Embrapa reforça pesquisas com palmeiras oleíferas para biodiesel

8 de julho de 2010

Embrapa Agroenergia

08/07/2010

Embrapa reforça pesquisas com palmeiras oleíferas para biodiesel 

Daniela Garcia Collares

Em um prazo de três anos, a Embrapa Agroenergia, em parceria com oito unidades da Embrapa e oito universidades, irá executar o Projeto “Pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em palmáceas para a produção de óleo e aproveitamento econômico de co-produtos e resíduos”, o “PROPALMA”.

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Segundo estudo do IPEA a fabricação de biocombustíveis não vai prejudicar produção de alimentos no Brasil

26 de maio de 2010

Agência Brasil

26/05/2010

Ipea: fabricação de biocombustíveis não vai prejudicar produção de alimentos

Danilo Macedo

Repórter da Agência Brasil

Brasília – Apesar do avanço das lavouras de cana-de-açúcar sobre áreas destinadas à pecuária e à agricultura nos últimos anos, uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresentada hoje (26) afirma que o país não vai perder potencial como produtor de alimentos em função desse crescimento. Para isso, no entanto, o estudo Biocombustíveis no Brasil: Etanol e Biodiesel, ressalta a necessidade de o Estado regular a fabricação de etanol e priorizar a produção de alimentos com financiamento e infraestrutura.

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Video do navio do Promef/PAC, o petroleiro “João Cândido” da Transpetro, empresa do grupo Petrobrás

17 de maio de 2010

Blog da Petrobrás

17 de maio de 2010

Primeiro navio do Promef/PAC tem novo vídeo

Mais do que construir a quinta maior indústria de navios petrolíferos do mundo, a Transpetro – subsidiária da Petrobras para as áreas de transporte e logística – está mudando o Brasil e a vida dos brasileiros.

Veja o segundo filme publicitário sobre o lançamento no primeiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Frota/Programa de Aceleração do Crescimento (Promef/PAC).

http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=23262

Veja outros Vídeos do novo navio da Transpetro

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Petrobras recebe o primeiro navio “Suezmax” construído no Brasil em mais de uma década

7 de maio de 2010

Agência Petrobrás

07/05/2010

Transpetro lança ao mar primeiro navio do Promef

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou hoje (7/05) ao mar o primeiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef) no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), no porto de Suape, em Pernambuco. O navio do tipo Suezmax é um marco histórico para a indústria naval brasileira. Trata-se da primeira embarcação de grande porte construída no Brasil a ser entregue ao Sistema Petrobras em 13 anos. A última havia sido o Livramento, cuja construção foi encomendada em 1987 e levou 10 anos para ser concluída.

Cerimônia de Lançamento de Batismo do 1º Navio do Promef, o Suezmax "João Cândido" - 07/05/2010 - Foto: Petrobrás

“A construção deste navio tem que ser levada a sério por nós. É a auto-afirmação de um povo, que durante muito tempo foi esquecida”, afirmou o presidente da República. A determinação do presidente Lula de que fosse retomada a construção de navios e plataformas de produção de petróleo no País foi o alicerce do Promef, criado em 2004 para revitalizar a indústria naval em bases globalmente competitivas, a partir da encomenda de 49 navios.

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Helicópteros de grande porte começam a operar no pré-sal

4 de março de 2010

Aviação Brasil

04/03/2010

Helicópteros de grande porte começam a operar no pré-sal

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Sikorsky S-92

A exploração de petróleo no pré-sal começa a provocar mudanças no mercado offshore. Dois helicópteros de grande porte, modelo S-92 da americana Sikorsky, recém-adquiridos pela BHS, já estão sendo utilizados pela Petrobras para transporte offshore até o Campo de Tupi, na Bacia de Santos, a 300 km da costa.

Além destes, outros três grandes helicópteros EC-225 Super Puma da francesa Eurocopter entraram em operação na Bacia de Campos. As cinco novas aeronaves da BHS, contratadas pela Petrobras, já ultrapassaram a marca de 500 horas de vôo.

