Petrobras e PDVSA concluem negociações para construção e operação da Refinaria Abreu e Lima

30 de outubro de 2009

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AGÊNCIA PETROBRAS DE NOTÍCIAS

30/10/2009

Petrobras e PDVSA concluem negociações para construção e operação da Refinaria Abreu e Lima

Foto: AGÊNCIA PETROBRAS

 

Petrobras e PDVSA informam que concluíram com êxito as negociações para a constituição da empresa que vai construir e operar a Refinaria Abreu e Lima, localizada em Pernambuco. A participação acionária na empresa será de 60% para Petrobras e 40% para PDVSA. A refinaria terá capacidade de processamento de 230 mil barris de petróleo pesado por dia, a ser fornecido em partes iguais pela Petrobras e PDVSA, e terá como principal produto óleo diesel com baixo teor de enxofre.

Petrobras e PDVSA darão andamento aos procedimentos formais para a constituição da sociedade no Brasil.

A Refinaria Abreu e Lima é um importante projeto para a integração energética Sul-Americana.

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Sai, finalmente, o acordo da RNEST

30 de outubro de 2009

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Energia Hoje

30/10/2009

Sai, finalmente, o acordo da RNEST

Da Redação

A Petrobras e a PDVSA fecharam nesta sexta-feira (30/10) a entrada da estatal venezuelana na Refinaria Abreu (RNEST), que está sendo construída no Porto de Suape, em Pernambuco. A efetiva entrada da estatal venezuelana no projeto se arrastava desde 2006.

As negociações se arrastaram por conta do preço do óleo venezuelano que será comercializado para a planta e pela intenção da PDVSA de entrar no mercado de distribuição brasileiro. Pelo que parece, o governo Hugo Chávez perdeu a primeira disputa e terá que aceitar um preço de mercado pelo óleo. No entanto, a estatal do seu país poderá atuar em distribuição no país.

A Refinaria Abreu e Lima vai processar 230 mil barris/dia de petróleo, sendo 50% de cada país. O valor da obra, inicialmente previsto em US$ 4 bilhões, já ultrapassa a casa dos US$ 12 bilhões, de acordo com dados da estatal brasileira. A Petrobras informou que já investiu cerca de R$ 3,5 bilhões no empreendimento.

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O PRÉ-SAL É DO POVO BRASILEIRO

29 de outubro de 2009

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AEPET – Associação dos Engenheiros da Petrobrás

Rio de Janeiro, 29 de Outubro de 2009

O PRÉ-SAL É DO POVO BRASILEIRO

Fernando Siqueira e   Diomedes Cesário (Jornal do Engenheiro/Senge-RJ)

Talvez você ainda não saiba, mas o Brasil está tendo uma oportunidade histórica para resolver seus problemas de educação, saúde, desenvolvimento e desemprego. A Petrobrás descobriu a maior reserva de petróleo de sua história, estimada em cerca de 100 bilhões de barris de petróleo, que, somada às existentes, a colocaria entre as quatro maiores do mundo. Nossas reservas atuais são de 14 bilhões de barris equivalentes de óleo, e as dos EUA, de 29 bilhões. Se considerarmos o preço do barril do petróleo a US$ 70, estaríamos falando de uma riqueza total de US$ 8 trilhões.

As reservas do pré-sal se estendem do litoral do estado do Espírito Santos ao de Santa Catarina, distantes 300 km da costa, em média. Estão a uma profundidade média de 2000 m da superfície até o fundo do mar e mais 3.000 a 5.000 m de rocha e sal a serem perfurados. A tecnologia para este desafio é detida por poucas empresas no mundo, sendo a Petrobrás a líder no setor.

O DEBATE DA NOVA LEI

Alertado pela Petrobrás da magnitude da descoberta, o Governo brasileiro retirou toda a área ainda não licitada do pré-sal dos leilões promovidos pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), pois já não havia mais risco e pelas reservas serem gigantescas. Embora, pela Constituição, as reservas sejam monopólio da União Federal, pela Lei 9478/97, o petróleo passa a pertencer a quem o extrair. E sabemos que quem tem a propriedade do petróleo tem um poder de barganha cada vez maior. Quando a Lei 9478 foi feita, o argumento era que ela atrairia recursos externos para investir em áreas com alto risco e baixo retorno. A propriedade do petróleo era um dos incentivos para correr riscos. O Pré-sal não tem risco e tem alto retorno. Portanto, a Lei não se aplica ao pré-sal.

