, sobre o superávit primário ou sobre as contas públicas”, destacou.

Veja aqui a apresentação feita pelo presidente Gabrielli

Sobre o valor da operação de cessão de 5 bilhões de barris, o presidente da Petrobras afirmou que, apenas após avaliações das áreas de onde serão extraídos estes barris, será possível fazer uma estimativa do valor da operação de cessão onerosa. “É preciso identificar volumes, curvas de produção, cenário de preços no longo prazo, fluxo de caixa futuro e custos”, ressaltou.

O presidente apresentou dados sobre operações envolvendo cessão de reservas em todo o mundo em 2008 e 2009. Segundo ele, houve em 2008, 134 operações deste tipo e em 2009 (até agosto), 83 operações. O valor do preço do barril nestas operações variou entre US$ 0,77 e US$ 17,63. A grande variação, de acordo com o presidente, deve-se a especificidades de cada área. “As avaliações são feitas caso a caso porque as variações de condições de produção são muito grandes. Portanto, não é possível fazer estimativas de valores neste momento”, disse.

Gabrielli afirmou que, se o preço de petróleo permanecer na faixa de 65 dólares o barril, a Petrobras estará financiada até 2013. Caso caia a 45 dólares o barril, os projetos estarão financiados pelos próximos dois anos. Apesar disso, o presidente destacou que a operação de capitalização é importante para melhorar os indicadores da Companhia. “A operação dará musculatura financeira à Petrobras e vai melhorar os indicadores econômico-financeiros da Companhia”.

A respeito de quanto aumentará a participação da União no capital da Petrobras, Gabrielli afirmou que isto dependerá do valor exercido pelos acionistas minoritários, que terão direito a aumentar sua participação proporcionalmente às ações que já detinham. “Se os minoritários exercerem 10% do valor a que têm direito, a União poderá aumentar em até 17% sua participação no capital social da Petrobras. Se os acionistas exercerem 100%, não haverá alteração”, explicou.

O presidente explicou ainda que a operação de aumento de capital não poderá ser feita em etapas, porque a lei das S.A não permite parcelamento em compra de ações. Já a cessão onerosa deverá ser feita em, pelo menos, duas etapas. “Em um primeiro momento, define-se o valor certificado e as regras para o valor ser reavaliado. Na medida em que se conhece o reservatório, reduzem-se as incertezas e isso tem reflexo na avaliação do valor. Quanto menos incertezas, maior o valor atribuído ao barril”, concluiu o presidente.

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=10408

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