“Estamos cumprindo todos os prazos contratuais com a Petrobras. Já estamos operando esses novos modelos de helicópteros especiais, totalmente equipados para transportar passageiros a grandes distâncias. Eles têm até 4,5 horas de autonomia de vôo e podem levar 18 pessoas às áreas mais distantes do pré-sal.”, informa Décio Galvão, diretor da BHS Helicópteros.

 

Outro helicóptero modelo S92, da Sikorky, deve entrar em operação até o final da próxima semana; e até junho mais três aeronaves adquiridas pela BHS chegam ao Brasil, completando a frota de nove contratada pela Petrobras.

 

No final do mês passado, a BHS foi homenageada pela francesa Eurocopter e pela americana Sikorsky por ser a primeira empresa a operar comercialmente esses novos modelos de helicópteros no Brasil. A cerimônia ocorreu durante a feira da HAI (Helicopter Association International), a maior do setor no mundo, realizada este ano em Houston, no Texas (EUA).

Fonte: Aviação Brasil

E-mail: imprensa@aviacaobrasil.com.br

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Turbina a jato 100% nacional para aviões de monitoramento é testada com sucesso usando biocombustíveis

3 de janeiro de 2010

Jornal da Cidade

03/01/2010

Bauruense projeta turbina a jato 100% nacional para aviões de monitoramento

Lígia Ligabue

http://www.jcnet.com.br/detalhe_geral.php?codigo=173786
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Produzir uma turbina 100% nacional para equipar aviões não tripulados em ações de monitoramento. Esse é o objetivo de um grupo de especialistas em aviação, física e engenharia aeronáutica que, em 2008, desenvolveu a TR 3500 – primeira turbina totalmente desenvolvida no Brasil. O equipamento foi testado com sucesso inclusive para combustíveis alternativos. Além da querosene usada em aviação, a turbina nacional funcionou com álcool. O tenente-coronel da reserva da Aeronáutica Francisco Antônio Correa Domingues, bauruense e filho do professor Muricy Domingues, foi o responsável pelo funcionamento da turbina.

O protótipo levou nove meses para ser produzido. Ele foi desenvolvido pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em parceria com a empresa de engenharia Polaris Tecnologia. Fazem parte do grupo, o coordenador geral e professor do ITA, Homero Santiago Maciel e, pela empresa, o engenheiro aeronáutico Alberto Carlos Pereira Filho, o engenheiro de infraestrutura aeronáutica Milton Sanches, o engenheiro de mecatrônica Mairum Médici, o engenheiro eletricista Antônio Hadade Neto, além de Domingues, que dá consultoria técnica para a empresa.

“Tudo começou quando o Alberto foi fazer seu doutorado no ITA. Ele partiu para a área de plasma e um professor perguntou se ele se interessava pela área de pequenas turbinas”, conta o tenente-coronel. Na época, ele estava trabalhando na Força Aérea, no setor de manutenção de motores a jato e foi procurado pelo grupo, pois precisavam balancear a turbina. Foi aí que o baurense, que atualmente mora em São José dos Campos, se envolveu no projeto.

Após conseguir investimento de R$ 1,8 milhão do governo federal, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, o grupo se lançou ao desafio de construir uma turbina a jato nacional, a partir do zero. Nove meses depois, após uma verdadeira gestação, o primeiro equipamento estava pronto.

A proposta era fazer uma turbina 100% nacional. Para isso, as peças necessárias foram desenhadas pela Polaris e usinadas por empresas brasileiras ou pelo próprio ITA. Apenas um componente não foi feito no País. Um rolamento importado foi utilizado no protótipo. Porém, a expectativa é que ele seja desenvolvido em breve no Brasil. De acordo com Domingues, a empresa desenvolveu uma turbina semelhante para a Vale do Rio Doce utilizar na geração de eletricidade. O engenheiro explica que a mineradora vai solicitar que a indústria fornecedora passe a fabricar o rolamento necessário.