O Governo resolveu alterar a lei, para não transferir a riqueza descoberta para as companhias petrolíferas, contentando-se em receber no máximo 50% do valor do petróleo extraído. Nos países produtores de petróleo, o Estado retém mais de 84% de participação. Outra diferença é a propriedade do petróleo. Enquanto aqui ela é das empresas que o produzem, lá fora é do Estado. Hoje, cerca de 78% das reservas são estatais dada a importância estratégica do petróleo.

OS INVESTIMENTOS PARA O PRÉ-SAL

Para as grandes companhias seriam necessários muitos recursos para extrair o petróleo o mais rapidamente possível. Mas, interessa ao País a produção açodada? O bom senso diz que não e o exemplo do México está aí como alerta: tinham grandes reservas em 1998, extraíram predatoriamente, para pagar dívida, e o México pode vir a se tornar importador de petróleo.

A Petrobrás tem levantado os recursos necessários para a produção do petróleo que o País necessita, com um plano de investimentos de US$ 100 milhões por dia até 2013. O próprio petróleo produzido gerará os recursos necessários para o financiamento dos investimentos. Foi o que ocorreu com o desenvolvimento da Bacia de Campos.

AS MUDANÇAS DA LEI

O projeto de lei enviado pelo Governo ao Congresso apresenta alguns avanços, como a mudança do regime de concessão para partilha – no qual a propriedade do petróleo produzido volta a ser da União – a escolha da Petrobrás como única operadora do pré-sal e a criação de um fundo social com os recursos do petróleo. A Petrobrás pode ser a executora do monopólio, em nome da União, sendo o produto extraído propriedade da nação. Esta foi a regra de 1953 até 1997, com a Lei 2004/53. O ponto fraco do projeto do Governo é a continuidade dos leilões, permitindo outras participações na produção.

Se os leilões continuarem, ocorrerão três efeitos altamente negativos:

1) Considerando que os países asiáticos, os europeus, os EUA e o cartel internacional do petróleo estão numa situação perigosa por não terem reservas, suas empresas viriam para cá ávidas por produzirem o pré-sal, diminuindo a dependência dos seus países, e o esgotariam em menos de 13 anos;

2) Essa produção e exportação açodadas resultariam numa entrada brusca de dólares, que iria sobrevalorizar o Real e inviabilizaria todas as indústrias fora do setor petróleo. Seria a chamada doença holandesa. Ou, o que seria pior: a doença nigeriana: o cartel internacional tomou a Nigéria de assalto, destruiu as terras agricultáveis, esgotou o seu petróleo e deixou o país numa miséria pior que antes: sem petróleo e esperança;

3) A entrada brusca de dólares obrigaria o Governo brasileiro a investir em títulos do tesouro dos EUA, recebendo juros negativos e numa moeda em decadência;

As mudanças ideais: o petróleo voltar a ser do Estado e aumento na parcela da União dos atuais 0 a 40% para a média mundial de 84%. Com os recursos recebidos poderão ser feitos os investimentos que a sociedade requer e a União recomprar as ações da Petrobrás. Antes da venda das ações pelo governo FHC, a União Federal detinha 84% das ações com direito a voto e 51% do capital total da Petrobrás; hoje, tem apenas 56% das ações com direito a voto e 40% do capital.

Convocamos todos os brasileiros a participar das discussões do pré-sal. Discuta com seus amigos, fale com seu parlamentar. O futuro de seus filhos depende de sua atuação.

Lembramos que, nas décadas de 40 e 50, quando o petróleo era apenas sonho, foi feito o maior movimento cívico da história do nosso país. Hoje que o petróleo é uma realidade muito acima de todas as nossas expectativas, temos muito mais razão para lutar por ele.

Fernando Siqueira é presidente e Diomedes Cesário é diretor de comunicação da AEPET – Associação dos Engenheiros da Petrobrás.

Publicado originalmente: “Jornal do Engenheiro”, edição nº 137 – outubro de 2009.

Jornal do Engenheiro é uma publicação do Sindicato dos Engenheiros do Estado do Rio de Janeiro – Senge-RJ.

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Usiminas investe R$ 1 bilhão para atender demanda do pré-sal

28 de outubro de 2009

Estado de Minas
27/10/2009

Usiminas investe R$ 1 bilhão pelo pré-sal

Empresa, que lucrou 23% a mais no terceiro trimestre, quer disputar o mercado aberto pela exploração da camada

Marta Vieira

Produção da Usiminas em Ipatinga: por enquanto, siderúrgica mantém suspensos investimentos em expansão

 

Para disputar com aços de alta resistência o aumento do consumo da matéria-prima nos setores de petróleo e gás e na indústria naval, a Usiminas vai investir R$ 1 bilhão nos próximos três meses em projetos que ficaram a salvo das fortes medidas de ajuste adotadas pela siderúrgica depois da crise financeira mundial. Entre as principais obras mantidas, a unidade de Ipatinga está sendo preparada para atender exigências do programa de exploração da camada pré-sal, e a Cosipa, de Cubatão (SP), dá continuidade à instalação de um laminador de tiras a quente.

Apesar da recuperação da produção e das vendas no terceiro trimestre, o presidente da siderúrgica, Marco Antônio Castello Branco, disse ontem, que permanecem suspensos os planos para a construção de uma usina de placas em Santana do Paraíso, no Vale do Rio Doce.

Segundo o executivo, ao contrário de outras empresas do setor como a Gerdau, que anunciou esta semana a retomada de investimentos, a Usiminas não vê motivo suficiente para tocar projetos de expansão da sua capacidade produtiva. A reação do mercado brasileiro, de acordo com Castello Branco, tem se mostrado de forma sistemática nos últimos meses, mas de forma vagarosa.

“Achamos prematuro tomar essa medida. O cenário econômico, particularmente o cenário brasileiro, não está muito claro para nós. Estamos saindo de um período de reestocagem depois da queda muito grande do consumo”, afirmou, durante entrevista para divulgação dos resultados da siderúrgica de julho a setembro.

O projeto da nova usina só será reavaliado no fim do primeiro semestre do ano que vem. Embora a usina de Ipatinga esteja trabalhando a um ritmo de 80% da sua capacidade de produção de 12 mil toneladas por dia, também não há perspectiva de religamento do alto-forno 1. O equipamento ficará desligado em boa parte de 2010, na avaliação do presidente da siderúrgica, tendo em vista o consumo superior à produção de aço não só no Brasil, como no mundo. Para Castello Branco, o mercado brasileiro só voltará aos níveis pré-crise em meados de 2011 e início de 2012.

“Não são todos os setores que estão vendo a recuperação”, disse o executivo. Ele estima que a demanda por aço crescerá no Brasil para 22,5 milhões de toneladas em 2010, ante 20,8 milhões de toneladas neste ano, mas diante de excedentes de produção. Não é por outro motivo que a siderúrgica decidiu dar prioridade a investimentos para aumentar o valor de seus produtos. A Usiminas deve encerrar 2009 com desembolso de R$ 2,3 bilhões.

No terceiro trimestre as vendas da siderúrgica somaram 1,7 milhão de toneladas, sendo 1,1 milhão destinado ao mercado brasileiro, resultado que significou crescimento de 23% frente ao período de abril a junho. As exportações também se recuperaram, contribuindo para o balanço com crescimento de 109% ante o segundo trimestre. Tanto a receita líquida, de R$ 2,86 bilhões de julho a setembro, quanto o lucro líquido de R$ 454 milhões nesses meses mostraram crescimento, de 19% e 23%, respectivamente, frente ao trimestre anterior.

A performance da companhia de janeiro a setembro, no entanto, reflete os efeitos do baque no consumo de aço. Nos nove meses do ano, a receita líquida de R$ 11,98 bilhões ficou 34% abaixo da do terceiro trimestre de 2008, ante a redução das vendas e os descontos de preços que a siderúrgica se viu obrigada a negociar com seus clientes. O lucro líquido, de R$ 711 milhões, diminuiu 69% em comparação aos três primeiros trimestres do ano passado.