Presidente

Um dos principais impulsos para o futuro da turbina nacional foi a visita do presidente Lula ao ITA. De acordo com o tenente-coronel Domingues, no dia 27 de setembro de 2008, o presidente iria participar de um comício político na região de São José dos Campos. Ele pousou nas dependências do Comando-geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), onde está instalado o instituto.

Aproveitando a passagem do presidente, o brigadeiro Venâncio Alvarenga Gomes, diretor do CTA, convidou Lula para conhecer o equipamento. “O presidente ficou muito interessado no projeto, tanto que dias depois, ele pediu para o ministro da Defesa, Nélson Jobim, e o comandante da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro Juniti Saito, conhecerem a turbina”, conta Domingues.

Em outubro do ano passado, o protótipo da turbina foi entregue ao ITA. De acordo com Domingues, ela será utilizada na instrução de alunos. “Antes, os estudantes não tinham equipamento para analisar durante as aulas”, conta o engenheiro.

História
O tenente-coronel da Aeronáutica Francisco Antônio Correa Domingues é bauruense, filho de Muricy e Maria Luiza Domingues. Ele estudou no então Instituto de Educação Ernesto Monte, na escola Silvério São João, Christino Cabral e conseguiu bolsa de estudos no colégio Prevê, após passar em primeiro lugar em um vestibular para engenharia elétrica, quando ainda estava no primeiro ano do ensino médio.

Ele ingressou no Instituto Tecnológico da Aeronáutica e optou por servir à Força Aérea. Ele se formou como primeiro tenente e em 2008 entrou para a reserva de 1.ª classe como tenente-coronel. Desde então, presta consultoria técnica para a empresa Polaris.

Ficha técnica
A turbina utiliza querosene de aviação como combustível, mas também foi acionada com álcool e gás natural e gera 3.500 Newtons (N) de empuxo. Possui compressor centrífugo, câmara de combustão do tipo anular de fluxo direto e turbina axial.

O TR 3500 tem 1,30 metro de comprimento por 54 centímetros de diâmetro. O propósito inicial da turbina é atender a aviação não-tripulada de alto rendimento, voltada a fins militares e civis específicos como missões de reconhecimento e vigilância. O motor é capaz de mover uma aeronave de até 1,2 tonelada com autonomia de 1.000 a 1.500 quilômetros.

http://www.jcnet.com.br/detalhe_geral.php?codigo=173786

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Ilustrações

Turbina brasileira TR3500 - foto: ITA : http://www.ita.br/online/2008/noticias08/turbinatr3500.htm

Modelo de Turbina em funcionamento: deferentemente das turbinas à vapor, nas turbinas a jato o combustível équeimado dentro do motor, na cãmara de explosão, o que aumenta significativamente a eficiência das turbinas aeronáuticas ou das turbinas aeroderivadas

 Turbina aeronáutica funcionando - Foto: Instituto de Física da UFRGS - http://www.if.ufrgs.br/tex/fis01043/20031/Andre/turbina_funcionando.gif





Leia mais em: TURBINA TR3500 — UMA HISTÓRIA DE SUCESSO : O ano de 2008 entra para a história do ITA como um marco do domínio tecnológico no desenvolvimento e a fabricação de turbinas aeronáuticas para uso em aeronaves de 1000kg ou mais

Presidente da Petrobras Biocombustível responde aos leitores do blog da Petrobras

7 de dezembro de 2009

http://www.blogspetrobras.com.br/

Blog da Petrobrás

7 de dezembro de 2009

Presidente da Petrobras Biocombustível responde aos leitores do blog

O presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, é o segundo entrevistado pelos leitores do blog Fatos e Dados, que encaminharam perguntas via seção de comentários. A entrevista completa, com as questões selecionadas, você confere nos links abaixo:

Bloco 1: matérias-primas

Bloco 2: economia e mercado

Bloco 3: tecnologia e desenvolvimento

Bloco 4: resultados sócio-ambientais

A equipe do blog agradece a participação de todos os internautas que enviaram perguntas. Aguarde e colabore com a próxima entrevista participativa!

http://www.blogspetrobras.com.br/
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Destaque – pergunta sobre impactos socioambientais:

Lucas K. Oliveira

Aproveito a ocasião para agradecer ao presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, pela resposta à questão formulada no Blog da Petrobrás:

“Quais os principais resultados sociais e ambientais já alcançados pelo programa de desenvolvimento de Biodiesel da Petrobras?”