Anglo American

O grupo de mineração Anglo American anunciou ontem uma reestruturação que reduzirá um quarto dos empregados, com a demissão de 2,7 mil, e poupará US$ 120 milhões por ano. Informou também a criação de sete unidades descentralizadas de negócios. Duas das novas unidades teriam como base o Brasil, uma de minério de ferro e uma de níquel; três na África do Sul, a de platina, outra de minério e uma de carvão, enquanto outra unidade de cobre seria no Chile e a de cobre metalúrgico na Austrália.


Pré-sal: relatores apresentam pareceres sobre projetos em tramitação na Câmara

28 de outubro de 2009

http://www.presal.org.br/noticias.php?id=2343

Federação Única dos Petroleiros

28/10/2009

Pré-sal: relatores apresentam pareceres sobre projetos em tramitação na Câmara

Imprensa da FUP, com informações da Agência Câmara


As Comissões Especiais da Câmara que analisam os projetos de lei que visam regulamentar a exploração, produção e destinação dos recursos do pré-sal começaram a apresentar nesta terça-feira, 27, os pareceres dos relatores. A votação dos relatórios, no entanto, ocorrerá na semana que vem, pois está havendo pedido de vistas coletivo sobre os pareceres apresentados. Só então, os projetos serão encaminhados ao plenário, seguindo o calendário proposto pelo governo, cuja data incialmente prevista é 10 de novembro. Os dirigentes da FUP e de seus sindicatos estão em Brasília, acompanhando os debates na Câmara.

Petro-Sal

A primeira comissão a apresentar seu relatório foi a que analisa a criação da Petro-Sal, a estatal proposta pelo governo para gerenciar a exploração e produção do pré-sal. O relator do projeto, deputado Luiz Fernando Faria (PP-MG), deu parecer favorável à proposta do Executivo, que recebeu 106 emendas, das quais quatro foram acatadas. Segundo o parecer do deputado, a nova empresa deverá ter uma “estrutura enxuta” e abrigar “entre 100 e 120 funcionários”. Já as decisões da diretoria executiva deverão ser por maioria absoluta de três quintos dos integrantes, e a empresa deverá divulgar relatório anualmente pela internet. As emendas prevêem mandato de quatro anos para os conselheiros, com direito à recondução, e quarentena de quatro meses para os que deixarem a estatal. O parecer será votado na semana que vem, devido a pedido de vista coletivo dos parlamentares que integram a Comissão.

Fundo social

O deputado Antonio Palocci (PT-SP), relator da comissão especial que analisa os projetos de lei propostos para o Fundo Social a ser formado com os recursos gerados pela exploração do pré-sal, também apresentou seu parecer nesta terça-feira, 27. A votação do relatório está prevista para o dia 03, em função de pedido de vista por parte dos parlamentares que integram a comissão.

O coordenador da FUP, João Antônio de Moraes, que acompanhou na Câmara a leitura do texto do relator, declarou que o parecer, a princípio, se aproxima da proposta defendida pelos movimentos sociais para o fundo social soberano. “O relatório destina para o fundo os royalties e participações especiais do governo sobre as áreas do pré-sal que já foram leiloadas, assim como prioriza a aplicação dos recursos em estados com índices mais baixos de desenvolvimento. Outro ponto positivo do relatório é que, pelo menos no início, até a sua capitalização, o fundo social será composto pelos recursos excedentes do petróleo, como defendemos no PL 5891/09”, informou o coordenador da FUP.

Das 301 emendas recebidas pelo projeto, 100 foram acatadas pelo deputado Antonio Palocci, que incluiu em seu parecer que os recursos do fundo social sejam aplicados também na saúde, desenvolvimento regional e adaptação às mudanças climáticas, além da educação, cultura, ciência e tecnologia e desenvolvimento social, como prevê o projeto de lei do Executivo. Segundo o deputado, as prioridades do governo para aplicação dos recursos do fundo social serão definidas a cada quatro anos, no plano plurianual.

Exploração do pré-sal e capitalização da Petrobrás

A Comissão Especial da Câmara que analisa os projetos que alteram a atual Lei do Petróleo – entre eles o PL 5891/09, proposto pela FUP e movimentos sociais – iniciou às 20 horas desta terça-feira, 27, a reunião para apresentação, discussão e votação do parecer do deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que é o relator. Assim como ocorreu nas comissões que analisam os projetos do Fundo Social e da Petro-Sal, os parlamentares deverão pedir vistas o que, provavelmente, adiará para a próxima semana a votação do relatório.

Já a comissão que analisa o projeto de capitalização da Petrobrás vai discutir o parecer do relator João Maia (PR-RN) nesta quarta-feira, 28, durante audiência que será realizada às 14h30, em plenário a ser definido.

Os projetos de lei propostos

PL 5891/09 – construído pela FUP e movimentos sociais, o projeto garante o controle público de todo o petróleo da nação, através da Petrobrás 100% estatal, assim como a destinação social destes recursos (com fiscalização da sociedade), o fim dos leilões, a retomada das áreas leiloadas, a reincorporação da Transpetro e da Refap, a incorporação das refinarias de Ipiranga e Manguinhos, entre outras medidas que visam a estatização total do petróleo e gás do país.

PL 5938/09 – é o principal projeto do governo federal para o pré-sal. Estabelece o modelo de partilha de produção (áreas do pré-sal e outras consideradas estratégicas), via licitações, e a Petrobrás como operadora única dos blocos exploratórios.

PL 2502/07 – projeto proposto em 2007 pelo deputado Eduardo Valverde (PT/RO), que também prevê a adoção de contratos de partilha de produção para a exploração de petróleo e gás natural do país, através de licitações.

PL 5941/09 – projeto do governo federal, que prevê a sessão onerosa de até cinco bilhões de barris de petróleo para a Petrobrás, assim como a capitalização da empresa.

PL 5940/09 – projeto do governo federal que institui o Fundo Social, que aplicará os recursos gerados pelo pré-sal, destinando parte deles para projetos e programas nas áreas de educação, combate à pobreza, cultura, ciência e tecnologia e meio ambiente.

PL 5417/09 – projeto do deputado Pedro Eugênio (PT/PE) que cria o Fundo Soberano Social do Brasil, para que os recursos do pré-sal sejam investidos exclusivamente nas áreas de saúde, previdência social e educação.

PL 5939/09 – projeto do governo federal que cria a Petro-Sal, empresa que representará a União nos contratos de partilha.

http://www.presal.org.br/noticias.php?id=2343

Expedições do CPRM e Marinha no Atlântico Sul dão início aos Projetos do Proárea

27 de outubro de 2009

http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1312&sid=48

Serviço Geológico do Brasil – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM

27/10/2009

Expedições dão Início aos Projetos do Proárea

 A área demarcada com o retângulo verde corresponde ao SIG do Atlântico Sul; o retângulo vermelho indica a área do projeto Proerg; e os retângulos laranja indicam a área do Procordilheira

A área demarcada com o retângulo verde corresponde ao SIG do Atlântico Sul; o retângulo vermelho indica a área do projeto Proerg; e os retângulos laranja indicam a área do Procordilheira

Num empreendimento conjunto do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e a Marinha do Brasil, serão realizadas, a bordo do navio oceanográfico Sirius (H-40) da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), no período de 3 a 20 de novembro e de 30 de novembro a 15 de dezembro deste ano, a primeira e segunda expedição marítima em águas oceânicas internacionais.

As expedições terão como objetivo a execução de levantamentos de dados geofísicos de batimetrias e por multifeixe e marcarão o início das atividades de pesquisa do projeto “Geologia Marinha da Potencialidade Mineral da Elevação do Rio Grande (Proerg)”, sob a coordenação executiva da CPRM, por meio da Divisão de Geologia Marinha (Digeom).

Proarea
As expedições à Elevação do Rio Grande darão início aos projetos do Programa de Prospecção e Exploração de Recursos Minerais da Área Internacional do Atlântico Sul e Equatorial (Proárea), idealizado pela CPRM, com o objetivo de identificar e avaliar a potencialidade mineral de sítios de importância econômica e político-estratégicas para o Brasil, na área internacional do Atlântico Sul e Equatorial.

O Proarea foi aprovado no âmbito da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (Cirm), em 16 setembro de 2009, sendo criado, na mesma data, o Comitê Executivo para o Proarea, subordinado à Subcomissão para o Plano Setorial para os Recursos do Mar (PSRM). O comitê é assessorado pelo Grupo Operacional do Programa de Prospecção e Exploração de Recursos Minerais da Área Internacional do Atlântico Sul e Equatorial (GO-Proarea), estruturado e coordenado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), para funcionar como um instrumento de planejamento, execução e acompanhamento das atividades de pesquisa e desenvolvimento com o apoio técnico científico dos diversos ministérios e instituições representados no comitê da comunidade científica brasileira (veja o box).