(a pergunta foi formulada no Blog da Petrobras em 29 de novembro de 2009, às 16:44: http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=13469 )

A resposta pode ser assistida no 4a vídeo, que trata do bloco de questões relativas aos  “resultados socioambientais” (a partir dos 2min 36s):

Agradeço também ao Lívio pelos comentários à outra questão, diria, mais provocativa. Lívio lembra que os motores Elsbett (Elko) poderiam queimar óleo vegetal puro.  Apenas para esclarecimento, estes motores queimam 100% do óleo produzido com biomassa vegetal, queimando, inclusive, a glicerina vegetal. Isto significa que esta tecnologia  acaba com a necessidade do processamento químico com transesterificação (para extrair a glicerina do óleo vegetal) e transformá-lo em biodiesel. Esta modalidade de motores vem sendo arduamente defendida pelo engenheiro Bautista Vidal a pelo menos duas décadas.

Acredito sinceramente, que a Petrobrás poderia assumir como bandeira o desenvolvimento de uma nova geração de motores e turbinas movidos a óleo vegetal puro, ou seja, combustíveis derivados 100% de biomassa. No dia 04/12/2009 em entrevista coletiva concedida por Sergio Gabrielli, no evento sobre pré-sal realizado em Porto Alegre, perguntei a mesma coisa. Gabrielli deixou claro que a Petrobrás fabrica combustíveis, mas está preocupada em desenvolver este setor para ter fornecedores no Brasil, lembrando dos investimentos feitos pela empresa no desenvolvimento dos primeiros protótipos de turbinas nacionais, em parceria com o ITA (já citados neste Blog).

Entretanto, acredito, não seria tão complicado para a Petrobrás criar uma nova subsidiária, algo como a “Petrobrás motores”, para isso, até em parceria com outras empresas nacionais. A Petrobras poderia até ter uma equipe de Fórmula 1, fabricar motores de ponta e controlar simultaneamente a fabricação de combustíveis e motores de alta tecnologia. Bom para a imagem da empresa e bom para os negócios. Me parece que outras empresas nacionais teriam interesse em ter participação acionária em um projeto destes, mas dependeria de uma iniciativa de alto risco da própria Petrobrás. Sem apoio governamental seria realmente arriscado.

Para que Brasil viabilize uma empresa para a fabricação desse tipo de motores,  uma outra alternativa, seria o governo comprar uma dessas corporações automobilísticas multinacionais à beira da falência, e transformar uma de suas unidades em uma fábrica de motores 100% a combustível de biomassa. Me parece que perdemos uma ótima oportunidade de adquirir a GM do Brasil, quando a matriz americana estava no auge da crise e cogitou se desfazer de algumas filiais para se salvar da falência, um pouco antes de ser praticamente “estatizada” pelo governo Obama. Infelizmente, demoramos para agir e a GM do Brasil passou a ser controlada pela GM na China. Provavelmente o governo achou que seria uma briga grande demais para comprar agora. É só imaginar a reação dos partidos de oposição e a mídia liberal anti-Brasil, gritando: “Isto é estatismo!, estamos caminhando para o comunismo!”, e outras bobagens do tipo.

Me parece que a opção de criar uma empresa nova acabará sendo a mais viável e menos polêmica, pois esta pode ser de participação limitada, podemos manter controle acionário (51%) nas mãos do Estado, e desenvolver não apenas motores mas também geradores, motores a célula-combustível e turbinas, todos projetados para funcionarem com combustíveis 100% derivados de biomassa.


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