Projetos: Os projetos a serem desenvolvidos pelo GO-Proarea visam despertar o interesse de empresas brasileiras para o aproveitamento de recursos minerais que ocorrem nessa região, com foco nas dimensões socioeconômica visando crescimento sustentável, geração de emprego e renda, ampliação do mercado de trabalho, ampliação da produtividade, conquista de novos mercados internacionais, redução da vulnerabilidade externa, fortalecimento da identidade brasileira; político-estratégica, para uma integração do mar à cultura brasileira, preservação da soberania nacional e predomínio brasileiro em áreas internacionais, estabelecimento de novas alianças estratégicas, científico-tecnológica e ambiental, entre outras; científico- tecnológica de forma a desenvolver atividades necessárias para a ampliação da capacidade de geração de conhecimento científico, tecnológico e de inovação; e ambiental dando ênfase à preservação ambiental, ampliação dos ecossistemas brasileiros e internacionais, uso sustentável dos recursos da biodiversidade marinha, uso sustentável das fontes de energia e dos minérios não-energéticos marinhos.

Três projetos iniciais são propostos pelo Proarea para garantir maior presença brasileira no Atlântico Sul. Além da Pesquisa Mineral da Elevação do Rio Grande (Proerg), também serão iniciados o projeto Geologia do Atlântico Sul e Equatorial (Proatlântico) organizado em Sistema de Informações Geográficas (SIG); e o projeto Pesquisa mineral da Cordilheira Meso-Atlântica (Procordilheira).

 Detalhamento da área de estudo do Proerg. Em vermelho a área onde as crostas cobaltíferas têm maior interesse econômico (800 e 1.400m de profundidade)

Detalhamento da área de estudo do Proerg. Em vermelho a área onde as crostas cobaltíferas têm maior interesse econômico (800 e 1.400m de profundidade)

 Topografia geral da área de estudo do Proerg

Topografia geral da área de estudo do Proerg

Serviço Geológico do Brasil

Alterado em: 27/10/2009


Governo quer manter recursos do pré-sal para Marinha e Ministério da Ciência e Tecnologia

27 de outubro de 2009

http://noticias.r7.com/economia/noticias/governo-quer-recursos-do-pre-sal-para-marinha-e-mct-20091027.html
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R7 Notícias

27/10/2009

Governo quer manter recursos do pré-sal para Marinha e Ministério da Ciência e Tecnologia

O ministro de Minas e Energia quer manter recursos dos royalties do pré-sal para os ministérios de Ciência e Tecnologia e Marinha

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, pediu nesta terça-feira (27) que o relator do projeto de partilha do pré-sal reconsidere sua proposta de retirar dos ministérios de Ciência e Tecnologia e Marinha recursos provenientes das cobranças de royalties.

O governo também não teria gostado da elevação da alíquota de cobrança do royalty de 10 para 15%. Segundo Lobão, o governo teria sugerido 12% ao relator.

O deputado Henrique Eduardo Alves incluiu em seu relatório sobre a implantação do sistema de partilha no país — previsto para ser apresentado no início desta noite, em Brasília — uma redução de 40 para 20% das receitas da União referentes a royalties do petróleo do pré-sal.

Lobão disse que vai se reunir nesta tarde com Alves para discutir o assunto.

Atualmente, o Ministério de Ciência e Tecnologia recebe 25% das receitas dos royalties do petróleo e a Marinha 15%. Segundo Lobão, a redução feita da parte da União pelo relator vai retirar a provisão para os dois ministérios.

— O relator retira uma parte substancial dos recursos que eles iriam receber, por isso que o presidente (da República) pede ao deputado que compreenda a situação da Ciência e Tecnologia e da Marinha, mantendo os percentuais que estavam previstos. A União acha que o razoável seriam os 40% a que tinha direito.

Lobão argumentou que, da maneira que está, o Ministério de Ciência e Tecnologia ficaria sem verba para investir e a Marinha perderia parte da capacidade de proteger a área do pré-sal.

Copyright Thomson Reuters 2009

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